segunda-feira, 20 de maio de 2013

Exposição + workshop de fotografia de aves



Exposição de fotografia + Workshop “Introdução à Fotografia de Aves”
por João Branco (Quercus, Vila Real)
inauguração + introdução ao workshop: dia 24 de Maio (6ª Feira), pelas 21h00
exposição de 24 de Maio a 12 de Junho de 2013
workshop: 23 Junho (domingo), pelas 08h30
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Esta iniciativa destina-se a pessoas que pretendem abordar, de uma forma prática, a temática da fotografia de aves.
Todos serão bem-vindos, desde quem nunca fotografou aves, aos profissionais, na medida em que se pretende que haja ocasião para discutir vários aspectos desta actividade, inclusivamente com utilização de material especializado de fotografia e tratamento de imagem.

1ª Parte – Exposição na Traga-Mundos – de 24 de Maio a 11 de Junho
Apresentação do Workshop e exposição sobre fotografias de aves.
Serão apresentados e discutidos temas relacionados com o objecto da fotografia (aves, habitat, timing), questões de equipamento e alternativas instrumentais (câmaras, objectivas, telescópios, “digiscoping”, técnicas de campo).

2ª Parte – Dia 23 de Junho
Na segunda parte, se as condições meteorológicas o permitirem, haverá uma sessão de campo, para demonstrar alguns aspectos pertinentes deste tipo de fotografia e fotografar aves.

O programa desta 2ª parte do Workshop será o seguinte:
08h30 – Encontro na Traga-Mundos onde se fará um breve enquadramento das actividades a desenvolver, das regras gerais de observação e do material a utilizar.
09h30 – Saída para a o local de observação das aves.
12h30 – Encerramento Workshop.

Preço por participante para wokshop dia 23 de Junho: 8,00 euros – para estudantes: 6,00 euros, para sócios da Quercus 5,00 euros (número mínimo de pessoas: 8, número máximo: 25)
A pré-inscrição pode ser feita desde já, na Traga-Mundos, ou pelos seguintes contactos: 259 103 113, 935 157 323, traga.mundos1@gmail.com, e o pagamento da inscrição deverá ser feito até 20 de Junho, na Traga-Mundos ou por transferência bancária para o NIB 0033 0000 50068664116 05.

Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 2 de Junho de 2013 (domingo), pelas 15h00: II.º Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Poética – livros, artes e eventos em Macedo de Cavaleiros;
- dias 7, 8 e 9 de Junho de 2013: participação na 3.ª Ronda das Adegas, com associação cultural DivulgaCaminho, Atenor, Miranda do Douro;
- dia 16 de Junho de 2013 (domingo): passeio pedestre por Lagoa Trekking;
- dias 27 e 28 de Junho de 2013: participação no Encontro Internacional sobre Turismo de Fronteira “Turismo e Fronteiras entre Portugal e Espanha”, Pólo UTAD de Chaves;
- dia 6 de Julho de 2013 (sábado): tertúlia gastronómica da Galiza, por Estefania Seijas Acosta.

sábado, 18 de maio de 2013

Rui Pires Cabral em 116.525 exemplares



“Expresso | Economia” n.º 2115 de 11 de maio de 2013

[ou seja, Rui Pires Cabral em 116.525 exemplares (tiragem média do mês de abril...]

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Alvão musa de poesia


“Visão Alvânica – poemas” de Manuel M. Vaz de Carvalho

INDEFERIDO

Pediste-me um poema
Um poema para quê, se mais ninguém o canta e mais ninguém o lê
A não ser a minha alma sempre inquieta
Que fez de mim poeta
E louco sonhador?


Um poema...para quê?
Escuta, meu amor
Seria inútil...
Vê:

Os poemas que escrevi
Não os criei tão pouco,
Estavam escritos em ti!

Eu fui somente o medium, o trovador, o louco
O trágico cantor
Do humano e do divino do teu tema
Porque o mais belo poema
És tu, ó meu amor!


«Este Visão Alvânica é um livro que dá continuidade ao anterior pela temática e pela forma. Está dividido em partes: A Ela; Aos meus filhos; Eu; Timpeira, Alto das Cruzes; Cerva, Terra Minha; Caçada de Cães; O Meu Tugúrio; Históricos; Delírios; Miragens; Coimbra; Tédios. Tecnicamente bem escrito, o livro é, de certo modo, autobiográfico, memorial.

