sábado, 28 de outubro de 2017

Contos do Sacaúntos – Romasanta, o reo


“Contos do Sacaúntos – Romasanta, o reo” de Carlos Carvalheira, Xesús Constela, Antonio Manuel Fraga, Mariña Pérez Rei, António Sá Gué

«Este libro xurdiu grazas á convivencia dun grupo de autoras e autores da Galiza e Portugal durante as VI Xornadas Romasanta, organizadas pola Fundación Vicente Risco en outubro de 2016.

Durante o encontro, un grupo de especialistas nos aspectos penais do caso Romasanta, expuxeron os seus coñecementos arredor dos cárceres e as condicións en que vivían nelas os reos como o Sacaúntos de Allariz.

Os relatos que compoñen este volume son unha pequena mostra do enorme interese e potencial que a día de hoxe continúa a ter o caso Romasanta, que aquí uniu Galiza con Portugal, a narrativa coa divulgación ou a ilustración co Dereito Penal.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível o seguinte título: “Contos do Sacaúntos – Romasanta, o criminal” de Ramón Caride, Andrea Barreira Freije, Xosé Duncan, João Madureira, Fernando Méndez]

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

As Artes Entre As Letras" n.º 205


"As Artes Entre As Letras" | n.º 205 | 25 Outubro de 2017 | quinzenalmente às quartas | 2,00 euros

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números: 198 / 199, 200 – 8 anos, 201 / 202, 203, 204]

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Dicionário de Palavras Soltas do Povo Transmontano


“Dicionário de Palavras Soltas do Povo Transmontano” de Cidália Martins, José Pires, Mário Sacramento

Os transmontanos conferem à língua portuguesa uma vitalidade própria. O seu linguajar está repleto de graciosidade, alguma malícia, e muito humor à mistura.
Este dicionário descodifica, de forma simples e descomplicada, o significado desse falar e dizer único e divertido.
A recolha vocabular vai dirigida ao público em geral, acessível a todos, e reflecte o quotidiano dos transmontanos, o modo como se fala.
É um valioso instrumento para dar a conhecer o vasto património da língua portuguesa cuja grande riqueza reside na sua diversidade, como é o caso do linguajar transmontano, sendo ainda um excelente meio de divulgação por este país fora, pelas comunidades portuguesas e no estrangeiro. Uma obra ousada e divertida!



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “O Falar de Barroso – O Homem e a Linguagem” de Rui Dias Guimarães, “Pequeno Vocabulário Mirandês-Português” de Moisés Pires, “Dicionário do Falar de Trás-os-Montes e Alto Douro” de Vítor Fernandes Barros; “Falares de Mirandela – um complemento do Mirandelês” e “Mirandela, Outros Falares” de Jorge Lage; “Falar(es) do Zoio – Uma aldeia bragançana em meados do séc. XX” de António Afonso Evangelista, “Língua Charra – Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro” Volume I – A-E 568 p. | Volume II – F-Z 606 p. de A. M. Pires Cabral, “Fonologia Mirandesa e outros estudos sobre o mirandês” de José G. Herculano de Carvalho]

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Haiku - por Hercília Agarez


“Folhas em Flor” de Hercília Agarez

«Conhecemos a Maria Hercília Agarez, sobretudo como contista e especialista na obra de Miguel Torga. Surpreende-nos agora com esta bela colecção de poemas cuja raiz vai beber ao haiku japonês, sem se deixar assimilar por ela, mas seguindo um caminho original, de grande sensibilidade, a que o grande público deve ter acesso. A sua publicação será uma mais-valia.» Amadeu Ferreira

«(...) O haiku é, como se sabe, uma forma poética de origem japonesa, cujas principais características são o esforço de síntese e contenção que exige, para além, naturalmente, de uma certa frescura e da capacidade de extrair do quotidiano a poesia que está contida nele.

A própria autora nos dá uma definição possível de haiku: «Haiku:/ croché de palavras/ parcimoniosas.» É esta contenção, aliada a um modo peculiar de encarar a realidade, que está presente nesta obra.

