terça-feira, 19 de janeiro de 2016

compotas: doces e geleias


compotas de Ad Justes
pelas artes da Associação para o Desenvolvimento de Justes

nova imagem | novas embalagens
inovação e sabores com a qualidade de sempre!

doce de tomate com maçã | doce de maça com canela | doce de maçã com hortelã | doce de maçã com laranja | doce de courgete | doce de pêra | doce de amora silvestre | doce de castanha com jeropiga | geleia de alecrim | geleia de hortelã pimenta | geleia de poejo | geleia de marmelo

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Neste cais, para sempre


“Neste Cais, Para Sempre” de Ernesto Salgado Areias

Os amores desencontrados dos irmãos Valentino e Mariana por Esperança e Damião marcam o percurso de toda a obra, desenvolvendo-se a narrativa num amplo espaço geográfico que se estende de Chaves a Lisboa e de Luanda a Paris.

Desde os encontros amorosos na aldeia de Vale do Monte em Barroso passando pelo cosmopolitismo de Paris e pala Luanda efervescente dos anos 60 as personagens deambulam pelo dédalo das suas vidas num tempo histórico concreto constrangidas por perseguições e prisões de que ao longo de duas décadas foram sendo vitimas.

Marca ainda presença o ambiente de delação, as torturas e humilhações vividas nas prisões políticas do Estado Novo, sobretudo nas “Gavetas do Aljube” e em Caxias.

Destaca-se também o ambiente psicológico de um tempo que veio a condicionar por muitas décadas o espirito do português conformado, pequeno avesso à inovação e mudança incapaz de rasgos de afirmação numa pátria secular feita a ferro e fogo pela ousadia dos nossos avoengos.

Ernesto Salgado Areias nasceu em Lebução – Valpaços. Fez o liceu e o curso do Ensino Básico em Chaves em 1980 e a licenciatura em Direito na Universidade Clássica em Lisboa em 1985. Foi professor do ensino básico desde 1980 / 87. Colaborador da rádio e imprensa regionais desenvolvendo intensa actividade no domínio do voluntariado cultural sendo Director fundador da Universidade Sénior de Rotary de Chaves desde a sua fundação em 1999. Foi presidente do Rotary Club de Chaves nos anos de 1997 / 99, deputado municipal e colaborador do Dicionário de Transmontanismos.

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domingo, 17 de janeiro de 2016

Portugal from north to south


“Portugal de Norte a Sul (from north to south)” de João Nunes da Silva
edição bilingue (Português-Inglês)

Portugal de Norte a Sul é um livro pessoal e intimista, que pretende mostrar a beleza e o magnífico património natural que este país alberga. Esta publicação é apenas o princípio para começar a descobrir Portugal – como um dos países da Europa com mais biodiversidade, tendo em conta a sua média dimensão de 92090 km2. Portugal de Norte a Sul mostra-lhe serras, florestas, zonas húmidas, rios e costa.

(Portugal from North to South is a personal and intimate book that intends to show the beauty and magnificent natural heritage that this country hosts. This publication is only the beginning in the start to discovering Portugal, as one of the European countries with more biodiversity, taking into account Portugal’s average dimension of 92090 km2. Portugal from North to South shows you mountains, forests, wetlands, rivers and seashore.)

João Nunes da Silva nasceu em Lisboa. É fotógrafo de natureza freelancer há mais de 20 anos. Autor de quatro livros e de inúmeros artigos para imprensa especializada nacional e estrangeira de natureza e viagens, onde se incluem a National Geographic. Criou o banco de imagens Ilustranatur, especializado em fotografia de natureza, com um arquivo composto por milhares de imagens, não só de Portugal, mas também doutros locais do globo. Paralelamente à sua actividade de fotojornalista, tem efectuado inúmeros levanta- mentos fotográficos sobre património natural e histórico para diversas entidades. As suas fotografias têm igualmente sido utilizadas na promoção da natureza portuguesa em eventos no estrangeiro. Efectua nature photo tours sobre fotografia de natureza em diversas áreas naturais de Portugal.

