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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Apresentação da revista s_cities, projecto editorial

 


«No próximo dia 23 de julho, às 21h00, vamos estar na Livraria Traga-Mundos para apresentar o projeto editorial da s_cities.

Mais do que uma apresentação, queremos criar um espaço de conversa sobre cidades, comunidades que as habitam e os desafios que moldam o nosso futuro coletivo. Será também uma oportunidade para te dar a conhecer a revista, partilhar o que nos move e ouvir as tuas perspetivas.

Se acompanhas o nosso trabalho e tens curiosidade sobre os temas que exploramos junta-te à conversa.

📍 Livraria Traga-Mundos, Vila Real
📅 23 de julho, quinta-feira
🕘 21h00

Entrada livre.»

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

“Primitiva” volume 1, 2025 [revista]


 “Primitiva” volume 1, 2025

[revista]

 

A Primitiva viaja em dois tempos. É uma revista feita de ritmos opostos, que se interceptam e dialogam para criar uma cadência única — uma fusão entre a contemplação e a urgência.

«Atirar pedras à água. Fazer bolas de lama do rio e vê-las pingar na erva. Perseguir a vida simples e inocente que tínhamos. Brincar, flutuar, nadar nus só porque podemos. Voar. Despenhar-se. Não perguntar porquê — antes, porque não. Fazer fogueiras, dormir ao relento, abrandar. Fazer parte da terra. Levar com vento na cara. Ir e vir com a maré — com o Maré. Ir aos lugares onde ninguém vai. Explorar, ver com os próprios olhos. Abrir bem os olhos. Ficar, cultivar, pôr a cabeça a funcionar. Procurar grandes histórias em coisas pequenas. Seguir o livro de instruções para viver num pequeno planeta. Partilhar histórias verdadeiras de pessoas verdadeiras, de primitivos — como nós. Ver além do preconceito, guardar todas as memórias do mundo. Sentir gula pelo mundo. Pecar. Perceber que estamos errados sobre o lado de lá do mundo. Ser ativo e ativista e aceitar o absurdo. Preservar. Viver mais no mesmo tempo de vida. Não ter destino. Viver devagar. Nascer todos os dias. Ser criança. Cometer erros. Aprender com chimpanzés. Nem todas as viagens vão ser bonitas. Nem todas as paisagens vão ser arrebatadoras. Nem todos os momentos vão ser memoráveis. Nem todas as questões vão ser respondidas. Conhecer profundamente alguém ou um lugar — ainda que seja o nosso lago Walden.» [editorial]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sábado, 19 de setembro de 2020

Os Judeus, Cristãos-Novos e Marranos de (em) Trás-os-Montes: História e Património, Memória e Identidade


“Os Judeus, Cristãos-Novos e Marranos de (em) Trás-os-Montes: História e Património, Memória e Identidade”

Revista Montsefarad, n.º 1, março de 2020

 

«Para os interessados aqui fica o índice dos artigos publicados na Revista Montsefarad, n.º 1, cujas palestras foram apresentadas nos II e III simpósios sobre judaísmo que tiveram lugar, em Chaves e Valpaços, nos anos de 2018 e 2019.

 Todos os artigos publicados foram submetidos a arbitragem científica, em provas cegas.

 

ÍNDICE/INDEX

NOTA PRÉVIA......................................7

Jorge Alves Ferreira

 

II SIMPÓSIO SOBRE JUDAÍSMO

COMUNICAÇÕES

Da integração social e económica da Comunidade Judaica de Lebução entre 1600 e 1800: perspetiva analítica.................13

Lídia Machado dos Santos

A vida da comunidade judaica polaca em Lisboa nos anos 30-50 do século XX................................25

Marina Khabenskaia

El criptojudaismo y los sambenitos de la Catedral de Tui .......49

Suso Vila

 

III SIMPÓSIO SOBRE JUDAÍSMO EM TRÁS-OS-MONTES

Os judeus, cristãos-novos e marranos em (de) Trás-os-Montes: História e Património

COMUNICAÇÕES

O caminho distinto de uma comunidade: história dos judeus portugueses de Hamburgo no contexto da diáspora sefardita (Séc. XVII) .....................................................................................................81

