Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco José Viegas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco José Viegas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

O mar em Casablanca


“O Mar Em Casablanca” de Francisco José Viegas

O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “Um Céu Demasiado Azul”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Se Me Comovesse o Amor”, “Metade da Vida”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Liberal à moda antiga


“Liberal à Moda Antiga” de Francisco José Viegas

Reúnem-se neste livro parte das crónicas escritas para a imprensa nos últimos anos. Estes textos são datados e dão conta de derrotas e de pequenos contentamentos, como é geralmente a vida de um observador. Não são textos «vitoriosos», no sentido em que, ao contrário do que se pensa bastante em Portugal, a opinião não vai a votos. E o facto de uma opinião ser amplamente minoritária não lhe retira nem legitimidade nem assinatura. 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “Um Céu Demasiado Azul”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “O Mar Em Casablanca”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Dicionário de Coisas Práticas”; “Se Me Comovesse o Amor”, “Metade da Vida”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Se me comovesse o amor...


“Se Me Comovesse o Amor” de Francisco José Viegas

Se me comovesse o amor como me comove
a morte dos que amei, eu viveria feliz. Observo
as figueiras, a sombra dos muros, o jasmineiro
em que ficou gravada a tua mão, e deixo o dia

caminhar por entre veredas, caminhos perto do rio.
Se me comovessem os teus passos entre os outros,
os que se perdem nas ruas, os que abandonam
a casa e seguem o seu destino, eu saberia reconhecer

o sinal que ninguém encontra, o medo que ninguém
comove. Vejo-te regressar do deserto, atravessar
os templos, iluminar as varandas, chegar tarde.

Por isso não me procures, não me encontres,
não me deixes, não me conheças. Dá-me apenas
o pão, a palavra, as coisas possíveis. De longe.

«Esta obra pertence ao imenso grupo de livros cuja melancolia nasce da vida, em que as palavras são testemunhos possíveis e não quadros de um ideal. Longe disso, os limites de estar vivo obedecem à experiência de um sujeito, lírico, com que nos identificamos ou não, mas particular.» Andreia brites

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “Um Céu Demasiado Azul”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “O Mar Em Casablanca”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Jaime Ramos, o detective português


“Um Céu Demasiado Azul” de Francisco José Viegas

«Em Um Céu Demasiado Azul, Jaime Ramos, o protagonista dos livros de Francisco José Viegas, investiga a morte de João Alves Lopes, ex-militante de um partido de esquerda em Portugal que envereda por uma carreira bem-sucedida no mundo da publicidade, e cujo corpo é encontrado no seu próprio carro. A investigação, realizada com a colaboração de Filipe Castanheira, aponta para Amélia Lobo Correia, uma stripper que vai de cidade em cidade, uma estudante de filosofia que não conseguiu concluir o curso.
A investigação (que arrasta Jaime Ramos até Cuba e ao México) mergulha no passado e reconstitui uma história de amores não correspondidos, traições, solidão, vontades interrompidas e sonhos desfeitos. Porém, por detrás deste crime e desta mulher, cruzam-se os destinos que arrastam consigo a memória de paixões nunca resolvidas nem consumadas, num Portugal medíocre, novo-rico e hipócrita. É uma história de coincidências e de azar, que leva Ramos e Castanheira a procurar não o autor de um homicídio, mas os sinais do desaparecimento, do abandono, da mentira, da vingança e da solidão.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “O Mar Em Casablanca”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Beirute, Manaus, Porto, São Paulo, Luanda, Rio de Janeiro, Amapá


“Longe de Manaus” de Francisco José Viegas
Grande Prémio de Romance e Novela da APE

