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segunda-feira, 20 de julho de 2026

A Galiza de José Afonso


 “A Galiza de José Afonso” por Paulo Esperança

 

Partindo da profunda ligação de José Afonso à Galiza, esta obra percorre os laços de amizade, solidariedade e resistência que uniram o cantor ao povo galego, mostrando como a sua música e o seu pensamento continuam vivos dos dois lados da fronteira. Mais do que recordar um músico, o livro convida-nos a revisitar o seu legado como um espaço de encontro entre culturas, de liberdade e de esperança.

«A relaçom do Zeca com a Galiza teceu-se através de fortes amizades geradas ao redor da chamada música de intervençom. Benedito ou Bibiano fôrom algumhas das pessoas que acompanhárom o Zeca nas viagens e concertos em que participou na Galiza. Num deles, em Compostela, perto do lugar que em Maio foi baptizado ‘Parque José Afonso’, foi cantada pola primeira vez a mais conhecida música do cantor português: ‘Grándola, vila morena’, utilizada como senha para o golpe militar do 25 de Abril anos mais tarde. Foi precisamente Bibiano quem apresentou o Xico de Carinho ao Zeca num recital em Paris, em 1971.

Para o Xico, que chegou a visitar o Zeca em duas ocasions na vila em que residiu nos últimos anos da sua vida, Azeitão, as amizades dérom passo a umha grande «identificaçom com a cultura e o idioma galego» que o Zeca tentava explicar no seu país: «Há umha grande confusom em Portugal sobre a Galiza. Estou farto de explicar por todo o lado que a Galiza nom é Espanha». Esta identificaçom levaria-o a compor umha das mais belas melodias do seu repertório: ‘Achega-te a nim, Maruxa’, tirada do cancioneiro limiao. Em Agosto de 1985, no parque de Castrelos de Vigo, realizou-se o concerto-recital ‘Galiza ao José Afonso’, umha das mais emotivas homenagens que recebeu o cantor português, já gravemente doente na altura.» Paulo Esperança

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 14 de julho de 2026

“O Seringador T” reportório crítico-jocoso e prognóstico diário para 2027

 


“O Seringador T” reportório crítico-jocoso e prognóstico diário para 2027

(e 162.º ano da sua publicação)

desde 1865

fundado por João Manuel Fernandes de Magalhães

 

O Mais Antigo Almanaque

 

5

Por isso apenas pergunto

Referindo-me a este assunto

De ódio e falta de amor,

Que é que se há de dizer

Quando se quer escrever

Para o nosso Seringador.

 

«Almanaque de grande tradição, muito ligado à agricultura e à astrologia na sua vertente relativa às condições climáticas relevantes para as actividades humanas. Muito completo na elencagem das feiras e mercados do país, bem como nas datas associadas a eventos de utilidade  pública. Em jeito de editorial, apresenta o "Juizo do Ano" e termina com o espaço habitual de entrevista bem humorada. De realçar a importância dada à dita "Cultura", com um espaço de poesia logo na capa.

À venda nas boas livrarias» [Coisas Avulso]

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

A. M. Pires Cabral | Prémio de Poesia de Oeiras


«O escritor transmontano, A.M. Pires Cabral, foi o vencedor do Prémio de Poesia de Oeiras na modalidade “consagração”, com o seu livro “Na Morte de Erato”.

Já distinguido com o Grande Prémio de Poesia António Ramos Rosa APE (2025) e com o Prémio Autores 2025 da SPA para Melhor Livro de Poesia, “Na Morte de Erato” é o quarto livro de A.M. Pires Cabral na Coleção de Poesia dirigida por Pedro Mexia da editora Edições Tinta-da-China.

Na 4ª edição, o Prémio de Poesia de Oeiras recebeu 1.136 candidaturas, provenientes de várias partes do mundo, demonstrando o alcance e a crescente visibilidade deste prémio, com participações de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, entre outros países.» [Rádio Onda Livre]

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Apresentação de livro “O Cidadão para os Cidadãos” de Victor Carvalho | tertúlia

 


Apresentação de livro “O Cidadão para os Cidadãos”

de Victor Carvalho, com a presença do autor

dia 22 de Abril de 2026, quarta-feira, pelas 21h00

na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

 

MOTIVAÇÃO PARA ESCREVER O LIVRO

Sou um apaixonado pelas Organizações, gosto que elas funcionem o melhor possível, sejam elas profissionais ou voluntárias, gosto de dar os meus contributos …

Nas coisas simples do dia a dia, temos sempre a possibilidade de intervir. Muitos não o fazem. Há uma tendência na sociedade, para o individualismo. Considerando o estado em que se encontra o País e o Mundo, senti necessidade de escrever.

Ao redigir artigos de opinião e crónicas para o jornal “O Cidadão”, dei por mim que juntando em livro este material, estaria a dar um contributo para a Cidadania. Não faltam campos de intervenção, nesta aldeia global, seja pelos problemas sociais, sejam ambientais… todos políticos.

Quanto mais Cidadania mais Democracia.

