sexta-feira, 31 de março de 2017

exposição "Cristos" esculturas

exposição “Cristos”
esculturas em madeira e em ferro, por Carlos Monteiro
exposição: 1 a 30 Abril de 2017
inauguração: dia 7 de Abril de 2017 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real, Portugal


Próximos eventos:
- dia 5 de Abril de 2017, quarta-feira, pelas 21h00: tertúlia de poesia com Maria Antonieta (Espanha) & amigos, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Abril de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: inauguração de “Cristos” exposição de esculturas em madeira e ferro, por Carlos Monteiro, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dias 27, 28, 29 e 30 de Abril de 2017: participação com uma banca de livros no encontro literário Ponte Escrita, em Chaves, Portugal;
- dias 3, 4. 5 e 6 de Maio de 2017: participação com uma banca de livros no III Encontradouro – Literatura e Territórios, no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa, Portugal;
- dias 13, 14, 15, 16 e 17 de Junho de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no congresso “Santuários”, de Peso da Régua a Meda, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...


domingo, 26 de março de 2017

Novelas do Minho - edição crítica


“Novelas do Minho” de Camilo Castelo Branco

Entre 1875 e 1877 Camilo Castelo Branco deu à estampa os oito títulos de As Novelas do Minho: Gracejos Que Matam, O Comendador, O Cego de Landim, A Morgada de Romariz, O Filho Natural, Maria Moisés, O Degredado e A Viúva do Enforcado.
Mais do que um retrato minhoto é a descrição do Portugal contemporâneo de Camilo, num registo realista, satírico e crítico, onde o bucolismo idílico cede o lugar à dura realidade.
Com nota editorial e discreto aparato crítico, este volume da Edição Crítica de Camilo Castelo Branco, tem edição de Ivo Castro e Carlota Pimenta.
«A melhor arte da novela breve, recapitulação e reafirmação do mundo de Camilo: ou a mais acessível colectânea de comprovantes de que o romanesco camiliano não é propriamente minhoto.» Abel Barros Baptista

Observações: Edição de Ivo de Castro e Carlota Pimenta


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Amor de Perdição”, “O Regicida”, “O Demónio do Ouro”, “A Sereia”, “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”, “A Queda Dum Anjo”, “Novelas do Minho – Um Retrato de Portugal”, “Mistérios de Lisboa” Vol. I, II e III, “A Vingança”, “Maria Moisés”, “O Bem e o Mal” fixação do texto por Manuel Celestino Martins Neves, “A Viúva do Enforcado”; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “O Penitente (Camilo Castelo Branco)” de Teixeira de Pascoaes, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “As (Trans)Figurações do Eu nos Romances de Camilo Castelo Branco (1850-1870)” de David Frier, “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Viajar com... Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Castro e José Manuel de Oliveira, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890)”, “Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho; “A Freira No Subterrâneo” com o português de Camilo Castelo Branco]

sábado, 25 de março de 2017

comércio tradicional, na rádio

«Esta segunda-feira discutimos as novas dinâmicas que revitalizam o conceito de comércio tradicional. Recebemos no estúdio a Traga-Mundos e a Ludares & Lugares. A partir das 22.00, em 104.3 FM...»



sexta-feira, 24 de março de 2017

livraria traga_mundos no youtube

«Assista a entrevista entre Luiz Moura e Antonio Alberto Alves (Gestor da livraria "Traga-Mundos"), um local inspirador, pois alia simplicidade com a riqueza cultural da região do Douro. Livros, vinhos, mercearia fina, artesanato, informação e cordialidade.»

muito muito obrigado, Luiz Moura



quinta-feira, 23 de março de 2017

A sétima onda


“A Sétima Onda” de J. Rentes de Carvalho

Tudo começa quando o fotógrafo argentino Bob Márquez recebe um inesperado convite para o casamento da sua ex-mulher. Esse é o pretexto para uma viagem pela sua memória, recuando até ao dia em que tinha conhecido aquela rapariga misteriosa e cheia de segredos por quem se apaixonara há tanto tempo. Mas há também a recordação de László, o amigo húngaro, imprevisível e temperamental, um interlocutor cheio de intensidade, misto de conselheiro e sócio de tantas aventuras - fora ele que lhe apresentara a sua ex-mulher e o irmão desta, dois revolucionários improváveis, membros do Movimento de Libertação do Chaco, território inóspito e abandonado, no norte da Argentina. 


