terça-feira, 10 de maio de 2016

Guia Turístico de Vila Real


“Guia Turístico de Vila Real” de Luís Costa Ribeiro
português | castelhano | inglês

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Ensemble Hotteterre em Vila Real


Ensemble Hotteterre
“L’Amant le plus Fidelle” obras 1, 2 e 3 de Jacques-M. Hotteterre (1674-1763)
14 de Maio de 2016
no auditório do Conservatório Regional de Vila Real

uma iniciativa de Cultura Que Une, Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2016 | Vila Real – Pontevedra

[também no âmbito de “Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016”]

domingo, 8 de maio de 2016

exposição "Terra" - artes plásticas e fotografia


Exposição “Terra” – artes plásticas e fotografia
inauguração dia 14 de Maio de 2016 (sábado)
de 6 a 31 de Maio de 2016
uma iniciativa de Cultura Que Une, Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2016 | Vila Real – Pontevedra [também no âmbito de “Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016”]
na Zona Livre, Espaço d’Artes Jorge Marinho, Traga-Mundos, Museu de Arqueologia e Numismática, Teatro Municipal, em Vila Real

Vinte e três artistas de Portugal e da Galiza juntos numa exposição que se divide entre fotografia e artes plásticas. A visitar durante o mês de Maio em vários locais de Vila Real.

dia 14 – inauguração oficial:
15h00: Zona Livre
16h00: Espaço d’Artes
16h45: Traga-Mundos
17h30: Museu de Arqueologia e Numismática
18h00: Teatro Municipal
18h30: encontro de artistas portugueses e galegos, Teatro Municipal
21h30: concerto de música culta Ensemble Hotteterre, Conservatório Regional de Música de Vila Real.


Car@s amig@s

A Associação CULTURA QUE UNE  e a Traga-Mundos, gostariam de o convidar a estar presente na inauguração das exposições colectivas de artes plásticas e fotografia/poesia, que decorrerá em Vila Real, no próximo dia 14 de Maio, a partir das 15 horas. Seguir-se-á, no final, um encontro/debate de todos os artistas participantes, no Teatro de Vila Real. 

Será servido um Porto de honra.


Nota_ O ponto de encontro é na Zona Livre, Rua D. Margarida Chaves, 65, Vila Real
Em anexo seguem os locais onde se encontram as exposições, o percurso a realizar e respectivos horários.

Agradecia confirmação da presença logo que possível.

Com amizade
António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com


Próximos eventos:
- dias 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- dia 4 de Junho de 2016, pelas 20h30: homenagem ao livreiro Mário Péricles da Cruz, por Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, no Centro Cultural Municipal Prof. Dr. Adriano Moreira, Bragança;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dias 16 e 17 de Julho de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda, em Morille, Salamanca;
- dias 31 de Julho e 1 de Agosto de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda, em Carviçais, Torre de Moncorvo;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 7 de maio de 2016

Três obras teatrais de Leandro Carré Alvarelos


Três obras teatrais de Leandro Carré Alvarelos: “Pra vivir ben casados” (1917), “Ruínas” (1919) e “Un home doente” (1934)
dia 13 de Maio de 2016, sexta-feira, pelas 21h30, na Zona Livre, Vila Real
uma iniciativa de Cultura Que Une, Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2016 | Vila Real – Pontevedra [também no âmbito de “Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016”]

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Matrizes literárias no diálogo Galiza-Portugal no início do século XX


Mesa redonda “Matrizes literárias no diálogo Galiza-Portugal no início do século XX”
com Paulo Samuel e Luís Risco
dia 13 de Maio de 2016, pelas 18h00, na Zona Livre, Vila Real
uma iniciativa de Cultura Que Une, Actos da Cultura Galego-Portuguesa 2016 | Vila Real – Pontevedra [também no âmbito de “Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016”]

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Vila Real pela objectiva de José Aguilar