É possível ler em Folhas em flor reflexões ácidas sobre a finitude ou sobre a ausência, a solidão e a perda; alusões por vezes irónicas à transcendência; momentos de inquietação social. Mas é sobretudo impossível ignorar a visão, que diríamos ecológica, de Hercília Agarez. Na verdade são muitíssimos numerosos os poemas em que se referem explicitamente animais e plantas, numa atitude (que por vezes lembra São Francisco de Assis) de simpatia universal por tudo quanto vive e de respeito pela vida. Um exemplo definitivo: «Não se cortem flores silvestres:/ fiéis à terra,/ só ela lhes é jarra.» [Armando Palavras, blogue Tempo Caminhando]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da autora os seguintes títulos: “Histórias Que O Povo Tece – Contos do Marão”, “Dois Homens num só Rosto – Temas Torguianos”, “As Asas da Libelinha”; “Aqui e Agora Assumir o Nordeste – Antologia – A.M. Pires Cabral” selecção e organização Isabel Alves e Hercília Agarez “Por Longos Dias, Longos Anos, Fui Silêncio – Uma Breve Antologia de Autoras Transmontanas” organização de Hercília Agarez e Isabel Alves; “A Terra de Duas Línguas – II – Antologia de Autores Transmontanos” coordenação: Ernesto Rodrigues e Amadeu Ferreira; “Pe. Avelino – Memórias do pároco de S. Martinho” Maria da Assunção Anes Morais (org.), “Negrilho – Homenagem a Miguel Torga” de Maria da Assunção Anes Morais (org.); “Galegos no Douro na Obra de João de Araújo Correia” organização, introdução e notas: M. Hercília Agarez; “Geia” nº 2, “Geia” n.º 3, “Geia” n.º 4]


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

As Artes Entre As Letras" n.º 204


"As Artes Entre As Letras" | n.º 204 | 11 Outubro de 2017 | quinzenalmente às quartas | 2,00 euros

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números: 198 / 199, 200 – 8 anos, 201 / 202, 203]

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Manual de Plantas Medicinais – bases farmacológicas e clínicas


“Manual de Plantas Medicinais – bases farmacológicas e clínicas” de A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Maria do Céu Costa, Odete Rodrigues Roque, Henrique Proença da Cunha, Mafalda Proença Portugal

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Plantas Aromáticas em Portugal – caracterização e utilizações” de A. Proença da Cunha, José Alves Ribeiro, Odete Rodrigues Roque, “Culturas e Utilização das Plantas Medicinais e Aromáticas” de A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque, Natália Gaspar, “Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia” de A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque, “Plantas na Terapêutica Farmacologia e Ensaios Clínicos” de A. Proença da Cunha, Frederico Teixeira, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque, “Plantas Medicinais da Farmacopeia Portuguesa – constituintes, controlo, farmacologia e utilização” de A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque, “Plantas e Produtos Vegetais em Cosmética e Dermatologia” de A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque, Eunice Cunha, “Plantas Aromáticas e Óleos Essenciais – composição e aplicações” de A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque, Maria Teresa Nogueira, “Especiarias e Plantas Condimentares – Origem, Composição e Utilizações” A. Proença da Cunha e Odete Rodrigues Roque; “Flora e Avifauna do Concelho de Moimenta da Beira” de António Luis Crespí, Adriano Sampaio e Castro, Álvaro Rua Martins, Paulo Travassos, Mário Santos; “Flora e Vegetação do Vale do Rio Corgo” de António Luís Crespi, Isabel Garcia-Cabral, Carlos A. Castro, Paulo Almeida, João F. da Rocha, Álvaro Rua Martins; “Guia Artesanal de Plantas Selvagens - usos culinários, medicinais, hortícolas e artesanais” ilustrado, escrito, encadernado por Rita Roquette e David Michael Allison; “Artes de Cura e Espanta-Males – espólio de medicina popular recolhido por Michel Giacometti” Ana Gomes de Almeida, Ana Paula Guimarães, Miguel Magalhães (coords.), “Medicina Popular – ensaio de antropologia médica” de António Fontes e João Gomes Sanches, “Plantas e Saberes – No Limiar da Etnobotânica em Portugal” Amélia Frazão-Moreira, Manuel Miranda Fernandes (org.), "Ervas e Mezinhas na cozinha e na saúde" M. Margarida Pereira-Muller; “Salada de Flores”, “Sementes à Solta” e “Hortas Aromáticas” de Fernanda Botelho, ilustrações de Sara Simões, “As Plantas e a Saúde – Guia prático de remédios caseiros” de Fernanda Botelho; “erva uma vez... estórias cozinhadas com aromas!” autores: Luís Alves – Ervas aromáticas, Patrícia Vilela – Receitas, Nelson Garrido – Fotografia, Pedro Botelho – Design; “Plantas Aromáticas, Medicinais e Condimentares” – dvd – cursos de jardinagem 1]