Tal como em Poemas do Solstício, o autor narra em poema, passos da sua vida, como a viveu, como a interpretou, como a partilhou com a família, com os amigos e até com a sociedade vilarealense, a que pertence e da qual é figura relevante. Este é um livro sereno, bem-disposto, saboroso, filosófico, humanista, introspectivo, extrospectivo, com uma visão cósmica, muito mais lata que a alvânica, embora esta seja, por enquanto, o seu centro literário.»
Ribeiro Aires [Notícias de Vila Real]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também do autor os títulos: “Poemas do Solstício” e “Poemas do Afélio”]

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Passeio pedestre pelo Circuito do Mineiro



Passeio pedestre pelo Circuito do Mineiro
dia 19 de Maio de 2013 (domingo), pelas 7h30
por Lagoa Trekking


 Em cada terceiro domingo do mês[*] a Lagoa Trekking irá organizar uma actividade para a Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real.
Assim, para Maio, no dia 19, domingo, para se continuar a olhar e a sentir e a cheirar [e a fotografar] as flores silvestres da Primavera, com evocações mineiras enquadradas pelo maravilhoso vale da Campeã, propomos:


CIRCUITO DO MINEIRO
Percurso Circular, com inicio em Vila Cova avistando sempre o Vale da Campeã.
Passagem pelo antigo complexo mineiro de Vila Cova e aldeia de Mascoselo.
Dificuldade – Baixa/Média
Duração da caminhada – 5h aprox.

O ponto de encontro é na Traga-Mundos, pelas 7h30, para organizarmos o transporte de todos os participantes – quem estiver mais próximo de Vila Cova, o ponto de encontro será no largo. Asseguramos igualmente mochila day pack, poncho de chuva, bastões de trekking, seguro de acidentes pessoais, boa disposição e um café na aldeia. É aconselhável cada um levar agasalho, botas confortáveis e impermeáveis, água para beber e, caso necessitar, comida leve e energética. Venha trekkar connosco...
Preço por participante: 15,00 euros – preço para estudantes: 13,00 euros (número mínimo de pessoas: 8, número máximo: 20)
Inscrições (até 18 de Abril) na Traga-Mundos, ou pelos seguintes contactos: 259 103 113, 935 157 323, traga-mundos1@gmail.comtolagoa@gmail.com. Transferência bancária para NIB 0033 0000 45418719535 05.
[* Salvo outros compromissos por parte da Lagoa Trekking e/ou Traga-Mundos]

Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 3 a 21 de Maio de 2013: exposição de pintura de Mariana Morais;
- dia 2 de Junho de 2013 (domingo), pelas 15h00: II.º Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Poética – livros, artes e eventos em Macedo de Cavaleiros.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

Amor de perdição


“Amor de Perdição” de Camilo Castelo Branco

«Faz-me tristeza pensar eu que floresci nesta futilidade da novela…», escreveu Camilo referindo-se em 1879 ao Amor de Perdição. O que porém ali floresce é a arte de Camilo, sobretudo o que faz a sua grandeza: a liberdade do romancista diante da novela. Abel Barros Baptista

A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) publicou, com edição crítica do investigador Ivo Castro, o romance "Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, editado pela primeira vez há 150 anos.
Em declarações à Lusa, fonte da INCM afirmou que "este é o primeiro título de uma série de obras do escritor, que se vão publicar".
"Não iremos publicar toda a imensa obra de Camilo, mas alguns títulos escolhidos. O próximo será 'O Regicida'", adiantou a mesma fonte, sem avançar uma data.
A edição da INCM segue a edição de 1879, revista por Camilo Castelo Branco que a prefaciou, e foi publicada pela Livraria Moré.
A edição da INCM inclui ainda o prefácio à segunda edição do romance, em 1863, e uma carta que Camilo escreveu ao então ministro António Fontes Pereira de Mello, redigida a partir da cadeia da Relação do Porto, em setembro de 1861.
Na missiva, Castelo Branco afirma que "muita gente está persuadida que ministros de Estado não leem novelas", mas "é um engano", remata o escritor que, de forma irónica, acrescenta que ouviu certa vez um governante discorrer sobre os caminhos-de-ferro. [Ricardo Simões Ferreira, Diário de Notícias]


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos: “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890) de José Viale Moutinho]

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Entre Deus e o Diabo


“O Manco Entre Deus e o Diabo” de António Sá Gué

O Manco é uma figura que procura a sua unidade, enquanto ser humano, entre a dura realidade em que sobrevive e a busca de uma religiosidade que parece não lhe trazer respostas. Uma figura que se busca entre o seu mundo interior e exterior. O Manco - Entre Deus e o Diabo é um grito em silêncio de uma revolta contida. 