Para Bob Márquez, a evocação do Chaco era também uma viagem à infância - porque fora lá que nascera - e ao modo como naquele «prolongamento da pampa», encostado à fronteira do rio Paraná, começara a sonhar com a Holanda, o país de todos os sonhos e deleites onde iria viver a sua idade adulta. Com o seu vasto talento para assinalar contradições e sobressaltos do destino humano, J. Rentes de Carvalho constrói um romance notável sobre a memória e a identidade, a diferença e a atração dos abismos, o amor e a sua perda.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Ernestina”, “O Rebate”, “Mazagran”, “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “A Amante Holandesa”, “La Coca”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”, “Mentiras & Diamantes”, “Portugal – A Flor e a Foice”, “Montedor”, “Pó, Cinza e Recordações”, “O Meças”, “A Ira de Deus Sobre a Europa”]

quarta-feira, 22 de março de 2017

Circuito de Vila Real - o início, em dvd


“Circuito de Vila Real – O Início” realização Paulo Araújo e Vítor Nogueira
Documentário | 33 minutos | DVD | 16:9

As primeiras corridas de automóveis recordadas pelas crianças daquele tempo.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis da colecção Máquina do Tempo: “Lembranças da Casa do Padre Filipe” n.º 1, “Liceu Velho, Liceu Novo” n.º 2, “A Lagoa” n.º 3, “Vila Real nos 40 anos do 25 de Abril” n.º 4]


segunda-feira, 20 de março de 2017

Diário de um activista, Galiza


“Diários” de Carlos Calvo Varela

Os textos que Carlos Calvo nos entrega neste livro som como estouros de estalitroques, como a vaca-loura diante da escavadora, como as bandeiras que aparecem nos prados, como umha janela recém pintada de azul, como um quero-te na ponta da língua, como umha escola com crianças a falar a nossa língua, como pegadas de urso no Courel. Som palavras criadoras.

[Do prólogo de Séchu Sende]: O livro de Carlos Calvo deveria estar na mao de muita gente. Nas cafetarias dos liceus, nas bibliotecas públicas, nos albergues de montanha, nas salas públicas dos hospitais, nos salons de cabeleireiros, no revisteiro dos bares. É desses livros que facilitam a vida porque a explicam. Um desses livros onde as cousas se explicam bem, de forma singela, para facilitar as dificuldades. Este livro ajuda, assiste, colabora. Talvez haja quem pense que todos os livros ajudam. Mas o de Carlos Calvo tem a raiz na generosidade de quem participa ativamente com as suas palavras neste projeto que queremos transformar e chamamos Galiza, Mundo, Vida. Porque Carlos Calvo é um ativista. Apesar de que queiram desativá-lo entre as quatro paredes dumha prisom espanhola, Carlos Calvo dinamiza, ativa, participa e transforma.


Carlos Calvo Varela (1988, Loureda – Ordes): filósofo, antropólogo, ativista social e jornalista, colaborador de vários meios de comunicação como Praza Pública, Sermos Galiza, revista Luzes ou o jornal Mapa. Membro do Conselho de Redação do Novas da Galiza, numerosos portais web e publicações diversas têm recolhido os seus artigos nos últimos anos. A 15 de setembro de 2012 foi detido em Vigo acusado de «terrorismo» e desde então está preso, tendo passado por sete cárceres diferentes, todas situadas fora da Galiza. Porém, nunca deixou de enviar cartas cheias de vida, cores e letras. A Audiência Nacional espanhola pretende que passe 14 anos privado de liberdade.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

