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domingo, 22 de agosto de 2021

passeios e percursos Parque Nacional de Peneda-Gerês


“Parque Nacional de Peneda-Gerês” de Manuel Nunes e Jorge Nunes

passeios e percursos irrepetíveis

 

Jorge e Manuel Nunes propõem-nos neste guia vinte passeios pelos espaços naturais do Parque Nacional Peneda – Gerês.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também os seguintes guias: “Parque Natural de Montesinho” de Ana Paula Rodrigues, Carlos Aguiar, Armando Redentor, Carla Cruz, Cristina Costa, António Monteiro, Ana Guimarães, José Luís Rosa, Manuel Rainha, Luís Moreira; “Guia Percursos da Serra do Açor e Vale do Ceira” de Fernando Romão e Paulo Barreiros; “Percursos na Serra de Sicó” de Fernando Romão e Paulo Barreiros; “Guia de percursos Tejo Internacional” de Paulo Rocha Monteiro]

quinta-feira, 15 de março de 2018

Estrada Nacional 2 – Portugal de Norte a Sul pela mítica EN2


“Estrada Nacional 2” – Portugal de Norte a Sul pela mítica EN2

O Papa-figos desafia-nos para uma viagem de descoberta de Portugal, de Norte a Sul. O caminho é mítico: a Estrada Nacional 2.

Este é o primeiro guia do Papa-figos à escala de Portugal. A partida é em Chaves e, depois de 739,260km (na sua extensão original), a chegada está em Faro. Mas também pode começar, acabar ou ter os kms que cada um quiser.

Podemos começar em Vila Verde da Raia (10km a Norte de Chaves) e acabar numa das praias das ilhas-barreira da Ria Formosa, cruzando 35 concelhos, passando por 11 cidades, atravessando quase todos os mais importantes rios portugueses, subindo ou descendo 5 serras e passando por 4 classificações Património Mundial da UNESCO.

Num alucinante desfilar de temas, o Papa-figos taz-nos novas rubricas: A identidade da EN2, Personalidades da EN2, As pontes da EN2, Natureza na EN2, Viagem de sabores, e muitos Descubra...

A paisagem muda e por isso o Papa-figos dividiu esta viagem em 20 etapas. Cinco delas são cidades. Tudo o resto que nos apresenta está ou ocorre numa faixa de 3km cada lado da EN2. Poucas são as excepções.

De bicicleta (com as devidas precauções), em duas rodas motorizadas ou na viatura familiar, prepare-se: há tanto para conhecer, tanto para experimentar, tanto para descobrir, que este guia também vai ser um companheiro para outros regressos à estrada mais longa, à mítica estrada, à nossa Estrada.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

The Cistercian Monasteries in Portugal – a brief guidebook


“The Cistercian Monasteries in Portugal – a brief guidebook” de Walter Osswald

To those who want to access the particularly unique treasures of the Cistercian tradition while visiting Portugal. To help discovering these magnificent monasteries and their remarkably rich contribution to Portuguese culture, tradition and way of life. This guide presents a brief overview of every Cistercian monastery in Portugal -- almost thirty -- using a com- parison scale with a set number of arches (from 5 to 1) to provide an approximate indication of their respective importance. It also indicates its precise location and offers practical advice on how each of them might be reached and visited.

Walter Osswald é Professor catedrático aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, dedica-se à Bioética e aos estudos cistercienses. Autor de mais de 500 títulos, é doutor honoris causa pela Universidade de Coimbra e foi agraciado com várias ordens honoríficas. É detentor da Cátedra Unesco de Bioética. [Retired Professor of the Porto University Faculty of Medicine. Author of over 500 titles, he is Doctor Honoris Causa of Coimbra University and has also been awarded with several honorary orders. It hold the Unesco Chair in Bioethics.]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o título: “Douro Religioso” – guia + mapa]


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Douro | Duero | Douro Valley | Le Douro


“Douro – Viagens e Histórias” (PT) | “Duero – Viajes e Historias” (ES) | “Douro Valley – Journeys and Stories” (GB) | “Le Douro – Voyages et Histoires” (FR) | “Douro – Reisen und Geschichten” (DE) – em 2.ª edição, repaginada




Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 10 de maio de 2016

Guia Turístico de Vila Real


“Guia Turístico de Vila Real” de Luís Costa Ribeiro
português | castelhano | inglês

