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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Lendas e Mitos dos Mosteiros e Conventos de Portugal

 


“Lendas e Mitos dos Mosteiros e Conventos de Portugal” de Alexandre Parafita

 

«Uma viagem à descoberta dos segredos e mistérios do nosso património cultural e espiritual.

Os Mosteiros e Conventos de Portugal são relíquias de um passado fascinante, cheio de histórias e memórias. De forma silenciosa, convocam-nos para uma dimensão onde a espiritualidade e a serenidade do tempo abraçam a tranquilidade da natureza, das paisagens e das montanhas.

São testemunhos vivos de um tempo imemorial, onde a vida religiosa se cruza com a História de Portugal. As suas ruínas, paredes, sepulcros, claustros, celas e capelas, são guardiões de memórias embuçadas nos enredos de velhas lendas.

Nesta obra, o leitor é desafiado para um périplo desde o Minho, ao Algarve e às Ilhas, numa incursão pelo riquíssimo património cultural imaterial guardado nas lendas e mitos dos nossos Mosteiros e Conventos.
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Alexandre Parafita, doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da Comunicação), é docente do ensino superior, investigador integrado do Centro de Estudos em Letras (CEL) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigador colaborador do CEPESE (Universidade do Porto) e do CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor e jornalista.

Foi um dos investigadores responsáveis pelo "Arquivo e Catálogo do Corpus Lendário Português", no âmbito da FCT, e publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia fundamental em cursos universitários.»

 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo, “Era um coelhinho branquinhos de neve” ilustração Lys Freire; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I, Vol. II, Vol. III"; “A Máscara do Demo”; “Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal”; “Mitologia Popular Portuguesa”, “O Maravilhoso Popular – Lendas, Contos, Mitos”, “S. João da Pesqueira – Património Imaterial – Linguagem, Lendas e Mitos”, “Lendas e Contos Populares Transmontanos Vol. I Bragança e Vinhais”, “Lendas e Contos Populares Transmontanos Vol. II Vila Real”]

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Lendas e Contos Populares Transmontanos | Tesouros da Memória


“Lendas e Contos Populares Transmontanos” de Alexandre Parafita

Tesouros da Memória

Vol. I Bragança e Vinhais

Vol. II Vila Real

 

Vol. I «Com este livro, dá-se início a um trabalho de recolha e estudo das Lendas e Contos Populares Transmontanos com a participação marcante de um vasto número de "Narradores da Memória", que transmitiram de viva voz as suas narrações tal como as ouviram aos antepassados. Ao todo, um corpus de 215 lendas e contos.

No espólio recolhido, sobressaem as lendas de lugares, de capelas, alminhas e cruzeiros, milagres, aparições da Virgem, tesouros em ruínas de castros e castelos, mouros guerreiros e mouras encantadas, lobisomens, bruxas, almas penadas, trasgos e demónios; a par de um rol vastíssimo de contos populares, classificados de acordo com os catálogos internacionais, onde figuram os contos religiosos, contos de animais, contos de encantamento, contos jocosos e anticlericais.

São histórias fantásticas, que voaram no tempo nas asas da memória dos seus narradores. Galgaram países, montanhas, cidades e aldeias, numa viagem imparável na voz de romeiros, jograis, corsários, meirinhos, amoladores e almocreves. Entraram e saíram em palácios, nos lares humildes das serras, nas choupanas dos pastores, tornando-se hoje um acervo importante da cultura e identidade de um povo.»

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Vol. II «Esta obra dá sequência ao primeiro volume das Lendas e Contos Populares Transmontanos - Tesouros da Memória, dedicado aos municípios de Bragança e Vinhais. Neste segundo volume, contemplam-se as memórias narrativas resgatadas no município de Vila Real.