«Depois de iniciar uma investigação sobre a morte de um homem desconhecido encontrado num apartamento dos arredores do Porto, Jaime Ramos é levado a percorrer caminhos que o transportam entre Portugal, o Brasil e a memória de Angola. Nesse triângulo vivem personagens solitárias que desaparecem sem deixar rasto e cujas biografias tenta reconstruir a partir do nada, socorrendo-se apenas da sua imaginação. Esse percurso transportará o leitor da Beirute do século XIX até ao coração da Amazónia e à Manaus contemporânea, do Porto a São Paulo, de Luanda ao Rio de Janeiro e ao Amapá, da guerra de Angola e da Guiné aos apartamentos vazios onde são recolhidos cadáveres, memórias e silêncios. Este cruzamento de geografias e de tipos humanos provoca alucinações no próprio narrador, que ora escreve em português de Portugal, ora em português do Brasil, e no investigador Jaime Ramos, que é obrigado a inventar histórias de perdição para que o seu mundo tenha algum sentido.


Reconstruindo a própria linguagem do romance policial, subvertendo as suas regras, escrito em tons e linguagens distintos, Longe de Manaus é o romance da solidão portuguesa, o retrato distante e desfocado de um país abandonado às suas memórias e ao seu desaparecimento.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “Um Céu Demasiado Azul”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “O Mar Em Casablanca”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Um crime na expo'98


“Um Crime Na Exposição” de Francisco José Viegas

“Um Crime na Exposição” retoma alguns dos personagens criados nos anteriores livros do autor, nomeadamente a dupla de detetives da Polícia Judiciária, Jaime Ramos e Filipe Castanheira. É precisamente o primeiro deles que, vindo do Porto e «exilado» em Lisboa durante a realização da Expo’98, se confronta com uma série de crimes ocorridos no recinto da última exposição mundial do século: os cadáveres de um biólogo açoriano apaixonado pelos rocazes, de uma oceanóloga mexicana interessada em gastronomia e de uma arquiteta paisagista ninfomaníaca aparecem como manchas que perturbam a visão de um mundo reunido em redor dos oceanos e da celebração de Lisboa como cidade da modernidade e do futuro.


Construído como um divertimento em torno do policial, “Um Crime na Exposição” não deixa, no entanto, de transportar os temas habituais dos livros de Francisco José Viegas: a solidão dos homens, a crítica subtil ao Portugal pequeno-burguês e convencido da sua importância, os perigos da paixão, a arrogância do mundo da «cultura» e o conjunto de perdas a que a civilização vai sujeitando os homens que procuram aceitar o seu destino sem heroísmo nem hipocrisia. Uma escrita maior, que parodia a própria literatura nos seus vícios e vaidades, e que confirma o seu autor como uma das vozes mais originais da ficção portuguesa.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “Um Céu Demasiado Azul”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Longe de Manaus”, “O Mar Em Casablanca”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]


terça-feira, 9 de agosto de 2016

A cozinha ideal - receitas familiares e saborosas


“A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas” Francisco José Viegas

A verdadeira dieta dos 31 dias. Como manter o peso (e ganhar algum), garantindo a sua felicidade e melhorando a sua vida sexual, em apenas 31 dias. Receitas com hidratos de carbono, proteínas e serotonina. 80 receitas e mais de meia centena de fotografias. Enquanto célebres chefes de cozinha, muitos programas de televisão e a moda das lojas gourmet tomam de assalto o nosso quotidiano (e a nossa bolsa), Francisco José Viegas propõe-nos deliciosas receitas caseiras da cozinha portuguesa e mediterrânica - todas exaustivamente testadas e aperfeiçoadas. Trata-se de uma cozinha de todos os dias, para a família, e que muitas vezes assenta em antigos procedimentos culinários, entretanto esquecidos ou preteridos pelos modismos gastronómicos. Nesta obra, o autor também resgata uma variedade de ingredientes que foram perdendo lugar na nossa alimentação, mas que podem ser produzidos em qualquer horta.
“A Dieta Ideal” é igualmente uma homenagem às mulheres, criadoras destes cozinhados e de muitos outros, com os quais alimentaram, ao longo dos séculos, a Humanidade.