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Guia de Museus do Douro


“Guia de Museus do Douro” coordenação Natália Fauvrelle

No seguimento da exposição “Museus do Douro”, organizada no âmbito do I Encontro de Museus do Douro, em setembro de 2007, foi possível organizar um guia que congrega as diferentes instituições museológicas e para-museológicas da Região Demarcada do Douro.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também os seguintes guias: “Guia de Portugal” – Vol. IV – Entre Douro e Minho I – Douro Litoral | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro I – Vila Real, Chaves e Barroso | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro II – Lamego, Bragança e Miranda, autores: direcção de Raúl Proença; “Douro – Viagens e Histórias” (versão portuguesa), “Le Douro – voyages et histoires” (versão francesa), “Douro Valley – journeys and stories” (versão inglesa), “Duero – viajes e historias” (versão castelhana), “Douro – reisen und geschichten” (versão alemã) de Pedro Veloso, Susana Fonseca, Sérgio Fonseca; “Roteiros Turísticos do Património Mundial – No Norte de Portugal – Douro Vinhateiro e Vale do Côa” + mapa, “A Tourist’s Guide to World Heritage Sites – In the North of Portugal – Douro Wine Region and the Côa Valley” + map, “Guías Turísticas del Patrimonio Mundial – Em el Norte de Portugal – El Duero Vinatero y el Valle del Côa” + mapa; Douro – Guia Turístico – “Douro singular, Douro universal”, coordenação e concepção: José Moreira, idiomas disponíveis: português, inglês, francês, espanhol; “Douro – O Rio do Vinho” de José A. Salvador; “Parque Natural de Montesinho – um guia para o visitante” vários autores;  “Douro Religioso” guia + mapa, coordenação Varico da Costa Pereira; “Douro – Guia Turístico da Natureza – paisagem, geologia, fauna, flora, turismo” coordenação Samuel Tapada;  “Roteiro Vale do Côa e Além Douro / Ruta Vale do Côa y más allá del Duero” coordenação científica António dos Santos Queirós e Jorge Rodrigues Paiva; “Património Geológico Transfronteiriço na Região do Douro – ROTEIROS / Geological Cross-border Heritage in the Douro Region – ITINERARIES” coordenação M. Elisa Preto Gomes e Ana Maria P. Alencoão; “São Salvador do Mundo – santuário duriense”, sob a coordenação do arqueólogo J. A. Gonçalves Guimarães; “Norte de Portugal e Galiza” – Guia American Express; “Roteiro Arqueológico e Artístico do Concelho de Vila Real” e “Archeological and Artitic Guide to the Vila Real District” de João Parente; mapa Douro; “Mapa de Arquitectura de Vila Real / Plano de Arquitectura / Architectural Map-Guide” fotografia e coordenação editorial Filipe Jorge; “Guia de Aves”, texto e mapas Lars Svensson, ilustrações e legendas Killian Mullarney e Dan Zetterström]

terça-feira, 21 de julho de 2015

Parque Natural do Montesinho - guia


“Parque Natural de Montesinho – um guia para o visitante” vários autores

«Itinerário Automóvel do Baceiro
Parque Natural de Montesinho (PNM). Itinerário automóvel do Baceiro. Percurso ao longo das principais estradas que atravessam a área central do Parque, nos vales dos rios Baceiro e Tuela.

Na planificação da sua visita deverá ter em consideração as recomendações descritas no Código de Conduta e Boas Práticas.
Acesso: EN 308-3 a partir de Bragança e EN 103 a partir de Vinhais.
Ponto de partida e de chegada: Bragança.
Extensão: 75 km.
Duração aproximada: 2h:30 min.
Apoios: hotelaria e restauração da área.

Este percurso desenvolve-se ao longo das principais estradas que atravessam a área central do Parque Natural de Montesinho, nos vales dos rios Baceiro e Tuela.

Com partida e chegada a Bragança, percorrendo as estradas nacionais 308-3 e 103 e a estrada municipal 505, este percurso permite conhecer uma das áreas mais características do Parque Natural de Montesinho.

Na sua fase inicial passa pela aldeia de Carragosa, onde se destaca a Igreja de N. Sra. da Assunção e o belíssimo cruzeiro barroco, e pelo vale de Cova de Lua onde se localiza o parque de merendas e o Santuário de N. Sra. da Hera. Na encosta sobranceira a este pode-se observar, um dos conjuntos de pombais mais interessantes existentes na área do Parque e, na encosta frontal, as ruínas da Sra. da Hera, povoado romano/medieval e local de culto do deus indígena Banda.

Em Vilarinho, merece uma visita o tríptico quinhentista existente no interior da igreja paroquial, cuja autoria, embora não confirmada, se pensa poder ser atribuída a Pedro de França. Com partida e chegada a esta aldeia disponibiliza-se o percurso pedestre de Ornal.