Prefácio de Ernesto Rodrigues, Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes

«Sentiu os vapores na traqueia a penetrarem nos pulmões, sentiu arrefecer o seu ser, sentiu os músculos a relaxarem mas sem nunca perder a rigidez de quem está vivo, de quem sente, de quem está sempre alerta. Sentiu os dentes penetrarem no couro duro que lhe tinham colocado na boca. Sentiu o bisturi do médico, a frieza do metal a entrar na pele, sentiu apertarem-lhe ainda mais o torniquete que lhe garrotava a perna, sentiu a desarticulação do joelho, nenhum movimento de bisturi lhe escapou, apesar dos vapores continuarem a penetrar profundamente em si, a retirar-lhe capacidades intelectuais e físicas mas não o sentir. Era como se estivesse num pesadelo, um pesadelo do qual queria acordar mas não conseguia. Um torpor profundo impedia-o de se mexer, de levantar um único dedo para fazer um sinal, um gesto de compaixão, apesar de o pretender fazer com todo o seu querer. Era tudo tão real e paradoxalmente ilusório que lhe parecia estar em um outro mundo. Uma dimensão paralela à realidade, a dimensão dos enigmas da vida, a dimensão dos amargores sempre bebidos com sofreguidão, de um só trago, pela taça de libações sangrantes, deglutidos sem a ternura, sem perfumes, sem a maciez do amor. Seguiu a linha das marcas dos pensamentos gotejantes de sangue vivo, apapoilado, marcados em si com ferros em brasa. 
Deixou-se ir naquele enlevo doentio da dor, cavalgou no dorso do rugir do leão, trepou as paredes como animal demoníaco, desafiou a gravidade e suspendeu-se no tecto da sua gruta recôndita como morcego hematófago e, imóvel, ali ficou a alimentar-se do seu sofrimento, a deixar crescer dentro dele aquele animal que lhe rasgava o peito e o devorava a partir de dentro. Ali ficou a olhar-se do alto, a sentir-se, a perscrutar os movimentos do bisturi, a observar-se mutilado mas ainda a sentir a dores fantasmas de uma parte de si já inexistente.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também do autor os títulos: “Ultreia – Caminho Sem Bermas”, ”Na Intuição do Tempo”, “As Duas Faces da Moeda”, “Fermento da Liberdade”, “Fantasmas de Uma Revolução”, “Contos dos Montes Ermos”, “Quadros da Transmontaneidade”]

sábado, 11 de maio de 2013

I.º Encontro de Galerias de Arte de Vila Real



I.º Encontro de Galerias de Arte de Vila Real
dia 14 de Maio de 2013 (terça-feira), pelas 21h30
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


A Traga-Mundos está a convidar os responsáveis e animadores de espaços de galeria de arte na cidade de Vila Real para um primeiro encontro, com o objectivo de nos conhecermos melhor, partilharmos experiências e expectativas, procurarmos colaborações e parcerias. Este convite é alargado à Fundação Casa-Museu Maurício Penha em Sanfins do Douro e a artistas interessados em contribuir para este encontro.

O I.º Encontro de Galerias de Arte de Vila Real, terá lugar no dia 14 de Maio de 2013 (terça-feira), pelas 21h30, na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real
  


Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com


Próximos eventos:
- de 3 a 21 de Maio de 2013: exposição de pintura de Mariana Morais;
- dias 13 (segunda-feira) e 14 (terça-feira) de Maio de 2013: 1.ª Exposição-venda de livros de Trás-os-Montes e Alto Douro na UTAD, no Complexo Pedagógico da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- dia 19 de Maio de 2013 (3.º domingo do mês): passeio pedestre por Lagoa Trekking;
- dia 2 de Junho de 2013 (domingo), pelas 15h00: II.º Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Poética – livros, artes e eventos em Macedo de Cavaleiros.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

1.ª Exposição-venda de livros na UTAD



1.ª Exposição-venda de livros de Trás-os-Montes e Alto Douro na UTAD
dias 13 (segunda-feira) e 14 (terça-feira) de Maio de 2013
no Complexo Pedagógico da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real


A convite do Ciclo Cultural da UTAD, a livraria Traga-Mundos irá realizar uma exposição-venda de livros de autores e com a temática de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Estarão presentes obras de autores locais e regionais com projecção nacional e universal – Alexandre Parafita, A.M. Pires Cabral, Amadeu Ferreira, António Borges Coelho, António Cabral, António Fontes, António Modesto Navarro, Bento da Cruz, Camilo Castelo Branco, Domingos Monteiro, Francisco José Viegas, Graça Pina de Morais, J. Rentes de Carvalho, João de Araújo Correia, Luísa Dacosta, Miguel Torga, Otílio Figueiredo, Rui Pires Cabral, Teixeira de Pascoaes, Vítor Nogueira, etc...
Obras em prosa ou poesia; romances, novelas e contos; livros técnicos e revistas temáticas; álbuns infanto-juvenis e de banda-desenhada; de edições de bolso a álbuns de fotografia; de guias turísticos a cd’s e dvd’s; de edições de autor a edições de associações e outras instituições; em português e an mirandés; num esforço para se reunir e apresentar num mesmo local a riqueza cultural e literária da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.