“Vila Real pela objectiva de José Aguilar”
(com 60 fotografias)
Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 21)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da colecção os seguintes títulos: “Nos 50 anos da televisão em Portugal – quando tudo começou” de António Barreto, “A Avenida da Marius”, “Ciclismo em Vila Real – memória fotográfica”, “Cargaleiro – obra gravada”, “Vila Real vista do céu – oito décadas de fotografia aérea”, “Memórias do Bairro de Santa Margarida”, “Memórias dos Bombeiros Voluntários – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”, “António Narciso Alves Correia – a fotografia em Vila Real na década de 1870” de Elísio Amaral Neves, “Vila Real pela objectiva de Filipe Borges Júnior”, “Construtores de Instrumentos Musicais de Trás-os-Montes e Alto Douro” e “Fez-se Mais Curto o Caminho entre o Marão e Espinho” de Elísio Amaral Neves, “Liceu Velho, Liceu Novo”, “Biodiversidade de Vila Real – Uma abordagem fotográfica”, “Vila Real pela objectiva de Filinto Monteiro”, “Vila Real – Nos 40 Anos do 25 de Abril”, “Circuito de Vila Real – o início”, "Biodiversidade de Vila Real – Nova abordagem fotográfica", “Desenho de Natureza e Desenho Científico”, "Rua Central – Memória Fotográfica", "Querida Maria – Postais da Primeira Grande Guerra" de Aires Torres]


terça-feira, 3 de maio de 2016

com Vila Real - Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016


«A Capital da Cultura do Eixo Atlântico surgiu em 2007 numa cooperação entre o Norte de Portugal e a Galiza com o objectivo de valorizar a cultura que é comum e os artistas que a perpetuam. “Do Douro ao Atlântico” é o tema e fio condutor que une as duas cidades que este ano partilham o estatuto, Matosinhos e Vila Real. Vila Real aproveita o mote também para celebrar o território a montante deste curso. No ano em que se celebram os 260 anos da Região Demarcada do Douro, a simbologia do “vinho” surge como uma oportunidade de brindarmos à cultura de uma forma ampla e universal.

Com incidência nos meses de Maio a Outubro, prevê-se que a programação de Vila Real Capital da Cultura Eixo Atlântico 2016 inclua mais de três centenas de eventos em diferentes espaços e instituições da cidade, públicos e privados, e em diferentes áreas artísticas, como teatro, dança, música, artes urbanas, fotografia, cinema, literatura, artes plásticas, além de eventos relacionados com o pensamento crítico ou com a promoção de produtos endógenos da região, com destaque para o vinho.

O programa integra protagonistas de ambos os lados da euro-região, cumprindo assim o objectivo principal de celebrar a cultura e a criação produzida em diferentes cidades do Eixo, galegas e portuguesas.

A programação de Vila Real abre a 5 de Maio com a vinda a Vila Real, pela primeira vez, da Orquestra Gulbenkian, num espectáculo em que Mário Laginha interpreta o seu Concerto para Piano e Orquestra. No mesmo dia é inaugurada a XI Bienal de Pintura do Eixo Atlântico e realiza-se uma evocação do escritor Trindade Coelho. Os Deolinda, duas formações da Casa da Música (Orquestra Sinfónica do Porto e Orquestra Barroca), além das peças “O Misantropo” e “Ensaio Sobre a Cegueira”, constituem outros destaques do período inicial da programação. Importa também referir o Encontro Euro-Regional e Universitário de Música e Artes Cénicas, que reúne as seis universidades públicas do Norte e da Galiza, e o projecto luso-galaico Cultura Que Une, com actividades artísticas, literárias e gastronómicas. O mais central dos produtos endógenos do Douro, símbolo da Capital da Cultura, é alvo de um congresso internacional, o Infowine.forum.2016. As Festas da Cidade e o Circuito Internacional de Vila Real são também mote para algumas manifestações culturais.

Na Capital da Cultura estão integrados equipamentos e serviços municipais como a Biblioteca, o Grémio, os Museus, o Teatro, o Arquivo e o Pelouro do Turismo, mas também instituições como a UTAD, o Conservatório, o Club, a Zona Livre, a Traga-Mundos, o Centro Cultural Regional, entre outros. Produtores locais como a Covilhete na Mão, a Shortcutz, a Transa e várias associações do concelho dão também o seu contributo em áreas como a música, as exposições, o cinema, a música tradicional, etc.