Hugo Martins

Da integração social e económica da Comunidade Judaica de Lebução entre 1600 e 1800: perspetiva analítica ...................111

Lídia Machado dos Santos

Os cristãos-novos sob a jurisdição do Duque de Bragança – uma abordagem preliminar.......................127

Marta Páscoa

Crenças e cerimónias judaicas dos cristãos-novos dos Bispados da Guarda e Viseu................................171

Lúcia Ferreira»

 


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também os seguintes títulos sobre a temática judeus e/ou marranos: “Os Judeus no Noroeste da Península Ibérica” de João Domingos Gomes Sanches; “Os Isidros – A Epopeia de Uma Família de Cristãos Novos de Torre de Moncorvo”, “Marranos em Trás-os-Montes – Judeus Novos na Diáspora – O Caso de Sambade”, “Jacob (Francisco) Rodrigues Pereira – Cidadão do Mundo, Sefardita e Transmontano”, “Nas Rotas dos Marranos de Trás-os-Montes” e “Judeus em Trás-os-Montes – A Rua da Costanilha” de António Júlio Andrade e Maria Fernanda Guimarães; “Sabores Judaicos Trás-os-Montes” de Graça Sá-Fernandes e Naomi Calvão, fotografias de Valter Vinagre; “Boas Fadas Que Te Fadem” de António Monteiro Cardoso; “Marcas arquitectónicas judiacas e vítimas da Inquisição no concelho de Mogadouro. D. Luis Carvajal Y de La Cueva” de Antero Neto; “Os Judeus no Noroeste Transmontano – 300 anos a resistir à Inquisição” de Jorge José Alves Ferreira; “Cadernos de Orações Cripto-Judaicas e Notas Etnográficas dos Judeus e Cristãos-Novos de Bragança” de Marina Pignatelli; “Reminiscências Cripto-Judaicas nas Alheiras Transmontanas” de Mouette Barboff]

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

revista Manifesto - temas sociais e políticos


revista “Manifesto – Temas Sociais e Políticos” n.º 2

“Começar de novo era uma expressão frequentemente utilizada por Miguel Portas, quando se tratava de dar impulso a um processo político ou um projeto editorial, demonstrando dessa forma o seu entusiasmo e a vontade de o semear em seu redor. Talvez por isso seja também apropriado encarar a série que agora se inicia como um certo recomeço.

Curiosamente, apesar das diferentes conjunturas em que a revista Manifesto existiu – nos anos 90 dirigida por Ivan Nunes, em formato jornal; nos anos 2000, pelo Miguel Portas – os propósitos de fundo mantêm-se, porventura, pouco alterados. Com novos problemas e outros desafios, certamente, continuamos interessados nos debates plurais à esquerda, nas discussões sobre o
seu futuro e o seu papel no contexto português, e nos possíveis processos de convergência entre as diferentes sensibilidades que a constituem, incluindo pessoas e movimentos que não integram nenhuma formação partidária.

Como no passado, os números da Manifesto serão essencialmente temáticos – com cada tema tratado por ensaios, entrevistas e outro tipo de registos, numa coexistência de abordagens e linguagens que pode oscilar entre o académico e o político, a expressão artística ou literária, a lógica de ensaio ou jornalística.

Esta nova série não deixa, contudo, de incorporar algumas mudanças. A revista passa agora a integrar uma secção de atualidade. Será ainda criado um espaço da revista em www.manifesto.com.pt onde se disponibilizarão alguns dos textos publicados. Por último, a revista poderá ser objeto de assinatura (por quatro números), o que constitui também uma forma de a apoiar.” (in Editorial)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também o n.º 1]