domingo, 19 de março de 2017

tricota_mundos: noite #6

cartaz de Sofia Rocha e Silva


Próximos eventos:
- dia 25 de Março de 2017, quinta-feira: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, na iniciativa “Hora do Planeta” organizada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Quinta dos Prados, Vila Real, Portugal;
- de 1 a 30 Abril de 2017: “Cristos” exposição de esculturas em madeira e ferro, por Carlos Monteiro, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 4 de Abril de 2017, terça-feira, pelas 21h00: tertúlia de poesia com Maria Antonieta (Espanha) & amigos, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Abril de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: inauguração de “Cristos” exposição de esculturas em madeira e ferro, por Carlos Monteiro, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dias 27, 28, 29 e 30 de Abril de 2017: participação com uma banca de livros no encontro literário Ponte Escrita, em Chaves, Portugal;
- dias 3, 4. 5 e 6 de Maio de 2017: participação com uma banca de livros no III Encontradouro – Literatura e Territórios, no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa, Portugal;
- dias 13, 14, 15, 16 e 17 de Junho de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no congresso “Santuários”, de Peso da Régua a Meda, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 18 de março de 2017

traga_mundos na Hora do Planeta, Vila Real


A Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real, foi convidada para participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, na iniciativa “Hora do Planeta” organizada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no dia 25 de Março, quinta-feira, na Quinta dos Prados, Vila Real, Portugal.

VILA REAL
PROGRAMA DO DIA 25 DE MARÇO – HORA DO PLANETA

9:00 – 12:30 Horas no Centro de Ciência de Vila Real
- Biodiversidade à Sua Porta: 1ª Oficina temática sobre a monitorização de aves.

10:00 – 12:30 Horas no Campus da UTAD
- Limpeza do Campus com grupo de voluntários. Local de Encontro: junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 10.00h.
- Percursos guiados: conhecer as árvores e as plantas do Jardim Botânico, com João Paulo Carvalho, António Crespi e Isabel Cabral. Local de Encontro: junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 11.00h.
- Jogos tradicionais: vamos jogar e divertir-nos sem eletricidade, pilhas e semelhantes. Jogo da macaca, jogo do moinho, elástico, jogo dos saquinhos, corridas, Inferno e Paraíso. Largo dos Blocos Laboratoriais, a partir das 11.00h.
- Mercado da Primavera: produtos agrícolas locais, artesanato, arte, plantas ornamentais e condimentares. Participação livre mas com inscrição prévia. No Largo das Pedrinhas, a partir das 10.00h.
- Feira de livros novos e em segunda mão. Participação livre mas com inscrição prévia. No Largo das Pedrinhas, a partir das 10.00h.
- Oficinas de artes para todos (origami, reciclagem). No Largo das Pedrinhas, a partir das 11.00h.
- Ateliers: Vamos fotografar o Jardim Botânico da UTAD?, com José Sousa e António Matos. Encontro junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 11.30h.
- Demonstração de voo com drone, com Joaquim Beteriano. Encontro no Largo das Pedrinhas, às 12.00h.
13:00 Horas
Almoço comunitário – Comida “verde”. Traz algo para comer, beber e partilhar! Venda de comida “verde”. Espaços do campus.
15:00 Horas no Campus da UTAD
- Exibição de filmes, palestras e mesas redondas. Auditórios dos Blocos Laboratoriais.
De onde vem a água que bebemos em Vila Real? Com Rosário Melo Costa, Departamento de Geologia
Arqueologia do lixo da UTAD, com Mila S. Abreu, Unidade de Arqueologia
O nosso ar, com Margarida Correia Marques, Unidade de Ambiente
A diretiva dos solos, com a Quercus
Geoparques do Mundo, com a Cátedra UNESCO da UTAD
Apresentação do Refood – Vila Real
Documentário “Uma maré de Plástico” (Skynews), seguido de mesa redonda “o plástico é um problema de todos nós”, às 16.00h
17:00 Horas
“Chá das cinco” – Vamos beber chá e apresentar as plantas que podem ser usadas para isso, com a Rupestris. Centro de Interpretação do Jardim Botânico.
Leitura de textos e poemas alusivos aos Ambiente e defesa do Planeta, com Anabela Oliveira, Isabel Alves e quem mais desejar. Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 17.00h.
18:00 Horas
Momento musical, com a participação do Coro de Câmara da UTAD. Capela da UTAD.
18:30 Horas
Observação de pássaros, com o Laboratório de Ecologia da UTAD. Trás os binóculos! Encontro junto à Capela da UTAD.
Performance: “Como nascem as árvores e se escrevem os poemas ...”, com a participação de estudantes dos cursos de Teatro e Artes Performativas, Línguas, Literaturas e Culturas e Línguas e Relações Empresariais
 Capela da UTAD.
19:30 Horas
Lanche ajantarado. Traz alguma coisa para comer e partilhar. Venda Comida “verde”. Junto ao Bar dos SAUTAD nos Blocos Laboratoriais.
Entre as 20:30h e as 21:30h
Vigília à luz das velas. Momento de poesia e música com Ana Maria Pinto. Junto aos Blocos Laboratoriais.
21:30 Horas
Observação astronómica, com o Grupo de Astronomia da UTAD. Encontro junto aos Blocos Laboratoriais.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Máscara de Careto de Valverde