(João Nunes da Silva was born in Lisbon. He has been a freelance nature photographer for over 20 years. He is the author of four books and numerous articles for national and international trade press on nature and travel, which includes National Geographic. He is the creator of Ilustranatur stock photos, specialized in nature photography, with an archive consisting of thousands of images, not only of Portugal, but also from other places of the globe. Along with his photojournalism activity, he has made numerous photographic surveys on natural and historical heritage for various entities. His photographs have also been used in the promotion of Portuguese nature in events abroad. He has performed nature photo tours on nature photography in several natural areas of Portugal.)

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sábado, 16 de janeiro de 2016

Arreada Belha - noite primeira - poesia e saudade

“Arreada Belha”

noite primeira – poesia e saudade

116 anos. quanto pesa, em gramas de saudade, o poema? Uma fresta na pedra sem luz do lado de lá. a luz está dentro. Ao tom dos copos e das manchas na mesa... Intervalos para os poemas seguintes. promete-se fotografias e outros esclarecimentos. José Pinto & Nuno Paulo Correia Monteiro

Cronópios e Famas & Calhau
dia 22 de Janeiro de 2016, sexta-feira
na taberna Baca Belha, Vila Real

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Murça no Século XX


“Murça no Século XX” de Padre Francisco Fernando de Freitas

«Associação Amigos de Murça homenageou Sacerdote
Nasceu em Murça, em 29 de Setembro de 1912 e faleceu, em 1990, no Convento dos Padres Marianos, em Balsamão, concelho de Macedo de Cavaleiros, onde se recolhera em 1981.
Chamou-se Francisco Fernando de Freitas, frequentou os Seminários de Poiares e de Braga e foi ordenado padre, em 1936. Nesse mesmo ano foi designado pároco da freguesia de Carlão (Alijó), convidando sua Mãe e duas irmãs a acompanhá-lo. Anos depois deixou Carlão e foi, sucessivamente transferido para várias outras paróquias, nomeadamente, Sanfins do Douro, Samaiões, Ribalonga e Favaios.. Manuel Freitas, explica no prefácio o roteiro pastoral do Padre Fernando (seu familiar) e esclarece que o acompanhou em todas as «mudas» de paróquias, ajudando-o no arrumo dos livros e objectos pessoais e de trabalho. Afirma ainda que «era uma pessoa bondosa, simples e humilde, um bom Samaritano que exercia o sacerdócio com exemplar dignidade e dedicação». Lembra uma faceta cultural deste clérigo: «merece referência o seu trabalho Memórias para uma monografia do concelho de Murça» que serviu de apoio aos «autores da obra «O concelho de Murça», editada pela autarquia.
O prefaciador tece nestas quatro páginas iniciais, considerandos que caracterizaram a vida serena, humanitária e simples de um Homem que acabou por desprender-se de alguns bens terrenos, legando-os às paróquias que zelou como bom pastor.
Fundada há três anos a Associação Amigos de Murça tem vindo a preocupar-se com a Vila, com o concelho e com quem aí nasceu e/ou vive. Soube rodear-se de pessoas que voluntariamente contribuíram para que a figura, simples, mas exemplar do Padre Fernando Freitas fosse relembrada por ocasião do I centenário do seu nascimento.
Elaboraram um programa condizente com o homenageado que passou por uma sessão solene no auditório Municipal, presidida pelo Bispo da Diocese, D. Amândio Tomás e com a presença do Presidente da Assembleia Municipal Belmiro Vilela e pelo vereador da Cultura José Maria Costa.
O capitão Manuel Freitas proferiu o elogio fúnebre do homenageado e recordou os actos mais significativos dos três anos de actividade associativa. O Dr. Guilhermino Pires, figura cimeira do associativismo relacionado com os antigos seminaristas, quer a nível nacional quer internacional, apresentou o livro Murça no Século XX, coordenado pela AAM e com textos inéditos do Padre Fernando Freitas. A obra tem 128 páginas, oito das quais a cores, está arquitectada em XIII capítulos a saber: A Pneumónica e a Traulitânia, Igrejas e Capelas, as Feiras, a Confraria das Almas, A qualidade de vida, Outros Costumes e já umas inovações, Cinema. Férias e Caldas, ainda a Rua, Costumes, Usanças e Acontecimentos, a cultura – algumas das suas manifestações, a imprensa local, Porca de Murça, o Passado continuado no presente, Coisas e loisas.
O livro insere ainda um posfácio sobre o «Regresso às minhas Raízes», assinado por António Joaquim Fernandes, ao qual se seguem dez belas fotos, a preto e branco, que retratam ângulos arquitectónicos e espaços públicos da simpática vila da Porca de Murça.
Finalmente reúne sete páginas, com texto inédito do Padre Fernando Freitas ao qual chamou Nobiliário. Para capa escolheram os coordenadores deste oportuno documento uma visão cartográfica da vila e, na contracapa, um bonito desenho que dá uma perspectiva arquitectónica do tipo de casario dos últimos séculos.
É um documento que fica a marcar a passagem por este mundo de um filho desta Terra que não deixando de ser, sempre, um Homem bom e um agente cultural, soube honrar a missão que escolheu e que serviu da melhor maneira nos 78 anos de vida, 45 dos quais como pároco e 9 como bom Samaritano num convento de frades.
Recorde-se que numa altura em que Murça assinala os cem anos do falecimento do Padre Francisco Fernando de Freitas, passam 450 anos do falecimento de outro sacerdote natural da mesma vila Transmontana: Frei Diogo de Murça que ali nasceu nos fins do século XV e faleceu em Cabeceiras de Basto, repousando no Mosteiro de Refojos, desde 1561. Foi das personalidades mais cultas da sua época. Optou pela Ordem de S. Jerónimo, professou em 22/5/1513, doutorando-se em Lovaina em 27 de Maio de 1533. Foi ele que introduziu em Portugal, o método do ensino adoptado em Lovaina. Em 1537 criou no Mosteiro de Santa Marinha da Costa, em Guimarães, esse modelo de ensino superior que veio a funcionar como Universidade (entre 1537 e 1548). Foi tal a fama do seu saber e dinamismo que foi convidado a dirigir a Universidade de Coimbra que renasceu e não mais perdeu o impulso que ele lhe imprimira. O nome do Padre Fernando de Freitas é outra figura cimeira da cultura portuguesa. Por isso a Associação dos Amigos de Murça esteve à altura dos fins para que foi criada.» Por Barroso da Fonte, Dr. [Notícias do Douro]