quarta-feira, 2 de maio de 2018

Nervo 2 - colectivo


NERVO / 2 - colectivo de poesia
do quadrimestre Maio-Agosto de 2018

Nesta edição os poetas: A.M. PIRES CABRAL, Adília César, André Domingues, António Poppe, Fernando Pina, Francisco Cardo, JOSÉ CARLOS BARROS, Marco Mackaaij, Nuno Garcia Lopes, Nuno Júdice e Paulo Rema …e ainda Ana Pérez Cañamares (Espanha), Debasish Lahiri (Índia) Júlia de Carvalho Hansen (Brasil) e Usha Akella (Índia / EUA) com as traduções de Élia Calvo e Isilda Ribeiro. Ilustrações (incluindo a capa) do artista plástico Américo Prata.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o número 1]


quarta-feira, 7 de março de 2018

DiVersos - Poesia e Tradução 27


“DiVersos – Poesia e Tradução” n.º 27 – março de 2018-03-09

«Oito poemas meus publicados em papel já circulam no número 27 da revista DiVersos, com distribuição em Vila Real, Porto, Coimbra, Lisboa, Nova Iorque e Praia. Estou em silêncio grato, pequenino, ao lado de nomes como Hermann Hesse e Wisława Szymborska!

Um dos poemas é:
DIA DOS MORTOS
Para escrever poemas é preciso tanger a vida. Sem que baste quase beijá-la. Há que aceitá-la na distância certa. Como deus. Agora arrependi-me e este trilho tem mais quilómetros. Mas vê lá, secalhar deus seja a vida. Vê lá. Ambos se dão a conhecer a quem os procura. Pelo menos um vislumbre. Vê lá.
O poema, uma vez alado, emerge no mundo e só alguém como tu o acolhe, invisível. Um pouco como a oração. Sempre gostei de montanhas, vê lá não me queiras acompanhar. Mas já que aqui nos encontramos, diz-me, acolhes este poema no silêncio absoluto do universo?
Eu, que não sei cantar, sequer escrever bons títulos, fascina-me alucinar o infinito. Por exemplo, alguém que amamos, que morreu, de quem a mão sentimos a aproximar de nós agora.» 
José Pinto

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números: 16, 17, 21, 24, 25]

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

revista Nervo / 1 colectivo de poesia


revista “Nervo / 1” colectivo de poesia
Janeiro / Abril 2018

15 poetas
2 artistas plásticos
6 nacionalidades

Inclui poemas inéditos de Ana Horta, André Tecedeiro, Andreia C. Faria, Carlos Clara Marques, Daniel da Rocha Leite (Brasil), Elisabete Marques, Fernando Pinto do Amaral, Isabel Santos Gil (Moçambique), José María Zonta (Costa Rica), Luís Filipe Parrado, Maria F. Roldão, Mária Ferenčuhová (Eslováquia), Marta Navarro, RUI TINOCO e Sonnet Mondal (Índia).

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Telhados de Vidro n.º 22


“Telhados de Vidro” n.º 22

Novembro de 2017, 288 pp.
(Tiragem Única de 500 exemplares)
Direcção: Inês Dias e Manuel de Freitas
Capa de Rui Chafes
Paginação e arranjo gráfico de Inês Mateus
(sobre grafismo de Olímpio Ferreira).

Colaborações de: A. Maria de Jesus, Ana Isabel Soares, Ana Martins Marques, Ana Paula Inácio, Ana Teresa Pereira, António Barahona, Eduardo Jorge, Emanuel Jorge Botelho, Fabiano Calixto, Fábio Neves Marcelino, Fabio Weintraub, Gil de Carvalho, Hélia Correia, Inês Dias, Inês Francisco Jacob, Inês Lourenço, Jaime Rocha, João Luís Barreto Guimarães, Jorge Roque, José Alberto Oliveira, José Ángel Cilleruelo, José António Almeida, José Carlos Soares, José Luís Costa, José Miguel Silva, Luljeta Lleshanaku / Manuel A. Domingos, Manuel de Freitas, Mariano Peyrou, Marjeta Mendes, Miguel de Carvalho, Miguel Martins, Natália Agra, Nuno Moura, Pablo Fidalgo Lareo, Pádua Fernandes, Paulo da Costa Domingos, Ricardo Álvaro, Robert Creeley, Rosa Maria Martelo, Teresa M. G. Jardim, Tiago Araújo, VÍTOR NOGUEIRA

