sábado, 9 de janeiro de 2016

"Poesia para sermos livres!" por Ashraf Fayadh


“Poesia para sermos livres!” – tertúlia literária de homenagem ao poeta Ashraf Fayadh
por Calhau – colectivo de poetas
dia 14 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Leitura mundial de poemas e textos de e por autores portugueses em homenagem ao poeta Ashraf Fayadh. Condenado à morte por um tribunal saudita em 17 de novembro de 2015 pelo “crime” de apostasia. Viu negado o acesso a um advogado durante a detenção e o julgamento. Para além de renunciar ao Islão, o poeta e curador de arte é também acusado de blasfemar e promover ateísmo. As acusações mostram ainda que não é Fayadh o culpado, mas a Arábia Saudita, desrespeitando novamente os Direitos Humanos e o Estado de direito. Este caso não é o único. O Calhau arreará excertos do livro que Luaty Beirão e outros ativistas angolanos estavam a ler quando foram detidos. Livres na Poesia. Poesia para sermos livres!
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«Apelo para uma leitura mundial em 14 de Janeiro de 2016. O Festival Internacional de Literatura de Berlim (ilb) exorta todos os indivíduos, instituições, escolas e órgãos de comunicação social, que se preocupam com a causa de justiça e liberdade, para que participem numa acção mundial de leitura de poemas escolhidos e outros textos, em apoio de Ashraf Fayadh, no dia 14 de Janeiro de 2016.
Ashraf Fayadh, um poeta e curador de arte palestiniano de 35 anos, que vive na Arábia Saudita, foi condenado à morte por um tribunal saudita em 17 de Novembro de 2015 pelo “crime” de apostasia. Foi-lhe negado o acesso a um advogado durante a detenção e o julgamento.
Fayadh tem sido uma figura-chave na divulgação da arte saudita contemporânea à escala global. Chris Dercon, director da Tate Modern e amigo do poeta, descreveu-o como “alguém que é directo e ousado”.
Para além de renunciar ao Islão, Fayadh é também acusado de blasfemar e promover ateísmo através da sua colecção de poesia, Instruções Incluídas, publicada em 2008. Fayadh assegurou que os poemas são “apenas acerca de mim próprio enquanto refugiado palestiniano…sobre temas culturais e filosóficos. Mas os extremistas religiosos explicaram que se tratava de ideias destrutivas contra Deus”.
As acusações, associadas à falta de um processo devidamente legal, mostram que não é Fayadh o culpado, mas a Arábia Saudita, de novo desrespeitando os direitos humanos e o Estado de direito.»
  


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- Janeiro e Fevereiro de 2016: “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- 16 de Janeiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: Apresentação do livro “MultiTerritorialidades I – Temas e Problemas de Governança e Desenvolvimento Territoriais” de António Covas e Maria das Mercês Covas, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- 21 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00: inauguração “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

"Tons de Vermelho" exposição de pintura por Greeny


“Tons de Vermelho” exposição de pintura
por Greeny
exposição: Janeiro e Fevereiro de 2016
inauguração: dia 21 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Greeny, 24 anos. Pintor e poeta, estudante. Gosta de café, Jazz e das décadas de 70 e 80. Tem raízes italianas e um estilo que varia tanto quanto a sua mente.
"Tons de Vermelho" é um conjunto de cinco pinturas, imaginadas como polaroids tiradas por Warhol e trabalhadas por Basquiat. Vários estados de espírito expostos com tons de Violência e Poder, Tentação e Desejo Carnal. Sentimentos em tons de vermelho.