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O Córgo - vida e obras dum rio


“O Córgo – Vida e Obras Dum Rio” de Sousa Costa

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

traga-poesia: imagem de janeiro 16

imagem de Américo Guedes, janeiro 2016

A partir de Novembro de 2015 até Outubro de 2016, irá estar exposta na livraria Traga-mundos uma imagem diferente cada mês.
Desafiamos os transmontanos a escrever um poema sobre essa imagem ao longo dos meses.

Este desafio foi criado pelo grupo Traga-Artes (secção artística da livraria Traga-Mundos) que é responsável pela criação das imagens (pintura, desenho, fotografia, etc) e que pretende fomentar o gosto pela escrita aliada à imagem.
Os vencedores são conhecidos em Novembro de 2016 e haverá muitas surpresas.
Regulamento:
•         Escrever um poema (no máximo 3) sobre a imagem exposta na livraria Traga-Mundos, que pode também ser vista na página https://www.facebook.com/Traga-Mundos-livros-e-vinhos-coisas-e-loisas-do-Douro-245452008819998 e em www.traga-mundos.blogspot.com.
•         O tema é livre, mas tem de se relacionar de alguma forma com a “imagem de inspiração”.
•         O desafio destina-se a pessoas naturais da zona de Trás-os-Montes ou que residam na mesma.
•         O poema deve ser impresso  em folha A4 devendo cingir-se apenas a uma página, e a sua formatação é livre.
· O participante deve entregar até ao último dia de cada mês o poema (juntamente com os dados necessários à sua inscrição) na livraria Traga-Mundos ou enviar para o endereço de email: traga.mundos1@gmail.com .
· Dados para a inscrição do participante: Nome, idade, telefone, e-mail, título do(s) seu(s) poema(s).


