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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Nadir Afonso - espécie de biografia


“Nadir Afonso – Itinerário (Com)Sentido” de Agostinho Santos

Este livro é reflexo de uma conversa entre Nadir Afonso e Agostinho Santos, mantida ao longo de dias, dos tempos, subindo ou percorrendo ora uma escada ora uma avenida no conhecimento do perfil e da obra de Nadir Afonso, para quem "a arte é a chama que lhe dá sentido à vida, é o ar que respira".
Aqui se reúne a obra de Nadir Afonso, acompanhada de textos de Júlio Resende [O rigor a a clareza de uma aventura], Laura Esteves Afonso [A Arte para Nadir é a chama que lhe dá sentido à vida] e Maria José Magalhães [Entre a liberdade e a disciplina através do rigor criativo], entre outros.



«A obra "Itinerário (com)sentido" é uma espécie de biografia de Nadir Afonso, "um dos maiores artistas vivos da arte contemporânea portuguesa", na qualificação do autor, Agostinho Santos.

Profusamente ilustrado, o livro, uma edição da Afrontamento e da Fundação Nadir Afonso, reproduz mais de cem pinturas e desenhos das suas várias fases (algumas inéditas), assim como muitas fotos de Pereira de Sousa, excertos de textos escritos por Nadir Afonso e uma longa entrevista feita por Agostinho Santos. A obra aborda todo o percurso de vida do artista, os tempos da infância em Chaves (sua terra natal), a época do Porto, o tempo de estudante na Escola de Belas-Artes, onde fez o Curso de Arquitectura, a sua estada em Paris, onde pintou enquanto trabalhava no ateliê de Le Corbusier, assim como o período em que esteve com Óscar Niemeyer no Brasil.

O livro inclui ainda uma análise da prof. Maria José Magalhães sobre as pinturas mais importantes do artista, depoimentos de Júlio Resende, de Laura Afonso (a segunda mulher do pintor)."Trata-se de uma edição trilingue (português, inglês e espanhol), com cerca de 400 páginas.» [“Jornal de Notícias”]


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos ilustrações de Nadir Afonso, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Nadir Afonso – anos 70 – exposição”]

terça-feira, 11 de abril de 2017

Era uma vez um menino chamado Nadir


“Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos ilustrações de Nadir Afonso

Com uma linguagem acessível aos mais novos, Agostinho Santos relata a vida e a obra do arquitecto e pintor Nadir Afonso, sendo o biografado o autor das ilustrações. Mais do que um livro para crianças, esta é uma obra para coleccionadores e apaixonados pelas artes.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Nadir Afonso – anos 70 – exposição”]


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Nadir Afonso – anos 70 – exposição


“Nadir Afonso – anos 70 – exposição”

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos, desenhos de Nadir Afonso]

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Nadir Afonso, dados fotobiográficos

“Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva

Esta obra nasce de um convite da Câmara Municipal de Odivelas para fazer um livro sobre Nadir Afonso e a exposição de 16 obras inéditas ao público da sua autoria e da sua Fundação no Centro de Exposições de Odivelas, entre Abril e Novembro de 2008. Pretende dar a conhecer ao público em geral a obra do Pintor e dar oportunidade aos seus admiradores poderem contactar mais uma vez com os seus quadros. O livro contém o catálogo da Exposição, dados fotobiográficos do Pintor e uma antologia crítica sobre sua carreira e actividade artística. 


Se o contacto com os quadros de Nadir Afonso o deixar deslumbrado, como decerto irá acontecer, pode prolongar o seu encantamento, folheando «Nadir Afonso: o Futuro Renascimento». Para além de reproduções magníficas, este livro oferece-lhe ainda textos críticos imperdíveis, saídos da pena de intelectuais de renome, caso de José-Augusto França e Luís de Sttau Monteiro.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos” e “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos, desenhos de Nadir Afonso]


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Nadir Afonso conversa...


 Ao longo dos anos, e em diversos momentos, entrevistei o pintor, arquiteto e homem Nadir Afonso, e confesso que é sempre um desafio o conversar com ele. Sempre me surpreende, e dele espero sempre novas histórias, novas inquietações e novas preocupações.

Este é já o segundo livro que trabalho com ele, o que corresponde, globalmente, a intermináveis horas de conversa que ocorreram, essencialmente, em muitas manhãs e tardes e, às vezes, até estendendo-se pelas noites.

Os seus olhos, grandes, a querer romper das órbitas, sobressaem no rosto magro, parece que dançam, ou querem dançar, lado a lado com as mãos esguias, nodosas, que expressam infindáveis narrativas que nos põem ao corrente da história, da vida, das paixões, das angústias e dos sonhos de alguém que, mesmo antes dos bancos da escola, já sonhava ser pintor.
Viajando através da sua memória, da memória de um homem bem vivido e que tem hoje 91 anos, falámos de tudo. De hoje e de ontem. Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos tenta continuar a dar voz a uma espécie de radiografia inacabada (é quase impossível escrever tudo sobre si) sobre o itinerário de um artista plástico que, apesar dos seus 91 anos – insisto em frisar a sua provecta idade –, aplica, sem qualquer esforço, uma linguagem expressiva, filosófica e bastante gestual, que proporciona um visualizar nítido do seu manancial de histórias, vividas ao longo dos tempos.

A sua lucidez impressiona-me, fala-me de nomes, episódios, datas, cidades, países, com uma fascinante precisão, como se aquilo que narra tivesse acabado de acontecer.

Recua no tempo com a maior facilidade. Viajamos por Chaves, passamos pelo Porto, deambulamos por Paris, aterramos no Rio de Janeiro e em S. Paulo, no Brasil, e regressamos a Cascais, aos dias de hoje, que, com um normal cansaço, ainda são passados a pintar, que é, afinal, o que Nadir mais gosta de fazer.
 Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...