Na passagem pela aldeia de Dine, poderá visitar o Núcleo Interpretativo da Lorga de Dine, a Lorga e um conjunto de sete fornos da cal, ou passear pelo percurso pedestre das Termas do Tuela que tem início e fim nesta localidade.

Ultrapassado o território do antigo concelho de Paçó e de, nesta aldeia, se ter admirado o pelourinho, considerado imóvel de interesse público, regressa-se a Bragança, por entre carvalhais e azinhais, passando pelas aldeias de Gondesende e Espinhosela, onde, no primeiro núcleo desta aldeia, vale a pena visitar a igreja, de origem medieval, que conserva no seu interior um arco tardo-românico.

Percurso adaptado de: Guimarães, A., Moreira, L. e Redentor, A. (1998). 3 Itinerários de Automóvel. Parque Natural de Montesinho - Um guia para o visitante. João Azevedo Editor. Mirandela.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também os seguintes guias: “Guia de Portugal” – Vol. IV – Entre Douro e Minho I – Douro Litoral | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro I – Vila Real, Chaves e Barroso | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro II – Lamego, Bragança e Miranda, autores: direcção de Raúl Proença; “Douro – Viagens e Histórias” (versão portuguesa), “Le Douro – voyages et histoires” (versão francesa), “Douro Valley – journeys and stories” (versão inglesa), “Duero – viajes e historias” (versão castelhana), “Douro – reisen und geschichten” (versão alemã) de Pedro Veloso, Susana Fonseca, Sérgio Fonseca; “Roteiros Turísticos do Património Mundial – No Norte de Portugal – Douro Vinhateiro e Vale do Côa” + mapa, “A Tourist’s Guide to World Heritage Sites – In the North of Portugal – Douro Wine Region and the Côa Valley” + map, “Guías Turísticas del Patrimonio Mundial – Em el Norte de Portugal – El Duero Vinatero y el Valle del Côa” + mapa; Douro – Guia Turístico – “Douro singular, Douro universal”, coordenação e concepção: José Moreira, idiomas disponíveis: português, inglês, francês, espanhol; “Douro – O Rio do Vinho” de José A. Salvador; “Douro Religioso” guia + mapa, coordenação Varico da Costa Pereira; “Douro – Guia Turístico da Natureza – paisagem, geologia, fauna, flora, turismo” coordenação Samuel Tapada;  “Roteiro Vale do Côa e Além Douro / Ruta Vale do Côa y más allá del Duero” coordenação científica António dos Santos Queirós e Jorge Rodrigues Paiva; “Património Geológico Transfronteiriço na Região do Douro – ROTEIROS / Geological Cross-border Heritage in the Douro Region – ITINERARIES” coordenação M. Elisa Preto Gomes e Ana Maria P. Alencoão; “São Salvador do Mundo – santuário duriense”, sob a coordenação do arqueólogo J. A. Gonçalves Guimarães; “Norte de Portugal e Galiza” – Guia American Express; “Roteiro Arqueológico e Artístico do Concelho de Vila Real” e “Archeological and Artitic Guide to the Vila Real District” de João Parente; mapa Douro; “Mapa de Arquitectura de Vila Real / Plano de Arquitectura / Architectural Map-Guide” fotografia e coordenação editorial Filipe Jorge; “Guia de Aves”, texto e mapas Lars Svensson, ilustrações e legendas Killian Mullarney e Dan Zetterström]

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Caminho Português de Santiago de Compostela


“Caminho Português de Santiago de Compostela” (português)
“Chemin Portugias Ver Saint-Jacques de Compostelle” (francês)
“The Portuguese Way to Santiago de Compostela” (inglês)
autor Sérgio Fonseca, ilustrações Maria Morais

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Guia Artesanal de Plantas Selvagens

“Guia Artesanal de Plantas Selvagens”
- usos culinários, medicinais, hortícolas e artesanais -
ilustrado, escrito, encadernado
por Rita Roquette e David Michael Allison
- edição limitada -



UMA PRECIOSIDADE!

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Guias de campo para jovens


Guias de Campo para jovens
[incluídos no LER + - Plano Nacional de Leitura]

“Orientação e mapas” – Durante uma excursão ou uma viagem, muitas vezes consultamos um mapa. Contudo, para desfrutar de um dia ao ar livre, não é suficiente irmos bem equipados e levar um mapa. Se não soubermos onde estamos podemos ficar perdidos. Por tudo isto, este guia pretende ser uma introdução ao mundo da cartografia e da interpretação dos mapas.

