sábado, 18 de março de 2017

traga_mundos na Hora do Planeta, Vila Real


A Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real, foi convidada para participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, na iniciativa “Hora do Planeta” organizada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no dia 25 de Março, quinta-feira, na Quinta dos Prados, Vila Real, Portugal.

VILA REAL
PROGRAMA DO DIA 25 DE MARÇO – HORA DO PLANETA

9:00 – 12:30 Horas no Centro de Ciência de Vila Real
- Biodiversidade à Sua Porta: 1ª Oficina temática sobre a monitorização de aves.

10:00 – 12:30 Horas no Campus da UTAD
- Limpeza do Campus com grupo de voluntários. Local de Encontro: junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 10.00h.
- Percursos guiados: conhecer as árvores e as plantas do Jardim Botânico, com João Paulo Carvalho, António Crespi e Isabel Cabral. Local de Encontro: junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 11.00h.
- Jogos tradicionais: vamos jogar e divertir-nos sem eletricidade, pilhas e semelhantes. Jogo da macaca, jogo do moinho, elástico, jogo dos saquinhos, corridas, Inferno e Paraíso. Largo dos Blocos Laboratoriais, a partir das 11.00h.
- Mercado da Primavera: produtos agrícolas locais, artesanato, arte, plantas ornamentais e condimentares. Participação livre mas com inscrição prévia. No Largo das Pedrinhas, a partir das 10.00h.
- Feira de livros novos e em segunda mão. Participação livre mas com inscrição prévia. No Largo das Pedrinhas, a partir das 10.00h.
- Oficinas de artes para todos (origami, reciclagem). No Largo das Pedrinhas, a partir das 11.00h.
- Ateliers: Vamos fotografar o Jardim Botânico da UTAD?, com José Sousa e António Matos. Encontro junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 11.30h.
- Demonstração de voo com drone, com Joaquim Beteriano. Encontro no Largo das Pedrinhas, às 12.00h.
13:00 Horas
Almoço comunitário – Comida “verde”. Traz algo para comer, beber e partilhar! Venda de comida “verde”. Espaços do campus.
15:00 Horas no Campus da UTAD
- Exibição de filmes, palestras e mesas redondas. Auditórios dos Blocos Laboratoriais.
De onde vem a água que bebemos em Vila Real? Com Rosário Melo Costa, Departamento de Geologia
Arqueologia do lixo da UTAD, com Mila S. Abreu, Unidade de Arqueologia
O nosso ar, com Margarida Correia Marques, Unidade de Ambiente
A diretiva dos solos, com a Quercus
Geoparques do Mundo, com a Cátedra UNESCO da UTAD
Apresentação do Refood – Vila Real
Documentário “Uma maré de Plástico” (Skynews), seguido de mesa redonda “o plástico é um problema de todos nós”, às 16.00h
17:00 Horas
“Chá das cinco” – Vamos beber chá e apresentar as plantas que podem ser usadas para isso, com a Rupestris. Centro de Interpretação do Jardim Botânico.
Leitura de textos e poemas alusivos aos Ambiente e defesa do Planeta, com Anabela Oliveira, Isabel Alves e quem mais desejar. Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 17.00h.
18:00 Horas
Momento musical, com a participação do Coro de Câmara da UTAD. Capela da UTAD.
18:30 Horas
Observação de pássaros, com o Laboratório de Ecologia da UTAD. Trás os binóculos! Encontro junto à Capela da UTAD.
Performance: “Como nascem as árvores e se escrevem os poemas ...”, com a participação de estudantes dos cursos de Teatro e Artes Performativas, Línguas, Literaturas e Culturas e Línguas e Relações Empresariais
 Capela da UTAD.
19:30 Horas
Lanche ajantarado. Traz alguma coisa para comer e partilhar. Venda Comida “verde”. Junto ao Bar dos SAUTAD nos Blocos Laboratoriais.
Entre as 20:30h e as 21:30h
Vigília à luz das velas. Momento de poesia e música com Ana Maria Pinto. Junto aos Blocos Laboratoriais.
21:30 Horas
Observação astronómica, com o Grupo de Astronomia da UTAD. Encontro junto aos Blocos Laboratoriais.

sábado, 4 de março de 2017

Singularidades de A.M. Pires Cabral


“Singularidades” de A.M. Pires Cabral

O novo livro do prosador e poeta A. M. Pires Cabral, Singularidades, reúne oito contos; oito histórias singulares de personagens com nomes tão curiosos como Hipólito Clemente ou Basileu Simões, onde se retratam encontros entre o moderno e o antigo, ou entre a ironia e a seriedade, com desfechos que não raras vezes surpreendem.