Victor da Silva Carvalho nasceu, em Benguela-Angola, a 18 de março de 1961. Acompanhado de sua mãe, veio a Portugal para o funeral do seu avô materno, já não chegaram a tempo, falecera a 28 de abril e só chega em Maio de 1975, com 14 anos e bilhete de avião, com viagem de regresso, não mais utilizada, pois a instabilidade e a guerra escalava. Sempre gostou da escrita e fazia-o em revistas estudantis e textos de intervenção política. Estudou em Mangualde, onde granjeou popularidade e foi dirigente estudantil. Foi dirigente associativo no Seixal. Tem um filho, dois netos e uma neta, que vivem nesse concelho. Em 2005, aceitou o desafio de vir para Braga, cidade onde continua a trabalhar, já lá vão 20 anos, cidade onde gosta de residir e viver. Frequentou da Licenciatura em Psicologia, na UCP - Universidade Católica Portuguesa. Trabalha em formação profissional, há 36 anos. Gosta de opinar, escrever, tem um olhar atento da atualidade política nacional e internacional.

Convida a refletir e agir, também, sobre a importância do respeito e valorização do outro.

ENTRADA LIVRE

 


António Alberto Alves

Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro

Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real

2.ª, 3.ª, 4.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00

259 103 113 | 935 157 323 | @gmail.com"traga.mundosHYPERLINK "@gmail.com%22traga.mundos1@gmail.com"1HYPERLINK "@gmail.com%22traga.mundos1@gmail.com"@gmail.com

http://traga-mundos.blogspot.com/ | www.facebook.com/livrariatragamundos/  | www.instagram.com/traga_mundos_livraria/

 

próximos eventos:

- Setembro de 2025 a Abril de 2026: exposição de colecção de artes da livraria traga_mundos [pintura, desenho, fotografia, cianótipo, texto], na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- dia 15 de Abril de 2026, quarta-feira, pelas 21h00: + Poesia [por Colectivo Penêdo] #37, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as terceiras quartas-feiras de cada mês]

- dia 19 de Abril de 2026, domingo: participação com uma banca de livros no FELu 2026 – Festival Etnobotânico de Ludares, Portugal;

- dia 22 de Abril de 2026, quarta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “O Cidadão para os Cidadãos” de Victor Carvalho, com o autor, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- dia 23 de Abril, quinta-feira, pelas 21h00: “Benefícios do Xadrez: encontro com Mestre de Xadrez (Roman Chemerys) #9, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- e ao longo de 2026 & etc. haverá mais, sempre muito mais...

domingo, 5 de abril de 2026

Presentación de “Galegos do Douro na obra de João de Araújo Correia”

 


Apresentação / Presentación de “Galegos do Douro na obra de João de Araújo Correia”

dia 11 de Abril de 2026, sábado, pelas 16h00

uma parceria de Fundación Vicente Risco, Tertúlia de João de Araújo Correia, Livraria Traga-Mundos e Associação Cívica e Cultural Antão de Carvalho

na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

 

 «A obra “Galegos do Douro. Na obra de João de Araújo Correia”, com organização, introdução e notas por Hercília Agarez e posfácio de Gaspar Martins Pereira estava esgotada e era muito procurada. Essa coletânea temática oferece uma visão da terra e das gentes, como a vinda da Galiza, que o marketing turístico do Douro ensombrou com as imagens que vendem a região, no país e no estrangeiro.

 A Fundação Vicente Risco (Allariz, Galiza), a Tertúlia João de Araújo Correia, a Livraria Traga_Mundos, patrocinadoras da edição inicial, e a Associação Cívica e Cultural Antão de Carvalho, juntaram esforços e tornaram possível a reimpressão da obra e acesso a este património por estudiosos e pelo público em geral.

 As mesmas instituições levam a efeito essa “Apresentação e Leituras de Galegos do Douro”, no cumprimento das suas finalidades cívicas e culturais. Pretendem criar um momento de celebração do intercâmbio secular entre dois território, duas pátrias e duas comunidades que já partilharam a mesma língua e hoje têm línguas gémeas.

 Nessa celebração, participam os seus responsáveis, Luís Risco (Fundação Vicente Risco), Ana Ribeiro e Helena Gil (Tertúlia de João de Araújo Correia), António Alberto Alves (Traga-Mundos) e José Esteves Rei (Associação Cívica e Cultural Antão de Carvalho); a apresentação da obra está a cargo de José Manuel Cardoso Belo (UTAD); as leituras contam com a participação de membros da “Filandorra - Teatro do Nordeste”, com o seu Diretor Artístico (David Carvalho).

 Procura-se lembrar, sobretudo, aos mais jovens que: “[…] os durienses têm uma dívida secular para com o povo da Galiza. O vinhedo monumental do Alto Douro, Património da Humanidade, e a excelência de seus vinhos são, em grande parte, resultado do trabalho duro de muitas gerações de galegos, cuja memória não pode ser esquecida.” (Gaspar Martins Pereira, posfácio, “Galegos do Douro”)»

 

António Alberto Alves

Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro

Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real

2.ª, 3.ª, 4.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00

259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

http://traga-mundos.blogspot.com/ | www.facebook.com/livrariatragamundos/  | www.instagram.com/traga_mundos_livraria/ 

próximos eventos:

- Setembro de 2025 a Abril de 2026: exposição de colecção de artes da livraria traga_mundos [pintura, desenho, fotografia, cianótipo, texto], na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- dia 11 de Abril de 2026, sábado, pelas 16h00: re_apresentação de “Galegos do Douro. Na obra de João de Araújo Correia”(reedição), parceria de Fundación Vicente Risco, Tertúlia de João de Araújo Correia, Livraria Traga-Mundos e Associação Cívica e Cultural Antão de Carvalho, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- dia 15 de Abril de 2026, quarta-feira, pelas 21h00: + Poesia [por Colectivo Penêdo] #37, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as terceiras quartas-feiras de cada mês]