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 14 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00: “Poesia para sermos livres!” tertúlia literária de homenagem ao poeta Ashraf Fayadh, pelos Calhau – colectivo de poetas, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- 16 de Janeiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: Apresentação do livro “MultiTerritorialidades I – Temas e Problemas de Governança e Desenvolvimento Territoriais” de António Covas e Maria das Mercês Covas, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O gato-bravo no Nordeste Transmontano


“O Gato-Bravo no Nordeste Transmontano” de Margarida Lopes Fernandes
fotografias de Jürgen Borris
direcção de arte de Fernando Correia e Nuno Farinha

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível da colecção Património Natural Transmontano os seguintes títulos: “Cogumelos” de Francisco Xavier Martins; “Flora da Região Demarcada do Douro” de António Luís Crespi, Adriano Sampaio, Sónia Fernandes; "Parque Natural de Montesinho"; “A Amendoeira” de António Manuel Monteiro, Vítor Pinto Cordeiro, José Gomes-Laranjo; “A Avelã” Projecto AGRO 162; “O Picanço-de-dorso-ruivo” de Luís Reino; “Tordos de Portugal e do Paleártico Ocidental” de Nuno Farinha; “A Perdiz” de Agostinho Beça; “A Lontra” de Nuno Farinha; “O Javali” de Carlos Fonseca e Fernando Correia]

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Navia, emmy Curl


«Depois de aguçar o apetite dos fãs com as canções incluídas nos dois primeiros EPs, os inspirados «Birds Among The Lines» e «Origins», emmy Curl lança o seu primeiro álbum.

«Navia» está disponível desde 16 de outubro, mostrando o novo caminho trilhado pela versátil cantora e compositora transmontana. Nascida há 24 anos em Vila Real como Catarina Miranda, emmy Curl continua a explorar, em «Navia», um universo muito singular, tão bem delineado como preenchido.

À semelhança do que já sucedera nos primeiros EPs, promovido ao vivo com largas dezenas de concertos em festivais e em nome próprio, o sonho continua a ser a trave-mestra de «Navia».
«Navia» é um título que remete para a deusa dos rios e da água na mitologia galaica e lusitana, que de resto deu nome ao rio Neiva, perto de Braga. [Arte Sonora]

Além da inegável queda para as melodias mais doces, envoltas ora em mantos acústicos, ora em discreta eletrónica, emmy Curl continua a distinguir-se pela atenção dispensada à imagem a que associamos a sua música, quer no delicado trabalho gráfico de «Navia», quer nos concertos que, muito em breve, marcarão o seu regresso aos palcos.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Traga-Mundos em Mêda


A Traga-Mundos foi convidada a participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento “Inverno No Jardim Botânico... Na Cidade Meda – Recurso vegetal e usos. A plataforma BIOBASE e os empreendedores de Mêda”, que se realiza dia 8 de Janeiro de 2016, sexta-feira, na Casa da Cultura de Mêda.

«Apresentação da plataforma “BIOBASE e os Empreendedores de Mêda”, a cargo do Museu Botânico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e da ALTERIBI – Associação Transfronteiriça para o Desenvolvimento.


Programa:
09:00 – Sessão de Boas Vindas (Presidente de Câmara Municipal de Mêda)
09:30 – Conservação Florística na comunidade de Castela-Leão (Francisco Amich Garcia, Professor Catedrático da Universidade de Salamanca – Espanha)
11:00 – Apresentação do Livro “Terra, Portal de Vida, Planeta do Homem” (José Emanuel Queirós)
11:45 – Plataforma BIOBASE e sistema de identicação CHAVE IN – Conhecimento e Divulgação do Recurso Natural (Jardim Botânico da UTAD)
12:30 – Sessão de Encerramento (Presidente da Câmara Municipal de Mêda)»

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Máscara de careto de Valverde


máscara de Careto de Valverde (Mogadouro, distrito de Bragança)

fabrico artesanal, em cerâmica, pintado à mão
versão íman

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domingo, 3 de janeiro de 2016

Histórias e memórias - contos de Miro


“Histórias e Memórias” de Armando Miro

«Depois de “Gastronomia do Marão” (2003) e “Contos e Ditos do Marão” (2003), Armando Miro dá à estampa o seu terceiro livro: chama-se “Histórias e Memórias”.

Ex-jornalista, ex-autarca, ex-Presidente da Região de Turismo da Serra do Marão, Armando Augusto Borges da Conceição, de seu nome próprio, conta, neste novo livro, histórias com que se cruzou ao longo da vida, feitas de encontros, descobertas ou inspiradas em nomes grandes da literatura portuguesa com quem conviveu, como Miguel Torga.