sábado, 7 de outubro de 2017

As Terras e as Gentes da Galiza e Portugal


“As Terras e as Gentes da Galiza e Portugal na Nova Geografia Universal” de Élisée Reclus

O presente livro apresenta a tradução dos capítulos sobre Galiza e Portugal Continental da Nouvelle Géographie Universelle, uma das suas obras mais emblemáticas.

Élisée Reclus (1830-1905), geógrafo de prestígio internacional, pensador e militante anarquista, participou nas lutas sociais que o movimento operário desenvolveu na segunda metade do século XIX e nos inícios do XX. Se foi chamado de “sábio, justo e rebelde” é porque trabalhou incessantemente tanto na sua vertente de divulgador da geografia como na de pensador revolucionário e ativista social.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “A Imagem da Galiza em Portugal” de Carlos Pazos-Justo, “A Imagem de Portugal na Galiza” de Carlos Quiroga, “Breve História do Reintegracionismo” de Tiago Peres Gonçalves, “Galiza, Um Povo Sentimental? – Género, Política e Cultura no Imaginário Nacional Galego” de Helena Miguélez-Carballeira, “Galiza” de Manuel María, “História da Língua em Banda Desenhada” de coletivo Pestinho]

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Moby_Dick adaptado para leitura


“Moby-Dick” em três horas e quarenta e cinco minutos
a partir de Herman Melville
adaptado por Tiago Patrício, em colaboração com Pedro Alves

«A BALEIA BRANCA
Narrativa de aventuras para alguns, epopeia metafísica para outros, «Moby-Dick», de Herman Melville, pode ser resumida como a história de uma viagem de caça à baleia, um estudo sobre a obsessão e a vingança e como estes traços dominantes se tornam a ruína do homem. Uma narrativa fragmentada, em certo modo, desordenada, dinâmica, entretecendo diferentes modos literários: conto, sátira, drama, ensaio, enciclopédia, crónica, lírica… Numa primeira fase do texto (e aqui serve-nos tão bem a teoria cíclica da História tal como foi desenhada por Vico!), acompanhamos o narrador Ismael nos preparativos para a viagem. É o tempo dos mitos, dos monstros e em que a luz vai rasgando as trevas primordiais. Naquilo que podemos considerar a segunda parte, um tempo dos heróis, a bordo do navio Pequod, Ismael abandona o papel central da narrativa e o foco é deslocado para Ahab e para a sua perseguição à Baleia Branca. E é tão interessante que os heróis desta grande narrativa fundadora dos EUA sejam marinheiros, arpoadores, ferreiros, cozinheiros, loucos tamborileiros, comandados por um influente capitão monomaníaco! Num terceiro momento, Ahab parece medir forças com o segundo oficial do Pequod, o racional e prudente Starbuck. No entanto, no derradeiro andamento do texto, é já inevitável o confronto destruidor com a Baleia Branca, que terminará de forma caótica, com a morte do Capitão Ahab e de toda a tripulação do Pequod, à exceção de Ismael. Terminada a saga marítima fica esboçada uma nova viagem (il ricorso), em que Ismael, num gesto maneirista ao melhor jeito de Shakespeare, é recuperado como narrador.