- dia 19 de Abril de 2026, domingo: participação com uma banca de livros no FELu 2026 – Festival Etnobotânico de Ludares, Portugal;

- dia 22 de Abril de 2026, quarta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “O Cidadão para os Cidadãos” de Victor Carvalho, com o autor, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- e ao longo de 2026 & etc. haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 21 de março de 2026

Tintin an mirandés | Tintin em mirandês - “Ls Xarutos de L Farao” de Hergé


“Ls Xarutos de L Farao” de Hergé

Las Abinturas de Tintin

traduction: Alcides Meirinhos

 

«Todos ls partecipantes nesta cuonta fálan la Lhéngua que stá na nuossa raíç: Tintin, Rastapopoulos, Dupond i Dupond, Oulibeira de la Figueira… i até Milú lhadra an mirandés.»

 

«Tintim fala mirandês numa nova tradução com apenas mil exemplares

“Ls Xarutos de l Faraó” marca a estreia do repórter belga na segunda língua oficial de Portugal. É a quarta aventura da série, a primeira com o português Oliveira da Figueira.

O “repórter mais famoso do mundo”, Tintim, nasceu a falar francês. Com o crescimento d’ “As Aventuras de Tintim”, série de banda desenhada franco-belga criada pelo cartoonista Hergé, para outros países, passou a falar muitas outras línguas. Em 2026, vai acrescentar mais uma à lista: mirandês. 

O lançamento de “Ls Xarutos de l Faraó” (“Os Charutos do Faraó”), tradução do quarto álbum da saga, terá edição limitada de mil exemplares. Junta “a cultura e a língua mirandesa à banda desenhada mais clássica e tem como base uma personagem portuguesa que faz parte das aventuras de Tintim”, explicou Daniel Sasportes, promotor da iniciativa, em declarações à agência Lusa, aqui citado pela Renascença. 

Além de Oliveira da Figueira, o único personagem português recorrente na série, o percurso de Tintim está ligado ao nosso País há 90 anos por outra razão: em 1936, a revista portuguesa de banda desenhada “O Papagaio” foi a primeira publicação fora do espaço francófono a traduzir Hergé, introduzindo “As Aventuras de Tintim na América do Norte” em língua portuguesa, as primeiras histórias do repórter.

Nove décadas depois, surge agora um volume em mirandês, idioma falado por 15 mil habitantes no nordeste transmontano, sendo a 148.ª tradução das peripécias do herói.

A tradução ficou a cargo de Alcides Meirinhos, que passou do original para o segundo idioma oficial de Portugal uma das narrativas mais emblemáticas, publicada originalmente em 1932 na revista “Le Petit Vingtième“ e editada nos álbuns pela belga Casterman.

“Os Charutos do Faraó” marca a estreia de Oliveira da Figueira (Oulibeira de la Figueira, em mirandês) no universo d’“As Aventuras de Tintim”, e, o que confere “simbolismo especial à edição” para Sasportes, sendo tudo menos casual. Disponível em capa dura, esta tradução, representa, nas palavras de Sasportes, “não só uma novidade no universo ‘tintinófilo’, mas também um contributo relevante para a valorização da diversidade linguística em Portugal”.

(...)

“Esta edição do álbum do Tintim em mirandês foi uma ideia de um português, com tradução de um mirandês, mas cujos direitos são todos belgas”, resume Sasportes. Já o tradutor, Alcides Meirinhos, membro da Associação da Língua e Cultura Mirandesa (ALCM), descreve o processo como “um desafio interessante”. O início foi “um pouco trabalhoso e difícil”, confessa, mostrando estar satisfeito com o resultado.

“Penso que se conseguiu dar um cunho mirandês a toda esta aventura de Tintim”, algo que considera uma prova que “a língua mirandesa pode ser utilizada na tradução de clássicos”, independentemente do género.»

 


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[na livraria disponibilizamos diversas obras em língua mirandesa; em prosa ou poesia; romances, novelas e contos; livros técnicos e actas de congressos; álbuns infanto-juvenis; astérix; algumas bi-lingues (na mirandés e em português); de edições de autor a edições de associações e outras instituições – neste momento, seremos a livraria que mais títulos em língua mirandesa temos disponíveis]

terça-feira, 10 de março de 2026

J. Rentes de Carvalho prémio da Fundação Inês de Castro 2025

 


«J. Rentes de Carvalho distinguido com Prémio Tributo de Consagração.

À beira de completar 96 anos, J. Rentes de Carvalho acaba de ser distinguido com o Prémio Tributo de Consagração Fundação Inês de Castro 2025, segundo anúncio daquela Fundação a propósito da 19.ª Edição do Prémio Literário Fundação Inês de Castro. O júri, composto por José Carlos Seabra Pereira (presidente), Isabel Pires de Lima, Isabel Lucas, Mário Cláudio e António Carlos Cortez, decidiu atribuir o Prémio Tributo de Consagração a Rentes de Carvalho como celebração da sua carreira.
De ascendência transmontana, Rentes de Carvalho foi levado a abandonar o país por motivos políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris. Em 1956 passou a viver na Holanda, onde foi professor de Literatura Portuguesa entre 1964 e 1988 na Universidade de Amesterdão. Dedica-se desde então exclusivamente à escrita e a uma vasta colaboração em jornais portugueses, brasileiros, belgas e holandeses, além de várias revistas literárias. Escreveu romances, conto, diário, crónica e guias de viagem ou ensaios. O seu livro Com os Holandeses (1972) foi um dos maiores best-sellers neerlandeses da década de 1970. A sua obra está publicada em Portugal pela Quetzal.
A cerimónia oficial de entrega de prémios decorrerá no dia 28 de março, na Quinta das Lágrimas em Coimbra.»