“Histórias e Memórias” é um livro de contos que apela às memórias do autor, com gravuras fruto de outros devaneios que lhe preenchem os ócios e enriquecem a vida. Lá dentro, as histórias, reais ou ficcionadas, pois as que aconteceram nas nossas terras merecem o respeito e anonimato dos protagonistas.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Gastronomia do Marão – Douro e Trás-os-Montes” e “Contos & Ditos – Das Terras do Marão”]

sábado, 2 de janeiro de 2016

Caboverianas en Burela, Galiza


“Caboverdianas en Burela (1978-2008) – migración, relacións de xénero e intervención social”
de Luzia Oca González
Premio Vicente Risco de Ciencias Sociais - 2014

O marco teórico principal que guía este traballo sitúase na confluencia das teorías articulacionistas e feministas, partindo da consideración de que os procesos migratorios son procesos xenerizados, mediatizados por relacións de poder, nos que os traballos femininos adoitan ser desvalorizados socialmente, ocultando a calidade de suxeitos activos das mulleres migrantes. Preténdese non só seguir a tradición dos estudos sobre xénero e migracións que colocan a énfase nas discriminacións sufridas polas mulleres inmigrantes, senón tamén na que as mostra como actoras sociais, con capacidade de axencia e de despregar estratexias que poñen en conxunción orixe e destino, construíndo redes no espazo transnacional.


O traballo de campo no que se basea esta investigación foi realizado en Burela dende 1998, con algúns períodos de ausencia, mais cunha continuidade determinada por ser lugar de residencia da autora. A súa primeira viaxe a Cabo Verde en 2000 foi seguida de moitas outras, tendo viaxado ao arquipélago todos os anos agás dous até 2013, ano de conclusión da tese de doutoramento que serviu de base para o presente volume.


Luzia Oca González é Doutora en Antropoloxía Social pola USC, coa tese: “Caboverdianas en Burela (1978/2008). Migración, relación de xénero e intervención social”. Docente da Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro (UTAD) desde 2004, o seu traxecto profesional tense repartido entre a docencia, a investigación e diversos proxectos de intervención social baseados en metodoloxías participativas com perspectiva de xénero, en Galiza e Cabo Verde.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016 - a coragem dos recomeços


Dá-nos Senhor, neste Advento, a coragem dos recomeços.
Não nos deixes acomodar ao saber daquilo que foi:
dá-nos largueza de coração para abraçar aquilo que é.
Afasta-nos do repetido, do juízo mecânico que banaliza a história,
pois a priva de surpresa e de esperança.
Torna-nos atónitos como os seres que florescem.
Torna-nos inacabados como quem deseja.
Torna-nos atentos como quem cuida.
Torna-nos confiantes como os que se atrevem
a olhar tudo, e a si mesmos, de novo
pela primeira vez.

José Tolentino Mendonça


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

sábado, 26 de dezembro de 2015

Passagem-de-ano na Galiza - A Arca da Noé


Passagem-de-ano na Galiza
dia 31 de Dezembro de 2015 (quinta-feira), pelas 23h45
dia 1 de Janeiro de 2016 (sexta-feira): passeio pedestre
na taberna cultural A Arca da Noé, em Vilar de Santos, Ourense, Galiza


uma proposta | um desafio:

iniciar 2016 numa noite mágica num dos locais mais carismáticos na Galiza: na taberna cultural A Arca da Noé, em Vilar de Santos. um espaço que promove a cultura galega: concertos, obradoiros (workshops), tertúlias sobre desenvolvimento local e rural.

um convite a levar um instrumento, a garganta afinada e os pés com vontade de bailar, para partilhar e foliar com as pandeiretas e a gaita, o canto e o baile galego.
para levar poesia, de sua autoria e/ou dos seus autores preferidos, para se partilhar.

no primeiro dia do novo ano, realizaremos um passeio pedestre por Vilar de Santos, realizando o percurso / sendeiro de O Ruxidoiro, incluindo a visita à aldeia de Saa, o Museu Etnográfico da Limia e o forno comunitário. [ver http://www.vilardesantos.com/datos/sendeiro_ruxidoiro_2012.pdf]

um modo de assinalar um ano que promete reforçar a aliança galego-portuguesa: com Vila Real capital da cultura do Eixo Atlântico e a parceria Cultura Que Une reeditando os Actos de Cultura Galego-Portuguesa entre Vila Real e Pontevedra em Maio e Junho de 2016.


