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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Fotografias pintadas por Daniela Gomes


“Covers” de Daniela Gomes

Estas COVERS foram pintadas sobre fragmentos de fotografias de autores desconhecidos, adquiridas em feiras e alfarrabistas, entre 2011 e 2017.

Para a organização e escolha dos textos contribuíram Inês Dias, Luis Manuel Gaspar, Manuel de Freitas e Rui Pires Cabral.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da autora, em capas e ilustrações, os seguintes títulos: “Cão Celeste” n.º 3, n.º 4, n.º 5, n.º 7, n.º 8, n.º 9, n.º 10; “Que Diremos Nós Que Viva?” e Cantochão” de Vítor Nogueira; “Morada” Rui Pires Cabral; “In Situ” de Inês Dias; “Telhados de Vidro” n.º 20]


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

cão celeste #10


CÃO CELESTE #10

com capa de DANIELA GOMES
e colaborações de Abel Neves | Ana Menezes | Ana Paula Inácio | António Barahona | Bruno Borges | Bruno Dias | Cláudia Dias | Daniela Fortuna | Débora Figueiredo | Emanuel Jorge Botelho | E. M. de Melo e Castro | Fábio Neves Marcelino | Fabio Weintraub | Fernando Guerreiro | Gil de Carvalho | Guilherme Faria | Hélia Correia | Henrique Manuel Bento Fialho | Hugo Pinto Santos | Inês Dias | Isabel Baraona | ISABEL NOGUEIRA | Jaime Rocha | João Alves | João Barrento | João Chambel | João Concha | Jorge Roque | José Ángel Cilleruelo | José Feitor | José Miguel Silva | Leonor Figueiredo | Luca Argel | Luís França | Luís Henriques | Manuel A. Domingos | Manuel de Freitas | Manuel Diogo | Maria da Conceição Caleiro | Mário Alberto | Miguel Martins | Miguel Pereira | Pádua Fernandes | Paulo da Costa Domingos | Pedro Burgos | Raymund Krumme | Ricardo Castro | Rik Lina | Rui Nunes | RUI PIRES CABRAL | Sebastian Brant | Tania de Léon | Thomas Bewick | Urbano | Vanda Brotas Gonçalves | Vítor Silva Tavares | Zepe

«UMA CONCEPÇÃO FRACTAL DA LÍNGUA PORTUGUESA
E.M. DE MELO E CASTRO
(...)
Creio até que esses factores dispersivos nos equipam com uma experiência rica que nos permite delinear uma concepção contemporânea de espaço linguístico e cultural, propiciando inusitadas possibilidades de inovação e de criação linguístico-poética.
Nesta perspectiva, se procurarmos um modelo metafórico para delinearmos as nossas distâncias e as nossas proximidades, talvez numa primeira aproximação encontraremos a ideia de «arquipélago» como suficientemente sugestiva e adequada.
(...)
Falar de ilhas e de arquipélagos pressupõe a existência de uma larga quantidade de espaço, de que a água é, ao mesmo tempo, matéria física e metáfora, possivelmente um mar ou um oceano; água essa que tanto une como separa, formando-se o arquipélago no espaço conceitual de quem o imagina ou vê como entidade coerente. É tal como as estrelas e as constelações, no espaço sideral.
É tal como com a língua portuguesa e os oito países que a detêm e utilizam como instrumento privilegiado, cada um constituindo uma ilha e sonhando de maneira diferente com a concepção de um arquipélago em que o português seja o tecido que envolve e possibilita a comunicação, e não o mar que separa, distancia e estranha as falas dos falantes.
(...)
Tal concepção de auto-semelhança vem alterar a metáfora do arquipélago e projecta-nos numa outra metáfora bem complexa, mas também mais adequada, segundo penso: a metáfora de estrutura «fractal» como descritora da atual situação da língua portuguesa.
Mas, no caso de fenômenos culturais e, particularmente, linguísticos, o que poderá constituir uma concepção fractal, para além de ser mais uma apropriação metafórica de um conceito científico matemático?
Benoit Mandelbrot, o matemático inventor da geometria factal, já na segunda metade do século XX, chamou desde logo a atenção para a natureza caótica, suscetível de descrição fractal, de numerosos fenômenos naturais, tais como: os movimentos brownianos, a variação da forma e do volume das nuvens, a ondulação da superfície do mar, a agitação das folhas e dos ramos das árvores impelidas pelo vento, ...
(...)
Não me parece difícil extrapolar para o mundo das ciências humanas e, particularmente, daquelas atividades a que chamamos linguísticas, como a fala, a escrita, a comunicação, a informação, a criação textual, a invenção do novo poético ou o exercício do raciocínio e da capacidade formuladora de pensamentos.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números de “Cão Celeste”: #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9]