 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial: “Montedor”, “Ernestina”, “O Rebate”, “Mazagran”, “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “A Amante Holandesa”, “La Coca”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”, “A Sétima Onda”, “Mentiras & Diamantes”, “Portugal – A Flor e a Foice”, “Pó, Cinza e Recordações”, “O Meças”, “A Ira de Deus Sobre a Europa”; “Trás-os-Montes, o Nordeste”, “O País do Solidó”, “Cravos e Ferraduras”, “Recordações e Andorinhas”; “Eça &Outras 2 | J. Rentes de Carvalho: 95 anos” J. A. Gonçalves Guimarães.

segunda-feira, 9 de março de 2026

“Mirandela, a Belém transmontana – Criptojudaísmo, Inquisição e alheiras, que relação?” de Jorge José Alves Ferreira


 “Mirandela, a Belém transmontana – Criptojudaísmo, Inquisição e alheiras, que relação?”

 de Jorge José Alves Ferreira

 

«No início do mês de dezembro de 1496, o rei D. Manuel I decretou a expulsão de judeus e mouros do reino, se não se quisessem converter à fé de Cristo. A maioria ficou e foi batizada em pé, ficaram conhecidos como cristãos-novos, para se distinguirem dos cristãos tradicionais, os cristãos-velhos.

Com o passar do tempo, alguns cristãos-novos deixaram as vilas e cidades e rumaram a localidades onde não houve comunidades organizadas em judiarias, como, por exemplo, Mirandela, onde a minoria cristã-nova parece ter sido muito bem aceite, tendo em conta o baixo número de processados e de testemunhas de acusação cristãs-velhas. Por outro lado, a prosperidade económica (lojas, casas sobradadas na zona histórica, o elevado número de propriedades rústicas e lagares de azeite e vinho) dos cristãos-novos mirandelenses parece atestar a quase perfeita integração na comunidade local.

Alguns judeus olhavam para Trás-os-Montes, na impossibilidade de rumarem a Oriente, como a Terra Prometida e alguns viam em Mirandela a “Belém”, onde havia de nascer o Messias prometido na Lei, e nos montes ao redor da vila o “Monte Sinai”, como afirmou Jacob Lopes perante os inquisidores.

As alheiras, o produto que mais longe leva o nome de Mirandela, segundo a tradição oral, teriam sido invenção dos “judeus” com o objetivo de ludibriarem os “olhos” da Inquisição. Será que as fontes confirmam esta lenda?»

 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos sobre a temática judeus e/ou marranos: “Os Judeus em Trás-os-Montes: 300 anos a resistir à Inquisição e 500 à assimilação | O Caso de Rebordelo – Vinhais”, inclui o Manuscrito de Rebordelo,  “Os Judeus no Noroeste Transmontano – 300 anos a resistir à Inquisição”, “Vinhais: Judeus, Marranos e Inquisição”, “Nas rotas dos judeus e marranos nas Terras de Rio Livre e Montenegro”; “Os Judeus, Cristãos-Novos e Marranos de (em) Trás-os-Montes: História e Património, Memória e Identidade” Revista Montsefarad, n.º 1, março de 2020]

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

“ato espontâneo” de José Oliveira Pinto | edição de autor, 2026


 “ato espontâneo”

José Oliveira Pinto

edição de autor, 2026

«Ganas de viver.

É a expressão que mais me vem à mente relendo ‘Ato espontâneo’ (assim grafado, à brasileira).

É que, aos meus olhos de brasileiro extraviado dentro do meu próprio país continental, e de poeta um tanto quanto atento ao que aparece aqui e ali a cada instante a nos convocar à linguagem vivificante de um poema, este ‘Ato espontâneo’ se destaca muito do cenário da poesia portuguesa contemporânea que já conheço; e penso que, em parte, isso decorre do fato de que José Pinto está em diálogo contínuo e muito vivo com as poéticas anticoloniais, pós-coloniais, descoloniais e decoloniais (escolham vocês a palavra que mais lhes apraz) que fervilham por todos os cantos da lusofonia americana e africana, como em Moçambique, Angola, Brasil etc.; fato que se desdobra em sua vida pessoal no Cabo Verde, onde formou uma família que, por sua vez, também o forma como poeta.» do Posfácio, de Guilherme Gontijo Flores (Brasil)

José Oliveira Pinto nasceu em Vila Real, Portugal (1988). Filho de pai português e de mãe nascida em Angola, vive entre Portugal e Mindelo, Cabo Verde, onde fundou e dirige a Associação txon-poesia. A sua prática cruza escrita, voz e performance como formas de construção de presença, resistência e pertença. Tem textos publicados em ‘Humanus’ (2015), ‘Chá para o nevoeiro’ (2021), ‘Pôr os olhos no caminho’ (2021) e no livro para teatro ‘TOCA: oito poemas de amor e uma canção angustiada’ (2021).

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[para pedidos, enviar mensagem para: traga.mundos1@gmail.com obrigado!]