Em Portugal, o ponto de encontro é na Traga-Mundos, pelas 20h00, para organizarmos o transporte de todos os participantes – quem estiver mais próximo de Vilar de Santos (Ourense, Galiza), ou quem preferir ir lá ter, o ponto de encontro será à porta de A Arca da Noé, às 23h45 (ou 00h45, hora local).

Para quem quiser organizar a sua estadia, contactar Albergue Rural A Escola de Vilar de Santos, da associação de jovens local Bolboretas Vermellas [ver https://www.facebook.com/Bolboretas-Vermellas-Albergue-Rural-A-Escola-580837095392678/?fref=ts] – para todos é aconselhável levarem saco-cama.

Para quem quiser passar o fim-de-semana por exemplo em Allariz, consultar http://www.allariz.com [obrigatório visitar a livraria Aira das Letras].
  

António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 9 de Janeiro de 2016, pelas 21h00: apresentação do livro “Caboverdianas em Burela (1988-2008), migración, relación de xénero e intervención social” de Luzía Oca González, docente na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Prémio Vicente Risco de Ciências Sociais, na Traga-Mundos em Vila Real;
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

máscara do Carocho (Constantim, Miranda do Douro)


máscara do Carocho (Constantim, Miranda do Douro, distrito de Bragança)

fabrico artesanal, em cerâmica, pintado à mão
versão íman

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Falo-vos da montanha - poeticamente


“Falo-vos da Montanha – poemas” de António Cabral
edição de autor
17 de Outubro de 1958


APOSTO AO “HOMEM MENSURA”

As palavras húmidas
Do suor nascido
E corrido das
Paredes do cérebro;

As palavras idas
No corpo do vento,
Vindas no comboio
Noturno dum sonho;

As palavras dadas
Na respiração
Dos poros, nas mãos
Marcadas de terra;

Essas é que dão
Lugar à ternura
E gritam o homem
Dos pés à cabeça.


Ao reler os magníficos poemas de A. C., ocorrem-me as conhecidas palavras de Walt Whitman: “Aquele que tocar este livro toca um homem”. Efectivamente, “Falo-vos da Montanha” – o último livro de poemas de A. C. – significa algo mais que um belo livro de poesia. Prescinde, o autor, daquilo que Hernâni Cidade chamou “poesia-jogo” e do verbalismo exagerado de alguns poetas de vulto, entre os quais poderiamos citar F. Pessoa, para nos introduzir no reino da poesia autêntica. Não receia as palavras nuas e sangrentas, que dizem “a verdade das suas horas de homem”. Mais ainda: Ele procura essas “palavras talhadas à feição dos ossos”, porque aquele poeta que o habita,
…Tem os pensamentos/Amontoados/À espera da palavra/E,/Luta por ela esfarrapando o tempo.
[CHAVES, Dinis – António Cabral o humaníssimo poeta de “Falo-vos da Montanha”. A Voz de Chaves. Chaves (01-01-1959)]


Poeta da paisagem, a que se liga pelos laços da sua paisagem interior, religiosamente calmo perante os sucessivos partos da natureza (as espáduas da montanha por onde escorrem tranças de lua; o bailar das sombras na festa do pôr do sol…), António Cabral é, no entanto, um poeta do homem, dessa gente humilde com palavras torcidas em raivas humaníssimas… (…) A crença nas palavras, como quando as canta se prova, grava no poema uma claridade fina, às vezes quente, outras suavemente frágil: Palavras que sejam / O ritmo do sangue / E tenham a altura / Toda duma alma.
[BRITO, Casimiro de – Título do artigo. Cadernos do meio-dia: antologia de poesia, crítica e ensaio. Faro. N.º 4 (fevereiro, 1959)]