A Baleia, indefinida, secreta, ilimitada, mistério e vertigem, acaba por constituir a analogia da própria obra literária de Melville – e, talvez, também do nosso próprio espetáculo. Ahab é descrito como uma personagem monomaníaca, figura satânica, guiada por um único objetivo, capaz de vergar tudo e todos pela paixão que lhe arde no peito, a sede de vingança, a vontade de destruir Moby-Dick. Ahab é um ser atuante, narcisista, por oposição a Ismael, face a Moby-Dick (objeto-texto-fantasma). Não pensa, apenas sente, tal como o próprio afirma no início do seu último dia de caça à Baleia. Enquanto Ahab persegue ébrio de paixão, o fantasma do seu próprio espírito, Ismael segue-o, distanciado, permitindo que este (o fantasma-baleia) se revele em toda a sua plenitude. Se para Ahab o mar é a onda que o transporta para o confronto com Moby-Dick, para Ismael o mar representa as ilimitadas ressonâncias/ cogitações de que a Baleia se faz eco. Ismael é um narrador consciente do seu papel e, ao contrário de Ahab, faz uma viagem não contemplativa ou fantasista ao encontro do absoluto (Moby-Dick), para logo o perder, porque nunca o atinge. Ahab, Ismael e até mesmo Starbuck não são homens sozinhos. Dependem das relações que estabelecem uns com os outros. O navio Pequod (outra personagem?), à semelhança do Bellipotent em «Billy Bud» ou o San Dominick em «Benito Cereno», acaba assim por funcionar como pequena «ilha» de homens perturbados, uma imagem microscópica do mundo como «navio [como palco] numa viagem sem regresso».

MOBY-DICK
A narrative of adventures for some and a metaphysical epic for others, Melville’s ‘Moby-Dick’ may be summarized as the story of a whaling trip, a study on obsession and revenge and how these dominant human traits become the man’s bane. A fragmented but, at the same time, disorderly and dynamic narrative, it assumes different literary modes: satire, drama, essay, encyclopedia, chronicle, lyrical.


The performance premiered on 19th November 2013 at Casa de Teatro de Sintra (in Sintra, Portugal). Since then it has been presented all over Portugal and in the USA, at the Access Theater (in New York) and at the New Bedford Whaling Museum.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Cartas de Praga | Letters from Prague”, "A Memória das Aves", “Retratinhos vol. 1” com Jorge Palinhos e Alexandre Sarrazola, “O Direito à Revolta (português) | The Right to Revolution (english) | El Dret a la Revolta (català)”, “Turismo de Guerra”, “Checoslováquia”, "Pavilhão K Terminal C", "As Portas da Cidade", “Cantina Velha”, “O Livro das Aves”, “Trás-os-Montes”, “O Estado de Nova Iorque”, “Mil Novecentos e Setenta e Cinco”, “O Princípio da Noite”, "O Poeta Na Cidade"]

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Memórias dos Bombeiros Voluntários: Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde

“Memórias dos Bombeiros Voluntários: Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”
com 49 fotografias
Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 7)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da colecção os seguintes títulos: “Nos 50 anos da televisão em Portugal – quando tudo começou” de António Barreto, “A Avenida da Marius”, “Ciclismo em Vila Real – memória fotográfica”, “Cargaleiro – obra gravada”, “Vila Real vista do céu – oito décadas de fotografia aérea”, “Memórias do Bairro de Santa Margarida”, “Memórias dos Bombeiros Voluntários – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”, “António Narciso Alves Correia – a fotografia em Vila Real na década de 1870” de Elísio Amaral Neves, “Vila Real pela objectiva de Filipe Borges Júnior”, “Construtores de Instrumentos Musicais de Trás-os-Montes e Alto Douro” e “Fez-se Mais Curto o Caminho entre o Marão e Espinho” de Elísio Amaral Neves, “Liceu Velho, Liceu Novo”, “Biodiversidade de Vila Real – Uma abordagem fotográfica”, “Vila Real pela objectiva de Filinto Monteiro”, “Vila Real – Nos 40 Anos do 25 de Abril”, “Circuito de Vila Real – o início”, "Biodiversidade de Vila Real – Nova abordagem fotográfica", “Desenho de Natureza e Desenho Científico”, "Rua Central – Memória Fotográfica", "Querida Maria – Postais da Primeira Grande Guerra" de Aires Torres, “Vila Real pela objectiva de José Aguilar”, “Memórias da Foto Brasil”, “Memórias dos Bombeiros de Salvação Pública – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca de Vila Real”, “Vila Real pela objectiva de AM”]