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Telhados de Vidro n.º 20


“Telhados de Vidro” n.º 20 – Setembro 2015
Setembro de 2015 240 pp., 20 euros
(Tiragem Única de 500 exemplares)
Direcção: Inês Dias e Manuel de Freitas
Capa de Daniela Gomes.
Paginação e arranjo gráfico de Inês Mateus
(sobre grafismo de Olímpio Ferreira).

com A.M. Pires Cabral, Daniela Gomes, Isabel Nogueira, Rui Pires Cabral, entre outros.

«A Telhados de Vidro, dirigida pelos poetas Manuel de Freitas e Inês Dias, editores da Averno, chegou ao seu 20.º número, um volume de quase 250 páginas que inclui, em separata, um livro de Adília Lopes. É talvez a mais relevante revista literária portuguesa deste início do século XXI.»



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números de “Telhados de Vidro”: 3, 5, 6, 8, 9, 10, 11, 12, 14, 15, 18, e 19]

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Rui Pires Cabral reunido

“Morada” de Rui Pires Cabral

"Morada" recolhe, com emendas de maior ou menor importância, todos os livros de poesia que o autor publicou, à exceção dos volumes de poemas-colagens que apareceram nos anos mais recentes. Inclui ainda "Evasão e Remorso" — um conjunto que não teve edição em livro, se bem que a maioria dos poemas que o compõem tenha já surgido em publicações diversas — e uma secção final com alguns dispersos e inéditos.. 

Este livro inclui ainda alguns desenhos de Daniela Gomes e a capa parte de uma colagem de Martin Copertari. 


DE QUE SERVIRIA

Aquilo que somos não é aparente,
não podemos explicar o sofrimento
de onde procede este amor.
Mas eu não vim para te dizer
como as sombras mistificam
o mundo: não me perguntes nada.
Tu já és a causa por detrás da máquina
dos dias, se eu for por essa terra fora
será para chamar por ti.

Rui Pires Cabral nasceu a 1 de outubro de 1967 em Chacim, perto de Macedo de Cavaleiros. Cursou a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e começou a publicar alguns dos seus poemas na imprensa estudantil. Utilizando geralmente um discurso na primeira pessoa, Rui Pires Cabral serve-se, na sua obra poética, de um cosmopolitismo ciente e despretensioso para estabelecer um contraste com o mundo rural que marcou a sua infância. Em paralelo com a sua atividade poética, desenvolve um intenso trabalho enquanto tradutor, a partir do inglês e do espanhol. Vive e trabalha em Lisboa.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Oráculos de Cabeceira”, “Biblioteca dos Rapazes”, “Broken” e “Oh! Lusitania
; participação em “Ladrador”, “Em Lisboa, Sobre o Mar – Poesia 2001-2010”, “Ladrador”, “Telhados de Vidro” n.º 6, “Telhados de Vidro” n.º 8, “Telhados de Vidro” n.º 10, “Telhados de Vidro” n.º 12 e “Telhados de Vidro” n.º 14]


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Telhados de Vidro

Telhados de Vidro n.º 19
Maio de 2014, 248 pp.
(Tiragem Única de 350 exemplares)
Direcção: Inês Dias e Manuel de Freitas
Capa de Luís Henriques.
Paginação e arranjo gráfico de Inês Mateus
(sobre grafismo de Olímpio Ferreira).