Trata-se de uma viagem por lugares lendários e pelas memórias de várias dezenas de narradores, que retratam a natureza profundamente religiosa das populações muito influenciadas pelo sobrenatural cristão e pagão. Daqui resultam histórias fantásticas, que traduzem momentos de grande inquietação, onde predominam as lendas de almas inquietas, de encontros sombrios entre mortos e vivos, de milagres, de estranhas metamorfoses de bruxas e lobisomens, a par de um vasto rol de contos populares, onde o humor mordaz de um povo antigo se conjuga com os valores éticos e didácticos recorrentes na nossa literatura oral tradicional.

Acompanha esta obra uma reflexão etno-epistemológica sobre as diferentes dimensões da arte da memória, procurando interpretar os sentimentos, conhecimentos, comportamentos e crenças do povo, que são um referencial nos estudos de Alexandre Parafita, enquanto académico e etnólogo.»

 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I, Vol. II, Vol. III", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”; “Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal”; “Mitologia Popular Portuguesa”, “S. João da Pesqueira – Património Imaterial – Linguagem, Lendas e Mitos”]

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Lendas e Contos Populares Transmontanos | Tesouros da Memória – Vol. II | Vila Real, por Alexandre Parafita

 


“Lendas e Contos Populares Transmontanos | Tesouros da Memória – Vol. II | Vila Real” de Alexandre Parafita

 

«Esta obra dá sequência ao primeiro volume das Lendas e Contos Populares Transmontanos - Tesouros da Memória, dedicado aos municípios de Bragança e Vinhais. Neste segundo volume, contemplam-se as memórias narrativas resgatadas no município de Vila Real.

Trata-se de uma viagem por lugares lendários e pelas memórias de várias dezenas de narradores, que retratam a natureza profundamente religiosa das populações muito influenciadas pelo sobrenatural cristão e pagão. Daqui resultam histórias fantásticas, que traduzem momentos de grande inquietação, onde predominam as lendas de almas inquietas, de encontros sombrios entre mortos e vivos, de milagres, de estranhas metamorfoses de bruxas e lobisomens, a par de um vasto rol de contos populares, onde o humor mordaz de um povo antigo se conjuga com os valores éticos e didácticos recorrentes na nossa literatura oral tradicional.

Acompanha esta obra uma reflexão etno-epistemológica sobre as diferentes dimensões da arte da memória, procurando interpretar os sentimentos, conhecimentos, comportamentos e crenças do povo, que são um referencial nos estudos de Alexandre Parafita, enquanto académico e etnólogo.

Alexandre Parafita, doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da Comunicação), é docente do ensino superior, investigador integrado do Centro de Estudos em Letras (CEL) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigador colaborador do CEPESE (Universidade do Porto) e do CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor e jornalista.

Foi um dos investigadores responsáveis pelo "Arquivo e Catálogo do Corpus Lendário Português", no âmbito da FCT, e publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia fundamental em cursos universitários.»


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I, Vol. II, Vol. III", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”; “Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal”; “Mitologia Popular Portuguesa”, “S. João da Pesqueira – Património Imaterial – Linguagem, Lendas e Mitos”, “Lendas e Contos Populares Transmontanos | Tesouros da Memória Vol. I – Bragança e Vinhais”]

quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Lendas e Contos Populares Transmontanos


“Lendas e Contos Populares Transmontanos | Tesouros da Memória Vol. I – Bragança e Vinhais” 
de Alexandre Parafita

 

Com este livro, dá-se início a um trabalho de recolha e estudo das Lendas e Contos Populares Transmontanos com a participação marcante de um vasto número de "Narradores da Memória", que transmitiram de viva voz as suas narrações tal como as ouviram aos antepassados. Ao todo, um corpus de 215 lendas e contos.

No espólio recolhido, sobressaem as lendas de lugares, de capelas, alminhas e cruzeiros, milagres, aparições da Virgem, tesouros em ruínas de castros e castelos, mouros guerreiros e mouras encantadas, lobisomens, bruxas, almas penadas, trasgos e demónios; a par de um rol vastíssimo de contos populares, classificados de acordo com os catálogos internacionais, onde figuram os contos religiosos, contos de animais, contos de encantamento, contos jocosos e anticlericais.