Máscara de Careto de Valverde
Mogadouro, Bragança

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão
tamanho 30 x 20 cm (tamanho de um rosto adulto)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos –lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... [também disponível em versão miniatura íman e boneco]


domingo, 12 de março de 2017

azulejo - base de mesa


azulejo – base de mesa

Estas bases de mesa são feitas em "azulejo de século" com decalque de alta temperatura. Foram inspiradas em azulejos tradicionais portugueses. Estas bases são resistentes à temperatura e podem ser lavadas à máquina. A base em cortiça portuguesa proteje a mesa.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


sábado, 11 de março de 2017

Cidade e Democracia | Ciudad y Democracia


“Cidade e Democracia – 30 Anos de Transformação Urbana em Portugal | Ciudad y Democracia – 30 Años de Transformación Urbana en Portugal” coordenação | coordenación Álvaro Domingues

As cidades portuguesas, e nomeadamente as de dimensão média, sofreram profundas alterações no período que sucedeu à instauração do regime democrático, pós Abril de 1974.
Tendo como referente a radicalidade das mudanças nas formas e nos processos de urbanização, esta edição reúne uma síntese dos dados mais importantes, fruto da investigação que decorreu entre 2000 e 2006.
As cidades de Amadora, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Chaves, Coimbra, Covilhã, Évora, Figueira da Foz, Guarda, Guimarães, Horta, Leiria, Penafiel, Póvoa de Varzim, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Vila Real e Viseu ilustram bem uma visão global da problemática das cidades médias portuguesas.
Ao longo das 400 páginas deste livro sucedem-se suportes documentais, desde a reflexão teórica a gráficos estatísticos, à cartografia e fotografia aérea inéditas, das 24 cidades, expressamente preparados para esta edição.
Completa a obra um conjunto de perspectivas temáticas multidisciplinares, permitindo a arquitectos, urbanistas, engenheiros, geógrafos, sociólogos, economistas, autarcas, e a todos os que pretendem estudar este tema, uma ajuda útil e indispensável para a interpretação do processo de transformação urbana das cidades médias em Portugal.


Las ciudades portuguesas sufrieron profundas alteraciones durante el periodo que sucedió a la instauración del régimen democrático, tras el 25 de Abril de 1974.
Todando como referencia la radicalidad de los cambios en las formas y procesos de la urbanización, en este libro se rúne una síntesis de los datos más importantes, fruto de un trabajo de investigación que tuvo lugar entre los años 2000 y 2006, producido y coordinado por la Fundação da juventude y la Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos.
Las ciudades de Amadora, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Chaves, Coimbra, Covilhã, Évora, Figueira da Foz, Guarda, Guimarães, Horta, Leiria, Penafiel, Póvoa de Varzim, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Vila Real y Viseu ilustran así una visión global de la problemática de estas ciudades medias portuguesas.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 


sexta-feira, 10 de março de 2017

o regresso ao campo...


