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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Coração de Torga


“Coração de Torga”
peça escultória - #4

Escultor: Paulo Duarte

Matéria: Madeira revestida com cera de abelha e estames em arame de aço, contido numa estrutura em vidro; o agreste e a sua fragilidade inerente que se perpetua no tempo.

de 15 de Novembro de 2017 a 6 de Janeiro de 2018

Urgueira: a planta das torgas

De raízes tão assombrosas. Acostumadas a vê-las nos topos das serras, para nós a urgueira é, simplesmente, mato. Um mato do qual se aproveitam as raízes, as torgas. Os antigos, sabemos, usavam-nas para carvão.

A urze, floresce entre Junho e Outubro, as suas flores são de vários tons, de rosa até ao lilás e brancas, o seu perfume é muito suave e doce, daí ser muito apreciado pelas abelhas e pelos apicultores. Esta planta é muito resistente, pode viver cerca de quarenta anos.

“O Homem e a Terra onde se situa, o pavimento Espaço – Lugar antropológico e etnográfico, a pesquisa de campo e o jogo dos objectos – matéria, no contexto da imagem.”


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Exposição de escultura, por Paulo Duarte

Metamorfose de um anjo

Exposição de escultura – 3 obras
por Paulo Duarte
de 1 de Dezembro de 2016 a 6 de Janeiro de 2017
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

Tipo matéria; Peças Escultóricas
Pedra - Xisto (Rocha metamórfica), aproximando das características do Basalto Volfrâmio.
Rocha Metamórfica (depósitos sedimentados muito ricos em ferro que sofrem metamorfismo, compostos por hematite, e magnetite), extraído do Túnel do Marão.

Casa - Atelier
Artes Plásticas
Paulo Duarte - Escultor (emergente)
Nasceu em Moçambique em 1963, Nacionalidade - Portuguesa; a residir em Vila Real (Trás-os-Montes) Portugal desde 1975.

A elevação do Homem como Condição do Tempo
Inicia o percurso profissional e artístico ligado ás artes gráficas, passando pelo audiovisual e multimédia, design gráfico, e editor de conteúdos, na qualidade de funcionário na Escola Superior de Educação de Vila Real, e na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Rescinde contrato com comum acordo com o Estado Português no ano de 2014.
Numa constante atitude inerente a um processo Construtivista, realiza as primeiras cinco exposições de pintura a óleo, e pastel, entre 1995, e 2003
1ª. Exposição ”Os Tempos” Pinturas a Óleo sobre tela em Agosto de 1995 no Centro Cultural e Regional de Vila Real; 2ª. Exposição” 26 de Março a 1 de Abril de 2001 Biblioteca Central da UTAD; 3ª. Exposição “Retrospetiva de os Tempos”; de 16 a 30 de Abril de 2001, Centro Cultural e Regional de Vila Real; 4ª. Exposição Individual de 1 a 8 de Junho de 2003, Centro Cultural e Regional de Vila Real.  A 1ª. Exposição Coletiva no Jardim da Carreira, em Vila Real um dia com os Pintores: Nuno Castelo e Andreia Martins, 26 de Junho de 1996.
Em 2016; Participa pela primeira vez com duas peças escultóricas, numa amostra, numa Exposição Coletiva com Artistas Plásticos do Norte de Portugal, e Galiza, integrado no programa; Vila Real Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016, "CULTURA QUE UNE".
Em 2009 ingressa na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, como estudante trabalhador, interrompe a formação universitária em 2012, reingressa em 2014 | Artes Plástica - Ramo de Escultura.
O emergir da linha como meio, e forma de uma extensão de um percurso, a evasão de novos territórios à descoberta a procura; O jogo dos elementos, os objetos num contexto da imagem desenhos escultóricos;
O Objeto Escultórico como Forma, inerente à sua inquietude.
“ A elevação do Homem como condição do Tempo” - (o emergir a forma, da matéria)
"Desenho a Vida, e esculpo a existência"
Para mim o que é a arte!

Natividade