«Não te abracei, pronto. Fiquei a ver-te seguir, arrastando ligeiramente a perna esquerda (sequela de algum AVC?), em direcção ao teu novo ofício — e a pensar em como esse ofício era coisa tão contrária a tudo o que apetecêramos para nós quando tínhamos vinte e dois anos, for we were young and sure to have our way, e em como os sonhos são, tal como os corpos em que se alojam, matéria altamente biodegradável.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível do autor os seguintes títulos: “A Loba e o Rouxinol”, “O Cónego” (romance); “O Diabo Veio Ao Enterro”, “O Porco de Erimanto”, “Os Anjos Nús” e "A Navalha de Palaçoulo" (contos); “Como Se Boch Tivesse Enlouquecido”, O Livro dos Lugares e outros Poemas”, “Que Comboio É Este”, “Arado”, “Antes Que O Rio Seque”, “Cobra-D’Água”, “Gaveta do Fundo” e “A Noite Em Que A Noite Ardeu” (poesia); “Trocas e Baldrocas ou com a natureza não se brinca” com ilustrações de Paulo Araújo (infanto-juvenil); “Língua Charra – Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro” Volume I – A-E, 568 p. e Volume II – F-Z, 606 p.; “Páginas de Caça na Literatura de Trás-os-Montes” (selecção de textos e organização, antologia); “Aqui e Agora Assumir o Nordeste” (antologia) selecção e organização de Isabel Alves e Hercília Agarez; “As Águas do Douro” coordenação Gaspar Martins Pereira; “Telhados de Vidro” n.º 3, n.º 6, n.º 9, n.º 11, n.º 18, n.º 20, n.º 21; “Guerra Junqueiro: A Musa Dual” (antologia) introdução, selecção de textos e organização de A.M. Pires Cabral]

sexta-feira, 3 de março de 2017

Venha apurriar...


“Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale

«ouvir, ler e escrever. falar, contar e descrever. o prazer de viver. assim partilho minha visão do mundo.»

Colectânea de textos extraídos do blog do autor, ao longo de 10 anos de existência.

«Sou blogger, às vezes antropólogo, às vezes professor, outras vezes, ainda, escrevente. Tem dias em que consigo conciliar tudo e mais, outros há em que nada acontece. Leitor compulsivo e apreciador dos ermos possíveis da vida. Intersticial temporal com preponderância pretérita e ávido consumidor de caracteres indigentes e populares.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Histórias de Escano e Soalheira”, “Senhora das Graças, a Santa e Padroeira de Carção”, “Bem Perto do Céu, A Novena-Retiro da Senhora da Serra”, “D. Manuel António Pires, história de vida de um missionário 1915 – 2015”]

quinta-feira, 2 de março de 2017

Novo atlas da Língua Portuguesa


“Novo Atlas da Língua Portuguesa | New Atlas of the Portuguese Language” de Luís Antero Reto, Fernando Luís Machado, José Paulo Esperança

O "Novo Atlas da Língua Portuguesa" constitui-se como um contributo de excelência para a afirmação do valor e potencial de um património único, numa abordagem multidisciplinar e integradora, espelho de uma realidade multiforme e dinâmica, recriada a todo o espaço e momento por todos os seus falantes. Este é um atlas que numa linguagem apelativa e magnificamente ilustrado apresenta a língua portuguesa sobre os mais diferentes prismas: - A História e o Futuro da Língua Portuguesa; - Geografia e Demografia da Língua Portuguesa; - O Ensino do Português no Mundo; - Posição Geoestratégica e Expressão Económica dos Países de Língua Portuguesa; - Português, Língua de Negócios; - A Língua Portuguesa e a Mobilidade Humana; - Língua como Património Comum. Unidade e Diversidade; - Cultura, Artes e Ciência; - Personalidades dos Países de Língua Portuguesa; - A Língua Portuguesa na Net. Edição bilingue (Português e Inglês).


«O Atlas, da autoria do reitor do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, Luís Antero Reto, e dos professores, também do ISCTE-IUL, Fernando Luís Machado e José Paulo Esperança, é apoiado pelo Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiro e tem uma edição bilingue (português/inglês).

O livro, com dez capítulos, apresenta informação atualizada sobre muitos aspetos da expressão global da língua portuguesa, nomeadamente o número de falantes atuais de português, 263 milhões em 2015, e a sua projeção de cerca de 490 milhões até 2100, sendo que, já em 2050, deverão ser quase 390 milhões. Uma língua global, a única sem fronteiras terrestres.
É descrito um panorama muito amplo sobre o ensino do português no mundo, onde, para além do trabalho feito pelo Camões, I.P., com 68 226 alunos no Básico e Secundário e 89 145 no Superior, e pela Rede Brasil Cultural, se destacam os casos dos Estados Unidos e da China, pela importância estratégica dessas duas nações.