Esta 1.ª Exposição-venda de livros de Trás-os-Montes e Alto Douro irá decorrer nos dias 13 (segunda-feira) e 14 (terça-feira) de Maio de 2013, no Complexo Pedagógico da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real – e resulta de uma parceria com o Ciclo Cultural da UTAD.


Adicionar legenda
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 3 a 21 de Maio de 2013: exposição de pintura de Mariana Morais;
- dia 14 de Maio de 2013 (terça-feira), pelas 21h30: I.º Encontro de Galerias de Arte de Vila Real;
- dia 19 de Maio de 2013 (3.º domingo do mês): passeio pedestre por Lagoa Trekking;
- dia 2 de Junho de 2013 (domingo), pelas 15h00: II.º Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Poética – livros, artes e eventos em Macedo de Cavaleiros.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

traga_mundos em paleoambiente e etnobotânica


A Traga-Mundos foi convidada para estar presente com uma bancada de livros no

1.º Encontro de Paleoambiente e Etnobotânica

9 a 11 de Maio de 2013
Auditório Centro de Geociências da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro


«Desde a Pré-história a relação entre os grupos humanos e os recursos naturais tem tido uma relevância considerável no desenvolvimento sócio-económico e cultural das sociedades.
No atual contexto de crise e de reavaliação do uso dos recursos naturais tem que se ter necessariamente em consideração, não só, como era o ambiente no passado mas também como foi vivido, usufruído e explorado. Os estudos de paleoambiente e de etnobotânica podem desse modo contribuir para compreensão de sistemas de uso sustentável que ajudem, numa visão de futuro, para o desenvolvimento das economias locais e regionais.
Neste encontro investigadores, estudantes e interessados dos mais diversos campos do conhecimento vão ter a oportunidade de trocar ideias e resultados tendo como elo de ligação o ambiente e em particular as plantas.
O encontro terá como convidada de honra a conceituada investigadora inglesa Lady Jane Renfrew of Kaimsthorn, antiga Presidente do International Work Group for Palæoethnobotany e Vice-presidente da Prehistoric Society.»

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Noz em esquadrilha



Mais uma criação das artes de Flora de Brincadeiras, de João Pinto Vieira da Costa

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...

terça-feira, 7 de maio de 2013

Roteiro turístico do Património Mundial


“Roteiros Turísticos do Património Mundial – No Norte de Portugal – Douro Vinhateiro e Vale do Côa” + mapa
“A Tourist’s Guide to World Heritage Sites – In the North of Portugal – Douro Wine Region and the Côa Valley” + map
“Guías Turísticas del Patrimonio Mundial – Em el Norte de Portugal – El Duero Vinatero y el Valle del Côa” + mapa

