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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Victorianas - mulheres revolucionárias / libertárias


“Victorianas” de Marília Miranda Lopes

«Em "Vitorianas", Marília Miranda Lopes, transporta o leitor até ao século XIX, imergindo com subtileza num dos aspetos mais intrigantes da sociedade da época: a condição feminina. Uso o termo "condição" não no intuito tendencioso de exprimir uma contenda ou imposição. Na realidade, o espaço do feminino é em qualquer época um espaço plenificado e complexo que não se pode reduzir a uma questão exclusiva do género sem que nela estejam presentes análises sociológicas, culturais e espácio-temporais.O olhar da autora é contudo empático com a reinterpretação dos papéis de género: os seus deveres e obrigações, contributos e expectativas." "Ao longo desta obra vamos conhecendo as várias Victorianas: as que escrevem à máquina, as que arranjam os cabelos, aquelas de vida mesquinha ("Nas vossas amesquinhadas vidas, senhoritas"), os brocados, os cristais e as renda. A sexualidade: a que se utiliza, a que se disfarça e a que se finge disfarçar.» Sara F. Costa

As Victorianas constituem assim “também, uma singela homenagem às mulheres revolucionárias / libertárias que defenderam (no século XIX e princípio do século XX) a justiça, a liberdade e a igualdade de direitos sociais, políticos e culturais.”

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da autora os seguintes títulos: “Geometria”, “Framboesas” – teatro para a infância, “Templo”, “Duendoro – Era uma vez um rio...” com ilustração de Manuela Bacelar, “Castas”]

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Castas & Região do Douro


“Castas” de Marília Miranda Lopes

Dão –me estas gentes forças, suportes de vendavais. Dão-me do resto dos seus sonhos um límpido céu sem constrangimento… e eu sigo sozinha neste paraíso, a colher os bagos, episódios de impressões que descubro e saboreio com os meus versos sincopados. Dados vos são a provar, sem total entendimento.
Região do Douro, Ano da Graça & da Desgraça de 2012


ENXERTA

Enxerta o meu coração

em letargia

Em Quarto Crescente

com tesoura

canivete

ráfia

Desbasta-o na copa

Deixa que receba

luz

Um pouco de barro molhado

para que não sangre

esta Dor

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também da autora os títulos: “Templo” e “Duendoro – Era uma vez um rio...” com ilustração de Manuela Bacelar]

sábado, 21 de janeiro de 2012

Duendouro

“Duendouro – Era uma vez um rio...” teatro ilustrado
de Marília Miranda Lopes, ilustração de Manuela Bacelar

Duendouro é um duende do Douro que habita o mundo mágico, assim como Dourato (o vilão) e o Gigante das Pernas (adjuvante), personagens desta peça onde se conta a estória do percurso do Douro, da nascente até à foz, e de como este rio, tal como a criança, se questiona sobre a sua identidade e sobre as coisas e os seres que a rodeiam. Nesta peça, perpassada pela temática da preservação ambiental, também se relata como é que o nosso herói Duendouro consegue salvar a sua terra das mãos criminosas de Dourato, com a ajuda da Ferreirinha e do Gigante das Pernas.
Marília Miranda Lopes (neta e sobrinha de poetas) é um dos nomes mais jovens da Literatura Transmontana, com obra publicada no campo da poesia e do teatro infantil.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...