São histórias fantásticas, que voaram no tempo nas asas da memória dos seus narradores. Galgaram países, montanhas, cidades e aldeias, numa viagem imparável na voz de romeiros, jograis, corsários, meirinhos, amoladores e almocreves. Entraram e saíram em palácios, nos lares humildes das serras, nas choupanas dos pastores, tornando-se hoje um acervo importante da cultura e identidade de um povo.

 

Alexandre Parafita, doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da Comunicação), é docente do ensino superior, investigador integrado do Centro de Estudos de Letras (CEL) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigador colaborador do CEPESE (Universidade do Porto) e do CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor e jornalista.

Publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia fundamental em cursos universitários.

 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”; “Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal”; “Mitologia Popular Portuguesa”, S. João da Pesquira – Património Imaterial – Linguagem, Lendas e Mitos”]

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Mitologia Popular Portuguesa - almas penadas, morte, lobisomens, bruxas, diabo, olharapos, trasgos, mouras encantadas

 

“Mitologia Popular Portuguesa” de Alexandre Parafita

 

Viagem ao fantástico na literatura oral tradicional

«almas penadas, morte, lobisomens, bruxas, diabo, olharapos, trasgos, mouras encantadas»

 Uma viagem ao fantástico, guiada pelas crenças e narrações orais que fazem parte da cultura e identidade de um povo predominantemente campesino e rural; uma viagem que consagra o conceito de mitologia popular como sistema de pensamento construído pela memória colectiva na base de antigas tradições cristãs e pagãs com o seu elenco estereotipado de seres sobrenaturais.

Almas penadas vagueando nas montanhas, bruxas dançando nas clareiras, lobisomens que cumprem terríveis fadários, encontros sombrios entre mortos e vivos, vinganças do Além, demónios tentadores que constroem pontes, olharapos que infernizam pastores, apelos de mouras nas ruínas de velhos castelos… são alguns exemplos dos enredos misteriosos que encontrará neste livro.

 Alexandre Parafita, doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da Comunicação), é docente do ensino superior,  investigador integrado do Centro de Estudos de Letras (CEL) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigador colaborador do CEPESE (Universidade do Porto) e do CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor e jornalista.

Publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia obrigatória em cursos universitários.

 Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular", “Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal”; “A Máscara do Demo”]

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal



“Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal” de Alexandre Parafita

UMA VIAGEM AO MUNDO MÁGICO DOS CASTELOS, GUARDIÕES DE TESOUROS E MEMÓRIAS

Outrora residência de reis e príncipes, palco de grandes batalhas, baluartes da independência nacional, os Castelos de Portugal, perdida a sua função militar, são hoje verdadeiras pérolas a decorar as nossas paisagens, continuando sobre eles a pairar uma auréola de prestígio histórico-lendário que importa valorizar.

Através das suas lendas, continua viva a ilusão dos tesouros, mas também das vozes amorosas e sofridas que as torres e masmorras testemunharam. Lutas entre cristãos e mouros, resistência a cercos castelhanos, apelos de mouras encantadas nas ruínas, monstros que amedrontam na escuridão... São estas e outras histórias que contam os nossos castelos e que enriquecem a sua e a nossa alma.
  

Ardínia, a moura que morreu por amor
Diz a lenda que seu pai preferiu lançá-la para a morte nas águas do Távora do que vê-la apaixonada por um cavaleiro cristão.
E assim se tornou Ardínia num dos mitos mais emblemáticos das terras do Douro. Usando como trunfos a sedução, a beleza e a ousadia, transformou a sua história de amor impossível numa mensagem intemporal de união, diálogo e tolerância. Uma mensagem que ecoa nas paisagens durienses como um apelo mágico e um verdadeiro guião de valores para os destinos do Douro, de Portugal e do Mundo.
Afinal, muitas das nossas lendas trazem do passado a luz que aclara o presente e abre centelhas para o futuro.
Para ler no livro: «Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal»
  

Alexandre Parafita, doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da Comunicação), é docente do ensino superior, investigador no CEPESE (Universidade do Porto) e CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor e jornalista.

Publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia obrigatória em cursos universitários.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”]

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Património Imaterial do Douro, vol. 3

“Património Imaterial do Douro – Narrações Orais: Contos, Lendas, Mitos” volume 3, de Alexandre Parafita

«Uma nova definição de património cultural emergiu, entretanto, desde que as ciências sociais, nos seus enfoques antropológicos, passaram a concentrar a atenção mais nos processos do que nos objetos. Ganhou assim dimensão uma nova entidade composta por expressões que se manifestam de forma diversa e complexa através dos usos, costumes, crenças e vivências éticas e estéticas do povo, a que chamamos Património Cultural Imaterial 2. E ao ampliar-se, desse jeito, a noção de património cultural, permitiu reconhecer-se que nela se contemplam tanto os aspetos materiais como imateriais das culturas, ao mesmo tempo que se reforça o seu valor como fonte de identidade, diversidade e criatividade dos povos.» [Introdução]


Num tempo de globalização, de consequências paradoxalmente homogeneizadoras e desintegradoras das identidades, a cultura da memória (dos lugares, dos rituais, do imaginário), assume, cada vez mais, um papel importante na compreensão do tempo e do espaço, num processo de construção e afirmação de uma identidade coletiva, inequivocamente aceite como estrutura de ancoragem para cada indivíduo. Da espiritualidade da paisagem, à emergência de uma interpretação mítica dos fenómenos naturais e culturais, a região do Douro é, toda ela, um imenso filão ativo de Património Cultural Imaterial.
Este 3º Volume é dedicado às Narrações Orais dos concelhos de Sabrosa e Vila Real. Dois concelhos onde a magia das pedras e dos socalcos ainda harmoniza com os rostos e as vozes de um povo que resiste com os seus valores, as suas crenças, a sua cultura.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”]

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Meia dúzia de contos tão alegres como tontos

“Meia dúzia de contos tão alegres como tontos” de Alexandre Parafita, ilustrações Sofia Travassos Diogo

São histórias brincalhonas, com origem na cultura do povo rural. Ao longo de muitos anos, estiveram guardadas no baú das memórias dos antigos narradores. Noutros tempos encantaram gerações de meninos, que as ouviam ao serão, na voz dos seus avós, quando não havia televisão, nem computadores. E são agora recontadas e recriadas com muita graça e humor, bem ao jeito das crianças de hoje. Brincalhonas sim, mas muito didáticas também, com mensagens valiosas que perduram nos tempos.

«São histórias brincalhonas, com origem na cultura do povo rural. Ao longo de muitos anos, estiveram guardadas no baú das memórias dos antigos narradores. Noutros tempos encantaram gerações de meninos, que as ouviam ao serão, na voz dos seus avós, quando não havia televisão, nem computadores.» Alexandre Parafita

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor” texto - Alexandre Parafita, ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”]

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

a moura que morreu por amor

“Ardínia, a moura que morreu por amor” texto - Alexandre Parafita, ilustrações - Ana Lúcia Pinto

Esta é uma das lendas mais belas da Região do Douro. Ardínia é, de resto, uma das figuras lendárias que melhor representa o imaginário popular. Usando como trunfos a sedução, a beleza e a ousadia, Ardínia transformou a sua história de amor - impossível - numa mensagem intemporal de união, diálogo e tolerância.

Uma mensagem que ecoa nas paisagens durienses como um apelo mágico e um verdadeiro guião para os destinos que o Douro ainda hoje procura cumprir.

Ardínia e Tedo eram de culturas e credos diferentes, o que não os impedia de gostarem um do outro. O pai de Ardínia que se oponha a esse amor fez tudo para separar Tedo da sua filha. Será que o conseguiu? E de que maneira…

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”]

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Diabos, diabritos e outros mafarricos

“Diabos, diabritos e outros mafarricos” de Alexandre Parafita, ilustração Fátima Buco

Livro infantil que compila pequenas histórias e contos trazidos da tradição popular. Estes contos são subordinados à temática "Diabos", encontrando-se devidamente adaptados ao imaginário infantil.