Escreve algures Dâmaso Alonso que a poesia é um nexo entre dois mistérios: o do poeta e o do leitor… Esta afirmação tem inteira aplicação ao caso de António Cabral.
O leitor não pode superficialmente permanecer numa atitude passiva perante a sua poética. É que ela prende-o, absorve-o, e arrasta-o. Impregnada dum poder mágico – que outras não se ufanam de desfrutar – esta poesia possui algo que a especifica, que lhe confere uma tonalidade própria.
Além disso, deste livro que é o segundo (sic) do Autor, desprende-se uma densidade que não se afigura vulgar. E parece-me que é essa densidade – com raízes em Torga e Teixeira de Pascoais – mas possuidora simultaneamente dum cunho pessoal inegável, que poderá classificar-se como a principal característica do jovem poeta.
[GERALDES, J. Almeida – “Falo-vos da montanha” por António Cabral. Novidades. Lisboa (08-11-1959)]

Jean Cossou afirmou: “Il n’est de problème que de l’homme, et il ne peut être de poesie que de l’homme”.
A poesia é, pois, o homem com as suas frustrações, os seus problemas e a sua posição perante a vida e perante Deus.
“Falo-vos da Montanha” é a síntese desse fenómeno exclusivamente humano e profusamente ilustrado por poemas recheados de pureza e propriedade de estilo, de apurado sentido rítmico, de todas as características, enfim, que assinalam ao autor uma personalidade de autêntico poeta.
[MIRANDA, Alberto – Falo-vos da montanha (poemas de António Cabral. Amigos de Bragança. Bragança (1967)]

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. A utilização e/ou reprodução total ou parcial deste texto está sujeita ao Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos. Para mais informação consultar http://www.spautores.pt. http://www.antoniocabral.com.pt/livros/poesia/falo-vos-da-montanha/#ixzz3vRh3DUM9

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também os seguintes títulos do autor: “Falo-vos da Montanha”, “Entre o Azul e a Circunstância”, “Ouve-se Um Rumor” Poemas de António Cabral + “Entre Quem É” - «Este caderno é um anexo de “Ouve-se Um Rumor” e não pode ser vendido separadamente.», “Antologia dos Poemas Durienses”, “Bodas Selvagens”, “O Rio Que Perdeu As Margens”, “A Tentação de Santo Antão”; “Viajar Com... António Cabral” de A.M. Pires Cabral]

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O hominídeo humanizado - reflexões


“O Hominídeo Humanizado” de António Sá Gué

«Afinal de contas, o maior mistério do homem é o próprio homem. A complexidade do seu ser não se esgota no cogito (como desejava Descartes) pois a sua natureza biológica é também imanente e cognitiva. As suas necessidades biológicas, o seu sistema físico-químico e neurológico (onde se processam reacções como o amor ou o pensamento), as suas contradições, os seus limites, os seus anseios, a sua utopia, as suas conquistas e frustrações fazem dele um ser dialogante consigo mesmo, em que as diversas componentes concorrem para a consolidação do todo, aquilo a que Morin chama de homo complexus. Sá Gué, no fundo, explana-nos esse diálogo entabulado do eu para com o eu, a sistematização interior das leis vitais na complexificação genética do ser e sua relação cognitiva com o mundo sensível e as relações exteriores: dúvidas e perplexidades que povoam o fluxus do hominídeo, que sofre as dores do parto do seu próprio conhecimento, a busca da verdade latente em todo ser humano, recuperando nitidamente a maiêutica socrática.» João Mendes Rosa, in “Prefácio”

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[também disponível do autor os títulos: “Ultreia – Caminho Sem Bermas”, ”Na Intuição do Tempo”, “As Duas Faces da Moeda”, “Fermento da Liberdade”, “Fantasmas de Uma Revolução”, “Contos dos Montes Ermos”, “Quadros da Transmontaneidade”, “O Manco Entre Deus e o Diabo”, “Em Busca do Ser” ]

domingo, 20 de dezembro de 2015

Presépio com burro mirandês


Presépio com burro mirandês

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sábado, 19 de dezembro de 2015

