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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Vila Real – R.I. 13, Memória da Grande Guerra


“Vila Real – R.I. 13, Memória da Grande Guerra” de Ribeiro Aires

Este livro é um retrato da posição da imprensa vila-realense relativamente à Guerra, em 1914, relata a sua partida de Vila Real, segue os passos do B.I.13 em França, descreve hora a hora os movimentos deste batalhão em La Lys, evoca os heróis do 13 e menciona a naturalidade, freguesia a freguesia, de quantos serviram a Pátria sob a bandeira do R.I. 13.

Joaquim Ribeiro Aires é professor de história, aposentado, e ligado desde 1978 à comunicação social regional. Já editou várias obras, uma parte delas pela chancela da Maronesa, Comunicação Social. Atualmente é diretor-adjunto do quinzenário Notícias de Vila Real e professor da Universidade Sénior.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor: “História das Freguesias do Concelho de Vila Real”, “A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)”, “Vila Real – Conspirações, Rebeliões e Revoluções”, “Villa Real – Invasões Francesas: Figuras e Factos”, “Villa Real Alegre – A Feira de Santo António”, “Villa Real Alegre – o S. João, a Feira de S. Pedro”, “Desassossegos”]


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Villa Real: S. João e S. Pedro


“Villa Real Alegre – o S. João, a Feira de S. Pedro” de Ribeiro Aires

O S. João e a Feira de S. Pedro em Vila Real são as duas festas populares que Ribeiro Aires analisa neste livro. Não se sabendo exactamente quando a tradição começou, o autor faz a história destes dois festejos tão populares na vila/cidade, desvendando ao leitor aspectos muito interessantes, alguns dos quais são pouco conhecidos. Com sete capítulos, a obra fala da cristianização dos costumes pagãos, da vasta simbologia ligada ao S. João – do trevo de quatro folhas, das fogueiras, do manjerico, da alcachofra, do alho porro, da corrida à água nas fontes de Vila Real, dos banhos na Levada do Padre João, etc. –, dos seus festejos áureos nos largos, praças e ruas de Vila Real nos séculos XIX e XX, do seu declínio à entrada dos anos sessentas, e na sua «ressurreição» no século XXI. Do S. Pedro relata a grandeza e a decadência da feira dos pucarinhos. Do livro faz parte um álbum de fotografias desde 1870 a 2014.

VILLA REAL ALEGRE, O S. JOÃO E A FEIRA DE S. PEDRO guarda assim a memória de usos, costumes e tradições das gentes festivaleiras da vila/cidade. Mais um livro a enriquecer a História de Vila Real.

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[também disponível do autor: “História das Freguesias do Concelho de Vila Real”, “A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)”, “Vila Real – Conspirações, Rebeliões e Revoluções”, “Villa Real – Invasões Francesas: Figuras e Factos”, “Villa Real Alegre – A Feira de Santo António”, “Desassossegos”]

sábado, 21 de junho de 2014

Vila Real: Feira de Santo António



“Villa Real Alegre – A Feira de Santo António” de Ribeiro Aires

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor: “História das Freguesias do Concelho de Vila Real”, “A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)”, “Vila Real – Conspirações, Rebeliões e Revoluções”, “Villa Real – Invasões Francesas: Figuras e Factos”]

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Villa Real - Invasões Francesas - Figuras e Factos



“Villa Real – Invasões Francesas: Figuras e Factos” de Ribeiro Aires

«Ribeiro Aires reuniu neste livro o resultado de toda uma investigação histórica levada a cabo durante alguns anos sobre as Invasões Francesas, concretamente no respeitante à participação da cidade de Vila Real e da população duriense na resistência a essas invasões e gestão política da situação por parte das autoridades e do clero locais. São narrados neste livro factos ocorridos especialmente nas duas primeiras invasões e referidas personalidades militares importantes da região que muito contribuiram para o insucesso da ocupação francesa em Portugal.» [NetBila]

«Este livro mostra o papel das gentes de Vila Real na luta contra os franceses durante a 1ª e 2ª invasões. Revela  nomes de muitos dos combatentes. Entre as figuras maiores analisa o papel do Morgado de Mateus, como diplomata, no período que antecedeu estas invasões, e do general Francisco da Silveira durante toda a campanha da guerra peninsular. Retrata o papel das várias classes sociais. Há surpresas relevantes no contexto da luta. Ao todo são 130 páginas que vêm contribuir para o enriquecimento da  História local. [Associação de Antigos Alunos do Seminário de Vila Real]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também do autor os títulos: “História das Freguesias do Concelho de Vila Real”, “A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)” e “Vila Real – Conspirações, rebeliões e revoluções”]

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Vila Real: conspirações, rebeliões e revoluções


“Vila Real – Conspirações, rebeliões e revoluções” de Ribeiro Aires

«A obra, sob o título acima citado, percorre os principais momentos históricos ligados à vila/cidade, do século XIV ao século XX. Começa no Interregno/Revolução de 1383/85, historia a fundação da Casa de Vila Real e a sua extinção, em 1641, depois de passar pelo levantamento de 1636, faz breves referências às invasões francesas, à Revolução de 1820, para, depois desenvolver alguns aspectos da Guerra Civil de 1832-34, da Maria da Fonte e da Patuleia. Miguelismo e constitucionalismo vão estar em confronto, nem sempre em campos opostos. Vila Real é absolutista, é cartista? Ou quando é que Vila Real é uma coisa e quando é outra? Que aldeias estão com D. Miguel e que aldeias se lhe opõem? De que lado está Abaças? E Guiães? E Nogueira? E Favaios? E Sanfins? E Covelinhas? E Fontes? Etc. Quem são os homens de Castedo? Qual o papel dos condes de Vila Real? Quem é o herói trasmontano da Patuleia?