“Os Filhos do (In)Fortúnio” de Lídia Machado dos Santos e Pedro Bessa

No final dos anos 80, Francisca Montenegro incentiva o irmão a abandonarem definitivamente os verões na serra da Coroa, porém, um dia a opção será outra.
Sem ninguém a quem recorrer, sem casa, dinheiro nem os habituais luxos, apresentar-se-á a Francisca e Rodrigo uma única opção: o regresso ao campo e às raízes tão bem guardadas pelo avô e pela tia.
Os (des)encantos de Montouto instar-se-ão gradualmente no seu coração. Devagar, mas firmemente, como a flor do castanheiro, na primavera, se instala nos ramos ainda queimados pela geada de março…


Lídia Machado dos Santos é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, Ensino de Português e Inglês e Português, História e Ciências Sociais. Atualmente é docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança e doutoranda da Universidade de Vigo.
Pedro Bessa é licenciado em Línguas para Relações Internacionais e mestrando em Tradução na Escola Superior de Educação de Bragança.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da autora os seguintes títulos: “A Terra d’Encontros” com Carla Espírito Santo Guerreiro; “Maggy, a Fada!...” ilustrações de Anabela Vila Nova e “Maggy, a Fada! – A Amora Saltitona” ilustrações José Manuel Gouveia Amaro]

quinta-feira, 9 de março de 2017

Revista Património número dois


“RP – Revista Património” número dois nov. 2014

O segundo número da Revista Património (RP) foi lançado em Dezembro. Trata-se de uma revista anual e impressa da Direção-Geral do Património Cultural, editada em parceria com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Tem como director o arquitecto Manuel Lacerda (chefe de divisão de Documentação, Comunicação e Informática), e conta com a coordenação da historiadora Deolinda Folgado (chefe de divisão do património móvel, imóvel e imaterial).

A nova revista é o resultado de dois projectos editoriais anteriores, a revista Estudos / Património (ed. Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico – IPPAR, e depois Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico – IGESPAR; 2001-2011) e a Museologia (ed. Instituto dos Museus e da Conservação – IMC; 2007-2011). A reestruturação e fusão de organismos públicos traduziu-se na necessidade de editar uma única revista multidisciplinar que pretende agrupar todas as áreas que a nova organização – Direção-Geral do Património Cultural – aglutinou (Arquitectura, Arqueologia, Património Cultural – material e imaterial -, Conservação e Restauro, etc.).

Este novo projecto editorial reveste-se de grande importância para o fortalecimento e coesão da comunidade profissional, e imagem pública da DGPC, após dois a três anos de indefinição e instabilidade por via das restruturações sofridas nos organismos oficiais para a preservação do património e desenvolvimento dos museus.

Prevalece central no perfil destas publicações a importância de dar conta da obra feita, das suas actividades, da divulgação da política oficial para o património. É uma revista que reproduz, até certo ponto, o peso dos diferentes sectores dentro do próprio organismo público. E embora os museus façam parte do alinhamento de temas, a necessidade de abranger todas as áreas na revista resulta naturalmente num espaço menor de expressividade para cada uma delas.
A incorporação de outros contributos para além da massa crítica existente no seio da DGPC é um aspecto que beneficia a publicação. Também se incluem contributos de colegas espanhóis, o que parece sugerir o compromisso com o trabalho em rede. Por outro lado, destes dois números ressalta um olhar diversificado sobre património que remete para uma noção mais complexa e plural (p. ex. “patrimónios desamparados”, “património urbano”, “atmosfera líquida do património industrial”, “património e intimidade”).