Boas fadas que te fadem


“Boas Fadas Que Te Fadem” de António Monteiro Cardoso

Isolada do mundo, perdida nas brenhas de Trás-os-Montes, junto à fronteira do norte de Portugal, uma pacífica congregação de religiosos vê-se, de súbito, arrancada à sua vida beatífica, devido às perseguições inquisitoriais contra os cristãos novos. Uma paixão e um crime inexplicado desencadeiam uma fuga desesperada, em que aos fugitivos se vai revelando um mundo desconhecido e prodigioso. De um lado, a Espanha seiscentista do tempo de Velásquez, onde os conversos portugueses lutam pela sobrevivência, num arriscado jogo de dissimulações que os leva dos píncaros da riqueza à humilhação dos autos-de-fé. Do outro, a Holanda de Espinosa, onde vinga a tolerância num mundo atravessado pela exaltação religiosa e pelas esperanças messiânicas e milenaristas. Através dos meandros da perseguição inquisitorial da diáspora dos judeus portugueses e espanhóis, este romance transporta-nos a uma época fascinante, em que o racionalismo e as descobertas científicas dão ainda os primeiros passos numa Europa dominada pela intolerância e pela violência do fanatismo religioso.


António Manuel Monteiro Cardoso nasceu em Freixo de Espada à Cinta em 8 de Setembro de 1950. Estudou em Lisboa, onde se licenciou na Faculdade de Direito em 1974. Exerceu funções como jurista em diversas áreas, em especial no direito da comunicação social, tendo publicado, ainda estudante, o livro “Da Liberdade de Imprensa”, com Alberto Arons de Carvalho. Sobre esta temática, publicaram conjuntamente com João Pedro de Figueiredo “Direito da Comunicação Social”. A partir de finais dos anos setenta, passou a dedicar-se também à pesquisa histórica, de que resultou a obra “A Guerrilha do Remexido”, em co-autoria com António do Canto Machado. Desde então, orientou as suas investigações sobre os oratorianos de Freixo de Espada à Cinta e sobre a província de Trás-os-Montes na época das lutas liberais, assuntos a que dedicou numerosos artigos, muitos deles publicados na revista Brigantia. Na sequência destas pesquisas, doutorou-se em História Moderna e Contemporânea, em 2005, no ISCTE-IUL, Instituto Universitário de Lisboa, com a tese “A Revolução Liberal em Trás-os-Montes (1820-1834) – O Povo e as Elites”.
Publicou “Timor na 2.ª Guerra Mundial – O Diário do Tenente Pires”, sobre a ocupação japonesa. É autor, com António d’Oliveira Pinto da França, da obra “Correspondência Luso­Brasileira”, vol. I “Das Invasões Francesas à Corte no Rio de Janeiro (1807-1821”) e vol. II “Cartas Baianas – O Liberalismo e a Independência do Brasil (1821-1823)”.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também os seguintes títulos sobre a temática judeus e/ou marranos: “Os Judeus no Noroeste da Península Ibérica” de João Domingos Gomes Sanches; “Os Isidros – A Epopeia de Uma Família de Cristãos Novos de Torre de Moncorvo”, “Marranos em Trás-os-Montes – Judeus Novos na Diáspora – O Caso de Sambade”, “Jacob (Francisco) Rodrigues Pereira – Cidadão do Mundo, Sefardita e Transmontano” e “Nas Rotas dos Marranos de Trás-os-Montes” de António Júlio Andrade e Maria Fernanda Guimarães; “Sabores Judaicos Trás-os-Montes” de Graça Sá-Fernandes e Naomi Calvão, fotografias de Valter Vinagre]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Natal dos Caretos, nordeste transmontano


“Natal dos Caretos” texto António Tiza, desenhos José Da Fonte

Tiago, uma criança de onze anos, lisboeta de origem transmontana, de regresso às origens descobre que na terra de seus pais se celebra o Natal de uma forma diferente do habitual, com personagens mágicas, misteriosas, enigmáticas – os caretos. É seu avô Manuel que o vai introduzindo nestes mistérios, pelo conhecimento que lhe vai transmitindo, do passado e do presente, o que provoca em Tiago a ilusão de vir a ser iniciado nestes rituais, quando chegar o seu tempo.