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- Janeiro e Fevereiro de 2016: “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 20 de Fevereiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: apresentação do livro “Neste Cais, Para Sempre” de Ernesto Salgado Areias, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 13 de Março de 2016, pelas 15h00: Encontro Livreiro da Galiza, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza;
- dia 23 de Abril de 2016 (sábado): comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A Indústria das Sedas em Trás-os-Montes (1835-1870)


“A Indústria das Sedas em Trás-os-Montes (1835-1870)” de Fernando de Sousa

«Sabiam que durante séculos o Nordeste Transmontano foi o mais importante centro industrial sericícola de Portugal? Pensa-se que a criação do bicho-da-seda, nesta região, já existia no século XIII; foi, todavia, no século XV, que a sericultura e a decorrente produção têxtil começou a assumir maior importância; atingiu o seu apogeu no século XVIII, em consequência das medidas desenvolvimentistas do Período Pombalino, perdurando até finais do século XIX. Bragança foi o núcleo principal, mas outras localidades -- como Freixo de Espada à Cinta, Vinhais, Chacim, etc. -- benificiaram desta lucrativa indústria. Hoje em dia, persiste ainda alguma actividade sericícola artesanal, em Freixo de Espada à Cinta. Para mais informação sobre este assunto, desconhecido pela maior parte das pessoas, consultar a obra do Professor Fernando de Sousa (Universidade do Porto) intitulada "A Indústria da Seda em Trás-os-Montes Durante o Regime Antigo", bem como a obra do padre Francisco Manuel Alves (o famoso transmontano mais conhecido por ABADE DE BAÇAL) intitulada "Memórias Arqueológicas-Históricas do Distrito de Bragança").» [Manuel de Barroso]


"A família italiana dos Arnauds, perita na indústria das sedas, vinda para Portugal em 1786-1788, acaba por se instalar em Trás-os-Montes, na localidade de Chacim, onde, sob a sua orientação, é construída uma Fábrica de Fiação e Tecelagem das Sedas, que se encontra concluída em 1790. A partir de então, os Arnauds promovem a criação de escolas de fiação pelo método piemontês nalgumas localidades de Trás-os-Montes e passam a fornecer seda torcida pelo referido método, de qualidade, às fábricas de Bragança. E esta cidade, por seu lado, irá atravessar uma das épocas de maior prosperidade da sua história. (...) Em 1790-1791, Freixo de Espada à Cinta, em obediência a uma longa tradição vinda seguramente do século XVI, se não mais cedo, continua a fabricar os panos de peneiras, tafetás, fumos e gravatas, trabalho este executado por mulheres, 38, que, em igual número de teares, pertencentes a 4 empresários, registam uma produção global de 975 peças de panos de peneiras, 38 gravatas e 6 280 côvados de tafetás e fumos" (Fernando de Sousa, A Indústria das Sedas em Trás-os-Montes (1790-1820), p. 66) (1 côvado era igual a 52,4cm)

"Mas era em Bragança, então a maior e mais rica cidade transmontana, desde sempre o mais importante centro desta indústria no Portugal do interior, que se registava uma animação invejável, de tal modo que a vida económica da cidade assentava fundamentalmente em tal actividade. As suas fábricas, com 232 teares e 9 tornos, em 1794, empregavam 915 pessoas – 407 fabricantes de seda e 508 mulheres –, além de 11 torcedores de seda, e 24 tintureiros, isto é, mais de 18% da sua população total. Nos seus tornos, eram preparados 4 500 arráteis de seda ao ano. E as suas cinco tinturarias, com excepção de uma modesta tinturaria em Chacim, as únicas existentes em toda a província de Trás-os-Montes, encontravam-se reputadas a nível nacional." Fernando de Sousa, op.cit.p.72