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e leitura com apoio do professor ou dos pais.


«Quem nunca leu (ou ouviu contar) histórias de “duendes”? Certamente que todos os reconhecem como aquelas figurinhas astutas e buliçosas que a literatura infantil e, ultimamente, o cinema, através da saga do “Senhor dos Anéis”, foram buscar à mitologia dos países nórdicos e difundiram, massivamente, um pouco por todo o mundo.
O que muitos não saberão é que, também nas montanhas do Norte de Portugal e especialmente na Região de Trás-os-Montes, existe, ainda hoje, na memória oral dos mais idosos uma raça de figurinhas míticas, semelhante aos “duendes”, que o povo identifica como “trasgos”. São seres fantásticos, rebeldes, de pequena estatura, usam gorro vermelho e são dotados de poderes sobrenaturais.
O escritor e investigador de literatura oral tradicional Alexandre Parafita, que há anos faz pesquisas sobre mitologia popular, tendo já publicado neste domínio interessantes trabalhos, acaba de lançar uma curiosa obra para a infância, intitulada “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, onde os “trasgos” estão presentes com todo o seu mistério e rebeldia. Apresentado pela “Texto Editora”, na sua colecção “Contos e Lendas de Tradição Oral”, o livro contém histórias tão sugestivas como “O diabo e o lavrador”, “O diabo e os garotos”, “Um corvo na igreja”, “O diabo e as amêndoas”, “O menino e o espirro”, “O diabo, a menina e a ponte”, “A velha e o trasgo”, “O moleiro e o trasgo” e “O menino de vermelho”, entre outras.
E o que é, afinal, o “trasgo” na memória oral transmontana? O escritor di-lo nesta obra (pág. 24): é uma figurinha rebelde que aparece “a fazer judiarias às pessoas, partindo louça, arrastando os móveis, atirando pedras aos vidros, espalhando a cinza, despejando os sacos das nozes...” E diz também que, segundo as antigas crenças religiosas, são pequenas “almas penadas”, isto é, “meninos que morreram sem serem baptizados e cujo ‘espírito’ regressa depois às casas onde viveram, ou então para junto de antigos familiares” e que ninguém os pode levar a mal “pois, tendo morrido enquanto crianças, também não têm culpa por não terem sido baptizados”.

 Assim acontece, por exemplo, no concelho de Vimioso, onde existem as ruínas do chamado “moinho dos trasgos” (pág. 26), que foi abandonado pelo seu moleiro por não poder suportar as travessuras de um que com ele partilhou o mesmo habitáculo. Curiosa é também a postura de um desses “duendes” referenciada no concelho de Vinhais (pág. 30), onde uma velhota se queixava de que todas as noites era incomodada por ruídos de bancos a arrastar de um lado para o outro em sua casa. Resolveu por isso procurar outra casa para se mudar. E quando estava nas mudanças, a carregar as louças, móveis e outros haveres, encontrou no percurso entre as duas casas um menino de vermelho com um banco às costas. A velhota, muito admirada, perguntou-lhe: “– Olha lá, esse banco é meu! Para onde vais com ele?” E o rapaz, também admirado, exclamou: “– Então não estamos a mudar de casa?”
 Estas e muitas outras histórias são praticamente desconhecidas nas sociedades modernas – ao contrário do que sucede com os “duendes”, “elfos” ou “gnomos” das florestas e montanhas de Inglaterra e Noruega – porque a sobrevivência dos “trasgos”, especialmente em Portugal, está circunscrita à cultura popular oral, subalternizada e desprestigiada nos dias de hoje.
Fez bem Alexandre Parafita ao avivar-nos a memória, refrescando-a com estas histórias que, embora se dirijam aos mais novos, vão de encontro à matriz de um imaginário que nos identifica a todos.» Armindo Mesquita, em Poetas e Trovadores, Julho/Setembro de 2003»

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[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros fugurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A Máscara do Demo”]


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Um bispo português enterrado vivo...