António Pinelo Tiza é natural de Varge (Bragança).
Estudou Teologia em Bragança e Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo concluído a licenciatura. Defendeu a tese de doutoramento em Ciências Sociais na Universidade de Valladolid, com a classificação de “Sobresaliente cum laude”. Foi professor do ensino básico, secundário e superior.
Participa em antologias e revistas com artigos sobre Etnografia e Educação: “Brigantia”, de Bragança; “Tellus”, de Vila Real; “Jornal de Letras”, de Lisboa; “Stvdia Zamorensia”, de Zamora, “El Filandar / O Fiadeiro”, de Zamora, “Jentilbaratz – Cuadernos de Folklore” do País Basco, e outras.
Foi Presidente da Região de Turismo do Nordeste Transmontano (1998-2002). Actualmente desempenha as funções de Presidente da Direcção da Academia Ibérica da Máscara e Vice-Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes. É membro da Associação Portuguesa de Escritores.

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[disponível também os seguintes títulos do autor: “O Diabo e as Cinzas” e “Inverno Mágico – Ritos e mistérios Transmontanos” Volume I e Volume II]


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

plantas aromáticas em caixas de madeira


Já pensou em oferecer vida neste Natal?

Caixas Aromáticas.

O presente ideal!


[As plantas são personalizáveis e podem ser escolhidas no Álbum PLANTAS.]

das artes da cooperativa Rupestris

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Soldado Milhões - jogo de cartas


“Millions” – The Last Soldier | O Último Soldado”
autor David Mendes
ilustração Daniel Souto
em português, castelhano e inglês
ano 2015


Este jogo narra a história do destemido Herói Português da Primeira Guerra Mundial, Aníbal Milhais, cuja valentia e determinação o eternizou na História de Portugal.
Vencer batalhas e escapar do Barão Vermelho parece um desafio de jogo simples, no entanto, só o jogador mais atento e com melhor estratégia poderá vencer.
Um jogo inteligente, divertido e cheio de curiosidades históricas que vai mudar os jantares de família e os serões de amigos. “Tu és Milhais, mas vales Milhões!”

Característica & Conteúdo:

72 Cartas.
1 Manual de regras (contém curiosidades da Primeira Guerra Mundial e a biografia dos personagens do jogo)

Socialização, Atenção, Raciocínio e Lógica.


David Mendes, criador do jogo, project manager e professor de história, explica o que está por trás do jogo.

Millions representa o Aníbal Milhais, um herói português que sobreviveu após defrontar um batalhão de alemãos com a metralhadora “Luisinha” e um pacote de amêndoas, durante a I Guerra Mundial. De origem humilde, teve um papel determinante na Batalha de La Lys ao evitar uma tragédia maior. Permaneceu sozinho, na frente, para cobrir a retirada dos seus companheiros. Com a “Luisinha”, disparou de vários pontos para criar a ilusão, às tropas alemãs, que ali estariam muitos soldados. O pacote de amêndoas doces era o seu alimento até regressar ao acampamento das tropas portuguesas. O soldado recebeu a distinção militar, a Torre de Espada e o seu comandante Ferreira do Amaral, eternizou-o na História de Portugal, com a expressão: “Tu és Milhais, mas vales milhões.”

A mecânica do jogo é “simples e intuitiva”, assinala David Mendes, mas “só o jogador mais atento e estratega poderá vencer”. Explica que “cada sessão de jogo tem uma duração aproximada de 15 minutos, durante os quais, os jogadores competem entre si, com o objectivo de vencer o maior número de batalhas para ganhar os pontos positivos. Pelo meio existem 4 cartas “Barão Vermelho”, que nos dão pontos negativos. Estas cartas devem ser evitadas e devemos tentar fazer que os nossos adversários fiquem com elas”.