“O tempo” – A meteorologia é, desde há séculos, uma das áreas científicas que mais influência tem tido na vida do ser humano.

“A biosfera” – Este livro permite-nos penetrar na formidável variedade de ecossistemas terrestres, desde os quentes desertos até às intrincadas florestas tropicais ou os gelos polares. O seu conhecimento e respeito deveriam contribuir para nos reconciliarmos com a natureza, recordando que não somos mais do que uma parte dela.

“As flores” – As flores são a parte mais vistosa das plantas e o que primeiro capta a nossa atenção. Pelas suas formosas cores e pelos seus agradáveis aromas, não só despertam os sentidos, como também fazem aflorar os nossos sentimentos. Mas há muito mais do que se observa apenas ao olhar.

“As árvores” – O objetivo deste guia é mostrar os aspetos caraterísticos que nos podem ajudar a reconhecer rapidamente as diferentes espécies de árvores, como a sua silhueta, a casca, as folhas, as flores ou os frutos. Esta informação é completada com dados sobre a sua estrutura, reprodução, crescimento e importância que têm para todos os seres vivos.

“As aves” – Um livro que ajuda o jovem na observação das aves, um dos espectáculos mais fascinantes que se pode apreciar.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...


terça-feira, 7 de maio de 2013

Roteiro turístico do Património Mundial


“Roteiros Turísticos do Património Mundial – No Norte de Portugal – Douro Vinhateiro e Vale do Côa” + mapa
“A Tourist’s Guide to World Heritage Sites – In the North of Portugal – Douro Wine Region and the Côa Valley” + map
“Guías Turísticas del Patrimonio Mundial – Em el Norte de Portugal – El Duero Vinatero y el Valle del Côa” + mapa

A Paisagem do Douro Vinhateiro e os Sítios Arqueológicos do Côa, assim como os territórios onde se enquadram, são representativos do interior da região. A cidade de Vila Real, a uma escassa hora do Porto, pode ser vista como uma porta de entrada para estes territórios. A serra do Marão quebra a influência atlântica e aqui prevalece a cultura mediterrânica. Tratando-se de territórios imensos, pouco povoados, por vezes com acessibilidades condicionadas, reclamam uma visita de natureza diferente da dos centros urbanos. No Douro, a visita leva a privilegiar o automóvel ou então o barco, já que é possível navegar no Douro, transpondo as eclusas de navegação das sucessivas barragens. Mas visitar o Douro implica, também, parar nos miradouros, conhecer as quintas, os Museus do Douro e do Côa, as aldeias, os centros históricos, passear nas vinhas, visitar as adegas. Assim, podemos partir à descoberta e contar prioritariamente com visitas pedonais.
Os Sítios de Arte Rupestre situam-se ao longo do rio Côa, um importante afluente na margem direita do rio Douro, que corre por territórios agrestes, com fraca presença humana. Formam o mais vasto conjunto de arte do Paleolítico, um património de valor universal, reconhecido pela UNESCO como obra-prima do génio criador da humanidade e um testemunho excecional da vida material, social, económica e espiritual dos nossos mais antigos antepassados.
Este património, que inclui mais de 70 sítios diferentes onde se podem observar gravuras na pedra de cariz fortemente naturalista, representando maioritariamente animais e ainda contornos de figura humana, insere-se no Parque Arqueológico do Vale do Côa, entidade responsável pela gestão de cerca de vinte mil hectares, distribuídos por quatro municípios. O Museu do Côa é um local de visita incontornável e pode ser um ponto de partida para os núcleos principais acessíveis ao visitante: a Canada do Inferno, a Ribeira de Piscos, a Penascosa e o Fariseu. Mas, uma visita ao Côa não se esgota nas gravuras, pois a paisagem é também única, assim como os povoados que circundam o Parque (Muxagata, Almendra, Castelo Melhor). É, também, um local de grande importância para a conservação da natureza (trata-se de uma Zona de Proteção Especial ao abrigo da Diretiva Aves da União Europeia). É um sítio mágico e de contrastes, ora observado do alto de São Gabriel ora dos vinhedos em Ervamoira, ora junto ao Côa.
O Vale do Côa convida a interiorizar.
A Paisagem Cultural do Alto Douro Vinhateiro corresponde a uma área de cerca de 25.000 ha, ao longo das duas margens do rio Douro e distribuída por treze municípios. É considerada uma área representativa da vasta Região Demarcada do Douro (cerca de 250.000 ha), a mais antiga região vitícola regulamentada do mundo, conseguindo concentrar dentro de si o que de mais autêntico possui o Alto Douro enquanto paisagem cultural evolutiva e viva. Trata-se de uma paisagem de beleza singular, para a qual concorrem, também, fatores efémeros como a luz, a cor e o silêncio. A manhã, a tarde ou a noite no Douro, tal como as estações do ano, não são a mesma coisa. O Alto Douro Vinhateiro combina a natureza monumental do vale do rio Douro, feito de encostas íngremes, prioritariamente xistosas e de solos pobres, com a ação ancestral e contínua do Homem, adaptando o espaço às necessidades agrícolas de tipo mediterrânico, que a região suporta e que se caracterizam, também, pela escassez da água. Esta relação íntima entre a atividade humana e a natureza adquiriu uma manifestação de profunda sabedoria através de um conhecimento atento e apaixonado da videira, planta robusta de raízes profundas, abundante crescimento dos ramos, fecunda em fruto… As encostas estão esculpidas – armadas em socalcos e terraços – qual obra de arte coletiva e anónima, sem data. Aqui se produz o famoso Vinho do Porto, principal vetor de dinamização da tecnologia, da cultura, das tradições e da economia locais. Mas o Douro não é só vinhas, é também o cenário da amendoeira, da oliveira, da figueira, do medronheiro, do sobreiro… O Douro convida a olhar, a cheirar, a saborear, a escutar, a celebrar e apaixona!