A Paisagem do Douro Vinhateiro e os Sítios Arqueológicos do Côa, assim como os territórios onde se enquadram, são representativos do interior da região. A cidade de Vila Real, a uma escassa hora do Porto, pode ser vista como uma porta de entrada para estes territórios. A serra do Marão quebra a influência atlântica e aqui prevalece a cultura mediterrânica. Tratando-se de territórios imensos, pouco povoados, por vezes com acessibilidades condicionadas, reclamam uma visita de natureza diferente da dos centros urbanos. No Douro, a visita leva a privilegiar o automóvel ou então o barco, já que é possível navegar no Douro, transpondo as eclusas de navegação das sucessivas barragens. Mas visitar o Douro implica, também, parar nos miradouros, conhecer as quintas, os Museus do Douro e do Côa, as aldeias, os centros históricos, passear nas vinhas, visitar as adegas. Assim, podemos partir à descoberta e contar prioritariamente com visitas pedonais.
Os Sítios de Arte Rupestre situam-se ao longo do rio Côa, um importante afluente na margem direita do rio Douro, que corre por territórios agrestes, com fraca presença humana. Formam o mais vasto conjunto de arte do Paleolítico, um património de valor universal, reconhecido pela UNESCO como obra-prima do génio criador da humanidade e um testemunho excecional da vida material, social, económica e espiritual dos nossos mais antigos antepassados.
Este património, que inclui mais de 70 sítios diferentes onde se podem observar gravuras na pedra de cariz fortemente naturalista, representando maioritariamente animais e ainda contornos de figura humana, insere-se no Parque Arqueológico do Vale do Côa, entidade responsável pela gestão de cerca de vinte mil hectares, distribuídos por quatro municípios. O Museu do Côa é um local de visita incontornável e pode ser um ponto de partida para os núcleos principais acessíveis ao visitante: a Canada do Inferno, a Ribeira de Piscos, a Penascosa e o Fariseu. Mas, uma visita ao Côa não se esgota nas gravuras, pois a paisagem é também única, assim como os povoados que circundam o Parque (Muxagata, Almendra, Castelo Melhor). É, também, um local de grande importância para a conservação da natureza (trata-se de uma Zona de Proteção Especial ao abrigo da Diretiva Aves da União Europeia). É um sítio mágico e de contrastes, ora observado do alto de São Gabriel ora dos vinhedos em Ervamoira, ora junto ao Côa.
O Vale do Côa convida a interiorizar.
A Paisagem Cultural do Alto Douro Vinhateiro corresponde a uma área de cerca de 25.000 ha, ao longo das duas margens do rio Douro e distribuída por treze municípios. É considerada uma área representativa da vasta Região Demarcada do Douro (cerca de 250.000 ha), a mais antiga região vitícola regulamentada do mundo, conseguindo concentrar dentro de si o que de mais autêntico possui o Alto Douro enquanto paisagem cultural evolutiva e viva. Trata-se de uma paisagem de beleza singular, para a qual concorrem, também, fatores efémeros como a luz, a cor e o silêncio. A manhã, a tarde ou a noite no Douro, tal como as estações do ano, não são a mesma coisa. O Alto Douro Vinhateiro combina a natureza monumental do vale do rio Douro, feito de encostas íngremes, prioritariamente xistosas e de solos pobres, com a ação ancestral e contínua do Homem, adaptando o espaço às necessidades agrícolas de tipo mediterrânico, que a região suporta e que se caracterizam, também, pela escassez da água. Esta relação íntima entre a atividade humana e a natureza adquiriu uma manifestação de profunda sabedoria através de um conhecimento atento e apaixonado da videira, planta robusta de raízes profundas, abundante crescimento dos ramos, fecunda em fruto… As encostas estão esculpidas – armadas em socalcos e terraços – qual obra de arte coletiva e anónima, sem data. Aqui se produz o famoso Vinho do Porto, principal vetor de dinamização da tecnologia, da cultura, das tradições e da economia locais. Mas o Douro não é só vinhas, é também o cenário da amendoeira, da oliveira, da figueira, do medronheiro, do sobreiro… O Douro convida a olhar, a cheirar, a saborear, a escutar, a celebrar e apaixona!