Colaboradores: A. Maria de Jesus, Abel Neves, Adília Lopes, Ana Isabel Soares, Bruno C. Duarte, Emanuel Jorge Botelho, Fabio Weintraub, Fernando Cabral Martins, Fernando Curopos, Fernando Guerreiro, Friedrich Schlegel, Gil de Carvalho, Hélia Correia, Inês Dias, Inês Lourenço , ISABEL NOGUEIRA, Jaime Rocha, Jeannette Lozano, João Almeida, José Alberto Oliveira, José Carlos Soares, Luís Filipe Bettencourt, Luís Manuel Gaspar, Manuel de Freitas, Mariano Peyrou, Marta Chaves, Mattéo Mario Vecchio, Miguel de Carvalho, Miguel Martins, Pádua Fernandes, Ricardo Álvaro, Rui Baião, Serena Cacchioli.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Telhados de Vidro” n.º 3 – com A.M. Pires Cabral; “Telhados de Vidro” n.º 5 – com Vítor Nogueira; “Telhados de Vidro” n.º 6 – com A.M. Pires Cabral e Rui Pires Cabral; “Telhados de Vidro” n.º 8 – com Rui Pires Cabral; “Telhados de Vidro” n.º 9 – com A.M. Pires Cabral e Vítor Nogueira; “Telhados de Vidro” n.º 10 – com Rui Pires Cabral e Vítor Nogueira; “Telhados de Vidro” n.º 11 – com A.M. Pires Cabral; “Telhados de Vidro” n.º 12 – com Rui Pires Cabral e Vítor Nogueira; “Telhados de Vidro” n.º 14 – com Rui Pires Cabral; “Telhados de Vidro” n.º 15 – com Vítor Nogueira]

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Oh! LUSITANIA

 “Oh! Lusitania” de Rui Pires Cabral


poema-colagem
com arranjo gráfico de Luís Henriques,
Lisboa: Paralelo W, 2014
[150 exemplares]


 No, he said, I will
fight for my life; and
I will be someone else,
in another room
on a different
Sunday

[...]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível do autor os títulos: “Oráculos de Cabeceira”, “Biblioteca dos Rapazes” e “Broken”; participação em “Ladrador”, “Em Lisboa, Sobre o Mar – Poesia 2001-2010”, “Ladrador”, “Telhados de Vidro” n.º 6, “Telhados de Vidro” n.º 8, “Telhados de Vidro” n.º 10, “Telhados de Vidro” n.º 12 e “Telhados de Vidro” n.º 14]

terça-feira, 22 de julho de 2014

Cão Celeste #5

Cão Celeste #5

No quinto número do Cão Celeste, com direcção de
Inês Dias/Manuel de Freitas e coordenação gráfica de Luís Henriques,
colaboram

Abel Neves, Alberto Pimenta, Alexandre Sarrazola, Ana Menezes, Ana Isabel Soares, André Lemos, António Barahona, António Guerreiro, Bárbara Assis Pacheco, Beatriz Hierro Lopes, Bruno Borges, Cláudia Dias, DANIELA GOMES, David Antunes, David Teles Pereira, Diniz Conefrey, Diogo Vaz Pinto, Emanuel Jorge Botelho, Étienne Carjat, Fabiano Calixto, Fernando Augusto, Gavarni/Estúdios &etc, Filipe Abranches, Inês Dias, Isabel Baraona, ISABEL NOGUEIRA, Joana Matos Frias, João Barrento, John Mateer, Jorge Roque, José Ángel Cilleruelo, José Feitor, José Miguel Silva, Konoe Nobutada, Luca Argel, Luís Filipe Parrado, Luís França, Luís Henriques, Luis Manuel Gaspar, Luís Miguel Queirós, Manuel de Freitas, Manuel Diogo, Maria da Conceição Caleiro, Maria João Worm, Mariana Pinto dos Santos, Miguel de Carvalho, Pádua Fernandes, Paulo da Costa Domingos, Renata Correia Botelho, Ricardo Castro, Ricardo Marques, Rosa Maria Martelo, Rui Baião, Rui Caeiro, Rui Catalão, Rui Nunes, RUI PIRES CABRAL, Rui Silva, Shitao, Silvina Rodrigues Lopes, Stéphane Lermais e Vasco Graça Moura.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível Cão Celeste #3 e Cão Celeste #4]

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A.M. e Rui Pires Cabral em quarto de hóspedes