«Para Francisco José Viegas o que importa é a cozinha de família, de partilha – as receitas apresentadas esperam que pelo menos quatro pessoas se sentem à mesa -, atirando com o gourmet e a alta cozinha às urtigas para recuperar os sabores verdadeiros que, provavelmente, povoaram a infância, a adolescência ou alguns amores perdidos do leitor.
Cada receita surge acompanhada de uma fotografia – salvo raras excepções -, a lista dos ingredientes, o modo de preparação e uma pequena história, com tanto de pessoal como de histórico, que prepara o estômago e eleva a alma. São receitas de uma cozinha básica – podem ser cozinhadas por toda a gente – e tradicional, carregadas de duas coisas que Francisco José Viegas diz adorar: hidratos de carbono e maus pensamentos. Querem salivar apenas por uns instantes? Então deliciem-se com esta ementa: Ovos rotos com azeite de trufa; Fritos de grão; Arroz de tomate; Punheta de bacalhau; Quibe; Bucatini all`arrabiata; Keftedes de carne; Arroz de linguado; Feijoada transmontana. Tradicional, deliciosa e não isenta de perigos, eis a dieta ideal servida em louça portuguesa por Francisco Jose Viegas.» Pedro Miguel Silva, “Público”

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Na Exposição”, “Um Crime Capital”, “Um Céu Demasiado Azul”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Longe de Manaus”, “O Mar Em Casablanca”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”]

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Lourenço Marques - memória portuguesa


“Lourenço Marques” de Francisco José Viegas

Esta é a história de um homem que sonhava com Lourenço Marques. Não com a Lourenço Marques colonial e militar - apenas com «a cidade das acácias, a pérola do Índico», a cidade onde amou pela primeira vez. Vinte e sete anos depois de ter saído de Moçambique, ele regressa para procurar uma mulher, Maria de Lurdes (aliás Sara): de Maputo a Pemba e a Nampula, da Ilha de Moçambique ao Lago Niassa, essa busca transforma- se num discurso iniciático sobre a nostalgia de África, o encontro com Deus, a felicidade, a aceitação, o arrependimento, o amor que se perde e a vida que não se viveu. Ao longo dessa viagem encontra Domingos Assor, um polícia que investiga o assassinato de Gustavo Madane, um ex-combatente nacionalista caído em desgraça - e que tem visões, durante as quais pensa ser um «rabino negro e perguntador», que confunde o monte sagrado dos macuas, o Namuli, com o Sinai do deserto egípcio. Ouve as palavras do xehe da mesquita da Ilha de Moçambique, que lhe recita, de trás para a frente, os versículos do Corão. É tratado pelo último médico branco de Lichinga, no Niassa, que ali aguarda a chegada da morte depois de ter sido abandonado pela mulher e de saber que tem cancro. E recorda a Lourenço Marques dos anos setenta como a metáfora dessa vida interrompida pela guerra e pela felicidade dos outros.

Uma história inquietante e perturbadora sobre a memória portuguesa de África, longe da guerra e dos complexos de culpa coloniais.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Na Exposição”, “Um Crime Capital”, “Um Céu Demasiado Azul”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Longe de Manaus”, “O Mar Em Casablanca”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”]


quarta-feira, 30 de março de 2016

Histórias de Jaime Ramos


“A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos” de Francisco José Viegas