“A Máscara do Demo” de Alexandre Parafita

“O mistério e a desconfiança dominavam, dia e noite, os pensamentos do jovem carmelita Frei Pedro do Espírito-Santo. Por fim, não resistiu mais. Na calada da noite, com a cumplicidade silenciosa do velho sineiro da catedral, o monge abriu a sepultura do bispo Frei João da Cruz. E o que viu deixou-o estarrecido. O bispo estava de bruços no caixão!”

«Inspirado em factos reais, o livro levanta o véu sobre a morte misteriosa do bispo português frei João da Cruz, da ordem dos Carmelitas Descalços, que governou, com mãos de ferro, em meados do séc. XVIII, as dioceses do Rio de Janeiro e de Miranda do Douro. Sepultado na catedral desta última, as suspeitas de que fora enterrado vivo, habilmente silenciadas pela hierarquia da igreja, correram durante muitos anos na memória popular como lenda, e a partir dela Alexandre Parafita desenvolveu a investigação que conduziu à publicação desta obra.

Como todas as lendas, também esta se escreve nas frinchas da história para preencher os seus vazios. O certo, porém, é que a estranha morte deste bispo vem ajudar a compreender a extinção da diocese de Miranda. Após ter estado vários anos sem bispo, o que veio a seguir mudou-a em definitivo para Bragança.

Frei João da Cruz, antes de rumar a Miranda do Douro, fora uma das mais importantes figuras da igreja no Brasil colonial. Como bispo do Rio de Janeiro, fundou cidades, mandou construir mosteiros, igrejas e santuários que hoje são o “ex-libris” do turismo cultural e religioso brasileiro, mas formou também um exército de clérigos para afrontar os caciques poderosos, o que o fez voltar para Portugal com uma imagem denegrida.

Alexandre Parafita (natural de Sabrosa, 1956) é professor e investigador na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e tem o doutoramento em Cultura Portuguesa na especialidade de Património Cultural Imaterial. Autor de várias dezenas de obras, no âmbito dos estudos ensaísticos e da literatura infanto-juvenil, muitos dos seus títulos integram o Plano Nacional de Leitura (PNL).» [Gerson Ingrés, local.pt]

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[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, A Mala Vazia e algumas histórias de tradição oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"]

terça-feira, 2 de abril de 2013

Histórias infantis de tradição oral


“A mala vazia e algumas histórias de tradição oral”
de Alexandre Parafita, ilustrações de Pedro Serapicos

A mala vazia e algumas histórias de tradição oral. Reforçadas pelo jogo lúdico das rimas, do ritmo e das imagens, estas histórias convidam todos, especialmente os mais pequenos, a uma leitura interessada e aprazível. Algumas trazem ainda o eco de antigas canções pastoris e canções de berço. Um eco que liga as crianças de hoje à memória das crianças de sempre. São histórias de ler e de ouvir. Histórias de dizer a brincar. De contar e recontar. Histórias onde o sonho e a fantasia dão que pensar.

«Este livro, com notáveis ilustrações da autoria de Pedro Serapicos, surge na continuidade de outros de Alexandre Parafita dirigidos à infância e à juventude, constituindo um conjunto de histórias contadas em verso que atravessam um imaginário tradicional tão caro a este autor, reconhecido, nacional e internacionalmente, pelos contributos que tem dado no âmbito da investigação que desenvolve em literatura oral tradicional no Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa.
Em «A mala vazia» encontramos três grandes linhas de força merecedoras de atenção especial, sendo elas a dicotomia entre a fantasia e a realidade na construção do texto poético, a referência a valores e a utopias e a persistente e sempre necessária divulgação de uma cultura popular enquanto parte integrante da nossa matriz civilizacional.» [Pompeu Miguel Martins, em Poetas e Trovadores, Abril/Junho003]

Plano Nacional de Leitura: Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...