“Quarto de Hóspedes”

de Miguel Martins, Heitor Ferraz Mello, Ernesto Pérez Vallejo, José Manuel Teixeira da Silva, António Barahona, Roger Wolfe, Frederico Pedreira, Joan Margarit, José Ángel Cilleruelo, Fernando Pinto do Amaral, Josep M. Rodríguez, Vasco Gato, João Almeida, Carlos Poças Falcão, Jorge Roque, António Gregório, Luis Manuel Gaspar, Nunes da Rocha, Rui Nunes, Rui Baião, José Carlos Soares, Jesus Jiménez Domínguez, Renata Correia Botelho, Nuno Moura, Elena Medel, Luís Filipe Parrado, Fabiano Calixto, Abel Neves, Margarida Vale de Gato, Diogo Vaz Pinto, Luna Miguel, Paulo Tavares, RUI PIRES CABRAL, Luís Quintais, David Teles Pereira, Jaime Rocha, Hélia Correia, A. M. PIRES CABRAL, Luis Alberto de Cuenca, Miguel-Manso e Rui Caeiro,

com capa de Daniela Gomes


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível dos autores os seguintes títulos: de A.M. Pires Cabral “O Cónego”e “A Loba e o Rouxinol” (romance); “O Diabo Veio Ao Enterro”, “O Porco de Erimanto” e “Os Anjos Nús” (contos); “Que Comboio É Este”, “Arado”, “Antes Que O Rio Seque”, “Cobra-D’Água” e “Gaveta do Fundo” (poesia); “Trocas e Baldrocas ou com a natureza não se brinca” com ilustrações de Paulo Araújo (infanto-juvenil); “Língua Charra – Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro” Volume I – A-E, 568 p. e Volume II – F-Z, 606 p.; “Páginas de Caça na Literatura de Trás-os-Montes” (selecção de textos e organização, antologia); “Aqui e Agora Assumir o Nordeste” (antologia) selecção e organização de Isabel Alves e Hercília Agarez; “As Águas do Douro” coordenação Gaspar Martins Pereira, “Telhados de Vidro” n.º 18; de Rui Pires Cabral “Oráculos de Cabeceira”, “Biblioteca dos Rapazes” e “Stardust”, participação em “Labrador”, “Telhados de Vidro” n.º 18 e “Em Lisboa, Sobre O Mar. Poesia 2001-2010” ]

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Rui Pires Cabral e Vítor Nogueira em Lisboa



 “Em Lisboa, Sobre O Mar. Poesia 2001-2010”

"Um território lido à luz do poema", é como nos aparece Lisboa nesta antologia organizada por Ana Isabel Queiroz, Luís Maia Varela e Maria Luísa Costa. "Lisboa, sobre o Mar", reúne 50 poemas de 26 poetas publicados na primeira década deste século, um projecto nascido dos encontros da Comunidade de Leitores de Paisagens Literárias de Lisboa (IELT/Fabula Urbis).


“(...) se são obviamente diferentes os registos usados - uns mais intimistas, outros mais fotográficos; uns mais sincréticos, outros mais descritivos; uns mais melancólicos, outros mais jocosos -, em todos eles se percebe como as imagens criadas parecem inscrever-se no leitor, transformando-o e transformando a cidade naquele que vai ser um território lido à luz do poema e, assim, uma paisagem única para cada leitor.”

Inclui poemas de: Ana Hatherly, Ana Luísa Amaral, António Carlos Cortez, António Ferra, Armando Silva Carvalho, Carlos Alberto Machado, Eugénio Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Frederico Lourenço, Gastão Cruz, Hélder Moura Pereira, Jorge Aguiar Oliveira, José Mário Silva, Manuel Alegre, Margarida Ferra, Margarida Vale de Gato, Maria Andresen, Miguel Manso, Nuno Júdice, Paulo Tavares, Pedro Mexia, RUI PIRES CABRAL, Tiago Gomes, Tiago Patrício, Vasco Graça Moura, VÍTOR NOGUEIRA.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

poema-colagem, Rui Pires Cabral

BROKEN, de Rui Pires Cabral,
foi composto e paginado
por Inês Mateus, cabendo
a impressão e os acabamentos
à Guide. Fez-se uma tiragem de
150 exemplares numerados e assinados
pelo autor no dia 22 de Maio de 2013,
primeiro aniversário do PARALELO W.
logo de Luís Manuel Gaspar
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[também do autor os títulos: “Oráculos de Cabeceira” pela Averno e “Biblioteca dos Rapazes” pela Pianola editores, participação em “Labrador” e “Telhados de Vidro” n.º 18]

poema-colagem, álbum #1, 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Poema e ilustração de Rui Pires Cabral