The landscape of the Douro Wine Region and the Côa Archaeological Sites, together with the territories in which they are situated, are representative of the interior of the region. The city of Vila Real, a mere hour away from Porto, can be seen as the gateway to these territories. The Marão mountain range breaks the Atlantic influence, and here a Mediterranean climate prevails. These territories cover vast areas of low density population and sometimes are not easy to reach, demanding a dierent kind of visit than the urban centres do. In the Douro, a car is a must - or a boat. One can sail up and down the River Douro, passing the locks at the successive dams. However, visiting the Douro also implies stopping at the viewing points, getting to know the Quintas, the Douro and Côa Museum, the villages, the historic centres, strolling in the vineyards, visiting the wineries. In this way, we can set o on foot on our voyages of discovery.
The Rock Art Sites are situated along the River Côa, an important tributary on the right bank of the River Douro, which flows through wild countryside with little in the way of human presence. They constitute the biggest grouping of Palaeolithic art, a heritage of universal value that has been recognised by UNESCO as a masterpiece of human creative genius and an exceptional testament to the material, social, economic and spiritual life of our oldest ancestors.
This heritage, which includes over 70 dierent sites where one can see strongly naturalistic engravings in the rocks, mainly of animals and also the outlines of human figures, falls within the Côa Valley Archaeological Park, with this body being responsible for managing the around twenty thousand hectare area, spread over four sub-districts. A visit to the Côa Museum is a must and can provide the starting point to get to know the main centres accessible to tourists: Canada do Inferno, Ribeira de Piscos, Penascosa and Fariseu. However, a visit to Côa is not exhausted with the engravings, as the landscape is also unique, as are the towns and villages around the Park (Muxagata, Almendra, Castelo Melhor). It is also of great significance in terms of nature conservation, being a Special Protection Zone under the EU Birds Directive. It is a magical place of contrasts, now seen from the height of São Gabriel, now from the vineyards in Ervamoira, now from the banks of the Côa. The Côa Valley invites you to interiorize.
The Cultural Landscape of the Alto Douro Wine Region corresponds to an area of around 25,000 hectares, along the two banks of the River Douro and distributed over thirteen municipalities. It is deemed to be a representative area of the vast Douro Demarcated region (around 250,000 hectares), the oldest regulated wine region in the world, and represents a distillation of all that constitutes the most authentic in the Alto Douro as a living and evolving cultural landscape. This is a landscape of singular beauty, to which other ephemeral factors also contribute, such as the light, the colour and the silence. Morning, afternoon and evening in the Douro, just like the dierent seasons, are never alike. The Alto Douro Wine Region combines the monumental nature of the Douro River Valley, made of steep, mainly schist, stony slopes with the action of man, over the ages adapting the land to the Mediterranean style agricultural requirements supported by the region, and suited also to the shortage of water. This intimate relationship between nature and human activity has resulted in a particular manifestation of profound expertise arising from avid dedication to understanding the vine, a robust plant with deep roots, abundant top growth and heavy fruiting… The slopes have been sculpted – formed into terraces and landings – like a collective, anonymous, undated work of art. Here, the famous Port Wine is produced, the main stimulus for technology, culture, local economy and traditions. However, the Douro is more than just vineyards: it is also the landscape of almond trees, olive trees, fig trees, arbutus trees, cork oaks… The Douro invites you to look, smell, and savour, listen, celebrate and fall in love!