[também os seguintes títulos de Alexandre Parafita:"Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado, “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II", "Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"]

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Lendas, mitos, serpentes, tesouros


“A Mitologia dos Mouros – lendas, mitos, serpentes, tesouros” de Alexandre Parafita

A obra “A Mitologia dos Mouros” debruça-se sobre o mistério que envolve a figura dos mouros na nossa memória colectiva. Apresentados na História como seres de "carne e osso", invasores, pelejadores, opressores, inimigos de Deus, e identificados com múltiplas denominações (sarracenos, agarenos, muçulmanos, maometanos, infiéis, árabes, bérberes, islâmicos, mouriscos, maurescos, moçárabes, mudejares, etc.), os Mouros aparecem, contudo, nas Lendas como seres mágicos, com aparência humana ou não, que guardam valiosos tesouros e vivem nos montes, nas fragas, em torres, nos castros, nas grutas, nas covas, em cisternas, nos dólmens, nas fontes, em lagos ou em rios.
Esta obra procura e dá respostas, por vezes polémicas, que o tempo sempre foi adiando: Quem são, afinal, os mouros da História e os mouros da Mitologia? Que estratégias e interesses político-teológicos se "escondem" nas Lendas de Mouros? Qual a natureza dos tesouros e dos seres encantados (serpentes, gigantes, diabos, touros, cabras, sapos…)? Qual o parentesco dos "mouros míticos" com o demónio? O que fazem os mouros na toponímia e nos "lugares de memória"?

«Alexandre Parafita, na sua obra "A Mitologia dos Mouros", faz uma análise exaustiva desta figura da memória colectiva peninsular, a partir da interpretação de 263 lendas, aí concluindo que, embora sejam apresentados na História “oficial” como seres de “carne e osso”, invasores, pelejadores, opressores, inimigos de Deus, e identificados com múltiplas denominações (sarracenos, agarenos, muçulmanos, maometanos, infiéis, árabes, bérberes, islâmicos, mouriscos, maurescos, moçárabes, mudejares, etc.), os Mouros aparecem nas lendas como seres mágicos, com aparência humana ou não, que guardam valiosos tesouros e vivem nos montes, nas fragas, em torres, nos castros, nas grutas, nas covas, em cisternas, nos dólmens, nas fontes, em lagos ou em rios.» [Wikipédia]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os seguintes títulos de Alexandre Parafita:

- “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”;
- "Património Imaterial do Douro - Vol. I";
- "Património Imaterial do Douro - Vol. II";
- "Os Provérbios e a Cultura Popular";
- "Antologia de Contos Populares" Vol. II;
- "O Maravilhoso Popular";
- "A Comunicação e Literatura Popular".
- "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira;
- "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais;
- “Contos ao vento com demónios dentro” ilustrações de Miguel Gabriel;
- "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires;
- "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel;
- "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel;
- "A Mala Vazia" ilustrações de Pedro Serapicos;
- "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado:
- “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Os Narradores da Memória


“Contos ao vento com demónios dentro” de Alexandre Parafita, ilustrações de Miguel Gabriel