STARDUST
Rui Pires Cabral, poema e ilustração (colagem original em cada exemplar)
edições nenhures
O Homem do Saco, Julho 2013
tiragem de 42 exemplares
[indisponível]



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[também do autor os títulos: “Oráculos de Cabeceira” pela Averno e “Biblioteca dos Rapazes” pela Pianola editores, participação em “Labrador” e “Telhados de Vidro” n.º 18]



sábado, 18 de maio de 2013

Rui Pires Cabral em 116.525 exemplares



“Expresso | Economia” n.º 2115 de 11 de maio de 2013

[ou seja, Rui Pires Cabral em 116.525 exemplares (tiragem média do mês de abril...]

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ladrador



AVERNO 045
AAVV, Ladrador, 80 pp.
(Tiragem Única de 300 exemplares numerados,
tendo os exemplares 1 a 100 capa em serigrafia)
Capa de Luís Henriques. Paginação e arranjo gráfico de Diogo Vaz Pinto.


Antologia
Ana Paula Inácio, Diogo Vaz Pinto, João Almeida, Jorge Roque, José Miguel Silva, Manuel de Freitas, Miguel Martins, Rui Baião, Rui Nunes, Rui Pires Cabral e Vítor Nogueira.



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também de alguns dos autores os títulos: “Jukebox 1 & 2” e “Terra Sem Coroa” pelo Teatro de Vila Real, de Manuel de Freitas; “Oráculos de Cabeceira”  e “Biblioteca dos Rapazes” pela Averno, de Rui Pires Cabral; “Bagagem de Mão”, “Mar Largo” e “Modo Fácil de Copiar uma Cidade” pela &etc. e “Que Diremos Nós Que Viva”, “Comércio Tradicional” e “Senhor Gouveia” pela Averno, de Vítor Nogueira]

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Biblioteca dos rapazes, segundo Rui Pires Cabral


“Biblioteca dos Rapazes” de Rui Pires Cabral

A Pianola Editores, vem por este meio dar-lhe a conhecer o último livro de Rui Pires Cabral • Biblioteca dos Rapazes • que reúne 15 poemas, divididos em 3 partes – Enigmas | Viagens | Sobressaltos –  apresentados na forma de colagens feitas pelo próprio autor, como explica a nota inicial:

«Os poemas que compõem este livro foram inspirados por velhos romances de aventuras e exemplares diversos de literatura juvenil, maioritariamente editados entre as décadas de 30 e 70 do século passado. E quando digo inspirados, digo-o no sentido mais material possível, já que muitos dos versos publicados nestas páginas foram originariamente compostos com palavras e expressões recortadas desses mesmos livros (…)

Quanto às imagens que complementam os textos – e a ideia fundamental deste livro foi, desde o início, a de casar a poesia com a colagem –, são de natureza e proveniência muito variadas: revistas e postais antigos, fotografias de anónimos, velhas enciclopédias juvenis, calendários, monografias fotográficas de cidades estrangeiras, além das estampas e ilustrações dos livros acima referidos. (…)»

Dados do Livro:
Tiragem: 350 exemplares, 100 dos quais numerados e assinados pelo autor.
Características e Dimensões: Capa dura, revestida a tecido, 200x225mm
  
A Pianola Editores, pretende publicar textos e imagens de autores de vários géneros, combinando técnicas e suportes gráficos diversificados - da tipografia tradicional ao digital - e fazer de cada livro um objecto que não se confunde com um mero contentor ao serviço do mercado ou da rotação compressora das novidades. Pretende, em suma, privilegiar o livro como objecto singular e digno.