O programa de actividades da Capital da Cultura pretende ser também um estímulo a conhecer a cidade e o concelho. Para isso, a agenda integra nas páginas finais um mapa e um roteiro com breves informações sobre o património, as tradições e a natureza vila-realenses, além de informações turísticas sobre hotéis e restaurantes. Estão todos convidados para brindar em Vila Real à cultura e ao Douro.»

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Terra - Artes Plásticas


“Terra – Artes Plásticas” 
exposição colectiva, pintura e escultura
de Cultura Que Une
no âmbito dos “Actos de Cultura Galega-Portuguesa 2016 Vila Real – Pontevedra”
[também no âmbito de “Vila Real Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016”]

Espaço d’ Artes
Museu de Arqueologia e Numismática
Traga-Mundos
Zona Livre
em Vila Real 


domingo, 1 de maio de 2016

traga_artes: imagem maio 2016


fotografia de d’Ângulos [Joaquim Ernesto Ferreira Teixeira], maio 2016

A partir de Novembro de 2015 até Outubro de 2016, irá estar exposta na livraria Traga-mundos uma imagem diferente cada mês.
Desafiamos os transmontanos a escrever um poema sobre essa imagem ao longo dos meses.

Este desafio foi criado pelo grupo Traga-Artes (secção artística da livraria Traga-Mundos) que é responsável pela criação das imagens (pintura, desenho, fotografia, etc) e que pretende fomentar o gosto pela escrita aliada à imagem.
Os vencedores são conhecidos em Novembro de 2016 e haverá muitas surpresas.
Regulamento:
•         Escrever um poema (no máximo 3) sobre a imagem exposta na livraria Traga-Mundos, que pode também ser vista na página https://www.facebook.com/Traga-Mundos-livros-e-vinhos-coisas-e-loisas-do-Douro-245452008819998 e em www.traga-mundos.blogspot.com.
•         O tema é livre, mas tem de se relacionar de alguma forma com a “imagem de inspiração”.
•         O desafio destina-se a pessoas naturais da zona de Trás-os-Montes ou que residam na mesma.
•         O poema deve ser impresso  em folha A4 devendo cingir-se apenas a uma página, e a sua formatação é livre.
· O participante deve entregar até ao último dia de cada mês o poema (juntamente com os dados necessários à sua inscrição) na livraria Traga-Mundos ou enviar para o endereço de email: traga.mundos1@gmail.com .
· Dados para a inscrição do participante: Nome, idade, telefone, e-mail, título do(s) seu(s) poema(s).


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 6 a 31 de Maio de 2016: exposição “Terra”, pintura e escultura de artistas portugueses e galegos, no âmbito de “Actos da Cultura Galego-Portuguesa” organizado por Cultura Que Une, [incluído também na Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016], na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dias 4, 5 , 6 e 7 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros no II Encontradouro – Literatura e Territórios, no Espaço Miguel Torga, em São Martinho de Anta, Sabrosa;
- dias 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dias 16 e 17 de Julho de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda, em Morille, Salamanca;
- dias 31 de Julho e 1 de Agosto de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda, em Carviçais, Torre de Moncorvo;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 30 de abril de 2016

Online, Portugal - Moçambique


“Online” de Cristina Machado

Elisa, cientista portuguesa, e Carlos, gestor moçambicano, ambos a braços com os seus destinos e os seus circunstancialismos geográficos _ um, num Portugal falido e desesperançado, outro num país pródigo em esperanças falseadas _ cruzam-se online. É aí que fogem das suas identidades, recriando-se e dando voz a uma série de provocações que, querendo-se pícaras, não deixam de desconstruir o mundo que os rodeia, numa busca de sentidos que tenta resgatar o essencial...
Este livro, num universo palpitante de gente à procura de norte, quer-se também desafio, através das citações que o atravessam, para uma reflexão sobre o que fomos, o que somos e o que queremos ser.