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Agenda 2018 - plantas medicinais

“Plantas Medicinais – a saúde nas nossos mãos – agenda 2018” de Fernanda Botelho

Esta agenda é uma homenagem às plantas e às mãos que delas têm sabido cuidar ao longo dos milénios. É mais uma tentativa de aproximação entre plantas e pessoas, medicina e planeta. O fio condutor desta agenda, a nona desde 2010 continua a ser o uso terapêutico de plantas e frutos. E porque 2018 é o ano Europeu do Património Cultural, património esse que abrange recursos do passado que assumem muitas formas e aspetos. O conhecimento ancestral das plantas e seus usos constitui um desses valiosos aspetos que é urgente preservar para o bem da nossa saúde e da saúde do planeta terra.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível da autora os títulos: “Sementes à Solta”, “Hortas Aromáticas”, “Salada de Flores” e “Nettles and roses”, ilustrações de Sara Simões; “As Plantas e a Saúde – Guia prático de remédios caseiros”, “Uma Mão Cheia de Plantas Que Curam – 55 espécies espontâneas em Portugal”]


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Poemagosto - Festival Internacional de Poesia em Allariz



A livraria Traga-Mundos foi convidada para participar com uma banca de livros, sobretudo de POESIA, e mais algumas coisas e loisas, no IV Poemagosto – Festival Internacional de Poesia em Allariz, nos dias 13 (sexta-feira), 14 (sábado) e 15 (domingo) de Outubro de 2017, sábado, em Allariz, Galiza. [recordamos que participamos há três edições, desde a primeira…]


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

As Artes Entre As Letras n.º 203


"As Artes Entre As Letras" | n.º 203 | 27 Setembro de 2017 | quinzenalmente às quartas | 2,00 euros

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números: 198 / 199, 200 – 8 anos, 201 / 202]

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Portugal encantado

“Portugal Encantado”

"Portugal Encantado" é um livro sobre locais que têm magia e encanto próprios. Foram escolhidos locais mais remotos e, talvez, menos conhecidos do público em geral que apresentam uma mística própria, permitindo que quem os visite os torne seus e os leve na memória. São locais distintos, talhados pela Natureza ou pelo Homem, repletos de história e costumes que permanecem incólumes ao passar do tempo e à modernização como autênticos museus prontos a deslumbrar quem se aventura a procurá-los.


"Enchanted Portugal" is a book about places that have their own magic and charm. I have chosen remote places that are less familiar to the general public, which possess a mystique and a rapport allowing visitors to appropriate them and take them home in their memory. Places with specific and distinct characteristics, carved by nature or by man, filled with history and customs that have remained untouched by the passage of time and by modernisation, like authentic museums and chapels that astonish those who venture to seek them out.

Livro em capa dura
Hard cover book

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o seguinte título: “Portugal – Viagens e Histórias | Uma Viagem por Portugal Continental” autoria: Pedro Veloso, Susana Fonseca, Sérgio Fonseca, textos: Susana Fonseca, Fabíola Moreira, fotografia: Sérgio Fonseca, Pedro Veloso; “Portugal – Viajes e Histórias | Un Viaje por Portugal Continental” (espanhol), “Portugal – Voyages et Histoires | Un Voyage à Travers le Portugal” (francês), “Portugal – Reisen und Geschichten | Eine Reise Durch das Portugiesische Festland” (alemão); “Portugal de Norte a Sul (from north to south)” de João Nunes da Silva, edição bilingue (Português-Inglês); “Portugal – Lost and Found – Fascinating coloring book for adults” design by Marina Velichko, illustrations by Olga Salikhova]

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

à praxe: desobedecer!


“Desobedecer à Praxe” de Bruno Moraes Cabral e João Mineiro

Porque o silêncio sobre a praxe se tem tornado insuportável, neste livro poderão encontrar um desafio ao debate e, sobretudo, um convite para a ação. Desobedecer à Praxe procura desconstruir os argumentos que têm legitimado a praxe académica, traçar uma história do fenómeno entre o século XVIII e a primeira década deste milénio e propor estratégias para passar da crítica à ação concreta.

