Na Traga-Mundos –
livros e vinhos, coisas e loisas do Douro temos o imenso orgulho de sempre disponibilizarmos
o olaria negra de Bisalhães, moldados pela arte das mãos de Cesário da Rocha
Martins, um dos três septuagenários oleiros que restam na actividade, estando
disponíveis algumas das peças tradicionais, como a bilha de rosca, bilha
de melão, bilha de cantil, alguidar de fornalha, alguidar churro (antigo),
assadeiras, lamparina, pichorra (antiga), caneca de bico postiço, assadeira de
castanhas – os desenhos são traçados pela sua mulher, Adurinda Martins Cigre.
Também disponibilizamos uma das peças mais famosas: a bilha de segredo...
Uma livraria e espaço especializado em Trás-os-Montes e Alto Douro. «Queremos construir uma referência quando se pensa na região, seus autores e cultura, vinhos e tradições, produtos e artesanato...» Um espaço de galeria de arte e onde se realizam diversos eventos: apresentações de livros, tertúlias, workshops, oficinas - ponto de partida também para passeios, visitas.
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Olaria negra de Bisalhães
«A olaria de Bisalhães apresenta uma singularidade que é, nada mais nada menos, do que a cor negra das louças. O segredo está no forno e nos métodos da cozedura. O forno é um buraco aberto na terra, assemelhando-se a uma cratera, com três paredes naturais revestidas a barro e uma quarta parede de pedra, onde se situa a porta. As peças são colocadas numa grelha em ferro sobre a qual se põe a lenha a crepitar. Para que os artigos cozam totalmente, põe-se, por cima da louça, uma camada de rama de pinheiro verde a arder. Para impedir a libertação de fumos, o forno artesanal é abafado com uma camada de caruma, musgo e terra. É aqui que reside o segredo. Se não se abafasse, a louça ficava vermelha. Para o sucesso da cozedura são necessárias cerca de 24 horas e o número de fornadas por ano, varia de oleiro para oleiro»
Júlia Violante de Carvalho Ribeiro Correia, “Conhecimento do património artístico regional – Preservação do Artesanato de Bisalhães
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A primeira loisa...
A primeira loisa a chegar à Traga-Mundos foi a olaria negra de Bisalhães – com particular orgulho e significado.
De Cesário da Rocha Martins, um dos três septuagenários oleiros que restam na actividade, estarão disponíveis algumas das peças tradicionais: bilha de rosca, bilha de melão, bilha de cantil, alguidar de fornalha, alguidar churro (antigo), assadeiras, lamparina, pichorra (antiga), caneca de bico postiço, assadeira de castanhas – os desenhos são traçados pela sua mulher, Adurinda Martins Cigre.
E mais virão...
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