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

“Tratado de Viticultura - A videira, a vinha e o terroir” de Nuno Magalhães


“Tratado de Viticultura - A videira, a vinha e o terroir” de Nuno Magalhães

(3.ª Edição)

 

«Este livro, designado Tratado de Viticultura - A videira, a vinha, o terroir, não pretende ser, por intenção e definição, mais do que uma obra didáctica sobre o tema técnico-científico da viticultura, apresentado de uma forma sistemática, visando um público de formação nesta área tão diversificado quanto possível.

Este trabalho reflecte não só conhecimentos do autor, mas também o de muitos outros profissionais do sector, nomeadamente, colegas, técnicos de formação diversa, viticultores e proprietários de vinhas, às quais prestou consultoria. Segundo os critérios definidos relativamente às edições anteriores, quanto à sua justificação, objectivos e enquadramento do público-alvo, à partida sensível às matérias versadas nesta obra, esta 3ª edição segue idênticos princípios.

Entretanto, alterações na conjuntura social, económica e ambiental, que se verificam, neste particular no meio rural agrícola, têm vindo a justificar e a promover a investigação agrária aplicada na racionalização da cultura da vinha, incluindo a eficácia e rentabilidade das operações culturais, a adaptação à escassez de mão de obra agrícola, e consequente necessidade de optimização da mecanização e monitorização da cultura da vinha.

Uma vez esgotadas no mercado as anteriores edições deste livro, a constatação da sua contínua procura, muito em particular no meio académico na formação da vitivinicultura, e também por parte de novos empreendedores, desde pequena a grande dimensão, que estão investindo do sector, incentivou o autor à elaboração desta nova edição, incluindo actualizações sobre temas já versados e a abordagem de outros não incluídos nas anteriores edições. Destes, podem citar-se, os novos sistemas de viticultura menos poluente e mais natural (biológica, biodinâmica, regenerativa), os referentes às implicações das alterações climáticas sobre o comportamento da videira e possíveis soluções para redução do seu impacto, as novas tecnologias de viticultura de precisão ao serviço de uma vitivinicultura moderna, mais racional, mais rentável e menos dependente de mão de obra de campo, embora mais especializada no âmbito da tecnologia informática e da deteção remota.

Relativamente àquele primeiro tema, dada a sua abrangência, justificou ser abordado em mais do que um capítulo, pelo que se integra no 9, relativo à instalação e operações culturais na vinha, no 12, sobre a sanidade da videira, e no 14, respeitante às intervenções no solo. O efeito das alterações climáticas sobre a cultura da vinha e meios de sua mitigação é abordado no capítulo16, sobre a maturação, já que é sobre si que tais alterações se reflectem com particular acuidade, e o da viticultura de precisão, no capítulo 9, que abrange múltiplas aplicações, desde a instalação da vinha, às diversas fases da sua condução e racionalização, e ao controlo da maturação e definição da melhor oportunidade de efectuar a vindima, em função das castas e dos objectivos da produção de tipos diversos de vinhos.

A fotografia da capa foi escolhida por retratar a primeira colaboração do autor num projecto vitivinícola, especificamente na Quinta da Leda, então da iniciativa da Casa Ferreirinha, actualmente da Sogrape Vinhos s.a., não pretendendo, todavia, que este livro se circunscreva, até pela indefinição de localização da sua imagem, à Região do Douro.»

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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

"A Batalha - Jornal de Expressão Anarquista" n.º 303 | Jan / Dez 2025

 


"A Batalha - Jornal de Expressão Anarquista" n.º 303 | Jan / Dez 2025

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terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Crescente Fértil 2026 | Agenda Lunar Herbal Para O Mundo Mais Bonito Que Podemos Imaginar


 Crescente Fértil 2026

Agenda Lunar Herbal Para O Mundo Mais Bonito Que Podemos Imaginar

Joana Vitória Martins, joana Soares

com participação especial de Rute Alegria

 

A Crescente Fértil é uma agenda lunar herbal para te guiar ao longo do ano de 2026, com partilhas, dicas, receitas, inspirações alusivas ao herbalismo, autocuidado, saúde natural, vida natural, alimentação sazonal, astrologia, e muito mais!

Este ano na Crescente Fértil, o tema principal será a floresta e a importância em manter, recuperar, regenerar a flora silvestre do nosso país e Península Ibérica, uma vez que no ano de 2025 Portugal atingiu cerca de 2,35% do território ardido. Vivemos um cenário preocupante no que diz respeito à consciência ambiental, e seremos nós como povo que precisamos agir para a natureza ser respeitada, honrada, venerada, pois sem ela não estaríamos aqui.

Esta agenda foi escrita para ti, que gostarias de conseguir contribuir melhor para a tua autonomia, resiliência, soberania e aproximar a tua relação com a natureza: a tua interna e a que vês lá fora.

Lembra-te que a forma como te alimentas, física, mental, emocional e espiritualmente, é como alimentas a natureza das plantas, das árvores, dos animais.

Este ano a agenda conta com a participação especial de Rute Alegria – mentora, facilitadora, taróloga, para a previsão e trânsitos astrológicos para 2026, de forma a te orientar a jornada no ano vindouro.

A Crescente Fértil pode ser uma agenda ideal para todos aqueles que tanto querem uma ferramenta prática para registar a sua vida pessoal, como um espaço de encontro com uma ligação à Natureza, vivas na cidade ou no campo. Pretendemos resgatar o uso das plantas e de alguns alimentos, saberes esses que precisamos recordar cada vez mais.