Por outro lado, para além de dados sobre as populações dos países de língua portuguesa, é também fornecida informação desagregada relativa às várias diásporas e aos múltiplos crioulos com base no português.

O Atlas contempla um vasto conjunto de indicadores geográficos, económicos, financeiros, comerciais, de mobilidade humana e de inserção geoestratégica nas várias organizações internacionais dos países membros da nossa comunidade linguística.
É também dado destaque a indicadores das áreas da cultura e das indústrias criativas e da ciência.

O livro inclui ainda textos de escritores dos oito países de língua portuguesa, em que é bem visível a diversidade de apropriações da mesma por cada uma das nações, mas, também, a sua grande unidade.» [Instituto Camões]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


quarta-feira, 1 de março de 2017

Cantigas medievais galego-portuguesas - corpus integral profano


“Cantigas Medievais Galego-Portuguesas – corpus integral profano” 2 volumes, Graça Videira Lopes (ed. coord.)

«Esta obra reúne pela primeira vez em livro o corpus integral das cerca de 1680 cantigas medievais galego-portuguesas profanas, compostas e cantadas por trovadores e jograis nas cortes reais e senhoriais ibéricas entre meados do século XII e meados do século XIV, e que chegaram até aos nossos dias, numa edição realizada a partir de uma nova leitura dos manuscritos que as preservaram.

À edição das cantigas, acompanhada de uma breve informação sobre cada uma delas, junta-se ainda a edição da chamada Arte de trovar, o pequeno tratado de poética trovadoresca que abre o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, bem como um conjunto de anexos, entre os quais se destaca uma seleção da música trovadoresca sobrevivente, quer a original, de Martim Codax e de D. Dinis, quer a que toma de empréstimo melodias provençais e francesas da época, ou seja, os contrafacta.

Completa-se com esta obra uma importante vertente do projeto Littera, edição, atualização e preservação do património literário medieval português, sediado no IEM da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, do qual resultou a base de dados online Cantigas medievais galego-portuguesas. A que acresce, no que diz respeito aos contrafacta, o projeto Modelos e variações: a lírica medieval ibérica na Europa dos trovadores, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e desenvolvido por uma equipa conjunta do IEM e do CESEM.

À edição eletrónica das cantigas junta-se agora a sua edição impressa, um instrumento complementar que procura responder ao objetivo pragmático de facilitar a leitura, a consulta, o ensino ou a investigação em torno deste importante património cultural ibérico, e a um objetivo simbólico não menos importante: o de reunir em livro, em leitura crítica unificada, a totalidade das cantigas dos trovadores e jograis que nos foram transmitidas pelos cancioneiros.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...»

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Bestiário tradicional português


“Bestiário Tradicional Português - As criaturas fantásticas do imaginário popular” texto e pesquisa Nuno Matos Valente, ilustrações Natacha Costa Pereira

O Bestiário Tradicional Português é a primeira obra que reúne e ilustra as criaturas fantásticas que povoam o imaginário nacional. Homem do Saco, Bicho-Papão, Olharapos, Ganchas eTrasgos são apenas alguns exemplos de cerca de 40 criaturas genuinamente portuguesas, a maior parte nunca antes ilustradas.

Recorrendo a fontes escritas e a extensa recolha oral, os autores procuraram sistematizar informação muito dispersa e variada, recolhida ao longo dos anos por si e pelos mais ilustres etnógrafos portugueses, como Leite de Vasconcelos, Consiglieri Pedroso e também Alexandre Parafita, Alexandre Herculano, Júlio Dinis e Teófilo Braga. Nuno Matos Valente elaborou a pesquisa e o texto e Natacha Costa Pereira ilustrou, interpretando artisticamente séculos de memória coletiva.


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domingo, 19 de fevereiro de 2017

DiVersos - poesia e tradução 25


“DiVersos – Poesia e Tradução” n.º 25

Neste número, datado de dezembro de 1996 mas em circulação a partir do início de 2017, completa-se e encerra-se a evocação do vigésimo aniversário da criação da DiVersos – Poesia e Tradução.

Poemas de um poeta grego moderno, como é o caso de Kostís Palamás traduzido por Maria da Piedade Faria Maniatoglou, prosseguem a quase constante presença de poetas gregos nas nossas páginas.

Federico García Lorca, poeta galego? É nessa língua que surge neste número um dos maiores poetas de sempre de língua castelhana. E como se verá adiante, justificadamente. Com ele aprofundamos o nosso interesse pela poesia de língua galega e ao mesmo tempo prestamos homenagem ao grande poeta andaluz no 80.º aniversário do seu assassinato.