Cristina Machado nasceu em 1975.
Professora de formação, viveu e trabalhou em Moçambique, Timor Leste e Burquina Faso, entre outros.
O encontro de culturas, as dicotomias Norte/Sul e a convivência com a mais desprovida pobreza levaram-na a reequacionar sentidos e certezas. Estas reflexões contribuíram para a génese deste Online.
A autora vive actualmente em Trás-os-Montes e divide-se entre a tradução, a escrita e a experiência da maternidade.

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

II Encontradouro - Literatura e Territórios


A livraria Traga-Mundos foi convidada para participar com uma banca de livros no II Encontradouro – Literatura e Territórios, que irá decorrer de 4 a 7 de Maio de 2016, no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa.

«Na sua segunda edição, o Encontradouro tem como principais objetivos divulgar a região, a literatura e, numa visão mais vasta, a cultura portuguesa. Daí que, segundo Francisco Guedes, “a maioria dos convidados sejam escritores em início de carreira, mas nem por isso menos importantes, que nos trazem uma visão mais jovem e atual sobre a vida”.

Durante estes quatro dias, cerca de trinta escritores portugueses e estrangeiros estarão no Espaço Miguel Torga a debater sobre cinco temas. O espanhol José Manuel Fajardo, a cubana Karla Suarez, o mexicano Antonio Sarabia e o timorense Luis Cardoso são alguns dos autores do panorama internacional que vão marcar presença. Entre as atividades destacam-se os debates, a feira do livro e uma exposição. Para além disto, tal como no ano passado, uma das grandes apostas será a visita dos escritores às escola do concelho de Sabrosa, sendo que é um público futuro que a organização pretende conquistar.

O festival começa no dia 04 de maio com uma conferência de Miguel Real sobre a escrita intemporal de João Araújo Correia. O segundo dia arranca com a conferência de abertura do Encontradouro, à qual se segue a inauguração da feira do livro e da exposição de fotografia de Georges Dussaud.

Entre 05 e 07 de maio vão estar em cima das mesas-redondas temas como “Qual o lugar da Literatura no conhecimento do mundo?”, “Não se vive impunemente, não se escreve impunemente”, “Poesia com fado dentro”, “Os livros têm Homens dentro” e “Se não há gozo a Literatura é uma atividade insuportável”, num debate que se espera vivo e inovador. O encerramento será levado a cabo por Francisco Seixas da Costa no dia 07 de maio no Espaço Miguel Torga.»


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Vilarinho dos Galegos e os seus mascarados


“Vilarinho dos Galegos e os Seus Mascarados” de Antero Neto

O livro "Vilarinho dos Galegos e os seus mascarados" divide-se em duas partes distintas. Na primeira, aborda diversos aspectos que se prendem com a evolução cronológica da localidade de Vilarinho dos Galegos ao longo da sua história, focando temas que vão desde a tentativa de explicação do topónimo, algumas breves notas sobre o "castro", passando pelas Memórias Paroquiais de 1758, pela dissecação de alguns processos judiciais respeitantes à prática do contrabando no séc. XIX, finalizando com um capítulo dedicado à comunidade e tradições judaicas da terra.
Na segunda parte, a obra debruça-se sobre a temática dos rituais com máscara do concelho de Mogadouro e sobre a festa do "Mascarão e da Mascarinha", que deu o mote ao livro. Nos capítulos finais abordam-se igualmente outras festividades de raiz pagã que pontuaram o ciclo festivo da aldeia de Vilarinho dos Galegos.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os seguintes títulos:  “Homens de Granito”, “Marcas Arquitectónicas Judaicas e Vítimas da Inquisição no Concelho de Mogadouro. D. Luis Carvajal Y de La Cueva”, “O Farandulo de Tó e outros apontamentos monográficos”, “As Festas de Inverno e os Mascarados de Valverde”]