El Paisaje del Duero Viñatero y los Sitios Arqueológicos del Côa, así como los territorios en los que se encuentran, son representativos del interior de la región. La ciudad de Vila Real, a una hora escasa de Oporto, puede considerarse una puerta de entrada a estos territorios. La sierra de Marão rompe la influencia atlántica. Aquí prevalece la cultura mediterránea. Al tratarse de territorios inmensos, poco poblados y, en ocasiones, con una accesibilidad limitada, reclaman una visita de naturaleza diferente a la de los centros urbanos. En el Duero, la visita lleva a dar prioridad al automóvil o incluso al barco, ya que es posible navegar el río superando las esclusas de las sucesivas presas. Pero visitar el Duero implica también detenerse en los miradores, conocer las quintas, los museos del Duero y del Côa, los pueblos, los centros históricos, pasear por los viñedos y visitar las bodegas. De este modo, podemos lanzarnos a descubrir y dar prioridad a las visitas a pie.
Los Sitios de Arte Rupestre se encuentran a lo largo del río Côa, un importante afluente, situado en el margen derecho del Duero, que corre por territorios agrestes de escasa presencia humana. Forman un vastísimo conjunto de arte del Paleolítico, un patrimonio de valor universal reconocido por la UNESCO como una obra maestra del genio creador de la Humanidad y como un testimonio excepcional de la vida material, social, económica y espiritual de nuestros antepasados más antiguos.
Este patrimonio incluye más de 70 sitios diferentes en los que se pueden observar pinturas rupestres en piedra. Claramente naturalistas, representan sobre todo animales y siluetas de figuras humanas y se enmarca en el Parque Arqueológico del Valle del Côa, entidad responsable de la gestión de casi 20.000 hectáreas repartidas entre cuatro municipios. El Museo del Côa, lugar de obligada visita, puede ser el punto de partida hacia los principales núcleos accesibles al visitante: Canada do Inferno, Ribeira de Piscos, Penascosa y Fariseu. Pero una visita al Côa no e limita a las pinturas rupestres, ya que el paisaje es también único, así como los pueblos que rodean el Parque (Muxagata, Almendra, Castelo Melhor). Es también un lugar de gran importancia para la conservación de la naturaleza, ya que se trata de una Zona de Protección Especial en virtud de la Directiva de Aves de la Unión Europea. Se trata de un sitio mágico y de contrastes, ya sea observado desde el alto de San Gabriel o desde los viñedos de Ervamoira, o junto al Côa.
El Valle del Côa invita a reflexionar.
El Paisaje Cultural del Alto Duero Viñatero se corresponde con una superficie de casi 25.000 hectáreas situada a lo largo de las dos orillas del río Duero y repartida entre trece municipios. Se considera una zona representativa de la vasta Región Demarcada del Duero (casi 250.000 hectáreas), la más antigua región vitícola regulada del mundo, que encierra lo más auténtico del Alto Duero en cuanto a paisaje cultural evolutivo y vivo. Se trata de un paisaje de singular belleza en el que confluyen también factores efímeros como la luz, el color y el silencio. En el Duero, la mañana, la tarde y la noche son distintas, y lo mismo sucede con las estaciones del año. El Alto Duero Viñatero combina la naturaleza monumental del valle del río Duero, formado por escarpadas laderas —principalmente de esquistos y suelos pobres—, con la acción ancestral y continua del hombre, que adapta el espacio a las necesidades agrícolas de tipo mediterráneo que la región sustenta, caracterizadas también por la escasez de agua. Esta íntima relación entre la actividad humana y la naturaleza desembocó en la manifestación de una profunda sabiduría gracias al conocimiento atento y apasionado de la vid, planta robusta, de hondas raíces y ramas frondosas, fecunda en frutos... Las laderas están esculpidas —armadas en paratas y terrazas— como una obra de arte colectiva y anónima, sin fecha. Aquí se produce el famoso vino de Oporto, principal vector de dinamización de la tecnología, la cultura, las tradiciones y la economía locales. Pero el Duero no es sólo viñas. Es también el escenario del almendro, del olivo, de la higuera, del madroño, del alcornoque... El Duero invita a mirar, a oler, a saborear, a escuchar, a celebrar... y a enamorarse de él.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os seguintes guias: “Guia de Portugal” – Vol. IV – Entre Douro e Minho I – Douro Litoral | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro I – Vila Real, Chaves e Barroso | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro II – Lamego, Bragança e Miranda, autores: direcção de Raúl Proença; “Douro – Viagens e Histórias” (versão portuguesa), “Le Douro – voyages et histoires” (versão francesa), “Douro Valley – journeys and stories” (versão inglesa), “Duero – viajes e historias” (versão castelhana), “Douro – reisen und geschichten” (versão alemã) de Pedro Veloso, Susana Fonseca, Sérgio Fonseca; Douro – Guia Turístico – “Douro singular, Douro universal”, coordenação e concepção: José Moreira, idiomas disponíveis: português, inglês, francês, espanhol; “Douro – O Rio do Vinho” de José A. Salvador; “Douro Religioso” guia + mapa, coordenação Varico da Costa Pereira; “Douro – Guia Turístico da Natureza – paisagem, geologia, fauna, flora, turismo” coordenação Samuel Tapada;  “Roteiro Vale do Côa e Além Douro / Ruta Vale do Côa y más allá del Duero” coordenação científica António dos Santos Queirós e Jorge Rodrigues Paiva; “Património Geológico Transfronteiriço na Região do Douro – ROTEIROS / Geological Cross-border Heritage in the Douro Region – ITINERARIES” coordenação M. Elisa Preto Gomes e Ana Maria P. Alencoão; “São Salvador do Mundo – santuário duriense”, sob a coordenação do arqueólogo J. A. Gonçalves Guimarães; “Norte de Portugal e Galiza” – Guia American Express; “Mapa de Arquitectura de Vila Real / Plano de Arquitectura / Architectural Map-Guide” fotografia e coordenação editorial Filipe Jorge; “Guia de Aves”, texto e mapas Lars Svensson, ilustrações e legendas Killian Mullarney e Dan Zetterström]