The landscape of the Douro Wine Region and the Côa Archaeological Sites, together with the territories in which they are situated, are representative of the interior of the region. The city of Vila Real, a mere hour away from Porto, can be seen as the gateway to these territories. The Marão mountain range breaks the Atlantic influence, and here a Mediterranean climate prevails. These territories cover vast areas of low density population and sometimes are not easy to reach, demanding a dierent kind of visit than the urban centres do. In the Douro, a car is a must - or a boat. One can sail up and down the River Douro, passing the locks at the successive dams. However, visiting the Douro also implies stopping at the viewing points, getting to know the Quintas, the Douro and Côa Museum, the villages, the historic centres, strolling in the vineyards, visiting the wineries. In this way, we can set o on foot on our voyages of discovery.
The Rock Art Sites are situated along the River Côa, an important tributary on the right bank of the River Douro, which flows through wild countryside with little in the way of human presence. They constitute the biggest grouping of Palaeolithic art, a heritage of universal value that has been recognised by UNESCO as a masterpiece of human creative genius and an exceptional testament to the material, social, economic and spiritual life of our oldest ancestors.
This heritage, which includes over 70 dierent sites where one can see strongly naturalistic engravings in the rocks, mainly of animals and also the outlines of human figures, falls within the Côa Valley Archaeological Park, with this body being responsible for managing the around twenty thousand hectare area, spread over four sub-districts. A visit to the Côa Museum is a must and can provide the starting point to get to know the main centres accessible to tourists: Canada do Inferno, Ribeira de Piscos, Penascosa and Fariseu. However, a visit to Côa is not exhausted with the engravings, as the landscape is also unique, as are the towns and villages around the Park (Muxagata, Almendra, Castelo Melhor). It is also of great significance in terms of nature conservation, being a Special Protection Zone under the EU Birds Directive. It is a magical place of contrasts, now seen from the height of São Gabriel, now from the vineyards in Ervamoira, now from the banks of the Côa. The Côa Valley invites you to interiorize.
The Cultural Landscape of the Alto Douro Wine Region corresponds to an area of around 25,000 hectares, along the two banks of the River Douro and distributed over thirteen municipalities. It is deemed to be a representative area of the vast Douro Demarcated region (around 250,000 hectares), the oldest regulated wine region in the world, and represents a distillation of all that constitutes the most authentic in the Alto Douro as a living and evolving cultural landscape. This is a landscape of singular beauty, to which other ephemeral factors also contribute, such as the light, the colour and the silence. Morning, afternoon and evening in the Douro, just like the dierent seasons, are never alike. The Alto Douro Wine Region combines the monumental nature of the Douro River Valley, made of steep, mainly schist, stony slopes with the action of man, over the ages adapting the land to the Mediterranean style agricultural requirements supported by the region, and suited also to the shortage of water. This intimate relationship between nature and human activity has resulted in a particular manifestation of profound expertise arising from avid dedication to understanding the vine, a robust plant with deep roots, abundant top growth and heavy fruiting… The slopes have been sculpted – formed into terraces and landings – like a collective, anonymous, undated work of art. Here, the famous Port Wine is produced, the main stimulus for technology, culture, local economy and traditions. However, the Douro is more than just vineyards: it is also the landscape of almond trees, olive trees, fig trees, arbutus trees, cork oaks… The Douro invites you to look, smell, and savour, listen, celebrate and fall in love!


