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sábado, 28 de outubro de 2017

Contos do Sacaúntos – Romasanta, o reo


“Contos do Sacaúntos – Romasanta, o reo” de Carlos Carvalheira, Xesús Constela, Antonio Manuel Fraga, Mariña Pérez Rei, António Sá Gué

«Este libro xurdiu grazas á convivencia dun grupo de autoras e autores da Galiza e Portugal durante as VI Xornadas Romasanta, organizadas pola Fundación Vicente Risco en outubro de 2016.

Durante o encontro, un grupo de especialistas nos aspectos penais do caso Romasanta, expuxeron os seus coñecementos arredor dos cárceres e as condicións en que vivían nelas os reos como o Sacaúntos de Allariz.

Os relatos que compoñen este volume son unha pequena mostra do enorme interese e potencial que a día de hoxe continúa a ter o caso Romasanta, que aquí uniu Galiza con Portugal, a narrativa coa divulgación ou a ilustración co Dereito Penal.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

[também disponível o seguinte título: “Contos do Sacaúntos – Romasanta, o criminal” de Ramón Caride, Andrea Barreira Freije, Xosé Duncan, João Madureira, Fernando Méndez]

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Ultreia! - caminho sem bermas


“Ultreia! Caminho Sem Bermas” de António Sá Gué

«Neste livro, descrevo o caminho e as impressões colhidas ao longo do “Caminho Francês”, e vou garatujando um segundo caminho paralelo a esse: o caminho do conhecimento e do não-conhecimento. Este é o caminho simbólico do Daniel, um professor, um artificie de consciências, que ao longo do seu trajecto tenta, em todos os momentos, melhorar enquanto pessoa, encontrar dentro dele a melhor forma de andar ao longo desta senda que é, ao fim e ao cabo, o caminho da vida.»

O livro Ultreia! Caminho sem Bermas de António Sá Gué, é uma obra intimista onde a partir das impressões colhidas ao longo de uma peregrinação por ele realizada em 2009, caminho esse conhecido por “Caminho Francês”, descreve paralelamente a esse caminho, um outro, mais reflexivo, interior e muito próprio.

António Sá Gué é o pseudónimo do Tenente-coronel António Manuel Lopes. Nasceu em 1959, em Carviçais, Concelho de Torre de Moncorvo, em plena Terra Quente Transmontana.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: ”Na Intuição do Tempo”, “As Duas Faces da Moeda”, “Fermento da Liberdade”, “Fantasmas de Uma Revolução”, “Contos dos Montes Ermos”, “Quadros da Transmontaneidade”, “O Manco Entre Deus e o Diabo”, “Em Busca do Ser”, “O Hominídeo Humanizado”]

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O hominídeo humanizado - reflexões


“O Hominídeo Humanizado” de António Sá Gué

«Afinal de contas, o maior mistério do homem é o próprio homem. A complexidade do seu ser não se esgota no cogito (como desejava Descartes) pois a sua natureza biológica é também imanente e cognitiva. As suas necessidades biológicas, o seu sistema físico-químico e neurológico (onde se processam reacções como o amor ou o pensamento), as suas contradições, os seus limites, os seus anseios, a sua utopia, as suas conquistas e frustrações fazem dele um ser dialogante consigo mesmo, em que as diversas componentes concorrem para a consolidação do todo, aquilo a que Morin chama de homo complexus. Sá Gué, no fundo, explana-nos esse diálogo entabulado do eu para com o eu, a sistematização interior das leis vitais na complexificação genética do ser e sua relação cognitiva com o mundo sensível e as relações exteriores: dúvidas e perplexidades que povoam o fluxus do hominídeo, que sofre as dores do parto do seu próprio conhecimento, a busca da verdade latente em todo ser humano, recuperando nitidamente a maiêutica socrática.» João Mendes Rosa, in “Prefácio”

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[também disponível do autor os títulos: “Ultreia – Caminho Sem Bermas”, ”Na Intuição do Tempo”, “As Duas Faces da Moeda”, “Fermento da Liberdade”, “Fantasmas de Uma Revolução”, “Contos dos Montes Ermos”, “Quadros da Transmontaneidade”, “O Manco Entre Deus e o Diabo”, “Em Busca do Ser” ]