Atentamente, subscrevemo-nos,
os editores: Mariana Pinto dos Santos, Luís Henriques, Rui Miguel Ribeiro, Eduardo Brito e Manuel Diogo

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também do autor o título: “Oráculos de Cabeceira”]

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Oráculos


“Oráculos de Cabeceira” de Rui Pires Cabral
(Tiragem Única de 300 exemplares)
Capa e ilustrações de Daniela Gomes. Paginação de Inês Mateus.


para os meus trezentos leitores

«And so on, and so forth.»

Mas vejam que miséria quando o clube
perde em casa, quando chove no molhado
do recreio a tarde toda, quando o carteiro

faz greve e o outono se insinua –
vejam que miséria este défice de razões
para pôr em movimento a roda perra

do dia, esta pomba trucidada pela ambulância
que guina, enquanto o vizinho almoça e o poeta
transfigura – mas vejam que miséria

quando a arte não resgata e a orquestra
não anima e o amor torna mais árdua
a triste faina da vida.

Nota: O título “And so on, and so forth." foi extraído de Christopher Isherwood, Lions and Shadows, Minerva, Londres, 1996, p. 148.

«Rui Pires Cabral nasceu em 1967, em Macedo de Cavaleiros, Portugal. Licenciou-se em História e Arqueologia na cidade do Porto e, actualmente, vive em Lisboa, onde é tradutor. Publicou, entre outros, “Música Antológica & Onze Cidades” (1997), “Praças e Quintais” (2003), “Oráculos de Cabeceira” (2009) e “A Super-Realidade” (Dezembro de 2011), seu livro mais recente. É um dos autores a integrar a antologia Poetas Sem Qualidades, organizada por Manuel de Freitas e lançada em Portugal em 2002, amplamente discutida.» [Modo de Usar & Co.]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também o título: “A Super-Realidade”]

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Rui Pires Cabral em super-realidade...

“A Super-Realidade” de Rui Pires Cabral
numa edição de 100 exemplares, numerados e assinados pelo autor

«A super-realidade, segundo livro de poemas de Rui Pires Cabral, saído pela primeira vez em Vila Real, em 1995, acaba de aparecer em segunda edição, com a chancela da Língua Morta, uma jovem editora de Lisboa.
Segundo advertência do Autor, para esta edição, alguns poemas foram emendados e outros pura e simplesmente eliminados.
Restaram vinte e seis poemas de pendor evocativo de lugares e momentos que fazem parte da memória do Autor. O registo dominante é o elegíaco – afinal o que mais convém a um certo pessimismo e desencanto ante a falta de sentido da existência e a sensação de que não é possível recuperar o passado onde, apesar de tudo, houve instantes de felicidade e partilha: «[...] Um lago no alto da serra / há quinze anos atrás, os cães que já morreram / correndo para sempre no nosso olival. // Depois disso veio o frio tantas vezes / para trancar as cancelas. // Já colhemos as amoras todas / no verão desses caminhos.» [Grémio Literário Vila-Realense]

O CÉU VISTO DE CIMA

Tu já estavas prometido à tristeza
da cidade mais pequena. Mas a noite
tinha passagens secretas, bastava seguir
os sinais.

Uma sombra avançava muito fundo
nos teus estratos, tacteavas um território
de pedras difíceis, às vezes perigosas.

Depois imergias e a boca estava amarga
outra vez, a roupa amontoada na cadeira
como o princípio de um poema indesejado.

Reflectido nos teus olhos, o céu
era um lugar inabitável.

«Sempre esperei que a poesia pudesse falar por mim, e nunca soube falar sobre ela sem sentir que estava a traí-la de algum modo. É uma incapacidade absolutamente assumida (...) Não tenho outro critério para avaliar a poesia: aquela que me convém tem de ficar perto do coração e dos sentidos.» Rui Pires Cabral, em Relâmpago - revista de poesia, nº 12, Abril 2003
 Obra Poética: Geografia das Estações, edição de autor, Vila Real, 1994 | A Super-Realidade, edição do autor, Vila Real, 1995 | Música Antológica & Onze Cidades, Presença, Lisboa, 1997 | Praças e Quintais, Averno, Lisboa, 2003 | Longe da Aldeia, Averno, Lisboa, 2005 | Capitais da Solidão, Teatro de Vila Real, 2006 | Oráculos de Cabeçeira, Averno, 2009

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...