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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Derek Gripper, pássaro


PÁSSARO

ciclo de música


PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle, Peixe, Josephine Foster, Filho da Mãe e Kimi Djabaté. 
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 

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O desafio parecia intangível, mas o sul-africano Derek Gripper conseguiu transformar para sempre a abordagem à guitarra clássica.
Guitarrista clássico, de mestria técnica invejável, espírito aventureiro e apostas certeiras, Gripper adaptou as seis cordas da clássica ao vasto e rico repertório africano, de virtuosos instrumentistas como Toumani Diabaté, Ballaké Sissoko e Ali Farka Touré.
O feito colocou Gripper no cenário da música ocidental dita erudita. Conquistou público e crítica mundiais. Mais importante ainda, conquistou os próprios músicos malianos, cujas composições adaptou, tendo iniciado 2016 de forma soberda: uma residência artística e alguns concertos no Mali, a convite daquele que é talvez o nome mais respeitado da música maliana, Toumani Diabaté.

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Derek Gripper
Capela de Arroios
18h
abertura de portas 17h

Lotação limitada a 50 pessoas 

bilhetes
5€ estudantes / 7€ normal
à venda na
Traga-Mundos - livros e vinhos, coisas e loisas do Douro

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promotor 
covilhete na mão e Teatro de Vila Real

programador
covilhete na mão

coprodução
covilhete na mão e Teatro de Vila Real

parceiro deste espetáculo
Junta de Freguesia de Arroios

apoio
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Chuck Johnson, Pássaro


PÁSSARO
ciclo de música

PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle, Peixe, Josephine Foster, Filho da Mãe e Kimi Djabaté. 
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 

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Do legado sonoro de John Fahey, ícone norte-americano da guitarra, e da denominada "American Primitive Guitar", surge-nos Chuck Johnson, norte-americano e mestre do "fingerpicking solo".
Enquadrado na cena avant-folk norte-americana, que deu a conhecer ao Mundo nomes como Steve Gunn, Daniel Bachman ou William Tyler, Chuck Jonhson solidificou a sua reputação de guitarrista solo com dois aclamados álbuns.
Considerado pela Premier Guitar como um dos 5 guitarristas acústicos da atualidade com obrigatoriedade de serem ouvidos, Johnson fará a sua muito aguardada estreia em Portugal a 18 de Setembro no Pássaro.


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Chuck Johnson
Capela do Espírito Santo (UTAD)
18h
abertura de portas 17h

Lotação limitada a 40 pessoas 

bilhetes
5€ estudantes / 7€ normal
à venda na
Traga-Mundos - livros e vinhos, coisas e loisas do Douro

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domingo, 4 de setembro de 2016

Castello Branco, Pássaro

PÁSSARO
ciclo de música
www.ciclopassaro.com

PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle, Peixe, Josephine Foster, Filho da Mãe e Kimi Djabaté. 
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 

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Nos últimos anos, Castello Branco emergiu na música brasileira como um dos maiores talentos da sua geração. Mesmo que o jornal O Globo não o tivesse dito nas suas páginas, o disco de estreia do músico brasileiro seria mais do que suficiente para confirmar isso mesmo.

Castello Branco atua no pacato jardim do Centro Cultural Regional de Vila Real, um belo solar datado do século XIX, situado no Largo de S. Pedro.

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Castello Branco
Jardim do Centro Cultural Regional de Vila Real
18h
abertura de portas 17h

Lotação limitada a 100 pessoas 

bilhetes
5€ estudantes / 7€ normal
à venda na
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domingo, 29 de maio de 2016

Pássaro: Kimi Djabaté, Guiné-Bissau

PÁSSARO
ciclo de música
www.ciclopassaro.com

PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle e Peixe.
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real.

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Kimi Djabaté é um músico e compositor guineense a residir em Lisboa há mais de década e meia. Descendente de uma família secular de músicos mandingas, Kimi Djabaté viveu toda a sua vida imerso em som e cultura, fosse aprendendo balafon (instrumento em que é virtuoso), tocando guitarra ou cantando. 
Em Março de 2016 edita o seu terceiro álbum, “kanamalu”, que sucede a Karam (editado pela multinacional Cumbancha em 2009).
Com a edição de "Karam" Kimi Djabaté foi mundialmente aplaudido, tendo o álbum inclusivamente sido distinguido com o segundo lugar da World Music Charts Europe no ano de lançamento.O novo álbum, tal como o anterior, vai sair com o selo da Cumbancha, uma das mais interessantes editoras de World Music.
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Kimi Djabaté
Jardim do Arquivo Municipal de Vila Real
18h
abertura de portas 17h

Lotação limitada a 100 pessoas

bilhetes
5€ estudantes / 7€ normal
à venda na
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terça-feira, 19 de abril de 2016

pássaro: Filho da Mãe, Torre de Quintela


PÁSSARO
ciclo de música

PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle e Peixe.
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 


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O virtuoso guitarrista Rui Carvalho apresenta o terceiro e mais recente disco, “Mergulho”, gravado no Mosteiro de Rendufe, em Amares, Braga. A par de Norberto Lobo, Peixe ou Grutera, Filho da Mãe integra um especial conjunto de guitarristas portugueses que leva este instrumento como assunto sério. 'Mergulho', o novo disco com selo da Lovers&Lollypops, será o mote que o levará a fazer ecoar as seis cordas nas paredes altas de uma torre medieval da segunda metade do Séc. XVII. “Mergulho” foi produzido por João Brandão, nos Estúdios Sá da Bandeira, e é fruto de uma residência artística proporcionada pela associação Encontrarte-Amares. O artwork do disco foi desenhado pela Cláudia Guerreiro.

Filho da Mãe atua na Torre de Quintela, uma pequena torre com uma grande história, erguida sobre um maciço rochoso no sopé da Serra do Alvão. Datada na segunda metade do século XII, tudo indica que esta torre medieval tenha sido edificada no reinado de D. Afonso III (1248-1279), por ordem de D. Alda Vasques, que a utilizou como residência senhorial.

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Filho da Mãe
Torre de Quintela, aldeia de Quintela, frequesia de Vila Marim, Vila Real
22h
abertura de portas 21h

Lotação limitada a 60 pessoas 

bilhetes
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terça-feira, 5 de abril de 2016

pássaro: Josephine Foster em Vila Real


PÁSSARO
ciclo de música
PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle e Peixe. 
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 

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Oriunda do Colorado, a cantora e compositora folk Josephine Foster dispensa grandes apresentações. Com uma sonoridade reminiscente do blues e folk americano do início do século XX, gradualmente o nome de Josephine começou a estar na boca de gente influente como Devendra Banhart e a sua figura a estar debaixo de holofotes. Em 2005, lançou o álbum Hazel Eyes, I Will Lead You, disco que a colocou em lugar destacado no mundo dos cantautores e que desde então não a deixou parar. Seguiram-se discos soberbos como Blood Rushing e I’m a dreamer, apenas para referir alguns na sua já extensa discografia. Passagens frequentes por Portugal para atuar em salas como a Casa da Música, a Casa das Artes de Famalicão ou o Festival Para Gente Sentada levaram-na rapidamente a ser conhecida do público português. Josephine regressa a Portugal para apresentar o novo disco, No More Lamps In The Morning.


Josephine Foster
Biblioteca da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
18h
abertura de portas 17h
Lotação limitada a 100 pessoas 

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