quarta-feira, 27 de abril de 2016

“Café Com Letras” – revista de literatura, n.º 2


“Café Com Letras” – revista de literatura, Maio 2016, n.º 2

Já está nas livrarias o número 2 da revista “Café com letras”. Leia a entrevista da escritora, filósofa e activista Marcia Tiburi com Manoel Gustavo de Souza, onde nos fala dos actuais problemas do Brasil e da sua obra “Como conversar com um Fascista”, publicada agora pela editora Nota de Rodapé e a ser traduzida na Suécia, onde a autora esteve recentemente. Leia também o comentário à entrevista, de Rubens Casara. Temos ainda o dossier “A literatura lusófona no Feminino”, coordenado por Ana Raquel Fernandes e textos Julia Coutinho, de Helena Vasconcelos, Maria Helena Serôdio, Maria João Cabrita, Ana Margarida Martins, Maria João Faustino, Carlos Mendes de Sousa, Ana Margarida Martins e a magnífica entrevista de Maria Teresa Horta, feita por Ana Raquel Fernandes e ainda um texto sobre a autora, revisitando a sua obra e vida. Mário Santos escreve a biografia de Christine de Pizan, sábia e “feminista avant la lettre”, nascida em Veneza, em 1364 e um texto sobre a pensadora portuguesa Maria Filomena Molder, por Luís Mendonça. Na crítica, podemos ler textos de Celina Martins sobre Gonçalo M. Tavares, Filipa Melo sobre o último livro de George Steiner, entre outras críticas, Marta Soares sobre o livro de Marisa das Neves Henriques. A crónica é de Possidonio Cachapa e as notícias estão sob a responsabilidade de Samuel F. Pimenta. Um número imperdível!
E ainda poderá encontrar à venda o número 1 da revista.

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Os Vampiros por Dr. José Afonso

 

“Os Vampiros” de Dr. José Afonso [cd]

1          Os Vampiros   
2          Menino D'Oiro 
3          Canção Do Vai...E Vem           
4          Senhor Poeta  
5          Tenho Barcos Tenho Remos   
6          Vira De Coimbra          
7          Menino Do Bairro Negro          
8          As Pombas     
9          No Lago Do Breu        
10        Canção Longe 
11        Amor De Estudante     
12        Balada De Outono       

José Afonso (1929-1987) gravou Os Vampiros em Coimbra, no Mosteiro de S. Jorge de Milreu, acompanhado à viola por Rui Pato . A canção foi editada em 1963 num EP com etiqueta Discos Rapsódia, juntamente com outras três canções (Menino do bairro negro, Canção vai… e vem e As pombas) sob o título genérico Dr. José Afonso em Baladas de Coimbra.
Quatro anos depois do lançamento do disco, José Afonso escreveu no livro Cantares (ed. Nova Realidade, 1967) estas palavras para justificar a canção Os Vampiros: “Numa viagem que fiz a Coimbra apercebi-me da inutilidade de se cantar o cor-de-rosa e o bonitinho (…). Se lhe déssemos uma certa dignidade e lhe atribuíssemos, pela urgência dos temas tratados, um mínimo de valor educativo, conseguiríamos talvez fabricar um novo tipo de canção cuja actualidade poderia repercutir-se no espírito narcotizado do público, molestando-lhe a consciência adormecida em vez de o distrair. Foi essa a intenção que orientou a génese de Vampiros”.
O que o inspirou? “A fauna hiper-nutrida de alguns parasitas do sangue alheio serviu de bode expiatório. Descarreguei a bílis e fiz uma canção para servir de pasto às aranhas e às moscas. Casualmente acabou-se-me o dinheiro e fiquei em Pombal com um amigo chamado Pité. A noite apanhou-nos desprevenidos e enregelados num pinhal que me lembrou o do rei e outros ambientes brr herdados do Velho Testamento.”» Nuno Pacheco, “Público”

Os Vampiros
Este tema apareceu pela primeira vez num LP intitulado "Dr. José Afonso em Baladas de Coimbra", de 1963. Uma das canções mais emblemáticas de Zeca Afonso.
"No céu cinzento / Sob o astro mudo / Batendo as asas / Pela noite calada / Vêm em bandos / Com pés de veludo / Chupar o sangue / Fresco da manada
Se alguém se engana / Com seu ar sisudo / E lhes franqueia / As portas à chegada / Eles comem tudo / Eles comem tudo / Eles comem tudo / E não deixam nada
São os mordomos / Do universo todo / Senhores à força / Mandadores sem lei / Enchem as tulhas / Bebem vinho novo / Dançam a ronda / No pinhal do rei
Eles comem tudo / Eles comem tudo / Eles comem tudo / E não deixam nada"  
in José Afonso: textos e canções, Assírio e Alvim, 1983