Com o escritor norueguês Henrik Ibsen, autor dramático mas também poeta – faceta menos conhecida fora da Escandinávia -, e à semelhança do que aconteceu no n.º 23 com o tema «Poesia e Natureza», iniciamos uma nova etiqueta, «Poesia e Música», há muito acalentada mas que só agora foi possível iniciar. À poesia de Ibsen associa-se a alusão à música de Edvard Grieg, um dos maiores compositores românticos e o mais reputado compositor norueguês.

Traduzidos do inglês, apresentamos alguns poemas de Charles Simic, em tradução de Francisco José Craveiro de Carvalho, e de Seamus Heaney, em tradução de José Lima.

Do castelhano, poesia de Miguel Losada, confrade editor da publicação La Revista Áurea e ele próprio poeta, traduzido para português por Verónica Aranda, poetisa espanhola que mais adiante surge selecionada e traduzida a si própria para português em poemas inspirados no ambiente de Lisboa.

Quanto a poesia originariamente escrita em português, duas miniantologias de dois dos fundadores da DiVersos, Carlos Leite e Manuel Resende; alguns poemas de um dos mais importantes intérpretes do surrealismo português, Cruzeiro Seixas, aqui presentes graças aos bons ofícios de António Cândido Franco. Inês Fonseca Santos, poetisa com vários livros publicados, surge pela primeira vez nas páginas da DiVersos, tal como Júlio Henriques, que enquadrámos na etiqueta «Poesia e Natureza», embora esse não seja, de longe, o único tema da sua poesia. Nuno Félix da Costa, já anteriormente publicado na DiVersos, está aqui de novo connosco. Três poetas brasileiros, Helio Neri e Mariana Ianelli, que chegam até nós pela mão amiga de Elisa Andrade Buzzo, e Tere Tavares, que nos foi apresentada por Nuno Rebocho, completam as quase duas dezenas de poetas deste número 25. Vinte e cinco números em vinte anos – não é muito, esperamos no entanto que se revele como algo mais que uma simples teimosia.

Carlos Leite nasceu em Vila Real em 1949. É tradutor profissional. Vive actualmente em Atenas. Publicou, de poesia: O Pesquisador de Ouro, Lisboa, 1981, A Máquina Vaporosa, Lisboa, 1983; O Brilho do Residual, Lisboa, 1985; O Desflashar dos Espaços, Lisboa, 1987, todos em Quatro Elementos Editores. E Ostende, Lisboa, 1997, na Black Sun; e ainda este foi sempre o nosso ponto de embarque para a lua preferido, em colaboração com Filipa Eça, Matosinhos 1999, Contemporânea Editora. Colaborou em diversas publicações colectivas, nomeadamente Arco Íris, Mar, Peste, Nuvens, Eldorado e Bumerangue. Um dos quatro fundadores da DiVersos, em 1996, onde colaborou com poesia própria e com traduções. Entre outros, traduziu, editados por Livros Cotovia, os livros de poesia Trabalhar Cansa, de Cesare Pavese, e Paisagem com Inundação, de Iosif Brodskii. A antologia que se insere a seguir foi realizada pelo editor da DiVersos e é de sua responsabilidade, tendo no entanto sido revista pelo autor.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “DiVersos” n.º 24]


sábado, 18 de fevereiro de 2017

1.500 publicações, 177.446 visualizações

blogue Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro – Património Mundial

1.500 publicações – como uma enciclopédia de livros, autores, vinhos, coisas, loisas e eventos de Trás-os-Montes e Alto Douro – com pontes para a Galiza

177.446 visualizações

de 108 países – África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argélia, Argentina, Armânia, Aruba, Austrália, Austria, Bangladesh, Bélgica, Benin, Bermudas, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Burquina Faso, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Catar, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Coreia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Curaçao, Dinamarca, Egito, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Fiji, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiné Bissau, Holanda, Hong Kong, Hungria, Índia, Indonésia, Iraque, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Jersey, Jordânia, Laos, Letônia, Líbano, Lituânia, Luxemburgo, Macau, Macedônia, Malásia, Malta, Marrocos, Martinica, Maurício, México, Moçambique, Moldávia, Nepal, Nigéria, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Quênia, Reino Unido, República Dominicana, República Tcheca, Romênia, Rússia, São Tomé e Principe, Senegal, Sérvia, Sint Maarten, Sri Lanka, Suécia, Suiça, Tailândia, Taiwan, Tchénia, Timor-Leste, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Uruguai, Venezuela, Vietnã.

o b r i g a d o !