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[também disponível os seguintes números de “Telhados de Vidro”: 3, 5, 6, 8, 9, 10, 11, 12, 14, 15, 18, 19, 20, 21]


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Cão Celeste #11


CÃO CELESTE #11

com capa de Maria João Worm
colaborações de ABEL NEVES, Alberto Pimenta, Alexandre Esgaio, Ana Biscaia, Ana Menezes, Antoine Sarnago, António Barahona, Bárbara Assis Pacheco, Bruno Borges, Cláudia Dias, Daniela Fortuna, Débora Figueiredo, Dede Fernandes, Dedo Mau, Elisabete Marques, Emanuel Jorge Botelho, E. M. de Melo e Castro, Gil de Carvalho, Guilherme Faria, Hugo Pinto Santos, Inês Dias, Isabel Baraona, ISABEL NOGUEIRA, Jaime Rocha, João Chambel, João Concha, João Paulo Esteves da Silva, Jorge Roque, José Feitor, Manuel A. Domingos, Manuel de Freitas, Manuel Diogo, Manuel Machado, Maria da Conceição Caleiro, Maria João Worm, Miguel de Carvalho, Miguel Martins, Pablo Fidalgo Lareo, Pádua Fernandes, Paulo da Costa Domingos, Pedro Burgos, Ricardo Álvaro, Ricardo Castro, Ricardo Marques, Rui Baião, Tiago Manuel, Urbano e Zepe.

PATERSON, 2016 (JIM JARMUSCH)

Os poemas são como o mundo: não rimam. Voltam, desaparecem, tentam dizer o peso da água ou o aroma ténue da cerveja. São uma trela no escuro, depois de termos queimado todos os fósforos. Escrevemos, num caderno vazio, a palavra ausência. Talvez amanhã seja outro dia.

[...]

- Manuel de Freitas


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números de “Cão Celeste”: #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10]

quinta-feira, 13 de julho de 2017

O Seringador - para 2018


“O Seringador T” reportório crítico-jocoso e prognóstico diário para 2018
(e 153.º ano da sua publicação)
1865-2018
fundado por João Manuel Fernandes de Magalhães

4
E a malta que anda à espera,
Que os astros e a atmosfera,
Deem uma certa ajuda.
Vão seringando os legumes,
Com fluxos de queixumes,
Mas mesmo assim nada muda.



Almanaque de grande tradição, muito ligado à agricultura e à astrologia na sua vertente relativa às condições climáticas relevantes para as actividades humanas. Muito completo na elencagem das feiras e mercados do país, bem como nas datas associadas a eventos de utilidade  pública. Em jeito de editorial, apresenta o "Juizo do Ano" e termina com o espaço habitual de entrevista bem humorada. De realçar a importância dada à dita "Cultura", com um espaço de poesia logo na capa.
À venda nas boas livrarias [Coisas Avulso]

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terça-feira, 9 de maio de 2017

Revista Património número quatro

“RP – Revista Património” número quatro dez. 2016
coordenação: Deolinda Folgado

A Revista Património, n.º 4, dedica o caderno principal ao tema Património e Sociedade, abordado através de oito artigos sob diferentes perspetivas, que refletem sobre a atualidade e nos colocam perante incertezas, caminhos e alternativas possíveis.

Pensamento, Projetos, Opinião e Sociedade são as rubricas que completam os cerca de 22 artigos de 31 autores, nas 184 páginas da Revista.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível: “RP – Revista Património” número um nov. 2013, "RP - Revista Património" número dois nov. 2014, “RP – Revista Património” número três dez. 2015]


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Revista Património número três


“RP – Revista Património” número três dez. 2015

Numa sociedade definitivamente marcada pelo paradigma da informação e da imediatidade da sua difusão urge reflectir sobre a forma de melhor comunicar o património cultural, de forma a perpetuar os testemunhos da memória identitária de toda uma comunidade, e da história por eles contados, num processo de construção de uma sociedade de valores renovados.