Bruno Moraes Cabral é realizador. O seu filme Praxis, sobre a praxe académica, obteve o prémio de Melhor Curta-Metragem da competição nacional no DocLisboa 2011.

João Mineiro é sociólogo e investigador. Foi dirigente estudantil no ISCTE-IUL entre 2010 e 2015.

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domingo, 17 de setembro de 2017

Porto - seasons


“Porto Seasons” de Sérgio Fonseca

O Porto é o Porto todos os dias do ano, mas a cidade muda com o passar dos dias e com o que lá acontece diariamente. O Porto Seasons é um ano no Porto. Um ano com dias de chuva, um ano com algum vento e um ano com muito sol. Um ano com várias festas, a fervilhar de atividades e até com mergulhos no rio Douro...

Porto is Porto every day of the year but the city changes with the passing of the days and with everything that happens every day. Porto Seasons presents a year in Porto. A year with rainy days, a year some wind and a year with a lot of sunshine. A year with various feasts, bubbling with activities, which also include diving into the river Douro…

Porto est la ville de tous les jours de l’année, mais la ville change au fil des jours et selon ce qui s’y passe quotidiennement. Porto Seasons est une année à Porto. Une année avec des jours de pluie, une année avec du vent et une année avec beaucoup de soleil. Une année pleine de fêtes et d’activités, voire des plongeons...

Oporto es Oporto todos los días del año, pero la ciudad cambia con el paso de los días y con lo que allí sucede a diario. El Porto Seasons es un año en Oporto. Un año con días de lluvia, un año con algún viento y un año con mucho sol. Un año con varias fiestas, repleto de actividades y hasta con baños en el río Duero...

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis os seguintes títulos: “Porto e Norte de Portugal – viagens e histórias” (português), “Porto y Norte de Portugal – viajes e historias” (español), “Porto and Northern Portugal – journeys and stories” (english), “Porto et le Nord du Portugal – voyages et histoires” (français),“Porto und Nordportugal – reisen und geschichten” (deutsch)]


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A imagem de Portugal na Galiza


“A Imagem de Portugal na Galiza” de Carlos Quiroga

«O presente trabalho foi elaborado num princípio para o Projeto “Portugal segundo os Países e Nações da Lusofonia”. Um quase dicionário, lançado em 2013 sob a coordenação geral de Ana Paula Tavares e José Eduardo Franco. O plano estava animado pela pretensão de pensar Portugal e contribuir para a reflexão crítica sobre a sua identidade, construída em boa parte na sua relação com os países de língua oficial portuguesa em cuja comunidade política, linguística e cultural se integra. Assim, pediu-se o envolvimento de diferentes investigadores dos países lusófonos que deviam elaborar uma investigação muito condensada do que se disse e se pensou no seu país, de maneira representativa e ilustrativa, sobre Portugal ao longo dos séculos da sua existência como nação. Atendendo o requerimento apontado, pretendeu-se conhecer as representações, imagens, estereótipos, opiniões e pareceres sobre Portugal e os portugueses na Galiza.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o seguinte título: “A Imagem da Galiza em Portugal” de Carlos Pazos-Justo]


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

O Livro das Aves


“O Livro das Aves” de Tiago Patrício
Prémio Daniel Faria 2009

"Papagaio de papel"

Uma flor mineral
sobreposta ao Sol

Um rio de papel
desagua no vento

Uma criança lança
um arco-íris ao mar

Uma bandeira
de um país feito de ar




Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Cartas de Praga | Letters from Prague”, "A Memória das Aves", “Retratinhos vol. 1” com Jorge Palinhos e Alexandre Sarrazola, “O Direito à Revolta (português) | The Right to Revolution (english) | El Dret a la Revolta (català)”, “Turismo de Guerra”, “Checoslováquia”, "Pavilhão K Terminal C", "As Portas da Cidade", “Cantina Velha”, "Moby-Dick", “Trás-os-Montes”, “O Estado de Nova Iorque”, “Mil Novecentos e Setenta e Cinco”, “O Princípio da Noite”, "O Poeta Na Cidade"]

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

As Artes Entre As Letras n.º 201 / 202


"As Artes Entre As Letras" | n.º 201 / 202 | 13 Setembro de 2017 | quinzenalmente às quartas | 2,00 euros

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes números: 198 / 199, 200 – 8 anos]

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Baldrame


“Baldrame” de Manuel Fernando Gonçalves

BALDRAME é um livro de poesia de Manuel Fernando Gonçalves, edição DSO (Coimbra, Junho 2017), com 66 páginas e cuja tiragem é limitada a 100 exemplares. A fotografia da capa é da autoria de Manuel Fernando Gonçalves.