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Estudos sobre João de Araújo Correia


“Ao Lume Brando da Urze – Estudos sobre João de Araújo Correia” de Ana Ribeiro

De forma a assinalar os trinta anos do desaparecimento de João de Araújo Correia (1899-1985), reúnem-se neste volume dez estudos sobre a obra deste escritor duriense. No seu conjunto, os trabalhos aqui compilados versam não só sobre as crónicas, os contos e a poesia do «mestre de nós todos», mas também sobre os títulos que singularizam os seus livros e as dedicatórias que recebeu ao longo da vida. As preocupações linguísticas do nosso médico-escritor, o seu Douro turístico, a recuperação da memória galega, o culto camiliano e a expressão do Natal na sua ficção são alguns dos temas desenvolvidos. 
O conto «A velha das panelas» e o volume a que pertence, Contos Bárbaros, foram objeto de atenção particular. Pretendeu-se, deste modo, abranger as diferentes vertentes da produção literária deste autor polifacetado e iluminar aspetos inexplorados da sua obra, os quais constituíram um estimulante desafio.



«"Trinta anos após a morte de João de Araújo Correia, Ana Ribeiro, no âmbito da Tertúlia Aráujo Correia, vem recordar a memória da obra do autor, não esquecida, que a História da Literatura não o permite, mas abafada pela pressão editorial do momento.
De certo modo, com os dez estudos de Ana Ribeiro presentes no livro “Ao Lume Brando da Urze-Estudos sobre João de Araújo Correia”, publicado no final de 2016, conclui-se a formação do cânone por que será doravante lido a obra do autor que elevou a "pátria vinhanteira" do Douro a fértil campo literário e estético."
(...)
João de Araújo Correia; autor clássico, autor contemporâneo, autor indispensável e duradouro da história da literatura portuguesa, que é necessário voltar a ler sem preconceitos modernistas ou pós-modernistas. E se é verdade que cada livro de qualidade e cada autor de grande singularidade encontram sempre leitor apropriado, então João de Araújo Correia será sempre lido pelos tempos fora, indindáveis."» Miguel Real in "Os Dias da Prosa" - Jornal de Letras, Artes e Ideias, de 1 a 14 de Fevereio de 2017 

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[também disponível os títulos: “Pátria Pequena”, “Palavras Fora da Boca”, “Pontos Finais”, “Nova Freguesia”, “Depoimento de João Semana Sobre a Vida Clínica de Aldeia”; “Contos e Novelas I (Contos Bárbaros, Contos Durienses, Terra Ingrata)”, “Contos e Novelas II (Cinza do Lar, Casa Paterna, Caminho de Consortes, Folhas de Xisto)”, “Sem Método – notas sertanejas”, “Contos Bárbaros”, “O Porto do meu tempo”, “Manta de Farrapos”, “Contos Durienses”. “Perfil Literário de João de Araújo Correia” de Cruz Malpique; “O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia” e “Manuel do Mundo – Drama Duriense” de Altino Moreira Cardoso; “João de Araújo Correia – Cronista das Gentes do Douro” de Manuel Joaquim Martins de Freitas (vencedor do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira / CMF). “à conversa com João de Araújo Correia” de José Braga-Amaral. “Papagaios de Papel – Leitura de um conto de João de Araújo Correia” de Maria da Assunção Anes Morais. “Galegos no Douro na Obra de João de Araújo Carreia” organização, introdução e notas: M. Hercília Agarez; “O Meu Moledo – Crónicas de João de Araújo Correia” organização e introdução de Helena Gil. “Letras Com Vida – literatura, cultura e arte”, n.º 2, 2.º semestre de 2010 dossiê escritor “João de Araújo Correia” coordenação de António José Borges. Revista “Geia” n.º 1 (Dezembro 2009), n.º 2 (Dezembro 2011), n.º 3 (Setembro 2013), n.º 4 (Outubro 2015) edição da Tertúlia de João de Araújo Correia – recordamos que também disponibilizamos a ficha de adesão à Tertúlia de João de Araújo Correia]

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Memórias do cárcere, Camilo


“Memórias do Cárcere” de Camilo Castelo Branco
edição de Ivo Castro e Raquel Oliveira

Em Memórias do Cárcere, Camilo traça um retrato duro mas emocionante das inauditas condições de vida na histórica Cadeia da Relação do Porto bem como da pesada justiça oitocentista, tendo como fio condutor a experiência vivida na primeira pessoa e outros testemunhos de vida, cuja singularidade Camilo quis deixar para memória futura.
Com edição de Ivo Castro e Raquel Oliveira este volume da Edição Crítica de Camilo Castelo Branco oferece um rigoroso mas discreto aparato crítico, uma completa nota editorial e uma reveladora obra camiliana para (re)descobrir.
«Um falsário que conta histórias, mais a biografia do famigerado Zé do Telhado, além de parricidas e infanticidas e ainda o homem que matou o burro dum abade: uma coleção de desgraçados, incluindo o próprio romancista, como sempre preso na maior vocação, falar dos outros.» Abel Barros Baptista