A RP Revista Património, n.º 3, sendo um meio de excelência na estratégia comunicacional do património cultural, apresenta no seu caderno um registo marcado pela pluralidade, através de oito artigos sobre «Património Cultural e Comunicação».
Ao caderno juntam-se as rubricas permanentes — «Pensamento», «Projectos», «Opinião», «Sociedade» e «Acontece» — onde sobressaem relevantes artigos, que marcam pela abrangência e diversidade.



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível: “RP – Revista Património” número um nov. 2013, "RP - Revista Património" número dois nov. 2014, "RP - Revista Património" número quatro dez. 2016]

sábado, 1 de abril de 2017

revista "Gerador" #12 - pronúncia do Norte


revista “Gerador” número #12 março e abril

“Pronúncia do Nuorte / Norte”

Bora lá ganhar a primavera do norte com uma fotonovela inédita do coreógrafo Victor Hugo Pontes, retratos do muito jovem fotógrafo Guilherme Afonso, reportagens sobre os sotaques, sobre a olaria negra de Bisalhães, sobre a escola de design de Matosinhos, uma viagem ao centro histórico do Porto, uma conversa entre o palhaço Rui Paixão e o músico Rui Reininho no mítico Maus Hábitos, uma nova autoridade no Minho, uma crónica sobre a grande dúvida sulista e ilustrações e agendas sobre o que ver e fazer em todo o país entre Março e Maio.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível os números #7, #8, #9 e #10]


quinta-feira, 9 de março de 2017

Revista Património número dois


“RP – Revista Património” número dois nov. 2014

O segundo número da Revista Património (RP) foi lançado em Dezembro. Trata-se de uma revista anual e impressa da Direção-Geral do Património Cultural, editada em parceria com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Tem como director o arquitecto Manuel Lacerda (chefe de divisão de Documentação, Comunicação e Informática), e conta com a coordenação da historiadora Deolinda Folgado (chefe de divisão do património móvel, imóvel e imaterial).

A nova revista é o resultado de dois projectos editoriais anteriores, a revista Estudos / Património (ed. Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico – IPPAR, e depois Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico – IGESPAR; 2001-2011) e a Museologia (ed. Instituto dos Museus e da Conservação – IMC; 2007-2011). A reestruturação e fusão de organismos públicos traduziu-se na necessidade de editar uma única revista multidisciplinar que pretende agrupar todas as áreas que a nova organização – Direção-Geral do Património Cultural – aglutinou (Arquitectura, Arqueologia, Património Cultural – material e imaterial -, Conservação e Restauro, etc.).

Este novo projecto editorial reveste-se de grande importância para o fortalecimento e coesão da comunidade profissional, e imagem pública da DGPC, após dois a três anos de indefinição e instabilidade por via das restruturações sofridas nos organismos oficiais para a preservação do património e desenvolvimento dos museus.

Prevalece central no perfil destas publicações a importância de dar conta da obra feita, das suas actividades, da divulgação da política oficial para o património. É uma revista que reproduz, até certo ponto, o peso dos diferentes sectores dentro do próprio organismo público. E embora os museus façam parte do alinhamento de temas, a necessidade de abranger todas as áreas na revista resulta naturalmente num espaço menor de expressividade para cada uma delas.
A incorporação de outros contributos para além da massa crítica existente no seio da DGPC é um aspecto que beneficia a publicação. Também se incluem contributos de colegas espanhóis, o que parece sugerir o compromisso com o trabalho em rede. Por outro lado, destes dois números ressalta um olhar diversificado sobre património que remete para uma noção mais complexa e plural (p. ex. “patrimónios desamparados”, “património urbano”, “atmosfera líquida do património industrial”, “património e intimidade”).

A revista dirige-se, em primeira linha, aos profissionais do património e dos museus, mas pode  cativar um grupo mais vasto de públicos com interesse pelas políticas culturais.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível: "RP - Revista Património" número um nov. 2013, "RP - Revista Património" número três dez. 2015, "RP - Revista Património" número quatro dez. 2016]

domingo, 19 de fevereiro de 2017

DiVersos - poesia e tradução 25


“DiVersos – Poesia e Tradução” n.º 25

Neste número, datado de dezembro de 1996 mas em circulação a partir do início de 2017, completa-se e encerra-se a evocação do vigésimo aniversário da criação da DiVersos – Poesia e Tradução.