"A escassez de capitais, quer em Chacim, quer em Bragança, onde – apesar de malograda tentativa efectuada pela Real Companhia das Sedas –, nunca surgiu um projecto endógeno, aglutinador, que congregasse efectivamente os Arnauds e os negociantes e fabricantes de sedas da região, revelou-se dramática para a indústria das sedas em Trás-os-Montes. Para continuar, as sedas trasmontanas necessitavam de mercados garantidos e de aperfeiçoamentos contínuos. Só que as invasões francesas e a extinção do regime de monopólio do mercado brasileiro destruíram aqueles e impediram estes. Após 1813-1814, os esforços dos Arnauds para arrumarem e disciplinarem a casa trasmontana quanto à criação do bicho da seda, produção de casulo e fiação, revelam-se infrutíferos, os fabricantes de Bragança debatem-se com dificuldades crescentes quanto à venda dos seus tecidos, e o Estado mostra-se cada vez mais renitente em intervir, abandonando a indústria das sedas daquela região à sua sorte." Fernando de Sousa, op.cit.p.97

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[também disponível do autor o título: “História da Indústria das Sedas em Trás-os-Montes” Vol. I e II]



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A Origem do Ódio - crónica de um retiro sentimental


“A Origem do Ódio – Crónica de um Retiro Sentimental” de Rui Ângelo Araújo

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor o título: “Os Idiotas”]


domingo, 10 de janeiro de 2016

MultiTerritorialidades


Apresentação do livro “MultiTerritorialidades I – Temas e Problemas de Governança e Desenvolvimento Territoriais”
de António Covas e Maria das Mercês Covas
dia 16 de Janeiro de 2016 (sábado), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Sinopse:
Os territórios são espaços construídos. São espacialidades inscritas no movimento perpétuo de desconstrução e reconstrução do espaço. Como tal, estes espaços construídos têm um tempo de vida útil, estão em constante movimento e em processo simultâneo de desterritorialização e reterritorialização. Nos anos mais recentes temos tido a oportunidade única de participar em várias iniciativas e experiências de desenvolvimento e governança territoriais, isto é, na formação de múltiplas territorialidades e outros tantos espaços de significação. A colectânea de textos que escolhemos é um espelho desta diversidade de circunstâncias, condições e oportunidades e é o primeiro volume de uma nova série com o título genérico “Multiterritorialidades”. Neste primeiro volume a maioria dos textos diz respeito a intervenções públicas entre 2013 e 2015. A colectânea está organizada por ordem cronológica. Dadas as circunstâncias em que foram produzidos e divulgados, não surpreenderá que existam algumas repetições nos mesmos textos. Por esse facto, os nossos pedidos de desculpa aos leitores.

Índice:
Nota prévia

Lista de Abreviaturas, acrónimos e siglas

Introdução: multiterritorialidades, uma multiplicidade de espaços de significação

I. O movimento da 2.ª ruralidade, declaração de princípios

II. Entre a primeira e a segunda ruralidade

III. Os territórios de baixa densidade e o próximo período de programação

IV. A construção social dos territórios e os processos de governança territorial

V. A pluralidade e diversidade no espaço rural, seis reflexões a propósito

VI. O Projecto Barril, uma iniciativa de microgeoeconomia territorial

VII. Uma estratégia para os espaços rurais em estado de necessidade

VIII. Querença, um ensaio de micro desenvolvimento territorial

IX. A reforma do Estado-administração e o desenvolvimento territorial

X. A agricultura familiar algarvia e a gestão do espaço rural

XI. A sociedade e o território algarvios, passado, presente e futuro

XII. Da microgeoeconomia territorial aos territórios-rede

XIII. A inteligência territorial e a construção social dos territórios-rede (I)

XIV. A inteligência territorial e os territórios em movimento (II)

XV. A inteligência territorial e a sociedade do conhecimento (III)

XVI. Interioríssimo, O Grande País do Interior

XVII. Dieta Mediterrânica, agricultura familiar e desenvolvimento
rural

XVIII. Os territórios, as redes colaborativas e a “Sociedade CO”

XIX. Horizontes do Futuro, a nova gestão do poder local

XX. A centralidade do nível NUTS II e as Comunidades Intermunicipais

XXI. Em busca do lado virtuoso da baixa densidade dos territórios

XXII. Sociedade do conhecimento, escalas de governo e governança

Notas Finais

Bibliografia consultada


OS AUTORES:

ANTÓNIO COVAS é doutorado em assuntos europeus pela Universidade de Bruxelas e actualmente é professor catedrático pela Universidade do Algarve e investigador do CIEO. Na área dos assuntos do território é co-autor da série RURALIDADES em cinco volumes, I (2007), II (2007), III (2008), IV (2009) e V (2010) e, ainda, da trilogia A Grande Transição (2011), A caminho da 2.ª Ruralidade (2012) e Os territórios-rede (2014).

MARIA DAS MERCÊS COVAS é doutorada em Sociologia da População e dos Recursos humanos pela Universidade de Evora, professora associada aposentada pela Uni¬versidade do Algarve e investigadora do CIEO. Na área dos assuntos do território é co-autora da série RURALIDADES em cinco volumes, I (2007), II (2007), III (2008), IV (2009) e V (2010) e, ainda, da trilogia A Grande Transição (2011), A caminho da 2.ª Ruralidade (2012) e Os territórios-rede (2014).


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...

sábado, 9 de janeiro de 2016

"Poesia para sermos livres!" por Ashraf Fayadh


“Poesia para sermos livres!” – tertúlia literária de homenagem ao poeta Ashraf Fayadh
por Calhau – colectivo de poetas
dia 14 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Leitura mundial de poemas e textos de e por autores portugueses em homenagem ao poeta Ashraf Fayadh. Condenado à morte por um tribunal saudita em 17 de novembro de 2015 pelo “crime” de apostasia. Viu negado o acesso a um advogado durante a detenção e o julgamento. Para além de renunciar ao Islão, o poeta e curador de arte é também acusado de blasfemar e promover ateísmo. As acusações mostram ainda que não é Fayadh o culpado, mas a Arábia Saudita, desrespeitando novamente os Direitos Humanos e o Estado de direito. Este caso não é o único. O Calhau arreará excertos do livro que Luaty Beirão e outros ativistas angolanos estavam a ler quando foram detidos. Livres na Poesia. Poesia para sermos livres!
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«Apelo para uma leitura mundial em 14 de Janeiro de 2016. O Festival Internacional de Literatura de Berlim (ilb) exorta todos os indivíduos, instituições, escolas e órgãos de comunicação social, que se preocupam com a causa de justiça e liberdade, para que participem numa acção mundial de leitura de poemas escolhidos e outros textos, em apoio de Ashraf Fayadh, no dia 14 de Janeiro de 2016.
Ashraf Fayadh, um poeta e curador de arte palestiniano de 35 anos, que vive na Arábia Saudita, foi condenado à morte por um tribunal saudita em 17 de Novembro de 2015 pelo “crime” de apostasia. Foi-lhe negado o acesso a um advogado durante a detenção e o julgamento.
Fayadh tem sido uma figura-chave na divulgação da arte saudita contemporânea à escala global. Chris Dercon, director da Tate Modern e amigo do poeta, descreveu-o como “alguém que é directo e ousado”.
Para além de renunciar ao Islão, Fayadh é também acusado de blasfemar e promover ateísmo através da sua colecção de poesia, Instruções Incluídas, publicada em 2008. Fayadh assegurou que os poemas são “apenas acerca de mim próprio enquanto refugiado palestiniano…sobre temas culturais e filosóficos. Mas os extremistas religiosos explicaram que se tratava de ideias destrutivas contra Deus”.
As acusações, associadas à falta de um processo devidamente legal, mostram que não é Fayadh o culpado, mas a Arábia Saudita, de novo desrespeitando os direitos humanos e o Estado de direito.»
  