O cenário de um crime e uma mulher: que é um misto de insatisfação e independência. Ora é uma jovem em roda livre, entregue à noite do Porto, ora uma mãe condecorada com as divisas e medalhas da aristocracia inglesa que se deslumbra com o Douro. Uma mulher arrebatadora que é um romance rock’n’roll, uma estrada de pó, ou uma atleta olímpica cujo corpo não pede explicações. Um corpo sem vida no meio de uma livraria, limpo, entre romances - e Jaime Ramos lia romances, era uma vergonha -, ou uma mulher que espera o regresso do marido que não chega, o beijo de todos os dias, o cheiro do cigarro que lhe proibiu. Cinco histórias reunidas agora em livro pela primeira vez. A todas elas é comum a figura da mulher e todas são guiadas pela voz do inspetor Jaime Ramos, cujo olhar, pela mão de mestre de Francisco José Viegas, paira aqui como uma sombra, uma intromissão na vida interrompida, um vulto vigilante que se confunde com o fumo da cigarrilha ou do charuto. Um Jaime Ramos sozinho que conhece as mulheres e os homens demasiado bem.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Na Exposição”, “Um Crime Capital”, “Um Céu Demasiado Azul”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Longe de Manaus”, “O Mar Em Casablanca”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”]

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Morte no Estádio


“Morte No Estádio” de Francisco José Viegas

Um futebolista famoso, ponta-de-lança do F.C. Porto, é assassinado num bar irlandês em plena Foz. O detective Jaime Ramos, da Polícia Judiciária do Porto, é encarregado das investigações, e a ele se junta Filipe Castanheira, vindo de um exílio voluntário nos Açores, onde se dedicou aos pequenos crimes insulares. As averiguações envolvem Alexandra Soares, mulher do futebolista; Susana, mulher de um outro futebolista e amante do morto; Serafim de Morais e Silva, amante de Susana; e outros personagens que evocam as relações sombrias e obscuras do mundo do futebol. Todo o livro é ilustrado com a paixão de Jaime Ramos e de Filipe pela comida; a paixão de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda; e a complexa teia de paixões que envolve todos os personagens — na verdade, o futebol é um mundo restrito e simbólico que acaba por dar sentido à falta de sentida da vida: o estádio, as negociatas, os dirigentes, as ligações sentimentais e profissionais. No final, o crime é desvendado, mas aos investigadores, afinal, isso pouco importa — de tal modo se dão conta de si próprios cercados pela melancolia das suas vidas.



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Um Céu Demasiado Azul”, “Longe de Manaus”, “Dicionário de Coisas Práticas”, “Liberal à Moda Antiga”]

terça-feira, 7 de julho de 2015

Dicionário de coisas práticas


“Dicionário de Coisas Práticas” de Francisco José Viegas

«Um Dicionário de Coisas Práticas que é sobretudo um mosaico do nosso mundo e do nosso tempo, organizado em três unidades e por ordem alfabética, junta entradas tão diferentes quanto Comida de Natal, Estado Social, Linha do Tua, Ortografia, Palavras, Religião, Rock in Rio, Tropa de Elite e Vida Dupla.
Uma selecção de textos quase todos publicados na coluna diária “Blog”, que Francisco José Viegas mantém no Correio da Manhã desde Janeiro de 2008. Neles transparece a curiosidade e a riqueza de pensamento do autor temperadas pela vertigem da hora de fecho.
Os textos apresentam-se, segundo a sua temática, em três unidades: paisagens, pessoas, esquecimentos; cultura, memórias, despedidas; política, combates e confrontos.

Francisco José Viegas é natural de Vila Nova de Foz Côa onde nasceu a 14 de Março de 1962. Escritor e jornalista viveu até aos oito anos no Pocinho, hoje a última paragem ferroviária do Douro. Mudou-se para Chaves quando os pais, professores primários, foram ali colocados. Licenciou-se em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 1983, e foi assistente de Linguística na Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora até 1987. Deixou o ensino para se dedicar ao jornalismo. Ocupou o cargo de director da Casa Fernando Pessoa, entre 2006 e 2008, que abandonou para regressar à direcção da LER, onde se mantém. Além do jornalismo, Francisco José Viegas, tem publicado obras de poesia, romance, conto, uma peça de teatro e relatos de viagens. O seu romance policial Longe de Manaus (2006) valeu-lhe o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores.» [blogue Marcador de Livros]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Um Céu Demasiado Azul”, “”Longe de Manaus”, “Morte No Estádio”]