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sexta-feira, 18 de março de 2016

Retratos de gente e poética do instante


“Retratos da Gente e Poética do Instante”
coordenação de Carlos d’Abreu
fotografias de Paulo Patoleia (legendadas por 50 autores)

Trata-se um livro de retratos, selecionadas pelo autor e legendados pelos autores a seguir indicados: Agostinho Marafão, Aires Antunes Diniz, Alberto Areosa, Alberto Trabulo, Alexandra Cerveira Lima, Álvaro Diz de Mazores, Ana Ester Dias, Ana Lázaro, Andreia Polido de Almeida, António Amaral Tavares, António Sá Gué, António Salvado, Arnaldo Duarte da Silva, Bruno J. Navarro, Carlos Carvalheira, Carlos Pedro, Carlos Sambade, Cristina Lobão, Emilio Rivas Calvo, Euclides Griné, Fernando Fitas, Gustavo de Sousa Duarte, Hortênsia Malta, Isabel Matos, João Mendes Rosa, João Muralha, João Rasteiro, Jorge A. Maximino, Jorge Abreu Vale, Jorge Cordeiro, Jorge Davide Sampaio, José Joaquim Saraiva, José Mário Leite, José Paulo Francisco, José Pedro Branquinho, José Ribeiro, Lois Ladra, Lúcia Morais, Luís Branquinho, Luís Carvalho, Manuel Daniel, María Jesús Sánchez Villasante, Maria Santa Saraiva, Nazaré de Sant’Ana, Odete Comenda, Patrícia Lindner Costa, Paula Machado, Pedro Daniel, Román H. Rodríguez, Tomasa Borja

Paulo Augusto Patoleia nasceu em 1959, na Açoreira, estudou em Torre de Moncorvo, onde fez o curso geral de Administração e Comércio. Rumou ao estrangeiro em 1982. Viveu em França, Suiça e Alemanha onde esteve ligado à pintura e escultura. Voltou a Portugal em 1987 e criou no Felgar, aldeia do Concelho de Torre de Moncorvo, um atelier para artistas plásticos, promovendo com regularidade intercâmbios culturais, com artistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente com a cidade de Mainz, Alemanha, e onde passaram nomes como: Betina Dosch, Inca Stole, António Ferro.
Dedicou-se à fotografia a partir de 2004, na categoria retratos, dedicação essa que culminou  em Fevereiro de 2009 com uma exposição intitulada «Rostos Transmontanos», em Torre de Moncorvo. Em setembro do mesmo ano a exposição rumou a Lisboa, estando patente no museu da Republica e Resistência. No ano seguinte esteve no festival de Arte de Vanguarda e Morille-Salamanca, seguindo-se uma tournée pelas Beiras e Trás-os-Montes, mais concretamente nos municípios de Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Guarda, Mêda e Foz Côa.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor o título: “Rostos Transmontanos”]

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Rostos transmontanos



“Rostos Transmontanos” de Paulo Patoleia

Trata-se um livro de retratos, selecionadas pelo autor e legendados pelos autores a seguir indicados, que escrevem em Português, Mirandês e Castelhano.

A. M. Pires Cabral; Alfredo Cameirão; Amadeu Ferreira; Antero Neto; António Afonso; Antonio Gómez; António Júlio Andrade; António Luís Pereira; António Pimenta de Castro; António Sá Gué; António Tiza; Arnaldo Silva; Artur Salgado; Assunção Anes Morais; Augusto Bordalo Ferreira; Bernardino Henriques; Berta Nunes; Carlos Carvalheira; Carlos d’Abreu; Carlos Pedro; Carlos Sambade; Chus & José Ballesteros; Emilio Rivas Calvo; Ernesto Rodrigues; Fernanda Guimarães; Fernando Mascarenhas; Henrique Pedro; Isabel Mateus; Isabel Matos; J. Rentes de Carvalho; João Farias; Jorge Abreu Vale; Jorge Cordeiro; Júlia Ribeiro; Lara de León; Leandro Vale; Leonel Brito; M. Hercília Agarez; Manuel Ambrosio Sánchez Sánchez; Maria de São Miguel; Miguel Pires Cabral; Paula Martins Machado; Renato Roque; Rogério Rodrigues; Rosa Sánchez; Teresa Leonardo Fernandes; Tiago Patrício; Virgínia do Carmo; Vitor da Rocha.

«Já tinha escrito neste blog que: "Paulo Augusto Patoleia deambula pelas nossa terras de máquina fotográfica em punho roubando a alma às criaturas que se lhe atravessam pela frente, desnudando a essência de um Povo. Bem haja pelas magníficas fotos."
Agora, a obra de Paulo Patoleia ganha espaço através da edição deste livro. Tive o privilégio de ser convidado a redigir legendas para duas das fotos constantes da obra. Vale a pena adquirir este magnífico legado do fotógrafo que logrou captar com a sua objectiva o âmago das existências rudes e sofridas das nossas gentes, conferindo-lhes a merecida eternidade. Mais uma vez, bem haja Paulo Patoleia!» [Antero Neto]

Paulo Augusto Patoleia nasceu em 1959, na Açoreira, estudou em Torre de Moncorvo, onde fez o curso geral de Administração e Comércio. Rumou ao estrangeiro em 1982. Viveu em França, Suiça e Alemanha onde esteve ligado à pintura e escultura. Voltou a Portugal em 1987 e criou no Felgar, aldeia do Concelho de Torre de Moncorvo, um atelier para artistas plásticos, promovendo com regularidade intercâmbios culturais, com artistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente com a cidade de Mainz, Alemanha, e onde passaram nomes como: Betina Dosch, Inca Stole, António Ferro.
Dedicou-se à fotografia a partir de 2004, na categoria retratos, dedicação essa que culminou em Fevereiro de 2009 com uma exposição intitulada «Rostos Transmontanos», em Torre de Moncorvo. Em setembro do mesmo ano a exposição rumou a Lisboa, estando patente no museu da Republica e Resistência. No ano seguinte esteve no festival de Arte de Vanguarda e Morille-Salamanca, seguindo-se uma tournée pelas Beiras e Trás-os-Montes, mais concretamente nos municípios de Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Guarda, Mêda e Foz Côa.

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