Poemas de um poeta grego moderno, como é o caso de Kostís Palamás traduzido por Maria da Piedade Faria Maniatoglou, prosseguem a quase constante presença de poetas gregos nas nossas páginas.

Federico García Lorca, poeta galego? É nessa língua que surge neste número um dos maiores poetas de sempre de língua castelhana. E como se verá adiante, justificadamente. Com ele aprofundamos o nosso interesse pela poesia de língua galega e ao mesmo tempo prestamos homenagem ao grande poeta andaluz no 80.º aniversário do seu assassinato.

Com o escritor norueguês Henrik Ibsen, autor dramático mas também poeta – faceta menos conhecida fora da Escandinávia -, e à semelhança do que aconteceu no n.º 23 com o tema «Poesia e Natureza», iniciamos uma nova etiqueta, «Poesia e Música», há muito acalentada mas que só agora foi possível iniciar. À poesia de Ibsen associa-se a alusão à música de Edvard Grieg, um dos maiores compositores românticos e o mais reputado compositor norueguês.

Traduzidos do inglês, apresentamos alguns poemas de Charles Simic, em tradução de Francisco José Craveiro de Carvalho, e de Seamus Heaney, em tradução de José Lima.

Do castelhano, poesia de Miguel Losada, confrade editor da publicação La Revista Áurea e ele próprio poeta, traduzido para português por Verónica Aranda, poetisa espanhola que mais adiante surge selecionada e traduzida a si própria para português em poemas inspirados no ambiente de Lisboa.

Quanto a poesia originariamente escrita em português, duas miniantologias de dois dos fundadores da DiVersos, Carlos Leite e Manuel Resende; alguns poemas de um dos mais importantes intérpretes do surrealismo português, Cruzeiro Seixas, aqui presentes graças aos bons ofícios de António Cândido Franco. Inês Fonseca Santos, poetisa com vários livros publicados, surge pela primeira vez nas páginas da DiVersos, tal como Júlio Henriques, que enquadrámos na etiqueta «Poesia e Natureza», embora esse não seja, de longe, o único tema da sua poesia. Nuno Félix da Costa, já anteriormente publicado na DiVersos, está aqui de novo connosco. Três poetas brasileiros, Helio Neri e Mariana Ianelli, que chegam até nós pela mão amiga de Elisa Andrade Buzzo, e Tere Tavares, que nos foi apresentada por Nuno Rebocho, completam as quase duas dezenas de poetas deste número 25. Vinte e cinco números em vinte anos – não é muito, esperamos no entanto que se revele como algo mais que uma simples teimosia.

Carlos Leite nasceu em Vila Real em 1949. É tradutor profissional. Vive actualmente em Atenas. Publicou, de poesia: O Pesquisador de Ouro, Lisboa, 1981, A Máquina Vaporosa, Lisboa, 1983; O Brilho do Residual, Lisboa, 1985; O Desflashar dos Espaços, Lisboa, 1987, todos em Quatro Elementos Editores. E Ostende, Lisboa, 1997, na Black Sun; e ainda este foi sempre o nosso ponto de embarque para a lua preferido, em colaboração com Filipa Eça, Matosinhos 1999, Contemporânea Editora. Colaborou em diversas publicações colectivas, nomeadamente Arco Íris, Mar, Peste, Nuvens, Eldorado e Bumerangue. Um dos quatro fundadores da DiVersos, em 1996, onde colaborou com poesia própria e com traduções. Entre outros, traduziu, editados por Livros Cotovia, os livros de poesia Trabalhar Cansa, de Cesare Pavese, e Paisagem com Inundação, de Iosif Brodskii. A antologia que se insere a seguir foi realizada pelo editor da DiVersos e é de sua responsabilidade, tendo no entanto sido revista pelo autor.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “DiVersos” n.º 24]