Esta agenda tem ainda em modo opcional, um livro de mandalas menstruais, destacável com páginas soltas para a pessoa encadernar como quiser. Este livro é útil apenas para as mulheres no seu ciclo fértil menstrual.

ACÇÃO SOLIDÁRIA: este ano parte das vendas da Crescente Fértil vão para o projecto Planta do Xisto, da responsabilidade do agricultor António Carlos Trindade, de reflorestação da aldeia de Cerdeira, na Lousã. Graças a muitas árvores que o António plantou à cerca de 20 anos atrás, parte da aldeia não ardeu, pelas árvores autóctones que foram plantadas. No entanto, ainda algumas árvores e muita maquinaria ficou ardida, e é no sentido que a Crescente Fértil o vai apoiar, a recuperar parte do material perdido.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

 

As suas características são as seguintes:

- tamanho A5 (15x19cm)

- 242 páginas

- capa a cores, verde floresta com impressão a branco metalizado, miolo a preto e branco a 90 grs

- papel reciclado de FSC (certificação florestal de fontes responsáveis de papel)

- encadernação tipo caderno cosida à linha, com costura à vista de linha colorida, colada apenas na contracapa para melhor abertura

- capa tipo cartão com tecido 290grs

- peso cerca de 400 grs

 

Detalhes da agenda:

- calendário 2026 e 2027 até abril

- calendário lunar – organização de tempo da agenda por lunações (de lua em lua nova)

- calendário mensal/página com feriados, dias internacionais e fases lunares principais

- texto sobre simbologia do ano 2026 e previsões astrológicas

- visualização da vista semanal de segunda feira a domingo, em 1 página, com marcação de horário livre, que inclui dias especiais, feriados, entrada da lua no signo do zodíaco, festividades sazonais

- cada mês/lunação tem um provérbio tradicional, descrição e curiosidades sobre o mês ou lunação corrente, destaque da arte de prever o tempo, para uma planta e dicas para a tua autonomia e sobrevivência

- que flora silvestre podes identificar / recolher no mês ou lunação corrente e como cuidar das abelhas

- plantar ao ritmo da lua  – sugestão de sementeiras e rotinas na horta a cada lunação

- no final de cada mês/lunação destaque sobre a lua nova e cheia com significado astrológico

- espaço para intenções e prioridades

- matéria medica de 20 plantas da flora silvestre portuguesa e ibérica mais importantes no seu uso medicinal e/ou comestível

- tinturas herbais mais importantes para ter em tua casa

- associações, contactos importantes sobre a floresta que queremos

- encontros e festivais tradicionais éticos e sustentáveis em Portugal e na Raia

 

Livro de mandalas:

- tamanho A5 (15x19cm)

- cerca de 18 páginas

- preto e branco

- papel de 90 grs

- páginas soltas

sábado, 13 de dezembro de 2025

Alminhas – património ao passar do tempo

 


“Alminhas – património ao passar do tempo” coordenação, fotografias e textos introdutórios Salustiano Lopes

 

«Levantamento sistemático em três freguesias do concelho de Vila Real e revisitação completa renovada, passados 20 anos.

Trata-se de um levantamento sistemático das Alminhas de 3 freguesias do Concelho de Vila Real, efetuado pela Associação de 2003 a 2005 e revisitação de todas elas, com descoberta e agregação de algumas outras, em 2024, tentando-se perceber o que aconteceu aos monumentos 20 anos depois, isto é, o efeito do tempo no património.» [Arquivo de Memórias]

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[disponível também na temática, alminhas e cruzeiros: “O Douro, um olhar diferente” de António Augusto Ribeiro]

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Lendas e Mitos dos Mosteiros e Conventos de Portugal

 


“Lendas e Mitos dos Mosteiros e Conventos de Portugal” de Alexandre Parafita

 

«Uma viagem à descoberta dos segredos e mistérios do nosso património cultural e espiritual.

Os Mosteiros e Conventos de Portugal são relíquias de um passado fascinante, cheio de histórias e memórias. De forma silenciosa, convocam-nos para uma dimensão onde a espiritualidade e a serenidade do tempo abraçam a tranquilidade da natureza, das paisagens e das montanhas.

São testemunhos vivos de um tempo imemorial, onde a vida religiosa se cruza com a História de Portugal. As suas ruínas, paredes, sepulcros, claustros, celas e capelas, são guardiões de memórias embuçadas nos enredos de velhas lendas.

Nesta obra, o leitor é desafiado para um périplo desde o Minho, ao Algarve e às Ilhas, numa incursão pelo riquíssimo património cultural imaterial guardado nas lendas e mitos dos nossos Mosteiros e Conventos.
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Alexandre Parafita, doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da Comunicação), é docente do ensino superior, investigador integrado do Centro de Estudos em Letras (CEL) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigador colaborador do CEPESE (Universidade do Porto) e do CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor e jornalista.

Foi um dos investigadores responsáveis pelo "Arquivo e Catálogo do Corpus Lendário Português", no âmbito da FCT, e publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia fundamental em cursos universitários.»