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[também disponível os títulos: “Amor de Perdição”, “O Regicida”, “O Demónio do Ouro”, “A Sereia”, “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”, “A Queda Dum Anjo”, “Novelas do Minho – Um Retrato de Portugal”, “Mistérios de Lisboa” Vol. I, II e III, “A Vingança”, “Maria Moisés”, “O Bem e o Mal” fixação do texto por Manuel Celestino Martins Neves, “A Viúva do Enforcado”; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “O Penitente (Camilo Castelo Branco)” de Teixeira de Pascoaes, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “As (Trans)Figurações do Eu nos Romances de Camilo Castelo Branco (1850-1870)” de David Frier, “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Viajar com... Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Castro e José Manuel de Oliveira, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890)”, “Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho; “A Freira No Subterrâneo” com o português de Camilo Castelo Branco]

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Bié - cantautor


ep “Desert Venice”

released September 29, 2016 


Vitor Hugo Ribeiro _ Production / Various Instrumentation 
Paulo de Almeida _ Master 
André C. Macedo _ Art / Vídeo 
Raquel Santas Noites Elias _ Vídeo Actress 
Rute Duarte Pereira _ Back Vocals in "About Beer & You" 
Gustavo Pelayo _ Bass 
Rafael Fernandes (Bié) _ Songwriting / various Instrumentation / performing


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

cão celeste #10


CÃO CELESTE #10

com capa de DANIELA GOMES
e colaborações de Abel Neves | Ana Menezes | Ana Paula Inácio | António Barahona | Bruno Borges | Bruno Dias | Cláudia Dias | Daniela Fortuna | Débora Figueiredo | Emanuel Jorge Botelho | E. M. de Melo e Castro | Fábio Neves Marcelino | Fabio Weintraub | Fernando Guerreiro | Gil de Carvalho | Guilherme Faria | Hélia Correia | Henrique Manuel Bento Fialho | Hugo Pinto Santos | Inês Dias | Isabel Baraona | ISABEL NOGUEIRA | Jaime Rocha | João Alves | João Barrento | João Chambel | João Concha | Jorge Roque | José Ángel Cilleruelo | José Feitor | José Miguel Silva | Leonor Figueiredo | Luca Argel | Luís França | Luís Henriques | Manuel A. Domingos | Manuel de Freitas | Manuel Diogo | Maria da Conceição Caleiro | Mário Alberto | Miguel Martins | Miguel Pereira | Pádua Fernandes | Paulo da Costa Domingos | Pedro Burgos | Raymund Krumme | Ricardo Castro | Rik Lina | Rui Nunes | RUI PIRES CABRAL | Sebastian Brant | Tania de Léon | Thomas Bewick | Urbano | Vanda Brotas Gonçalves | Vítor Silva Tavares | Zepe

«UMA CONCEPÇÃO FRACTAL DA LÍNGUA PORTUGUESA
E.M. DE MELO E CASTRO
(...)
Creio até que esses factores dispersivos nos equipam com uma experiência rica que nos permite delinear uma concepção contemporânea de espaço linguístico e cultural, propiciando inusitadas possibilidades de inovação e de criação linguístico-poética.
Nesta perspectiva, se procurarmos um modelo metafórico para delinearmos as nossas distâncias e as nossas proximidades, talvez numa primeira aproximação encontraremos a ideia de «arquipélago» como suficientemente sugestiva e adequada.
(...)
Falar de ilhas e de arquipélagos pressupõe a existência de uma larga quantidade de espaço, de que a água é, ao mesmo tempo, matéria física e metáfora, possivelmente um mar ou um oceano; água essa que tanto une como separa, formando-se o arquipélago no espaço conceitual de quem o imagina ou vê como entidade coerente. É tal como as estrelas e as constelações, no espaço sideral.
É tal como com a língua portuguesa e os oito países que a detêm e utilizam como instrumento privilegiado, cada um constituindo uma ilha e sonhando de maneira diferente com a concepção de um arquipélago em que o português seja o tecido que envolve e possibilita a comunicação, e não o mar que separa, distancia e estranha as falas dos falantes.
(...)
Tal concepção de auto-semelhança vem alterar a metáfora do arquipélago e projecta-nos numa outra metáfora bem complexa, mas também mais adequada, segundo penso: a metáfora de estrutura «fractal» como descritora da atual situação da língua portuguesa.
Mas, no caso de fenômenos culturais e, particularmente, linguísticos, o que poderá constituir uma concepção fractal, para além de ser mais uma apropriação metafórica de um conceito científico matemático?
Benoit Mandelbrot, o matemático inventor da geometria factal, já na segunda metade do século XX, chamou desde logo a atenção para a natureza caótica, suscetível de descrição fractal, de numerosos fenômenos naturais, tais como: os movimentos brownianos, a variação da forma e do volume das nuvens, a ondulação da superfície do mar, a agitação das folhas e dos ramos das árvores impelidas pelo vento, ...
(...)
Não me parece difícil extrapolar para o mundo das ciências humanas e, particularmente, daquelas atividades a que chamamos linguísticas, como a fala, a escrita, a comunicação, a informação, a criação textual, a invenção do novo poético ou o exercício do raciocínio e da capacidade formuladora de pensamentos.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números de “Cão Celeste”: #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9]


domingo, 12 de fevereiro de 2017

tricota_mundos: noite #5

cartaz de Sofia Rocha e Silva

António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 11 de Março de 2017, sábado, pelas 21h00: apresentação do livro “Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale, com as presenças do autor e do editor, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Oficina de Aromaterapia