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

cão celeste #10


CÃO CELESTE #10

com capa de DANIELA GOMES
e colaborações de Abel Neves | Ana Menezes | Ana Paula Inácio | António Barahona | Bruno Borges | Bruno Dias | Cláudia Dias | Daniela Fortuna | Débora Figueiredo | Emanuel Jorge Botelho | E. M. de Melo e Castro | Fábio Neves Marcelino | Fabio Weintraub | Fernando Guerreiro | Gil de Carvalho | Guilherme Faria | Hélia Correia | Henrique Manuel Bento Fialho | Hugo Pinto Santos | Inês Dias | Isabel Baraona | ISABEL NOGUEIRA | Jaime Rocha | João Alves | João Barrento | João Chambel | João Concha | Jorge Roque | José Ángel Cilleruelo | José Feitor | José Miguel Silva | Leonor Figueiredo | Luca Argel | Luís França | Luís Henriques | Manuel A. Domingos | Manuel de Freitas | Manuel Diogo | Maria da Conceição Caleiro | Mário Alberto | Miguel Martins | Miguel Pereira | Pádua Fernandes | Paulo da Costa Domingos | Pedro Burgos | Raymund Krumme | Ricardo Castro | Rik Lina | Rui Nunes | RUI PIRES CABRAL | Sebastian Brant | Tania de Léon | Thomas Bewick | Urbano | Vanda Brotas Gonçalves | Vítor Silva Tavares | Zepe

«UMA CONCEPÇÃO FRACTAL DA LÍNGUA PORTUGUESA
E.M. DE MELO E CASTRO
(...)
Creio até que esses factores dispersivos nos equipam com uma experiência rica que nos permite delinear uma concepção contemporânea de espaço linguístico e cultural, propiciando inusitadas possibilidades de inovação e de criação linguístico-poética.
Nesta perspectiva, se procurarmos um modelo metafórico para delinearmos as nossas distâncias e as nossas proximidades, talvez numa primeira aproximação encontraremos a ideia de «arquipélago» como suficientemente sugestiva e adequada.
(...)
Falar de ilhas e de arquipélagos pressupõe a existência de uma larga quantidade de espaço, de que a água é, ao mesmo tempo, matéria física e metáfora, possivelmente um mar ou um oceano; água essa que tanto une como separa, formando-se o arquipélago no espaço conceitual de quem o imagina ou vê como entidade coerente. É tal como as estrelas e as constelações, no espaço sideral.
É tal como com a língua portuguesa e os oito países que a detêm e utilizam como instrumento privilegiado, cada um constituindo uma ilha e sonhando de maneira diferente com a concepção de um arquipélago em que o português seja o tecido que envolve e possibilita a comunicação, e não o mar que separa, distancia e estranha as falas dos falantes.
(...)
Tal concepção de auto-semelhança vem alterar a metáfora do arquipélago e projecta-nos numa outra metáfora bem complexa, mas também mais adequada, segundo penso: a metáfora de estrutura «fractal» como descritora da atual situação da língua portuguesa.
Mas, no caso de fenômenos culturais e, particularmente, linguísticos, o que poderá constituir uma concepção fractal, para além de ser mais uma apropriação metafórica de um conceito científico matemático?
Benoit Mandelbrot, o matemático inventor da geometria factal, já na segunda metade do século XX, chamou desde logo a atenção para a natureza caótica, suscetível de descrição fractal, de numerosos fenômenos naturais, tais como: os movimentos brownianos, a variação da forma e do volume das nuvens, a ondulação da superfície do mar, a agitação das folhas e dos ramos das árvores impelidas pelo vento, ...
(...)
Não me parece difícil extrapolar para o mundo das ciências humanas e, particularmente, daquelas atividades a que chamamos linguísticas, como a fala, a escrita, a comunicação, a informação, a criação textual, a invenção do novo poético ou o exercício do raciocínio e da capacidade formuladora de pensamentos.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números de “Cão Celeste”: #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9]


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Revista Património número um


“RP – Revista Património” número um nov. 2013
Direcção-Geral do Património Cultural