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domingo, 24 de abril de 2016

Do esplendor das coisas possíveis


“Do Esplendor das Coisas Possíveis” de Manuel Veiga

"escrito no mais puro sal ora do desânimo ora da coragem ora do amor ou da revolta e da denúncia o autor persegue-nos numa azáfama de sons cheiros auras ritmos como se nos quisesse ser uma festa permanente de sentidos e de pensares. um constante sobressalto de matizes sombras concretas e logo seguidas de apaziguamentos e ainda da racionalidade cognitiva que faz de alavanca para uma fé de sobrevivência." Isabel Mendes Ferreira (do prefácio)

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Manuel Veiga Nasceu em, Matela, Vimioso (Trás-os-Montes), e vive em Bobadela, concelho de Loures. É licenciado em Direito tendo exercido advocacia alguns anos no início de carreira, que depois prosseguiu como consultor Jurídico em Municípios da Área Metropolitana de Lisboa e mais tarde como Inspector Superior da Inspecção Geral da Educação, onde desempenhou funções no respectivo Gabinete Jurídico.
Entretanto, havia sido redactor de noticiários da Emissora Nacional e Copywriter de publicidade. Colaborou esporadicamente na imprensa diária, designadamente, no “Diário de Lisboa” e em “O Diário”, e regularmente em revistas periódicas sobre temas de natureza política, económica e social, designadamente, a revista “Economia EC”, a revista “Poder Local”, e a revista “SEARA NOVA”, integrando presentemente o Conselho Redactorial desta última.


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[também disponível do autor o título: “Poemas Cativos”]

sábado, 23 de abril de 2016

A música do rio


“A Música do Rio” de Patrícia Aires

Provavelmente influenciada por textos de marca claramente anglo-saxónica, a autora desenrola uma trama narrativa densamente intrincada, onde as personagens surgem claramente envolvidas no fio da meada, em cenários e ambientes onde se fala a língua de Shakespeare. Através das acções, desejos e motivações de cada personagem, o leitor é confrontado com questões centrais do nosso tempo: a (in)finitude do amor, força humana que tanto pode ser destruidora como redentora, os preconceitos cerceadores da liberdade individual, a defesa da natureza, como elemento que a civilização humana deve incluir, partilhar e preservar, e, acima de tudo, os grandes sentimentos que estão na base do sucesso da raça humana entre os seres vivos, a amizade, a generosidade, o perdão, que, inelutavelmente, acabarão sempre por vencer a discriminação, a solidão e o egoísmo.
Escrito num estilo pouco habitual no nosso panorama ficcional, em que a acção das personagens suplanta claramente a importância do autor/narrador, "A música do rio" atrai-nos para uma realidade que, embora diferente, é também a nossa em qualquer parte do mundo.

Patrícia Aires nasceu em França, mas veio viver para Portugal com apenas seis anos, residindo actualmente no concelho de Torre de Moncorvo, distrito de Bragança. Licenciou-se em Sociologia e desde então tem trabalhado em diversas áreas: autarquia, tribunal, museus. Desde cedo revelou inclinação para as letras, tendo ganho alguns concursos literários. “A música do rio” é a sua primeira obra publicada.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Discografia completa da Brigada Victor Jara – 40 anos


Discografia completa da Brigada Victor Jara – 40 anos
[caixa + 10 cd’s + livreto]

ESTA CAIXA CONTÉM TODA A HISTÓRIA DA BRIGADA VICTOR JARA, NO QUE AO SEU REPERTÓRIO DIZ RESPEITO. SÃO DEZ CDS E UM LIVRETO COM TODAS AS LETRAS DESSAS CANÇÕES. SE É FÃ DA BVJ NÃO PODE PERDER ESTE PEQUENO TESOURO!


Ao longo destes 40 anos a Brigada Victor Jara editou dez trabalhos discográficos que estão agora reunidos numa edição especial e comemorativa.

A BRIGADA VICTOR JARA comemora em 2015 os seus 40 anos de carreira.