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- Janeiro e Fevereiro de 2016: “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- 16 de Janeiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: Apresentação do livro “MultiTerritorialidades I – Temas e Problemas de Governança e Desenvolvimento Territoriais” de António Covas e Maria das Mercês Covas, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- 21 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00: inauguração “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

"Tons de Vermelho" exposição de pintura por Greeny


“Tons de Vermelho” exposição de pintura
por Greeny
exposição: Janeiro e Fevereiro de 2016
inauguração: dia 21 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Greeny, 24 anos. Pintor e poeta, estudante. Gosta de café, Jazz e das décadas de 70 e 80. Tem raízes italianas e um estilo que varia tanto quanto a sua mente.
"Tons de Vermelho" é um conjunto de cinco pinturas, imaginadas como polaroids tiradas por Warhol e trabalhadas por Basquiat. Vários estados de espírito expostos com tons de Violência e Poder, Tentação e Desejo Carnal. Sentimentos em tons de vermelho.


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 14 de Janeiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00: “Poesia para sermos livres!” tertúlia literária de homenagem ao poeta Ashraf Fayadh, pelos Calhau – colectivo de poetas, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- 16 de Janeiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: Apresentação do livro “MultiTerritorialidades I – Temas e Problemas de Governança e Desenvolvimento Territoriais” de António Covas e Maria das Mercês Covas, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O gato-bravo no Nordeste Transmontano


“O Gato-Bravo no Nordeste Transmontano” de Margarida Lopes Fernandes
fotografias de Jürgen Borris
direcção de arte de Fernando Correia e Nuno Farinha

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível da colecção Património Natural Transmontano os seguintes títulos: “Cogumelos” de Francisco Xavier Martins; “Flora da Região Demarcada do Douro” de António Luís Crespi, Adriano Sampaio, Sónia Fernandes; "Parque Natural de Montesinho"; “A Amendoeira” de António Manuel Monteiro, Vítor Pinto Cordeiro, José Gomes-Laranjo; “A Avelã” Projecto AGRO 162; “O Picanço-de-dorso-ruivo” de Luís Reino; “Tordos de Portugal e do Paleártico Ocidental” de Nuno Farinha; “A Perdiz” de Agostinho Beça; “A Lontra” de Nuno Farinha; “O Javali” de Carlos Fonseca e Fernando Correia]

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Navia, emmy Curl


«Depois de aguçar o apetite dos fãs com as canções incluídas nos dois primeiros EPs, os inspirados «Birds Among The Lines» e «Origins», emmy Curl lança o seu primeiro álbum.

«Navia» está disponível desde 16 de outubro, mostrando o novo caminho trilhado pela versátil cantora e compositora transmontana. Nascida há 24 anos em Vila Real como Catarina Miranda, emmy Curl continua a explorar, em «Navia», um universo muito singular, tão bem delineado como preenchido.

À semelhança do que já sucedera nos primeiros EPs, promovido ao vivo com largas dezenas de concertos em festivais e em nome próprio, o sonho continua a ser a trave-mestra de «Navia».
«Navia» é um título que remete para a deusa dos rios e da água na mitologia galaica e lusitana, que de resto deu nome ao rio Neiva, perto de Braga. [Arte Sonora]

Além da inegável queda para as melodias mais doces, envoltas ora em mantos acústicos, ora em discreta eletrónica, emmy Curl continua a distinguir-se pela atenção dispensada à imagem a que associamos a sua música, quer no delicado trabalho gráfico de «Navia», quer nos concertos que, muito em breve, marcarão o seu regresso aos palcos.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Traga-Mundos em Mêda


A Traga-Mundos foi convidada a participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento “Inverno No Jardim Botânico... Na Cidade Meda – Recurso vegetal e usos. A plataforma BIOBASE e os empreendedores de Mêda”, que se realiza dia 8 de Janeiro de 2016, sexta-feira, na Casa da Cultura de Mêda.

«Apresentação da plataforma “BIOBASE e os Empreendedores de Mêda”, a cargo do Museu Botânico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e da ALTERIBI – Associação Transfronteiriça para o Desenvolvimento.