 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[disponível também do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso" ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio" ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel, "As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos” ilustrações Miguel Gabriel, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”, ilustrações Sofia Travassos Diogo, “Era um coelhinho branquinhos de neve” ilustração Lys Freire; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos, mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I, Vol. II, Vol. III"; “A Máscara do Demo”; “Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal”; “Mitologia Popular Portuguesa”, “O Maravilhoso Popular – Lendas, Contos, Mitos”, “S. João da Pesqueira – Património Imaterial – Linguagem, Lendas e Mitos”, “Lendas e Contos Populares Transmontanos Vol. I Bragança e Vinhais”, “Lendas e Contos Populares Transmontanos Vol. II Vila Real”]

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

banda-desenhada da Galiza em Língua Portuguesa | infanto-juvenil

 


bd “Miquits, Visita à Casa da Avó” Paula Cheshire (desenho) ‘, Alba de Evan e Xabier Domínguez (texto)

 

Miquits não é um gato qualquer, é o inseparável companheiro de uma bruxa. Com ela e os seus outros amigos enfrenta mistérios e perigos a cada esquina. Desta vez, a viagem leva-os até à casa da avó Ermelinda, onde novas aventuras e desafios os esperam. Uma banda desenhada cheia de magia, diversão e emoções que vai conquistar miúdos e graúdos.

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[disponível também em banda-desenhada infanto-juvenil: “Erea e As Agulhas Mágicas” de Sarai Lorenzo, “Muncho Vai À Procura” de Tiago Delgado, todos autores da Galiza, versões em Língua Portuguesa]



segunda-feira, 10 de novembro de 2025

“Reflorestação” de Nuno Gonçalves | X Premio Antón Risco de Novela Curta


“Reflorestação” de Nuno Gonçalves

X Premio Antón Risco de Novela Curta

Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza

 

«A primeira árvore surgiu no centro da cidade. As seguintes nasceram onde quiseram. E as pessoas reagiram como sempre: surpreenderam-se, culparam-se, fugiram, adaptaram-se.

Nesta história breve, em que as árvores decidem destruir uma cidade, seguimos um biólogo, mais maravilhado do que assustado, e a sua filha, mais pragmática do que deslumbrada.

Uma distopia onde a Natureza rasga a natureza humana, escrita com o humor possível.»

«Nuno Gonçalves has been devouring books for 30 years. The joy of reading fueled his desire to one day see his own words on paper, bound, awaiting a reader. However, he chose a different path, and Medicine drew him in more than literature. He maintained his connection to books, reviving his reading habits and running a literary critique blog for several years. After embarking on a journey in fiction writing, he won the António de Macedo award in 2022 and Grande Prémio Adamastor 2024 with "O Pacto", his first novel, and was the Portuguese finalist for the EACWP micro-stories competition on two occasions (2022 and 2023).»


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[também os seguintes títulos do Prémio em anos anteriores: “Dormir Com Lisboa” de Fausta Cardoso Pereira, “O Santo Graal Galego” de Luís Rodríguez Rivera, “Sentado à Sombra das Peças do Tabuleiro de Xadrez” de Rui Sota]

terça-feira, 21 de outubro de 2025

recordações e andorinhas | J. Rentes de Carvalho


 “Recordações e Andorinhas” J. Rentes de Carvalho

 

«Entre a recordação e a pequena crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, estas memórias de J. Rentes de Carvalho retratam o país com humor, cumplicidade, atrevimento, ou uma compreensão que não pede distância, mas proximidade.

Este pequeno diário de 2007-2008 mostra-nos o país através de pequenos apontamentos sobre personagens e vidas comuns, populares, rurais, desconhecidas - e sobre um escritor que observa, rindo ou ficando macambúzio. Ou fingindo-se macambúzio, que é a melhor forma de viver em Portugal.»

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[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Montedor”, “Ernestina”, “O Rebate”, “Mazagran”, “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “A Amante Holandesa”, “La Coca”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”, “A Sétima Onda”, “Mentiras & Diamantes”, “Portugal – A Flor e a Foice”, “Pó, Cinza e Recordações”, “O Meças”, “A Ira de Deus Sobre a Europa”; “Trás-os-Montes, o Nordeste”, “O País do Solidó”, “Cravos e Ferraduras”; “Eça &Outras 2 | J. Rentes de Carvalho: 95 anos” J. A. Gonçalves Guimarães]

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Separados por uma língua comum | Galiza e Norte de Portugal


“Separados por uma língua comum. Lusofilia e galeguidade na correspondência entre intelectuais da Galiza e do Norte de Portugal no século XX” de Xosé Ramón Freixeiro Mato

Gañador do XXIX Premio Vicente Risco de Ciencias Sociais

«Neste volume pergunta-se o autor se a grande afinidade linguística existente entre a Galiza e o Norte de Portugal está a agir na realidade como um elemento de união entre as pessoas de um e de outro lado da raia. Na procura de uma resposta a essa pergunta, acode ao testemunho escrito que nos deixaram alguns intelectuais de uma margem e outra do rio Minho na correspondência epistolar entre eles. Presta atenção aos usos linguísticos concretos de cada um (língua utilizada e traços singulares), às suas opiniões, quando as houver, sobre a relação linguística galego-portuguesa e outros aspetos de natureza sociolinguística, e ao seu parecer sobre os vínculos culturais e políticos entre a Galiza e Portugal, sem obviar as referências ao papel outorgado ao Estado espanhol como um terceiro elemento interposto nessas relações. A pesquisa está centrada de modo especial nalguns epistolários do século XX que recompilam cartas de intelectuais galegos e lusitanos, estes geralmente do Norte de Portugal, e a maior parte deles escritores e escritoras. Nessas missivas são examinados, portanto, os aspetos puramente linguísticos, mas também os depoimentos relativos à relação entre as falas dos dois territórios e entre as culturas respetivas, bem como as asseverações sobre os vínculos históricos ou políticos quando estas se produzirem