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

guia de aves


“Guia de Aves”
O guia de campo mais completo das aves de Portugal e da Europa
texto e mapas Lars Svensson
ilustrações e legendas Killian Mullarney e Dan Zetterström

 «Com o Outono chegou às livrarias a 2ª edição daquele que é considerado o melhor guia de campo para a observação e identificação de aves em Portugal e na Europa, publicada pela Assírio & Alvim. Quem o atesta é a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, que constituiu uma equipa técnica para a tradução e revisão científica da edição original.
Os textos originais são da responsabilidade de Lars Svensson (especialista na identificação de passeriformes) e as ilustrações de Killiam Mullarnev (ornitólogo irlandês, especialista na ilustração de aves e muito experiente em expedições para a sua observação – Birdwatching) e de Dan Zetterztröm (excelente ilustrador e artista).
Esta 2.ª edição brochada possui 448 páginas com um formato de livro de bolso (13,5 x 19,4 cm), como convêm a um bom guia, e contem 3500 ilustrações sobre todas as plumagens representativas de cada espécie, pintadas por excelentes ilustradores de aves
“Este guia apresenta todas as espécies de aves que nidificam ou que aparecem regularmente na Europa, Norte de África a norte de 30º N, (…) e numa grande parte do Médio Oriente”, como se pode ler na introdução. O texto é detalhado e cobre aspectos do habitat, da área geográfica, da descrição e dos cantos de cada espécie. Inclui mapas de distribuição para as espécies de Portugal e da Europa, com informação rigorosa sobre as áreas de distribuição, de migração e de invernada.
São descritas 713 espécies numa secção principal com entradas por ordem alfabética do nome comum. Possui também uma “breve menção a 59 visitantes ocasionais e faz referência a 32 espécies ou variantes que provavelmente escaparam de cativeiro, ou que foram originalmente introduzidas na área e agora nidificam em estado selvagem, sem que haja apoio humano”. São ainda referidas “118 espécies muito raras, que se perderam, vindas de outros continentes”.
Para cada espécie é referida a respectiva classificação taxonómica e nomenclatura, o seu estatuto em relação à regularidade da sua presença em Portugal, mapas de distribuição, dimensão das aves, terminologia e símbolos (sexuais, tamanho, entre outros) úteis a quem não sendo especialista em aves se interessa por elas e pela sua História Natural. São descritas as vocalizações (voz) e respectivas transcrições.
As ilustrações da plumagem incluem aspectos relacionados com a sua muda e desgaste para uma mais corecta identificação dos elementos de cada espécie. Há ainda espaço para uma breve e clara introdução sobre como “identificar as aves”, pelo que este guia também é útil a principiantes. Um índice remissivo facilita encontrar rapidamente no guia uma dada espécie, quer pelo nome comum, quer pelo científico.
Quem observar este guia não ficará com muitas dúvidas de que este seja considerado o melhor guia de aves até hoje publicado sobre as aves da Europa, Norte de África e Médio Oriente, disponibilizando toda a informação necessária para identificar qualquer espécie em qualquer época do ano.» António Piedade [Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Roteiros de património geológico do Douro