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Em busca do ser



“Em Busca do Ser” de António Sá Gué

«Este texto – Em Busca do Ser – afigura-se como um momento de atenção, uma espécie de oração num mundo cada vez mais inquieto e rumoroso. Tal como uma oração, este é um texto que pretende levar o leitor de um pensamento a outro, do ruído ao silêncio interior; tal como numa oração, assiste-se a um diálogo: um “eu” conversa com um “tu” (aqui, 3 vozes distintas), com o objectivo de compreender mistério da vida.» Isabel Alves, Prefácio

António Sá Gué, é o pseudónimo do Tenente-coronel António Manuel Lopes. Nasceu a 9 de OUTUBRO de 1959, na Freguesia de Carviçais, concelho de Torre de Moncorvo, centro da chamada “Terra Quente Transmontana”. Frequentou engenharia civil, curso que deixou a meio para ingressar voluntariamente nas fileiras do Exército Português. Passou pelos postos hierarquicamente mais baixos até ingressar no INSTITUTO SUPERIOR MILITAR, curso que terminou em 1989 e lhe permitiu ascender a oficial.
Ao longo da sua vida manteve sempre uma relação emocional com os livros e, em 2007, estreou-se com o seu primeiro romance, As Duas Faces da Moeda. Desde então tem publicado diferentes obras sempre na área da ficção que passam pelo romance e pelo conto.
Depois de ter editado as suas três (3) primeiras obras através de outros editoras, insatisfeito pela forma como as mesmas eram divulgadas, decide criar a sua própria editora, LEMA D’ORIGEM – EDITORA que se estreou em 2009, com um título da sua autoria NA INTUIÇÃO DO TEMPO.
É membro da Academia de Letras de Trás-Os-Montes. É membro da Associação Portuguesa de Escritores. É Deputado Municipal na Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo. Alimenta um blog desde 2008, intitulado PALAVRAS AO VENTO: http://antoniosague.blogspot.pt/


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Ultreia – Caminho Sem Bermas”, ”Na Intuição do Tempo”, “As Duas Faces da Moeda”, “Fermento da Liberdade”, “Fantasmas de Uma Revolução”, “Contos dos Montes Ermos”, “Quadros da Transmontaneidade”, “O Manco Entre Deus e o Diabo”]

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Apresentação de livro pelo autor


Apresentação do livro “O Manco entre Deus e o Diabo” de António Sá Gué
pelo autor
13 Julho 2013 (sábado), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


«Este romance conjuga várias linhas de força que o magnificam. Externamente, cada capítulo é precedido de um poema, cuja função emotiva nos dá, em primeira pessoa, um sujeito depois narrado na terceira. Conjunto de vinte e três peças, articula-se, aqui, uma biografia psicológica. Esse direito à palavra qual didascália no teatro do ser, não só definindo uma voz, mas orientando a leitura é um traço de personagem tenaz procurando domar o seu destino. Rescende aos heróis antigos, e não seria difícil encontrar concordâncias. (...)»
Prefácio de Ernesto Rodrigues, Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes



O Manco é uma figura que procura a sua unidade, enquanto ser humano, entre a dura realidade em que sobrevive e a busca de uma religiosidade que parece não lhe trazer respostas. Uma figura que se busca entre o seu mundo interior e exterior. O Manco - Entre Deus e o Diabo é um grito em silêncio de uma revolta contida. 