Antes dessa análise, é realizado um olhar retrospetivo à história comum entre os dois povos, à separação política, com as suas repercussões linguísticas, e a alguns posicionamentos e debates anteriores entre intelectuais lusitanos e galegos. Após o exame da correspondência, são expostas umas conclusões, seguidas dumas reflexões sobre a situação presente, que, com certeza, serão do interesse das pessoas leitoras. O autor, defensor do binormativismo como melhor solução para o momento atual, embora escreva principalmente na norma interna do galego, nesta obra utiliza a internacional.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...



segunda-feira, 1 de setembro de 2025

A Poesia de Aires Torres

 


“A Poesia de Aires Torres”

«Por falar em poetas que se redescobrem… acabou de ser lançada a obra poética completa de José Augusto Aires Torres, um poeta inquieto, que toda a vida lutou em nome da liberdade e dos direitos democráticos… Um ativista e revolucionário sonhador de mundos em mudança. As suas obras completas ajudam a chegar agora ao grande público deste século os livros de poesia que receberam elogiosas críticas na altura da sua edição: Inquietação (1925) e Anda às Voltas o Mundo (1946). Um homem é maior ou do tamanho da sua angústia?: “Às vezes passo horas e horas la na serra / a olhar… / tantos caminhos, tantos, pela terra! / Tantas asas no céu! Tantas velas no mar!”

Aires Torres nasce em 1893 em Parada do Pinhão, no concelho de Sabrosa, Vila Real. Desde muito cedo que se interessa pela atividade politica e, subscreve, ainda que precocemente o republicanismo. Saiu cedo de Sabrosa, tendo seguido para Vila Real e foi aqui que se aproximou dos ideias republicanos. Entre 1911 e 1914, enveredou pelo teatro e frequentou a Escola Da Arte de Representar, mas logo em 1914 viria a ser mobilizado para a guerra, partindo para Angola até finais de 1915. Passa, depois da guerra a viver no Porto e aí se casa com Maria Vitória Moura Coutinho. Em 1925, publica o seu primeiro livro de poesia, Inquietação pela mão da Renascença Portuguesa. Depois do golpe militar em 1926, Aires Torres adere ao “Reviralho”, um movimento contra revolucionário de cariz democrático que pretendia restaurar o regime republicano em Portugal. A tentativa de revolução fracassou e Aires Torres fugiu para a Galiza e daí para a capital francesa onde, com Bernardino Machado e Afonso Costa participou na criação da “Liga de Paris” que pretendia reorganizar o movimento democrático português. Por dificuldades de subsistência em Paris, Aires Torres regressa a Portugal, passando a viver na clandestinidade. Em 1929, acabaria por ser detido na Casa de Reclusão da Trafaria. É conhecido pela polícia como “um dos principais agitadores de acquém Coimbra” Abandonando o serviço militar, em 1946 foi Chefe dos Serviços de Propaganda da Mabor e nesse mesmo ano publica o seu segundo livro de poesia. Nos últimos anos da sua vida, Aires Torres sofre de uma doença neurológica e acabou por falecer aos 84 anos, na sua casa no Porto.»

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sábado, 26 de julho de 2025

Apresentação do livro “Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs.Dalloway” de Ana Barbosa Gomes



Apresentação do livro “Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs.Dalloway” de Ana Barbosa Gomes

com o psiquiatra João Freitas e a autora

dia 2 de Agosto de 2025, sábado, pelas 21h00

na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

 

No centenário da publicação de “Mrs. Dalloway” de Virginia Wolf, Ana Barbosa Gomes adentra-se neste romance, disseca-o e expõe todas as suas entranhas. Um cruzamento entre medicina e estudos literários que resulta em reflexões sobre doença mental, estigma, psiquiatria, arte e literatura. O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.

«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina» Prefácio de Maria de Lurdes Morgado Sampaio

 António Alberto Alves

Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro

Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real

2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

259 103 113 | 935 157 323 | @gmail.com"traga.mundosHYPERLINK "@gmail.com%22traga.mundos1@gmail.com"1HYPERLINK "@gmail.com%22traga.mundos1@gmail.com"@gmail.com

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 próximos eventos:

- de 15 de Julho a 12 de Agosto de 2025: exposição «-ravages-» de Emilia Bellon & Jean-Pierre Husquinet, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;

- dia 07 de Agosto de 2025, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #87, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]

- dias 8, 9 e 10 de Agosto de 2025: participação com stand na 24.ª Feira do Mel e do Artesanato [desde 2016], Parque Termal das Pedras Salgadas, Portugal;

- dia 20 de Agosto de 2025, quarta-feira, pelas 21h00: + Poesia [por Colectivo Penêdo] #32, na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as terceiras quartas-feiras de cada mês]

- de 22 de Agosto a 7 de Setembro de 2025: 12.ª participação com stand na Feira do Livro do Porto 2023, nos jardins do Palácio de Cristal, no Porto;

- de 19 e 28 de Setembro de 2024: participação com banca de livros no “Entre Quem Lê | Feira do Livro 2.ª edição, Claustros do antigo Governo Civil, Vila Real, Portugal;

- e ao longo de 2025 & etc. haverá mais, sempre muito mais...