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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

PANREAL A panificadora de Nadir Afonso - crónica de uma demolição


«Passaram-se 3 anos! Ao cair da noite do dia 17 de Fev de 2020 começa a demolição da Panreal. Acaba assim o luta para classificar, salvar e proteger o último edifício do arquiteto Nadir Afonso.

Dezenas de populares assistem à demolição sem a mínima proteção... .
Vila Real perde o edificio cheio de memórias e o país deixa de possuir um dos melhores exemplos do Modernismo em Trás-os-Montes.
A profunda arrogancia do Lidl "ganha" 50 fabulosos lugares de estacionamento.
A culpa ? A ignorância de muitos... que ficará para a história.
Toda documentação e numerosos texto no livro "A panificadora de Nadir Afonso. Crónica de uma demolição" (disponível na livraria Traga Mundos António Alberto Alves, na Lello do Porto, na casa da arquitectura em Matosinhos e na Fundação Nadir Afonso (por correio)»

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

"1965": documentário homenageia Nadir Afonso e retrata demolição de edifício em Vila Real

 


«O que fará a História ao José Paulo Santos depois do que o José Paulo Santos fez á História?

Um prazer do coração receber este amigo, este Realizador, este VilaRealense no exílio e exibir este poli-multi galardoado e importante registo marcante, de um momento ""caricato"" da História da cidade de Vila Real.
De referir a coincidência de a banda sonora ter o cunho do Manuel Sequeira Bastos autor do último concerto do Café Concerto
Quinta 26 Janeiro 2023 21h30m
Ao vivo no Café Concerto Maus Hábitos no Teatro de Vila Real
José Paulo Santos (Realizador) e a exibição do filme:
1965 Panreal um edifício de Nadir Afonso
Faz se a história da História
Obrigado José Paulo!» [Marito Pinto]

terça-feira, 23 de agosto de 2022

Apresentação do livro “A Panificadora de Vila Real de Nadir Afonso – Crónica de uma demolição” na Feira do Livro do Porto 2022


- dia 29 de agosto, segunda-feira, pelas 18h00: apresentação do livro “A Panificadora de Vila Real de Nadir Afonso – Crónica de uma demolição” de vários autores, com as presenças de Laura Afonso, presidente de Fundação Nadir Afonso, e de Mila Simões Abreu, arqueóloga, UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro;

traga_mundos na Feira do Livro do Porto 2022
stand n.º 94 [no fundo do recinto] + editora urutau [93]
de 26 de Agosto a 11 de Setembro de 2022
segunda a quinta: 12h00 às 21h00
sexta: 12h00 às 23h00
sábado: 11h00 às 23h00
domingo: 11h00 às 21h00
nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto
A livraria Traga-Mundos de Vila Real estará novamente PRESENTE na Feira do Livro do Porto 2022 – stand n.º 94, levando o mundo literário e cultural de Trás-os-Montes e Alto Douro, de 26 de Agosto a 11 de Setembro de 2021, nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto – 8.ª participação: desde 2014…

domingo, 3 de julho de 2022

A Panificadora de Vila Real de Nadir Afonso - crónica de uma demolição

 


"A Panificadora de Vila Real de Nadir Afonso - crónica de uma demolição" vários autores

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

https://espacillimite.blogs.sapo.pt/demolicao-da-panificadora-de-vila-real-447529

https://traga-mundos.blogspot.com/2020/12/vila-real-capital-de-tras-os-montes-em.html

sábado, 2 de julho de 2022

Uma Tarde com Nadir - apresentação de livros

 


- dia 9 de Julho de 2022, pelas 18h00: participação com banca de livros do autor, “Uma Tarde com Nadir – apresentação de livros”, no Espaço Miguel Torga, São Martinho de Anta, Portugal;

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

1965 | Panreal, Um edifício de Nadir Afonso


 “1965 | Panreal, Um edifício de Nadir Afonso”

um filme de José Paulo Santos
Sinopse
«Em 1965 foi construído na cidade de Vila Real em Portugal um edifício modernista pela mão do arquiteto Nadir Afonso. São muitas as memórias vividas numa panificadora que chegou a produzir 80.000 pães por dia.
As entidades competentes viraram as costas à Panreal ao inverso de inúmeros teimosos populares. A condenação e a controvérsia de mãos separadas.»
A Ante-estreia do filme “1965 | Panreal, Um edifício de Nadir Afonso” vai ser no dia 25 de setembro (sexta-feira) às 19:00 no Jardim Bar do Jardim da Carreira em Vila Real.
Serão respeitadas todas as orientações da Direção-Geral de Saúde para prevenir a transmissão da Covid19.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Nadir Afonso - espécie de biografia


“Nadir Afonso – Itinerário (Com)Sentido” de Agostinho Santos

Este livro é reflexo de uma conversa entre Nadir Afonso e Agostinho Santos, mantida ao longo de dias, dos tempos, subindo ou percorrendo ora uma escada ora uma avenida no conhecimento do perfil e da obra de Nadir Afonso, para quem "a arte é a chama que lhe dá sentido à vida, é o ar que respira".
Aqui se reúne a obra de Nadir Afonso, acompanhada de textos de Júlio Resende [O rigor a a clareza de uma aventura], Laura Esteves Afonso [A Arte para Nadir é a chama que lhe dá sentido à vida] e Maria José Magalhães [Entre a liberdade e a disciplina através do rigor criativo], entre outros.