«Sentiu os vapores na traqueia a penetrarem nos pulmões, sentiu arrefecer o seu ser, sentiu os músculos a relaxarem mas sem nunca perder a rigidez de quem está vivo, de quem sente, de quem está sempre alerta. Sentiu os dentes penetrarem no couro duro que lhe tinham colocado na boca. Sentiu o bisturi do médico, a frieza do metal a entrar na pele, sentiu apertarem-lhe ainda mais o torniquete que lhe garrotava a perna, sentiu a desarticulação do joelho, nenhum movimento de bisturi lhe escapou, apesar dos vapores continuarem a penetrar profundamente em si, a retirar-lhe capacidades intelectuais e físicas mas não o sentir.
Era como se estivesse num pesadelo, um pesadelo do qual queria acordar mas não conseguia. Um torpor profundo impedia-o de se mexer, de levantar um único dedo para fazer um sinal, um gesto de compaixão, apesar de o pretender fazer com todo o seu querer. Era tudo tão real e paradoxalmente ilusório que lhe parecia estar em um outro mundo. Uma dimensão paralela à realidade, a dimensão dos enigmas da vida, a dimensão dos amargores sempre bebidos com sofreguidão, de um só trago, pela taça de libações sangrantes, deglutidos sem a ternura, sem perfumes, sem a maciez do amor. Seguiu a linha das marcas dos pensamentos gotejantes de sangue vivo, apapoilado, marcados em si com ferros em brasa. 
Deixou-se ir naquele enlevo doentio da dor, cavalgou no dorso do rugir do leão, trepou as paredes como animal demoníaco, desafiou a gravidade e suspendeu-se no tecto da sua gruta recôndita como morcego hematófago e, imóvel, ali ficou a alimentar-se do seu sofrimento, a deixar crescer dentro dele aquele animal que lhe rasgava o peito e o devorava a partir de dentro. Ali ficou a olhar-se do alto, a sentir-se, a perscrutar os movimentos do bisturi, a observar-se mutilado mas ainda a sentir a dores fantasmas de uma parte de si já inexistente.»


Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 20 de Julho de 2013 (sábado): workshop “fazer tofu em casa” por Maria Feliz;
- dia 21 de Julho de 2013: passeio pedestre por Lagoa Trekking;
- dia 27 de Julho de 2013: workshop de fotografia Pinhole por Catarina Lima.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Entre Deus e o Diabo


“O Manco Entre Deus e o Diabo” de António Sá Gué

O Manco é uma figura que procura a sua unidade, enquanto ser humano, entre a dura realidade em que sobrevive e a busca de uma religiosidade que parece não lhe trazer respostas. Uma figura que se busca entre o seu mundo interior e exterior. O Manco - Entre Deus e o Diabo é um grito em silêncio de uma revolta contida. 

Prefácio de Ernesto Rodrigues, Presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes

«Sentiu os vapores na traqueia a penetrarem nos pulmões, sentiu arrefecer o seu ser, sentiu os músculos a relaxarem mas sem nunca perder a rigidez de quem está vivo, de quem sente, de quem está sempre alerta. Sentiu os dentes penetrarem no couro duro que lhe tinham colocado na boca. Sentiu o bisturi do médico, a frieza do metal a entrar na pele, sentiu apertarem-lhe ainda mais o torniquete que lhe garrotava a perna, sentiu a desarticulação do joelho, nenhum movimento de bisturi lhe escapou, apesar dos vapores continuarem a penetrar profundamente em si, a retirar-lhe capacidades intelectuais e físicas mas não o sentir. Era como se estivesse num pesadelo, um pesadelo do qual queria acordar mas não conseguia. Um torpor profundo impedia-o de se mexer, de levantar um único dedo para fazer um sinal, um gesto de compaixão, apesar de o pretender fazer com todo o seu querer. Era tudo tão real e paradoxalmente ilusório que lhe parecia estar em um outro mundo. Uma dimensão paralela à realidade, a dimensão dos enigmas da vida, a dimensão dos amargores sempre bebidos com sofreguidão, de um só trago, pela taça de libações sangrantes, deglutidos sem a ternura, sem perfumes, sem a maciez do amor. Seguiu a linha das marcas dos pensamentos gotejantes de sangue vivo, apapoilado, marcados em si com ferros em brasa. 
Deixou-se ir naquele enlevo doentio da dor, cavalgou no dorso do rugir do leão, trepou as paredes como animal demoníaco, desafiou a gravidade e suspendeu-se no tecto da sua gruta recôndita como morcego hematófago e, imóvel, ali ficou a alimentar-se do seu sofrimento, a deixar crescer dentro dele aquele animal que lhe rasgava o peito e o devorava a partir de dentro. Ali ficou a olhar-se do alto, a sentir-se, a perscrutar os movimentos do bisturi, a observar-se mutilado mas ainda a sentir a dores fantasmas de uma parte de si já inexistente.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também do autor os títulos: “Ultreia – Caminho Sem Bermas”, ”Na Intuição do Tempo”, “As Duas Faces da Moeda”, “Fermento da Liberdade”, “Fantasmas de Uma Revolução”, “Contos dos Montes Ermos”, “Quadros da Transmontaneidade”]

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Transmontaneidade...