Os temas do Ultimato de 1891, da Implantação da República, do 28 de Maio e do 3 de Fevereiro de 1827, são abordados sinteticamente (assuntos já desenvolvidos pelo autor em  A República no Distrito  de Vila Real (1873-1933) e Roteiros Republicanos – Vila Real), com alguns novos dados, no que concerne aos dois últimos. A obra é acompanhada com uma desenvolvida cronologia, relativa aos acontecimentos nela tratados, bem como sínteses biográficas das principais figuras intervenientes no processo histórico narrado: Claudino Pimentel, D. Carlos de Noronha, D. Luís de Noronha, Gaspar Teixeira de Magalhães e Lacerda, José Cabral Teixeira de Morais, D. Pedro de Meneses, Coronel Francisco Costa, entre outros.» [Netbila]


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[também do autor os títulos: “História das Freguesias do Concelho de Vila Real” e “A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)”]

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A República em Vila Real


“A República no Distrito de Vila Real (1873-1933)” de Ribeiro Aires

“Este livro é um mix de história local e nacional. Não é possível falar da grande história local sem a integrar no todo nacional. Em cada momento uma e outra se entrelaçam e assim se compreende o pensamento político vila-realense fosse regenerador, progressista ou republicano”, explicou Joaquim Ribeiro Aires. Segundo o autor, este livro “começou a nascer em 1993, quando foi publicado pela primeira vez um dos seus actuais capítulos, nos Estudos Trasmontanos, revista editada pelo Arquivo Distrital de Vila Real”.

Mas “a ideia de livro só ganhou verdadeiras raízes há dois anos”, com a aproximação dos 100 anos da República. “Desde então, o trabalho foi quase diário”, garantiu. Nos anos de investigação pausada, o autor teve de enfrentar a limitação de fontes. “Em termos políticos, tinha praticamente uma só visão, a perspectiva do lado republicano, centralizado n’O Povo do Norte. O Vilarealense, monárquico e regenerador, durante a Monarquia, desaparecera da cidade. Apenas algumas pessoas detinham na sua posse, bem guardados, alguns exemplares”, conta.
No entanto, estes obstáculos acabaram por ser ultrapassados, em primeiro lugar, graças à “boa vontade, sensibilidade e compreensão do senhor Joaquim Barreira Gonçalves que tomou mesmo a iniciativa de me facultar a consulta das suas colecções de jornais”. Em segundo lugar, a aquisição da colecção de O Vilarealense por parte da Câmara Municipal, que o colocou para consulta na Biblioteca Municipal, permitiu-lhe ter acesso ao outro lado. “Graças a estas duas ocorrências este livro hoje é aquilo que está aqui. Sem isso, era outra coisa”, salientou.

O autor explicou que o livro não dedica as suas páginas à história republicana por concelho e que todas as suas referências estão integradas no todo nacional e local. “Vila Real e Chaves eram os núcleos urbanos principais. Não por serem os maiores, o que também é uma razão, mas porque há pouca informação nos restantes”, contou. Ribeiro Aires revelou que “não existem actas camarárias na Régua, Santa Marta, Valpaços e Ribeira de Pena. Incêndios destruíram toda a documentação. Num destes casos foi um elemento da câmara que decidiu livrar-se das velharias e queimou todas as actas até 1976. Pasme-se!”.

O autor confessou que se sentiu fascinado quando começou a ler a imprensa local “pela força das convicções, pela profundidade do pensamento, pela maturidade política, pela clarividência, pelo entusiasmo, pela crítica mordaz, pela atenção ao pormenor, pela coragem do dizer, pela correcção da linguagem ou pelo seu destempero, pela riqueza do vocabulário, pelo chamar aos bois pelos nomes”. Em “A República no Distrito de Vila Real”, Ribeiro Aires mostra “a alma do vila-realense, do trasmontano”. Nem a capa foi deixada ao acaso e nela podemos ver uma ilustração de Stuart Carvalhais para o jornal A República, dirigido então por Ribeiro de Carvalho.

Nas páginas desta obra “há gente determinada, como Adelino Samardã, Antão de Carvalho, general Ribeiro de Carvalho; há pessoas altruístas, como Azeredo Antas e Henrique Botelho; há homens sem medo, como Manuel Maria Coelho e os heróis da grande guerra; há vítimas como António Granjo; há a fome e a miséria a campearem num Douro quase sempre em crise na monarquia e na república; há especuladores e mixordeiros nos anos da guerra; há republicanos contra republicanos, amigos que o foram e que deixaram de o ser; há republicanos contra monárquicos; há monárquicos monárquicos e monárquicos adesivos, republicanos por interesse; há monárquicos, talassas, esperançados no regresso da velha senhora; há prisões, destruições e mortes”.