Inserida numa estratégia de comunicação mais alargada do Património Cultural, a RP – Revista Património, retoma as edições periódicas editadas anteriormente pelo IPPAR/IGESPAR e IMC. Um renovado projeto gráfico aliado a uma informação técnico-científica rigorosa e atual, apela a uma maior diversidade de públicos que através de cinco rúbricas - «Caderno» – no presente número dedicado ao Património urbano e reabilitação, «Pensamento», «Projetos», «Opinião» e «Sociedade» poderão ter acesso aos múltiplos domínios disciplinares e ampliados âmbitos de atuação que revelam a crescente importância do Património Cultural para as sociedades contemporâneas. Edição resultante de uma parceria estabelecida entre a Direção-Geral do Património Cultural e a Imprensa Nacional Casa da Moeda, a RP- Revista Património encontra-se já disponível em todas as lojas da DGPC e em outros pontos de venda nacional.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível: "RP - Revista Património" número dois nov. 2014, "RP - Revista Património" número três dez. 2015, "RP - Revista Património" número quatro dez. 2016]

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ir à bola contigo - gerador #8


Revista Gerador #8
 “Ir à bola contigo”
Revista sobre a cultura portuguesa.
Edição nº 8 – Abril 2016


Ir à bola contigo
Quando vamos à bola com alguém vamos mesmo à bola com alguém? Teremos assim tanto medo de misturar a bola com a cultura? Nós não. Por isso vamos à bola com a cultura, levando a cultura a marcar golos e a bola a experimentar a sua própria cultura. Por isso, nesta edição, vamos à bola com o Teatro, o Cinema, os Livros e até a Moda. Com destaque para uma BD inédita sobre uma velha glória do futebol, uma saída romântica com uma mesa de matraquilhos e uma partida de snooker entre o Rui Pité dos Buraka e o Manuel João Vieira dos Ena Pá 2000. Continuamos também a ir à bola com os Juízos Gerador, em que a equipa de colaboradores ajuíza as coisas da cultura portuguesa, e ainda cinco Autoridades Locais que nos ajudam a mostrar autores de todas as regiões do país, incluíndo as ilhas.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível os números #7, #9 e #10]


domingo, 18 de dezembro de 2016

revista Gerador - a cultura portuguesa precisa de amor

revista “Gerador” número #7 Janeiro a Março 2016

“Quando for grande”
Quando nos perguntavam o que queríamos ser quando fossemos grandes, as respostas variavam sempre entre: ser grande e aquela ou aquel’outra profissão que já conhecíamos. Mas e se as profissões fossem outras. Se quisessemos ser obras de arte, artistas, restaurantes, tradições orais ou provérbios populares? Nesta edição pedimos aos nossos colaboradores que escolhessem o que querem ser quando forem grandes em 2016. Assim, ganhámos os Juízos Gerador, em que a assembleia de colaboradores ajuíza as coisas da cultura portuguesa, e ainda cinco Autoridades Locais que nos ajudam a mostrar autores de todas as regiões do país.Qual será a grande música, a grande moda, a grande receita ou o grande espectáculo do ano que aí vem? Será que conseguimos adivinhar? Com destaque para uma BD sobre crianças a viver para lá do fim do mundo e para um novo capítulo do nosso romance colectivo da Raquel Ochoa.


«Uma revista bimestral com tema e designer diferente a cada número. Uma revista bimestral sobre pessoas, mas não apenas. Sobre o que as pessoas são, mas não apenas; Sobre cenários espectaculares, mas não apenas; Sobre comida maravilhosa, mas não apenas; Sobre grandes monumentos, mas não apenas.
A Revista Gerador é parte de um projecto que quer melhorar a auto-estima do seu próprio povo, através da cultura e da identidade. Cada indivíduo é reconhecido como um autor cultural, uma parte fundamental do todo, na construção da sua própria cultura.
Artigos, opiniões, criações inéditas, arte urbana, ilustração, artesanato, fotografia, banda desenhada, artes performáticas, literatura e gastronomia, são cozinhadas para criar um almanaque sobre o que os artistas e pensadores geram das suas próprias memórias para hoje e para o que ai vem. Tudo junto, um evento inovador sobre a cultura portuguesa.
*gerador: quando a electricidade falha, liga-se o gerador.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível os números #8, #9 e #10]