A BRIGADA VICTOR JARA, fundada em 1975, exerceu acção de inegável pioneirismo no labor de recriação da música tradicional portuguesa, a qual constituiu ponto de partida e de referência para o aparecimento de outras formações inseridas na mesma ou em idêntica área de acção musical.

Ao longo destes 40 anos editou dez trabalhos discográficos, que agora ficam disponíveis numa edição especial e comemorativa.

Esta edição é composta por uma caixa, que conterá os dez discos e ainda um livreto com as letras de todas as músicas cantadas nos dez discos da Discografia. pelo Grupo.

Pretendemos que esta edição seja principalmente uma comemoração dos 40 anos da BRIGADA VICTOR JARA, permitindo que os seus inúmeros fãs tenham acesso à mesma.

Membros da banda Brigada Victor Jara: Aurélio Malva; Luis Garção Nunes; Miguel Moita; Manuel Rocha; Arnaldo Carvalho; Catarina Moura; Rui Curto; José Tovim; Quiné Teles

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

quinta-feira, 21 de abril de 2016

O lobo do Fojo de Guende


“Signatus – O Lobo do Fojo de Guende” de Isabel Maria Fidalgo Mateus, ilustraçõs de Cristina Borges Rocha

"Isabel Mateus consagra a sua terceira novela ao último grande carnívoro da Península Ibérica: o lobo. Com Signatus, O Lobo do Fojo de Guende a autora põe ênfase na difícil relação estabelecida, ao longo dos séculos, entre esta espécie e o homem em luta constante pelas mesmas presas e pelo mesmo território. A herança cultural dos fojos de vários tipos espalhados pela Península e descritos por autores como Camilo Castelo Branco e Miguel Torga, bem como o uso de veneno são provas fidedignas desse passado conflituoso.
Se ainda durante o primeiro quartel do século XX o lobo habitava em quase todo o território de Portugal, inclusivamente em Lisboa e no Algarve, nos anos 60 a presença daquele já recuava, apesar de ainda ocupar muito do interior do país. Porém, nos anos 80 a situação viria a tornar-se dramática  
̶  nomeadamente por causa do uso de estricnina por parte dos criadores de gado; da pressão da caça; da progressiva falta de presas silvestres para alimentar as alcateias; e, ainda, da destruição e fragmentação do seu habitat, sobretudo pela construção de barragens e de grandes estradas ̶ , levando esta subespécie do lobo-cinzento praticamente à extinção.
O protagonista Signatus e a sua companheira de viagem Deolinda, uma espécie de Fada dos Lobos, serviram de mediadores durante a trama da novela para que lobos, lobeiros e habitantes de Pitões das Júnias e de Vilarinho das Furnas pudessem coexistir pacificamente. Mas os resultados conseguidos por estes pioneiros não foram sempre os pretendidos. Ficou o apelo!
Neste momento, não temos mais de 300 exemplares em zonas protegidas no nosso território e tal deve-se aos esforços do Grupo Lobo – Associação para a Conservação do Lobo e do seu Ecossistema e de outras entidades que com ele colaboram."


«A Deolinda partira logo no dia a seguir em que as crias haviam sido recolhidas em «Santa Maria das Unhas», que é como o povo se refere ao mosteiro. O frei Benito ainda viveu aí mais algum tempo na companhia dos lobitos. Mas assim que eles começaram a responder aos uivos do progenitor e da alcateia, cada vez mais reduzida, e a mastigar de modo voraz os ossos com carne que lhes atirava no átrio, libertou-os. Depois, corria o ano de 1834 quando a população de Pitões o expulsou do mosteiro como, afinal, sucedeu um pouco por todo o reino, e também ele arrumou as trouxas e levou consigo o estritamente necessário para recomeçar a última parte da peregrinação terrena na casa paroquial de Pitões. Contudo, ainda celebrou por mais uns anos a missa da festa em honra da santa, a 15 de agosto, na igreja românica do mosteiro, até que sucumbiu em 1850 como o atesta o historial de Pitões das Júnias.»