El Paisaje del Duero Viñatero y los Sitios Arqueológicos del Côa, así como los territorios en los que se encuentran, son representativos del interior de la región. La ciudad de Vila Real, a una hora escasa de Oporto, puede considerarse una puerta de entrada a estos territorios. La sierra de Marão rompe la influencia atlántica. Aquí prevalece la cultura mediterránea. Al tratarse de territorios inmensos, poco poblados y, en ocasiones, con una accesibilidad limitada, reclaman una visita de naturaleza diferente a la de los centros urbanos. En el Duero, la visita lleva a dar prioridad al automóvil o incluso al barco, ya que es posible navegar el río superando las esclusas de las sucesivas presas. Pero visitar el Duero implica también detenerse en los miradores, conocer las quintas, los museos del Duero y del Côa, los pueblos, los centros históricos, pasear por los viñedos y visitar las bodegas. De este modo, podemos lanzarnos a descubrir y dar prioridad a las visitas a pie.
Los Sitios de Arte Rupestre se encuentran a lo largo del río Côa, un importante afluente, situado en el margen derecho del Duero, que corre por territorios agrestes de escasa presencia humana. Forman un vastísimo conjunto de arte del Paleolítico, un patrimonio de valor universal reconocido por la UNESCO como una obra maestra del genio creador de la Humanidad y como un testimonio excepcional de la vida material, social, económica y espiritual de nuestros antepasados más antiguos.
Este patrimonio incluye más de 70 sitios diferentes en los que se pueden observar pinturas rupestres en piedra. Claramente naturalistas, representan sobre todo animales y siluetas de figuras humanas y se enmarca en el Parque Arqueológico del Valle del Côa, entidad responsable de la gestión de casi 20.000 hectáreas repartidas entre cuatro municipios. El Museo del Côa, lugar de obligada visita, puede ser el punto de partida hacia los principales núcleos accesibles al visitante: Canada do Inferno, Ribeira de Piscos, Penascosa y Fariseu. Pero una visita al Côa no e limita a las pinturas rupestres, ya que el paisaje es también único, así como los pueblos que rodean el Parque (Muxagata, Almendra, Castelo Melhor). Es también un lugar de gran importancia para la conservación de la naturaleza, ya que se trata de una Zona de Protección Especial en virtud de la Directiva de Aves de la Unión Europea. Se trata de un sitio mágico y de contrastes, ya sea observado desde el alto de San Gabriel o desde los viñedos de Ervamoira, o junto al Côa.
El Valle del Côa invita a reflexionar.
El Paisaje Cultural del Alto Duero Viñatero se corresponde con una superficie de casi 25.000 hectáreas situada a lo largo de las dos orillas del río Duero y repartida entre trece municipios. Se considera una zona representativa de la vasta Región Demarcada del Duero (casi 250.000 hectáreas), la más antigua región vitícola regulada del mundo, que encierra lo más auténtico del Alto Duero en cuanto a paisaje cultural evolutivo y vivo. Se trata de un paisaje de singular belleza en el que confluyen también factores efímeros como la luz, el color y el silencio. En el Duero, la mañana, la tarde y la noche son distintas, y lo mismo sucede con las estaciones del año. El Alto Duero Viñatero combina la naturaleza monumental del valle del río Duero, formado por escarpadas laderas —principalmente de esquistos y suelos pobres—, con la acción ancestral y continua del hombre, que adapta el espacio a las necesidades agrícolas de tipo mediterráneo que la región sustenta, caracterizadas también por la escasez de agua. Esta íntima relación entre la actividad humana y la naturaleza desembocó en la manifestación de una profunda sabiduría gracias al conocimiento atento y apasionado de la vid, planta robusta, de hondas raíces y ramas frondosas, fecunda en frutos... Las laderas están esculpidas —armadas en paratas y terrazas— como una obra de arte colectiva y anónima, sin fecha. Aquí se produce el famoso vino de Oporto, principal vector de dinamización de la tecnología, la cultura, las tradiciones y la economía locales. Pero el Duero no es sólo viñas. Es también el escenario del almendro, del olivo, de la higuera, del madroño, del alcornoque... El Duero invita a mirar, a oler, a saborear, a escuchar, a celebrar... y a enamorarse de él.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os seguintes guias: “Guia de Portugal” – Vol. IV – Entre Douro e Minho I – Douro Litoral | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro I – Vila Real, Chaves e Barroso | Vol. V – Trás-os-Montes e Alto-Douro II – Lamego, Bragança e Miranda, autores: direcção de Raúl Proença; “Douro – Viagens e Histórias” (versão portuguesa), “Le Douro – voyages et histoires” (versão francesa), “Douro Valley – journeys and stories” (versão inglesa), “Duero – viajes e historias” (versão castelhana), “Douro – reisen und geschichten” (versão alemã) de Pedro Veloso, Susana Fonseca, Sérgio Fonseca; Douro – Guia Turístico – “Douro singular, Douro universal”, coordenação e concepção: José Moreira, idiomas disponíveis: português, inglês, francês, espanhol; “Douro – O Rio do Vinho” de José A. Salvador; “Douro Religioso” guia + mapa, coordenação Varico da Costa Pereira; “Douro – Guia Turístico da Natureza – paisagem, geologia, fauna, flora, turismo” coordenação Samuel Tapada;  “Roteiro Vale do Côa e Além Douro / Ruta Vale do Côa y más allá del Duero” coordenação científica António dos Santos Queirós e Jorge Rodrigues Paiva; “Património Geológico Transfronteiriço na Região do Douro – ROTEIROS / Geological Cross-border Heritage in the Douro Region – ITINERARIES” coordenação M. Elisa Preto Gomes e Ana Maria P. Alencoão; “São Salvador do Mundo – santuário duriense”, sob a coordenação do arqueólogo J. A. Gonçalves Guimarães; “Norte de Portugal e Galiza” – Guia American Express; “Mapa de Arquitectura de Vila Real / Plano de Arquitectura / Architectural Map-Guide” fotografia e coordenação editorial Filipe Jorge; “Guia de Aves”, texto e mapas Lars Svensson, ilustrações e legendas Killian Mullarney e Dan Zetterström]