Programa:
09:00 – Sessão de Boas Vindas (Presidente de Câmara Municipal de Mêda)
09:30 – Conservação Florística na comunidade de Castela-Leão (Francisco Amich Garcia, Professor Catedrático da Universidade de Salamanca – Espanha)
11:00 – Apresentação do Livro “Terra, Portal de Vida, Planeta do Homem” (José Emanuel Queirós)
11:45 – Plataforma BIOBASE e sistema de identicação CHAVE IN – Conhecimento e Divulgação do Recurso Natural (Jardim Botânico da UTAD)
12:30 – Sessão de Encerramento (Presidente da Câmara Municipal de Mêda)»

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Máscara de careto de Valverde


máscara de Careto de Valverde (Mogadouro, distrito de Bragança)

fabrico artesanal, em cerâmica, pintado à mão
versão íman

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

domingo, 3 de janeiro de 2016

Histórias e memórias - contos de Miro


“Histórias e Memórias” de Armando Miro

«Depois de “Gastronomia do Marão” (2003) e “Contos e Ditos do Marão” (2003), Armando Miro dá à estampa o seu terceiro livro: chama-se “Histórias e Memórias”.

Ex-jornalista, ex-autarca, ex-Presidente da Região de Turismo da Serra do Marão, Armando Augusto Borges da Conceição, de seu nome próprio, conta, neste novo livro, histórias com que se cruzou ao longo da vida, feitas de encontros, descobertas ou inspiradas em nomes grandes da literatura portuguesa com quem conviveu, como Miguel Torga.

“Histórias e Memórias” é um livro de contos que apela às memórias do autor, com gravuras fruto de outros devaneios que lhe preenchem os ócios e enriquecem a vida. Lá dentro, as histórias, reais ou ficcionadas, pois as que aconteceram nas nossas terras merecem o respeito e anonimato dos protagonistas.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Gastronomia do Marão – Douro e Trás-os-Montes” e “Contos & Ditos – Das Terras do Marão”]

sábado, 2 de janeiro de 2016

Caboverianas en Burela, Galiza


“Caboverdianas en Burela (1978-2008) – migración, relacións de xénero e intervención social”
de Luzia Oca González
Premio Vicente Risco de Ciencias Sociais - 2014

O marco teórico principal que guía este traballo sitúase na confluencia das teorías articulacionistas e feministas, partindo da consideración de que os procesos migratorios son procesos xenerizados, mediatizados por relacións de poder, nos que os traballos femininos adoitan ser desvalorizados socialmente, ocultando a calidade de suxeitos activos das mulleres migrantes. Preténdese non só seguir a tradición dos estudos sobre xénero e migracións que colocan a énfase nas discriminacións sufridas polas mulleres inmigrantes, senón tamén na que as mostra como actoras sociais, con capacidade de axencia e de despregar estratexias que poñen en conxunción orixe e destino, construíndo redes no espazo transnacional.


O traballo de campo no que se basea esta investigación foi realizado en Burela dende 1998, con algúns períodos de ausencia, mais cunha continuidade determinada por ser lugar de residencia da autora. A súa primeira viaxe a Cabo Verde en 2000 foi seguida de moitas outras, tendo viaxado ao arquipélago todos os anos agás dous até 2013, ano de conclusión da tese de doutoramento que serviu de base para o presente volume.


Luzia Oca González é Doutora en Antropoloxía Social pola USC, coa tese: “Caboverdianas en Burela (1978/2008). Migración, relación de xénero e intervención social”. Docente da Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro (UTAD) desde 2004, o seu traxecto profesional tense repartido entre a docencia, a investigación e diversos proxectos de intervención social baseados en metodoloxías participativas com perspectiva de xénero, en Galiza e Cabo Verde.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016 - a coragem dos recomeços


Dá-nos Senhor, neste Advento, a coragem dos recomeços.
Não nos deixes acomodar ao saber daquilo que foi:
dá-nos largueza de coração para abraçar aquilo que é.
Afasta-nos do repetido, do juízo mecânico que banaliza a história,
pois a priva de surpresa e de esperança.
Torna-nos atónitos como os seres que florescem.
Torna-nos inacabados como quem deseja.
Torna-nos atentos como quem cuida.
Torna-nos confiantes como os que se atrevem
a olhar tudo, e a si mesmos, de novo
pela primeira vez.

José Tolentino Mendonça