“Quadros da Transmontaneidade” de António Sá Gué
 «Este é um livro de sedimentos memoriais das gentes transmontanas. Não é nenhum levantamento etnológico, nem tão pouco um estudo antropológico do seu modus vivendi, como se possa pensar. É, antes de mais, um livro que fala da grandeza e da mesquinhez humana, de ressentimentos, de canseiras, dos tédios e das angústias que alimentam qualquer ser humano. É um livro que fala de montes elevados por emoções e dos vales profundamente escavados por sentimentos.»

Será apresentado, a 1 de Junho, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, em sessão organizada pelo Grémio Literário Vila-Realense.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...

terça-feira, 24 de abril de 2012

Antes e depois de 25 de Abril de 1974


“Fermento da Liberdade” de António Sá Gué

Tempos houve, e não estão muito distantes, em que o regime salazarista continuado pelo caetanismo se enraizava na sociedade através de dois fortes espigões. A polícia, que se apelidava de defesa do estado, de longos e sinuosos braços, e por um exército ufanado por um oco prestígio, adormecido, também ele, à sombra do obscurantismo do povo, alfobre dessas duas vértebras que o mantinham erecto.
Esses três princípios, força, medo e obscurantismo, que norteavam a sociedade da época, e que este livro tenta personificar, minaram-na, criaram injustiças profundas, apodreceram-na de tal forma que, de repente, a parede assente nesses valores desprezíveis, ruiu. Desmoronou-se no 25 de Abril.
A Marília, a sua filha, devido ao seu feitio revolucionário vê-se envolvida nas lutas estudantis nos anos 60. É perseguida e refugia-se em França, onde toma contacto com a resistência organizada em Paris. Volta. É nesse regresso que é presa pela PIDE e esse é o leitmotiv para a alma do coronel Fontelo que, perante factos familiares, vai ser tocada pelas injustiças e malvadez do regime e entrará na porta da democracia que se adivinha.

“Fantasmas de Uma Revolução” de António Sá Gué

Neste romance é a realidade do pós-25 de Abril que transparece (a liberdade, o PREC – Período Revolucionário em Curso, descolonização e o que nos conduziu à actualidade).

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Contos de terras transmontanas

«Os Contos dos montes ermos são 11, a saber: o velho; o eucalipto; o comboio; o colégio; a feira; o desertor, a procissão; o desmancho; a banda; a ignorância; o formigueiro. Como o título indica, o cenário desses contos são as terras transmontanas “grosso modo”, adivinhando-se alguns contornos de povoados aqui bem próximos de nós. Tal como o comboio é o da defunta linha do Sabor… Até mesmo a fábula da formiga do último conto, acaba por ganhar, no final, a marca da região: tratava-se de uma “aluda” (confesso que a primeira vez que ouvi esta palavra, era eu um chavalo, foi em Carviçais… - fui ver à Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, e não é que constava lá, com a indicação: "regionalismo, da região de Torre de Moncorvo"?).
Para aguçar o apetite, aqui fica um excerto:
“…dava dó ver os possantes catrapilas desenraizar as centenárias oliveiras e carregá-las para serem vendidas por essa Europa fora, a alindarem algum jardim de alguém endinheirado. Até os muros de pedra solta foram veniaga. Como é possível?..., perguntam-se alguns. Não estou a falar de pedra, não, estou a falar de muros, muros de pedra solta,
muros que contam história,
peças de património,
molduras da paisagem,
Não! O dinheiro tem mais peso… Qual património, qual memória de povo!... As máquinas precisam de entrar à vontade.
Morreu de pasmo, quando os charruões, capazes de arrancar fraguedos, esventram sem dó nem piedade o olival da Ferraria”.» N. Campos (Torre de Moncorvo in blog)
«António Sá Gué, natural de Carviçais (Torre de Moncorvo), onde nasceu em 1959, é uma agradável surpresa, pelo vigor da sua prosa e pela fluidez e desenvoltura da sua arte narrativa. O livro de contos, de temática rural, vale igualmente pela utilização da linguagem popular da Terra Quente Transmontana.» Grémio Literário Vila-Realense

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[também os títulos “As Duas Faces da Moeda” e “Fermento da Liberdade”]