A narrativa da ilustração das cartas foi desenvolvida por forma a explicar e transmitir várias curiosidades sobre a I Guerra Mundial e a participação de Portugal neste conflito. Há alusões aos ratos que inundavam as trincheiras, ao pão que chegava duro à frente de batalha e ainda ao famoso “Stubby” um cão americano, que acabou promovido à patente de Sargento e no final de vida ainda frequentou a universidade. É mais um jogo de tabuleiro que promete mudar os serões entre famílias e amigos.

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Este jogo narra a história do destemido soldado Milhões e a sua aventura contra o exército alemão. A história do jogo, uma parte verdadeira, outra ficcional, pretende acima de tudo, dar a conhecer e perpetuar a vida e história deste herói nacional.

Durante o jogo, o soldado Milhões, têm como adversário o brilhante e destemido piloto alemão “Barão Vermelho”. Ao longo de 12 (doze) dias têm de estrategicamente vencer as 8 (oito) batalhas e escarpar-se das garras do “Barão Vermelho” que está sempre à espreita para complicar a vida do nosso soldado.
Parece um desafio de jogo simples, no entanto, só o jogador mais atento e estratega poderá vencer.

A narrativa da ilustração das cartas foi desenvolvida por forma a explicar e transmitir várias curiosidades sobre a I Guerra Mundial e a participação de Portugal neste conflito. Há alusões aos ratos que inundavam as trincheiras, ao pão que chegava duro à frente de batalha e ainda ao famoso “Stubby” um cão americano, que acabou promovido à patente de Sargento e no final de vida ainda frequentou a universidade.

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[também disponíveis os seguintes títulos: “O Herói Português da I Guerra Mundial” de Francisco Galope, “Aníbal Milhais – Um Herói Chamado Milhões” texto José Jorge Letria, ilustrações Nuno Saraiva]

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A idade da inocência


“A Idade da Inocência” de Isabel Sousa Costa

Natália era uma criança sonhadora, viva e criativa… O seu fascínio pela novidade, ao suscitar-lhe inúmeros porquês e ao conduzi-la numa incessante busca de respostas, levam-na a experienciar incalculáveis aventuras. Esta resenha, além de uma viagem ao passado, que se desenrola entre os anos de 1964 e 1974, é um retrato geográfico e sociológico do norte de Portugal, nomeadamente das cidades de Vila Real, de Guimarães e de Braga, das aldeias de Agarez, na serra do Alvão, e de Bragadas, em Terras de Basto, e ainda da pitoresca praia da Apúlia. Colorido por uma criança, este retrato é, sem dúvida, uma divertida expedição pelo mundo dos mais pequenos. A paixão colocada na narrativa das brincadeiras, da etnografia, da história e da geografia dos lugares, transporta o leitor pelos meandros de um espaço vivo e repleto de emoções.


Isabel Sousa Costa nasceu a 6 de Novembro de 1961 no Porto.
Em julho de 1985, concluiu a licenciatura em Geografia, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Em novembro de 1985, deu início à carreira de professora de Geografia, na Escola Secundária de Vila Pouca de Aguiar.
Em março de 1997 conclui o Mestrado em Extensão e Desenvolvimento Rural. Em 1998, publica um artigo intitulado Ocupação Indevida dos Solos da Reserva Agrícola Nacional no nº 12 da Revista “Pedon”.
Dá início à colaboração no Boletim Cultural da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em dezembro de 1992, com um texto intitulado Aquecimento Global: SOS. Em 2009 retoma a colaboração no Boletim Cultural com textos de teor científico, dramático, prosa e poesia.
No ano de 2006, escreve um texto dramático, intitulado “O Capuchinho Vermelho vai à Escola”, para ser levado a cena no Teatro Municipal de Vila Real, no âmbito do III Fórum: Os Jovens a Saúde e a Cidadania.
Foi ainda colaboradora nos semanários A Voz de Trás-os-Montes e no Notícias de Vila Real, onde publica vários artigos de opinião, dos quais se destaca Sentir de uma Professora.

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