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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Dr. Domingos Campos, Vila Real


“Dr. Domingos Campos 1902 – 1974 História de Vida” de Maria Emília Campos

«CAMPOS, Domingos
Nasceu em Borbela, concelho de Vila Real, em 20.6.1902. Em 1927 formou- se em Medicina na Universidade de Coimbra. Instalou-se em Vila Real e aí desenvolveu um verdadeiro sacerdócio profissional. Cuidou dos pobres, dos aflitos, numa verdadeira cruzada de bem fazer e de entrega ao semelhante, como a Voz de Trás-os-Montes, de 19.6.1997 escreveu, a título póstumo a Câmara de Vila Real já reconheceu os seus méritos atribuindo lhe a medalha de ouro de Mérito Municipal e o seu nome a uma rua citadina. Deixou dois filhos, igualmente ilustres Vilarealenses: o Dr. José Campos e a Dr.a Maria Emília Campos que escreveu a biografia do Pai, em livro que foi apresentado pelo Eng.° Tomaz Rebelo do Espírito Santo, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em 20 de Junho de 1997.» In i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Aspectos etnográficos, Vila Real, Trás-os-Montes

“Alguns Aspectos Etnográficos do Concelho de Vila Real de Trás-os-Montes” de Maria Emília Campos

- O traje rural até meados do século XX.
- O folclore musical (com a colaboração de Monsenhor Ângelo Minhava).
- O serão na aldeia.

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[também da autora o título: “Colégio Moderno de S. José (Vila Real) – Monografia]

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Colégio Moderno de S. José, Vila Real



“Colégio Moderno de S. José (Vila Real – Monografia” de Maria Emília Campos

O 15º Aniversário da Associação das Antigas Alunas do Colégio Moderno de S. José foi assinalado  com o lançamento do livro “Colégio Moderno de S. José Vila Real “(monografia de Maria Emília Campos) a 11.outubro.2013.

Entrada das Irmãs em Vila Real
A fundação do Colégio remonta a 1928. Depois da Implantação da República, fechou o Colégio das Irmãs Doroteias, nesta cidade. Sentindo a falta das Irmãs, o povo pedia o regresso das religiosas. Por essa ocasião, a Superiora Geral, Madre Maria Domingas da Conceição Mota, vira-se obrigada a fechar o Colégio de Verín – Espanha, por falta de pessoal docente apto, no respeitante ao conhecimento da língua espanhola.
Entretanto, abordada pelo Bispo de Vila Real, D. João Evangelista de Lima Vidal, a Madre Maria Domingas transferiu, gostosamente, as Irmãs de Verín para a capital transmontana, para com elas abrir o Colégio, em outubro de 1928. Para esse efeito, foi comprada uma pequena moradia particular, pertencente ao Sr. António Ribeiro do Tojal, sita na Rua do Carmo e com o nome de Vila Celeste, nome que conservou até 1941. Adquirida a casa, as Irmãs mudaram do Colégio de Verín – Província de Orense – Galiza, para Vila Real, fazendo-se, também, nessa altura, a transferência do mobiliário e material didáctico do citado Colégio.
O pessoal religioso, proveniente diretamente da Comunidade do referido Colégio, era composto pelas Irmãs:
Ir. Maria Amada da Eucaristia (Laurinda Ribeiro da Costa) – Superiora.
Ir. Fortunata da Conceição – Professora de Lavores
Ir. Pureza dos Anjos – Prefeita, Professora da Instrução Primária e corte
Ir. Consolação do Bom Pastor – Cozinheira
Ir. Maria do Santíssimo Sacramento – Prefeita, Professora da Instrução Primária, pintura.
Ir. Maria Paulina (indiana) – Professora de Inglês e de Ginástica.

Formação cultural e artística
Desde o início, o Colégio manteve sempre como preocupação dominante a formação integral das Alunas. Assim, após as primeiras obras de ampliação da casa primitiva, foi inaugurado o salão de festas com uma representação no Carnaval que, a partir de então, se tornou tradição.
Durante longos anos, teve a cidade o prazer de assistir a belíssimas festas, cuidadosamente ensaiadas e onde não faltavam as mais altas autoridades civis, militares e religiosas.
Cada fim de ano letivo era caracterizado por uma exposição de trabalhos artísticos, executados pelas próprias Alunas ao longo do ano.

Ao longo dos anos…
Nos primeiros anos, o Colégio era frequentado por um grande número de Alunas que se dedicava, especificamente, a lavores, arte aplicada e pintura. Sentia-se interesse e mesmo entusiasmo, não só das Alunas, mas, também, dos próprios visitantes.
Fundado há 81 Anos, o Colégio Moderno de S. José viveu todo este tempo numa afirmação constante de progresso, de ascensão para o ideal a que se propuseram as suas Fundadoras, tendo, concerteza, ultrapassado já as aspirações mais ousadas e os sonhos mais optimistas da primeira hora. Em 81 Anos, quanto caminho andado! Quantos Alunos e quantos Educadores por ele passaram! Quantas histórias lindas se podem contar! Quantas mães exemplares e quantas profissionais exímias! Quantas pessoas consagradas receberam aqui a sua formação cristã… Escola de ciência e de virtude, casa de ensino e educação, procura ir ao encontro das necessidades da Comunidade local e corresponder aos seus mais justos anseios. Com a celebração das Bodas de Diamante, o Colégio inaugurou uma nova etapa, bem assente na ousadia do sonho, na coragem de avançar e na esperança de vencer.” (cf. Escola Franciscana Hospitaleira – Um desafio de Séculos).

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