«A obra "Itinerário (com)sentido" é uma espécie de biografia de Nadir Afonso, "um dos maiores artistas vivos da arte contemporânea portuguesa", na qualificação do autor, Agostinho Santos.

Profusamente ilustrado, o livro, uma edição da Afrontamento e da Fundação Nadir Afonso, reproduz mais de cem pinturas e desenhos das suas várias fases (algumas inéditas), assim como muitas fotos de Pereira de Sousa, excertos de textos escritos por Nadir Afonso e uma longa entrevista feita por Agostinho Santos. A obra aborda todo o percurso de vida do artista, os tempos da infância em Chaves (sua terra natal), a época do Porto, o tempo de estudante na Escola de Belas-Artes, onde fez o Curso de Arquitectura, a sua estada em Paris, onde pintou enquanto trabalhava no ateliê de Le Corbusier, assim como o período em que esteve com Óscar Niemeyer no Brasil.

O livro inclui ainda uma análise da prof. Maria José Magalhães sobre as pinturas mais importantes do artista, depoimentos de Júlio Resende, de Laura Afonso (a segunda mulher do pintor)."Trata-se de uma edição trilingue (português, inglês e espanhol), com cerca de 400 páginas.» [“Jornal de Notícias”]


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos ilustrações de Nadir Afonso, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Nadir Afonso – anos 70 – exposição”]

terça-feira, 11 de abril de 2017

Era uma vez um menino chamado Nadir


“Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos ilustrações de Nadir Afonso

Com uma linguagem acessível aos mais novos, Agostinho Santos relata a vida e a obra do arquitecto e pintor Nadir Afonso, sendo o biografado o autor das ilustrações. Mais do que um livro para crianças, esta é uma obra para coleccionadores e apaixonados pelas artes.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Nadir Afonso – anos 70 – exposição”]


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Nadir Afonso – anos 70 – exposição


“Nadir Afonso – anos 70 – exposição”

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos, desenhos de Nadir Afonso]

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Nadir Afonso, dados fotobiográficos

“Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva

Esta obra nasce de um convite da Câmara Municipal de Odivelas para fazer um livro sobre Nadir Afonso e a exposição de 16 obras inéditas ao público da sua autoria e da sua Fundação no Centro de Exposições de Odivelas, entre Abril e Novembro de 2008. Pretende dar a conhecer ao público em geral a obra do Pintor e dar oportunidade aos seus admiradores poderem contactar mais uma vez com os seus quadros. O livro contém o catálogo da Exposição, dados fotobiográficos do Pintor e uma antologia crítica sobre sua carreira e actividade artística. 


Se o contacto com os quadros de Nadir Afonso o deixar deslumbrado, como decerto irá acontecer, pode prolongar o seu encantamento, folheando «Nadir Afonso: o Futuro Renascimento». Para além de reproduções magníficas, este livro oferece-lhe ainda textos críticos imperdíveis, saídos da pena de intelectuais de renome, caso de José-Augusto França e Luís de Sttau Monteiro.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos” e “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos, desenhos de Nadir Afonso]


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Nadir Afonso conversa...


 Ao longo dos anos, e em diversos momentos, entrevistei o pintor, arquiteto e homem Nadir Afonso, e confesso que é sempre um desafio o conversar com ele. Sempre me surpreende, e dele espero sempre novas histórias, novas inquietações e novas preocupações.

Este é já o segundo livro que trabalho com ele, o que corresponde, globalmente, a intermináveis horas de conversa que ocorreram, essencialmente, em muitas manhãs e tardes e, às vezes, até estendendo-se pelas noites.

Os seus olhos, grandes, a querer romper das órbitas, sobressaem no rosto magro, parece que dançam, ou querem dançar, lado a lado com as mãos esguias, nodosas, que expressam infindáveis narrativas que nos põem ao corrente da história, da vida, das paixões, das angústias e dos sonhos de alguém que, mesmo antes dos bancos da escola, já sonhava ser pintor.
Viajando através da sua memória, da memória de um homem bem vivido e que tem hoje 91 anos, falámos de tudo. De hoje e de ontem. Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos tenta continuar a dar voz a uma espécie de radiografia inacabada (é quase impossível escrever tudo sobre si) sobre o itinerário de um artista plástico que, apesar dos seus 91 anos – insisto em frisar a sua provecta idade –, aplica, sem qualquer esforço, uma linguagem expressiva, filosófica e bastante gestual, que proporciona um visualizar nítido do seu manancial de histórias, vividas ao longo dos tempos.

A sua lucidez impressiona-me, fala-me de nomes, episódios, datas, cidades, países, com uma fascinante precisão, como se aquilo que narra tivesse acabado de acontecer.

Recua no tempo com a maior facilidade. Viajamos por Chaves, passamos pelo Porto, deambulamos por Paris, aterramos no Rio de Janeiro e em S. Paulo, no Brasil, e regressamos a Cascais, aos dias de hoje, que, com um normal cansaço, ainda são passados a pintar, que é, afinal, o que Nadir mais gosta de fazer.
 Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...