Manuel Fernando Gonçalves (Bragança, 1951) - sou eu a fazer histórias, o grande lapso das frases ouvidas aqui e ali, quem sabe são do nosso quotidiano, cheiram, sabem a qualquer coisa conhecida, que maçada sentir a fala dos entediantes: nem sonham como se torna vaga a sua presença.  

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Mercadinho da Capella #9, Arroios


A livraria Traga-Mundos foi convidada para participar com uma banca de livros, e mais algumas coisas e loisas, no Mercadinho da Capella #9 – «edição especial 2017», que irá decorrer no dia 16 de Setembro de 2017, sábado, a partir das 18h00, no âmbito do Projeto Capella, em Arroios, Vila Real.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Vila Real – cidade dos três santos populares?


Vila Real – cidade dos três santos populares?

Vindo de Lourenço Marques, Moçambique, África, realizei os estudos secundários na cidade de Vila Real, onde cresci com um olhar forasteiro e encantado pelas suas diversas tradições – algumas peculiares e únicas!

Na magnífica feira de Santo António, descobri os “pretinhos de santo antónio”, ou pretinhos da sorte… se fossem roubados! E a existência da capelinha de um Santo António dos Esquecidos…

No Bairro de Santa Margarida, vulgo Rua dos Ferreiros, festejava-se a noite de São João com o saltar de fogueiras, num ambiente mágico e como que transgressor… [o bairro era um recanto estigmatizado da cidade: quando me matriculei na Escola Preparatória Diogo Cão, vindo de uma aldeia, fui colocado na “turma dos da aldeia e do bairro dos ferreiros”, em contraponto com a “turma dos da cidade”!]

Na Feira de São Pedro, vulgo feira dos pucarinhos, um mar telúrico de peças de olaria negra de Bisalhães, aprendi a jogar ao panelo e a admirar a diversidade das artes de homens com mãos marcadas pelo barro e pelas rodas de oleiro manuais.

A minha vida de traga_mundos seguiu diversos destinos e afazeres, do Baixo Alentejo a Norddeutchland, passando pela Guiné-Bissau. Regressei a esta cidade, anos depois, e constato uma mudança na vivência actual dos três santos populares – inspirado num conceito de «mercantilização e aporia da “cultura popular”» da antropóloga Paula Godinho.

O Santo António – apesar da louvável manutenção da típica feira do gado… que passará despercebida aos condutores da cidade! –, resume-se a uma espécie de feira popular, de carrosséis eléctricos e carrinhos de choque, farturas e afins… – com uma localização absolutamente inadequada! E o desfilar de marchas similares às dos bairros alfacinhas da capital!

O São João subiu do bairro para se espalhar pelas ruas do centro histórico – uma acção que teve o seu início no Cabo de Bila por iniciativa dos seus comerciantes – e é uma noite de comes e bebes, tipo portuense, e… devidamente sentados! – curiosamente, é a única noite do ano em que a população de uma cidade capital de distrito vive as suas ruas!

O São Pedro é essencialmente uma feira de cuecas e peúgas, em saldo à meia ou à dúzia, onde os vila-realenses anualmente se abastecem! A presença da olaria negra de Bisalhães é meramente simbólica – digamos que, evocativa…

Vila Real – cidade dos três santos populares? – festa por festa, faltará importar as festas juninas brasileiras, para se candidatar à UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, pois então!

António Alberto Alves
a olhar a Feira de São Pedro à porta da livraria Traga-Mundos, em Vila Real
28 de Junho de 2017

revista “Explora”, setembro 2017, página 49