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Poeta mirandés


“Poeta Mirandés – Ua Antologie” de Fernando de Castro Branco
Ourganizaçon, traduçon i antrada de Fracisco Niebro

«Çque coinci a Fernando de Castro Branco i la sue poesie, bai para alguns anhos, que resolbi traduzir i publicar ua antologie de ls sous poemas an mirandés. (...)
Nun fui fácele la traduçon destes poemas de Fernando de Castro Branco, mas ajudou me un cierto modo que el ten de ancostar las palabras al respirar de las cousas, mui acerca la lhéngua mirandesa, que l outor fala i nun podie haber deixado de lo anfluenciar. Stou cierto de que ls mirandeses se ban a deixar cautibar por esta poética, que ye siempre caminho seguro para un siempre renobado bolber a casa, esse sítio oupido nas paredes de la mimória, tan cheno de bida que l poeta nun ten miedo de neilha sembrar ls sous muortos, que rucecítan al modo que las palabras ls pónen a resfolgar: sue bisabó, sou abó, l tiu Munteiro, l cura Mourinho i tantos, tantos outros.» Amadeu Ferreira, Diretor de la Coleçon An Mirandés

Fernando de Castro Branco (Dues Eigrejas, 1959) ye lhicenciado an Lhénguas i Lhiteraturas Modernas i Mestre an Lhiteratura Pertuesa Moderna i Contemporánea, pula Faculdade de Lhetras de la Ounibersidade de l Porto. Stá a purparar ua tese de doutoramiento an Stética Lhiterária subre la obra de Adolfo Casais Monteiro na mesma anstituiçon. Membro de la Associaçon Pertuesa de Scritores, publicou l ansaio Poética do Sensível em Albano Martins, Roma Editora, 2004 i ls lhibros de poesie Alquimia das Constelações, Roma Editora, 2005, O Nome dos Mortos Seguido de Biografia das Sombras, Atelier de Produção Editorial, 2006, Estrelas Mínimas, Editora Labirinto, 2008, Plantas Hidropónicas, Cosmorama Edições, 2008, Marcas de Verões Partidosin A Carvão, Cosmorama Edições, 2009, Arte do Espaço in A Carvão Cosmorama Edições, 2009. Ajuntou l eissencial de la sue poesie an A Carvão, Cosmorama Edições, 2009. IndaAssinatura Irreconhecível, 2010, i A Caminho de Avoriaz, 2011, dambos a dous an Cosmorama Edições. Fizo l’antrada de lhibros i publicou tamien poemas i ansaios bários an suplementos culturales i rebistas lhiterárias pertuesas i strangeiras.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos an mirandés - alguns bilingues: “Ls Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, “L Mais Alto Cantar de Salomon” bersion de Fracisco Niebro, “Mirandés – Stória dua lhéngua i dun pobo” e “Ls Lusíadas” banda zenhada José Ruy, “Calantriç de Nineç” de Rapç de la Rue, “La Mona L Maio” José Francisco João Fernandes, “Tra-los-Montes” de Nuno Neves, “L Pastor Que Se Metiu de Marineiro” de Faustino Antão e “L Segredo de Peinha Campana” texto Fracisco Niebro dezeinhos Sara Cangueiro, “La Bouba de La Tenerie” e “Ars Vivendim Ars Mortendi” de Fracisco Niebro]

sábado, 4 de maio de 2013

Santo António | São Pedro | São João



Santo António | São Pedro | São João

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também: São Francisco]

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Lendas de Trás-os-Montes


“Lendas de Portugal – Minho e Trás-os-Montes” texto Inês Bernardo, ilustrações Maria João Clemente

Lenda do Galo de Barcelos | Lenda da Serra de Arga | Lenda da Moura da Ponte de Chaves | Lenda da Torre de Moncorvo | Lenda de João Serrão | Lenda dos Quatro Irmãos

As lendas povoam desde cedo o imaginário das civilizações. Combinando os horizontes da fantasia com as limitações da realidade, são frequentemente usadas para transmitir princípios morais. Traduzem igualmente aspirações e dão sentido a receios universais. Nesta coleção, apresentam-se algumas lendas de Portugal, organizadas por região, para que não nos esquecemos do nosso riquíssimo património oral.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rotas de azeite


“Os Caminhos do Azeite” de António Corrêa Nunes

«É difícil falar de Portugal sem falar de azeite. E é difícil falar de azeite sem falar de Portugal.» Nesta aventura multifacetada pelos caminhos do azeite em terras portuguesas, António Corrêa Nunes convida-nos a conhecer melhor os meandros da sua produção em terras lusas, os usos que os Portugueses lhe têm dado desde tempos imemoriais, o interesse crescente que o seu consumo vem despertando um pouco por todo o mundo e as peripécias e vicissitudes porque passou ao longo da sua história o rei da cozinha portuguesa. E é um mundo fascinante aquele que assim se desvela aos nossos olhos e estimula de forma ímpar e indelével o nosso paladar. A obra fica ainda particularmente enriquecida com os contributos de personalidades da sociedade portuguesa que acederam a deixar nela o seu testemunho pessoal sobre o papel que o azeite tem desempenhado no caminho da sua vida.

«António Corrêa Nunes licenciado em Engenharia Agro-Industrial/Alimentar pelo ISA-UTL e mestre em Olivicultura, Azeite e Azeitona de Mesa faz parte do Grupo Sovena na área de negócio do Azeite desde 2006, sendo responsável pela produção e selecção de azeites portugueses.
O livro “Caminhos do Azeite” editado este mês de Novembro pela Sopa de Letras é uma aventura multifacetada onde António Corrêa Nunes nos convida a percorrer os meandros da produção de azeite em terras lusas, o interessa crescente pelo seu consumo e as peripécias e vicissitudes porque passou ao longo da história.
O livro, organizado por vários capítulos, conta no final com testemunhos de várias personalidades da sociedade portuguesa em que abordam o papel que o azeite teve no caminho das suas vidas.» [O Portal do Azeite]


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos: “Roteiro dos Azeites Virgens Extra Portugueses” de José Gouveia e Susana Sassetti, “O Azeite na Cultura e no Património Alimentar” de Manuel Paquete, “Azeite de Trás-os-Montes – Influência da localização do olival e das culturas nas características dos azeites” de Maria Helena Chéu Guedes Vaz]