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[também disponível da autora os títulos: “O Trigo dos Pardais”, “Outros Contos da Montanha”, “Contos do Portugal Rural / Tales of Rural Portugal” introduction and translation by Patricia Anne Odber de Baubeta; “A Terra do Chiculate – relatos da emigração portuguesa”, “Maria, Manuel et le Autres – Récits de l’imigration portugaise”; “A Viagem de Miguel Torga”, “A Terra da Rainha – Retratos Portugueses no Reino Unido” “Contos do Portugal Rural” edição bilingue: português / chinês, tradução do curso de Mestrado de Tradução de Chinês / Português do Departamento de Português da Universidade de Macau; “Farrusco – Um Cão de Gado Transmontano” ilustrações de Cristina Borges Rocha, “Sultão – O Burreco Que Veio de Miranda” ilustrações de Cristina Borges Rocha; “A Terra de Duas Línguas – II – Antologia de Autores Transmontanos” e “Por Longos Dias, Longos Anos, Fui Silêncio – Uma Breve Antologia de Autoras Transmontanas”]


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Diário de William Beckford em Portugal e Espanha


“Diário de William Beckford em Portugal e Espanha”

A sociedade portuguesa nos finais do Antigo Regime, os costumes e os ambientes como se apresentavam aos olhos de um viajante estrangeiro, encontram no Diário do jovem aristocrata inglês William Beckford um repositório de informação que, para além do seu valor literário, constitui a mais extensa das inúmeras referências que deixou sobre Portugal.

Numa época em que a literatura de viagem é bem o testemunho de uma consciência europeia que rompe fronteiras, ao mesmo tempo que reflecte para a esfera pública a intimidade da esfera privada, o Diário de William Beckford em Portugal e Espanha, fixado a partir de manuscritos adormecidos durante mais de um século, reproduz as impressões originárias e integrais do viajante (parte das quais chegou a publicar, ainda assim em forma epistolar) durante uma imprevista, porém prolongada, passagem pela Península Ibérica, entre 1787 e 1788. Reconstruído, fixado e anotado com rigor, o texto deste duplo «Diário Português» e «Diário Espanhol», constitui uma fonte clássica para o estudo da época que sucessivas reedições confirmam nesta tradução de João Gaspar Simões.

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terça-feira, 19 de abril de 2016

pássaro: Filho da Mãe, Torre de Quintela


PÁSSARO
ciclo de música

PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle e Peixe.
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 


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O virtuoso guitarrista Rui Carvalho apresenta o terceiro e mais recente disco, “Mergulho”, gravado no Mosteiro de Rendufe, em Amares, Braga. A par de Norberto Lobo, Peixe ou Grutera, Filho da Mãe integra um especial conjunto de guitarristas portugueses que leva este instrumento como assunto sério. 'Mergulho', o novo disco com selo da Lovers&Lollypops, será o mote que o levará a fazer ecoar as seis cordas nas paredes altas de uma torre medieval da segunda metade do Séc. XVII. “Mergulho” foi produzido por João Brandão, nos Estúdios Sá da Bandeira, e é fruto de uma residência artística proporcionada pela associação Encontrarte-Amares. O artwork do disco foi desenhado pela Cláudia Guerreiro.

Filho da Mãe atua na Torre de Quintela, uma pequena torre com uma grande história, erguida sobre um maciço rochoso no sopé da Serra do Alvão. Datada na segunda metade do século XII, tudo indica que esta torre medieval tenha sido edificada no reinado de D. Afonso III (1248-1279), por ordem de D. Alda Vasques, que a utilizou como residência senhorial.

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Filho da Mãe
Torre de Quintela, aldeia de Quintela, frequesia de Vila Marim, Vila Real
22h
abertura de portas 21h

Lotação limitada a 60 pessoas 

bilhetes
5€ estudantes / 7€ normal
à venda na


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promotor 
covilhete na mão e Teatro de Vila Real

programador
covilhete na mão

coprodução
covilhete na mão e Teatro de Vila Real

parceiro deste espetáculo
Câmara Municipal de Vila Real

apoio
Câmara Municipal de Vila Real
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Greengrape


Altodouro.com
O Revelador
Transa - Cooperativa Cultural
Traga Mundos 
Universidade FM