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 23 de Fevereiro de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: tricota_mundos, all night knitting – noite #5, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 11 de Março de 2017, sábado, pelas 21h00: apresentação do livro “Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale, com as presenças do autor e do editor, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Oficina de mitenes (tricot)

[cartaz de Sofia Rocha e Silva]

As mitenes são definidas como "luvas que apenas cobrem o metacarpo, deixando os dedos livres ou luvas sem dedos". São ótimas para termos as mãos quentinhas continuando a fazer as atividades do dia a dia (conduzir, escrever, etc). Nesta oficina vamos aprender as diferentes técnicas de tricot para construirmos diferentes tipos de mitenes.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Aromaterapia Integrativa - o que é?


Aromaterapia Integrativa – o que é?
por Liliana Macedo
dia 3 de Fevereiro de 2017, sexta-feira, 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

«A aromaterapeuta Liliana Macedo vai estar na Traga-mundos para uma breve apresentação acerca da AROMATERAPIA INTEGRATIVA.
Vai falar acerca da escola francesa de aromaterapia que, numa abordagem mais científica, propõe a administração dos óleos essenciais de formas menos comuns, como a via oral ou através de formas galénicas que permitam lidar com quadros patológicos de forma mais eficaz.
Esta vertente da aromaterapia, usada isoladamente ou complementando outros tratamentos, adapta-se a todas as idades e condições. Pode ser usada por todos no seu dia-a-dia, ou por profissionais da área da saúde que pretendam adoptar práticas simultaneamente eficazes e naturais aos cuidados de saúde que prestam.»

sábado, 28 de janeiro de 2017

Apurriar


“Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale

«ouvir, ler e escrever. falar, contar e descrever. o prazer de viver. assim partilho minha visão do mundo.»

Colectânea de textos extraídos do blog do autor, ao longo de 10 anos de existência.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Histórias de Escano e Soalheira”, “Senhora das Graças, a Santa e Padroeira de Carção”, “Bem Perto do Céu, A Novena-Retiro da Senhora da Serra”, “D. Manuel António Pires, história de vida de um missionário 1915 – 2015”]

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Apresentação de "Maria Castanha - outras memórias"


Apresentação do livro “Maria Castanha – Outras Memórias” de Jorge Lage
pelo Prof. Dr. José Alves Ribeiro (UTAD), com a presença do autor
dia 28 de Janeiro de 2017, sábado, pelas 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

O meu terceiro livro «Memórias da Maria Castanha», apesar dos milhares de quilómetros percorridos no continente e ilhas, apenas incidiu a pesquisa sobre 50 concelhos castanhícolas. Sentindo que era um estudo incompleto, deixou-me desassossegado pelo que fui «obrigado» a avançar para o quarto livro sobre o tema.
Assim, mercê de um intenso trabalho de 3 anos, principalmente nos últimos 5 meses, saiu a público no final de Outubro 2016 o meu último livro, «Maria Castanha – outras Memórias», sobre a memória imaterial da Castanha/Castanheiro. O livro contêm importantes memórias castanhícolas de vários municípios do país, sendo fácil a consulta pelo índice remissivo por concelho.
O Prefácio é assinado pelo Prof. Doutor, Fernández Ana-Magán um amigo da Galiza e o Posfácio pelo ilustre Escritor/Jornalista, Doutor Barroso da Fonte, barrosão e transmontano.
São mais cerca de 310 páginas (1 caderno a cores), capa (17 X 24 cm) com badanas e em quadricromia plasticizada a mate. É ilustrado com cerca de 20 fotos e 3 mapas e mais de 500 notas de pé de página.
Além do índice geral com 80 (oitenta) capítulos e subcapítulos, tem um índice remissivo por cada concelho.
A tiragem é de 300 exemplares e cerca de 150 já foram vendidos.
Com a publicação de «Maria Castanha – Outras Memórias», fecho um ciclo de mais de 16 anos de pesquisa e recolha da memória imaterial castanhícola, com quatro livros publicados.
Com a publicação de «Maria Castanha – Outras Memórias», fecho um ciclo de mais de 16 anos de pesquisa e recolha da memória imaterial castanhícola, com quatro livros publicados.
O formato estrutural parece-me conseguido melhor que o anterior.
As melhores saudações associativas.
Braga, 07 de Novembro de 2016
Jorge Lage