O livro termina com 20 biografias de republicanos, aqueles de que o livro fala ao longo dos acontecimentos.» [Notícias de Vila Real]


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também o seguinte título do autor: “História das Freguesias do Concelho de Vila Real”]

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Um livro que vale quanto pesa...

“História das Freguesias do Concelho de Vila Real” de Ribeiro Aires
 
«Um livro que vale quanto pesa
São 790 páginas, com capa dura, em papel couché, cheias como um ovo, com o conteúdo essencial de todas as (30) freguesias do concelho de Vila Real. Foi impressa na Minerva Transmontana, com design de Helena Lobo Design Ldª, cabendo a edição à Maronesa, Comunicação Social, Ldª (www.notíciasdevilareal.com ).
A autoria da monumental obra tem a assinatura do escritor e investigador Joaquim Ribeiro Aires, nascido em Nogueira, em 1949, com prefácio, preliminares e apresentação (cerca de 40 páginas) da lavra do conhecido advogado e director do jornal Notícias de Vila Real, Caseiro Marques.
O Notícias de Vila Real, durante anos, manteve o suplemento «Ler Mais». Com esse projecto, escreve Caseiro Marques no prefácio, teve-se em vista a divulgação do produto jornalístico e a motivação para a leitura junto das camadas mais jovens e da população do meio rural. E, explica, Caseiro Marques: «tendo como ideia base «uma viagem aos lugares de memória das freguesias do concelho de Vila Real», esta iniciativa tinha a estruturá-la vários objectivos. Primeiro, o incentivo à participação das pessoas para a defesa, promoção e divulgação do património existente em cada uma das freguesias. Depois, a preservação das tradições culturais, da gastronomia, dos costumes e tradições. Faziam ainda parte dos objectivos, a formação para a cidadania, o fomento dos hábitos de leitura e, finalmente, a divulgação do Notícias de Vila Real em todos os lugares de cada freguesia».
Estas preocupações nortearam o dilema de um órgão de informação que deve existir para formar e informar. Desde logo se percebeu que estava o periódico no caminho certo e pouco comum. Tratava-se de uma colaboração pragmática que não deveria quedar-se pelo jornalismo. E ficou demonstrado que ele pode e deve aliar-se à História e à Literatura, numa cumplicidade plena de sentido, numa região, onde muita riqueza etnográfica, ecológica e antropológica está por inventariar.
Essa foi a função de Ribeiro Aires, um talentoso homem de cultura, com uma obra assinalável, desde a poesia, à prosa, desde a História (em que é licenciado), ao conto, ao jornalismo militante que já vem de longe. A profissão de professor levou-o a várias paragens, assim como a guerra em África (Guiné), como alferes miliciano. Acabou por fixar-se na sua cidade berço e de lá irradia experiência e saber que se converte em obras de vulto, como este tomo de quase 800 páginas que fazem dele, um dos volumes que ficam a marcar pontos, pela quantidade e pela qualidade. Uma a uma ( e por ordem alfabética), vendo, ouvindo, fotografando, inquirindo, citando, construiu uma espécie de arquivo monográfico deste concelho que tem 30 freguesias, dispersas por 378 km2, 43.764 eleitores e que é sede do distrito que tem 4.328 km2 de extensão, cerca de 220 mil eleitores e catorze concelhos.
De cada uma das trinta freguesias Ribeiro Aires conta a História, fala da população, da economia, do ensino, dos monumentos, dos cruzeiros, da arqueologia, das pontes, dos rios, da arquitectura civil, do associativismo, das figuras ilustres, das festas, tradições e romarias, do folclore. E menciona as tendências político - partidárias, mostrando em mapas estatísticos, as percentagens, os vencedores, os vencidos, sobressaindo, aqui e ali, fotos dos sítios e monumentos construídos ou naturais, mais sugestivos.
Além da monografia de cada freguesia, este volume é, essencialmente, uma monografia do Distrito de Vila Real que representa uma espécie de bíblia de todos e de cada um dos Vila-realenses que, vivam onde viverem, gostarão de ter na mesinha de cabeceira o breviário mais afectivo de cada instante das suas vidas.
Vila Real é a mais importante cidade Transmontano-Duriense. Também por isso é tida pela capital de Trás-os-Montes e Alto Douro. Nos últimos tempos têm sido muitos aqueles que se voltaram para a investigação, produzindo obras que faziam falta, quer ao turista, quer ao investigador, quer ao empresário que deve fazer estudos de mercado para investir em função do desenvolvimento sócio-económico. Esta obra era precisa e ela apareceu na hora certa, com um manancial de informação que andava dispersa e que, reunida e tratada por quem sabe, assume uma importância primordial. Fica o aplauso ao Dr. Ribeiro Aires e ao Dr. Caseiro Marques pela ideia e pela excelente execução gráfica que muito abona a Minerva Transmontana.»
Dr. Barroso da Fonte [Notícias do Douro]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...