São histórias da tradição oral recontadas e recriadas com muita graça e humor.
Histórias que saíram de uma biblioteca chamada Memória e que encantaram gerações de avós, pais e netos.
Histórias fantásticas, mágicas, brincalhonas…
Histórias de diabruras, onde o chefe supremo do Mal, o promotor de todos os medos, acaba sempre derrotado.
Os Narradores da Memória.
Os contos populares, as lendas e os mitos fazem parte da memória cultural de um povo. A cada geração cabe a responsabilidade de passar à seguinte o seu testemunho, garantindo que o fio condutor da memória não seja quebrado. Têm, por isso, um importante papel os Narradores da Memória.
As Narrações deste livro fazem parte do riquíssimo património imaterial e são versões recontadas e recriadas a partir dos documentos originais que o autor tem vindo, há anos, a compilar e a estudar.
 «“Contos ao vento com demónios dentro” reúne contos da tradição oral
As bruxas, os olharapos, almas penadas e demónios são alguns dos personagens que dão vida ao novo livro de Alexandre Parafita. “Contos ao vento com demónios dentro” reúne um conjunto de histórias inspiradas na tradição oral transmontana e que foram alvo de uma recolha, por parte do autor, junto de pessoas idosas dos vários concelhos da região. Contos do maravilhoso popular em que os demónios são sempre combatidos pelos heróis da história, numa equação em que o bem tem sempre primazia sobre o mal. São, por isso, contos que Parafita quis “recontar” para as crianças, como explicou: “achei que se tratava de um conjunto de histórias que valia a pena recontar para as crianças, sob o ponto de vista didáctico, na medida em que utiliza a figura do demónio para com os exemplos negativos, enfatizar os exemplos positivos”. (..) Perafita considera que a cultura popular contém a matriz identitária dos povos que os identifica e diferencia dos outros. “Se as crianças e os jovens não se sentirem enraizados em relação a um povo, a uma identidade, a memórias, ao longo da sua vida vão encontrar-se sempre desorientados”, concluiu. Alexandre Parafita é natural de Sabrosa e dedica-se, há vários anos, à literatura infantil. Muitas das suas obras integram o Plano Nacional de Leitura, manuais escolares de vários níveis de ensino e são bibliografia obrigatória em cursos de licenciatura e mestrado. O escritor é também investigador do Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa, nas áreas de mitologia e da literatura oral.» [“Mensageiro de Bragança”]

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e leitura com apoio do professor ou dos pais.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os seguintes títulos de Alexandre Parafita:
- “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”;
- "Património Imaterial do Douro - Vol. I";
- "Património Imaterial do Douro - Vol. II";
- "Os Provérbios e a Cultura Popular";
- "A Mitologia dos Mouros";
- "Antologia de Contos Populares" Vol. II;
- "O Maravilhoso Popular";
- "A Comunicação e Literatura Popular".
- "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira;
- "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais;
- "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires;
- "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel;
- "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel;
- "A Mala Vazia" ilustrações de Pedro Serapicos;
- "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado:
- “Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações de Rui Pedro Lourenço.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Magalhães, o grande Navegador

“Magalhães nos olhos de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves,
 ilustrações de Rui Pedro Lourenço
Esta é a história de Magalhães, o grande Navegador, senhor dos Oceanos, narrada por um avô a seu neto a bordo de um luxuoso navio, num cruzeiro pelo estreito da América do Sul que tem o seu nome.
É, por isso, uma história repleta de aventuras, tormentos e mistérios, dominada pela visão inquietante de sereias, gigantes e monstros marinhos. A história do Homem que provou não haver um fim para o mar e mostrou ao mundo que, quando os sonhos são infinitos… nem a lei da morte os pode travar!

Da autoria do escritor transmontano Alexandre Parafita e da pedagoga brasileira Simone de Fátima Gonçalves, esta história foi escrita a duas mãos, por um autor português e uma autora brasileira, usando redes sociais e tecnologia interactiva: o retrato de uma “aldeia global” que Magalhães ajudou a construir.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os seguintes títulos de Alexandre Parafita:
- "Património Imaterial do Douro - Vol. I";
- "Património Imaterial do Douro - Vol. II";
- "Os Provérbios e a Cultura Popular";
- "A Mitologia dos Mouros";
- "Antologia de Contos Populares" Vol. II;
- "O Maravilhoso Popular";
- "A Comunicação e Literatura Popular".
- "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira;
- "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais;
- "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires;
- "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel;
- "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel;
- "Contos Ao Vento com Demónios Dentro" ilustrações de Miguel Gabriel;
- "A Mala Vazia" ilustrações de Pedro Serapicos;
- "Contos de Animais com Manhas de Gente" ilustrações de Eunice Rosado.