“Património Geológico Transfronteiriço na Região do Douro – ROTEIROS / Geological Cross-border Heritage in the Douro Region – ITINERARIES” coordenação M. Elisa Preto Gomes e Ana Maria P. Alencoão

Em tempo de férias, ou de escapadinhas (se for o caso), propomos um roteiro para conhecer a fantástica região de Trás-os-Montes, riquíssima em diversidade morfológica e geológica.
Neste pequeno guia, (que conta com a colaboração de muitos investigadores), descrevem-se de forma bastante acessível os porquês e os quês da região. São apresentados 5 roteiros:

I - A região das serras do Marão e do Alvão
II - Alto Douro Vinhateiro
III - Vila Nova de Foz Côa - Moncorvo - Freixo de Espada à Cinta - Fregeneda
IV - Arribas do Douro / Vitigudino -Fermoselle - Bemposta - Fornos
V - Arribas do Douro / Picote - Fariza - Miranda do Douro - Aldeia Nova

Como noutros aspectos daquela região (culturais e etnográficos), a fronteira imaginária (e na parte do Douro Internacional, real) não faz muito sentido. Se analisarmos a natureza nos seus mais variados domínios logo reparamos que tudo está ligado.

«A interpretação e divulgação da paisagem natural nas Arribas do Douro, situadas numa região interior da Península Ibérica, pode constituir uma forte alternativa ao turismo tradicional e de massas. A implementação de circuitos turísticos com uma componente científica pode funcionar como motivo de atracção e satisfação dos turistas da região, permitindo-lhes uma experiência mais enriquecedora. Para o turismo sustentável deve associar-se geodiversidade, biodiversidade e património cultural. As visitas guiadas devem ser interdisciplinares, assumindo a Geologia um carácter integrador relativamente às outras ciências, o que pode também ser uma mais valia para a região, constituir uma fonte de emprego e revelar o valor da paisagem, contribuindo assim para o turismo sustentável. Os percursos de barco permitem por um lado desfrutar da paisagem e momentos de lazer e por outro lado podem contribuir para a alfabetização científica dos cidadãos, motivando-os para a descoberta.»

“Itinerários geoturísticos: um suporte aos percursos de barco nas albufeiras do Douro Internacional (Arribas do Douro)” M. Elisa Preto Gomes, Miguel López Plaza

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também disponível “Comemorações dos 25 Anos do Museu de Geologia da UTAD / 1986-2011” coordenadores Elisa Preto Gomes, Carlos Coke, Paulo Favas, “Douro – Guia Turístico da Natureza – paisagem, geologia, fauna, flora, turismo” coordenação Samuel Tapada, Roteiro Vale do Côa e Além Douro / Ruta Vale do Côa y más allá del Duero” coordenação científica António dos Santos Queirós e Jorge Rodrigues Paiva]

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Weinanbaugebiet der Region Douro


“Douro – Reisen und Geschichten” de Pedro Veloso, Susana Fonseca, Sérgio Fonseca
Das gesetzlich abgegrenzte Weinanbaugebiet der Region Douro

Wenn man dieses Buch liest, wird man auf eine Reise auf dem Fluss Douro mitgenommen, die von den Weinkellern in Vila Nova de Gaia bis zur Region Douro International geht. Man tritt in die Landschaft ein und umarmt sie mit den Blicken.

Mit Hilfe der Einleitung des Historikers Gaspar Martins Pereira lernt man jeden Ort des gesetzlich abgegrenzten Weinanbaugebiets der Region Douro kennen.

Man schreitet in ein malerisches Universum mit Geschichten der Menschen vom Douro und ihrer Lebensweise.

Dieses Buch enthält nützliche Informationen dieser Region und regt den Appetit an, sie besser kennen zu lernen. Es ist eine Einladung dieses Buch als Erinnerung mit nach Hause zu nehmen.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos “Le Douro – voyages et histoires” (versão francesa), “Douro Valley – journeys and stories” (versão inglesa), “Duero – viajes e historias” (versão castelhana), “Douro – viagens e histórias” (versão portuguesa).