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 25 de Janeiro de 2016, quarta-feira, pelas 21h00: participação com uma banca de livros de Luísa Dacosta, no evento de 5.º aniversário da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal de Vila Real, “Leituras cruzadas em torno da obra de Luísa Dacosta”, em sessão aberta ao público, na Biblioteca Municipal Júlio Teixeira, em Vila Real, Portugal;
- de 27 a 29 de Janeiro de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento de promoção da Cultura Transmontana, organizado por Terras de Torga, , na Loja Interactiva de Turismo do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, Portugal;
- dia 3 de Fevereiro de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: “Aromaterapia Integrativa – o que é?” por Liliana Macedo, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 4 de Fevereiro de 2017, sábado, das 9h00 às 13h00: oficina de mitenes (tricot), tricota_mundos, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 11 de Fevereiro de 2017: reunião do júri do Prémio Antón Risco, em Allariz, Ourense, Galiza;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

traga_mundos e a promoção da Cultura Transmontana



A Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real, foi convidada para participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento de promoção da Cultura Transmontana, organizado por Terras de Torga, de 27 a 29 de Janeiro de 2017, na Loja Interactiva de Turismo do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, Portugal.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Comunidade de leitores com Luísa Dacosta


A livraria Traga-Mundos  foi convidada para participar com uma banca de livros de Luísa Dacosta, no evento de 5.º aniversário da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal de Vila Real, “Leituras cruzadas em torno da obra de Luísa Dacosta”, em sessão aberta ao público, dia 25 de Janeiro de 2016, quarta-feira, pelas 21h00, na Biblioteca Municipal Júlio Teixeira, em Vila Real, Portugal.

sábado, 14 de janeiro de 2017

A viúva do enforcado - camiliana


“A Viúva do Enforcado” de Camilo Castelo Branco

— Olha, se eu dava a minha filha a esse Herodes!
Credo! Que vá casar com o diabo que o leve,
Deus me perdoe!

«Teresa amava-o ardentemente. Aquele rapaz era, com efeito, o que devera ter sido o artista de Guimarães para que as duas almas se identificassem. António Maria era arrojado nas aspirações e invejava a morte duns heróis revolucionários, cuja história contava à viúva entusiasta.
Dramatizava coisas insignificantes com atitudes trágicas. Declamava com o timbre metálico de pulmões que se ensaiavam para o fôlego comprido das pugnas parlamentares. Sabia o gesto e a palavra atroadora de Desmoulins e Mirabeau. Era um homem antípoda do defunto Guilherme. Não tinha cismas, arroubos, nem enlevos pelo azul dos céus além. O seu amor manifestava-se em convulsões assustadoras, e às vezes ajoelhava-se aos pés de Teresa com a humildade de uma criança, e não ousava beijar-lhe a barra do vestido. Se lhe apertava, porém, a mão, os seus dedos fincavam-se como garra do açor, e o sangue latejava-lhe nas falanges. Dizia que tinha vontade de afogá-la nas suas lágrimas, e morrer. Chamava-lhe a sua redentora, porque já não pensava em estrangular os tiranos da pátria, desde que todo o seu futuro estava no amor ou no des prezo da única dominadora do seu orgulho. Se Teresa um dia lhe desse o seu destino, queria ir com ela para a América inglesa, para o coração do mundo onde pulsa a liberdade humana. Se lá a não encontrassem, iriam procurá-la no deserto; à sombra de uma palmeira fariam uma cabana, e no seio de um areal cavariam a sepultura de ambos. Este homem tinha lido as melhores asneiras de 1829: a “Adriana de Brianville” e “Amélia ou os efeitos da sensibilidade”; e conhecia “Atalá”, traduzido em 1820, e as “Aventuras do último abencerragem”, em 1828. Possuía literatura bastante para levar a peçonha dos romances ao serralho de Mahmoud II.» [Camilo Castelo Branco]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Amor de Perdição”, “O Regicida”, “O Demónio do Ouro”, “A Sereia”, “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”, “A Queda Dum Anjo”, “Novelas do Minho – Um Retrato de Portugal”, “Mistérios de Lisboa” Vol. I, II e III, “A Vingança”, “Maria Moisés”, “O Bem e o Mal” fixação do texto por Manuel Celestino Martins Neves; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “O Penitente (Camilo Castelo Branco)” de Teixeira de Pascoaes, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “As (Trans)Figurações do Eu nos Romances de Camilo Castelo Branco (1850-1870)” de David Frier, “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Viajar com... Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Castro e José Manuel de Oliveira, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890)”, “Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho; “A Freira No Subterrâneo” com o português de Camilo Castelo Branco]