A revista dirige-se, em primeira linha, aos profissionais do património e dos museus, mas pode  cativar um grupo mais vasto de públicos com interesse pelas políticas culturais.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível: "RP - Revista Património" número um nov. 2013, "RP - Revista Património" número três dez. 2015, "RP - Revista Património" número quatro dez. 2016]

quarta-feira, 8 de março de 2017

Maria Luísa, um caso verídico


“A Escuridão de Maria Luísa” de Manuel António Araújo

A Escuridão de Maria Luísa parte de um caso verídico que depois foi ficcionado pelo autor. Trata-se duma mulher médica oncológica a quem foi diagnosticada uma leucemia. Refugia-se na net, nos chats, e lá encontra um homem. Um homem que a salva de muitas coisas, um homem por quem se apaixona, e ele por ela. Os diálogos on line, as fotos, a intimidade sexual, tudo vai acontecendo.

Há ainda um homem devastado pela vida e uma jovem borderline, e loucos e doentes em lares de idosos, e Romualdo, o gato, e uma madrinha. A beleza desconcertante de Maria Luísa, a sua alma cheia de golpes, o seu marido que a troca por uma mulher 15 anos mais nova, os filhos, o médico seu colega que se apaixona também por ela, enfim todo um friso social tão actual e tão dramático.

E há Madalena, a menina para quem o conceito da brevidade da vida consistia nisto: Morrer em breve é não poder assistir ao nascimento dos cãezinhos que a minha cadela traz no ventre.


Manuel António Teixeira Araújo é licenciado em Filologia Românica pela Universidade de Coimbra e mestre em Língua e Literatura Portuguesas pela Universidade do Minho. É professor efectivo da Escola Secundária Fernão de Magalhães em Chaves. 

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 7 de março de 2017

João de Araújo Correia no Ler + - Plano Nacional de Leitura


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Pátria Pequena”, “Palavras Fora da Boca”, “Pontos Finais”, “Nova Freguesia”, “Depoimento de João Semana Sobre a Vida Clínica de Aldeia”; “Contos e Novelas I (Contos Bárbaros, Contos Durienses, Terra Ingrata)”, “Contos e Novelas II (Cinza do Lar, Casa Paterna, Caminho de Consortes, Folhas de Xisto)”, “Sem Método – notas sertanejas”, “Contos Bárbaros”, “O Porto do meu tempo”, “Manta de Farrapos”, “Contos Durienses”. “Perfil Literário de João de Araújo Correia” de Cruz Malpique; “O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia” e “Manuel do Mundo – Drama Duriense” de Altino Moreira Cardoso; “João de Araújo Correia – Cronista das Gentes do Douro” de Manuel Joaquim Martins de Freitas (vencedor do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira / CMF); “Ao Lume Brando da Urze – Estudos sobre João de Araújo Correia” de Ana Ribeiro. “à conversa com João de Araújo Correia” de José Braga-Amaral. “Papagaios de Papel – Leitura de um conto de João de Araújo Correia” de Maria da Assunção Anes Morais. “Galegos no Douro na Obra de João de Araújo Carreia” organização, introdução e notas: M. Hercília Agarez; “O Meu Moledo – Crónicas de João de Araújo Correia” organização e introdução de Helena Gil. “Letras Com Vida – literatura, cultura e arte”, n.º 2, 2.º semestre de 2010 dossiê escritor “João de Araújo Correia” coordenação de António José Borges. Revista “Geia” n.º 1 (Dezembro 2009), n.º 2 (Dezembro 2011), n.º 3 (Setembro 2013), n.º 4 (Outubro 2015) edição da Tertúlia de João de Araújo Correia – recordamos que também disponibilizamos a ficha de adesão à Tertúlia de João de Araújo Correia]

segunda-feira, 6 de março de 2017

Careto de Vale da Porca


Careto de Vale da Porca
Macedo de Cavaleiros, Bragança

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão
versão íman e boneco

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos –lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

domingo, 5 de março de 2017

Teatro de Abel Neves


“Teatro” de Abel Neves

«Abel Neves (nascido em Montalegre, em 1956, mas a viver em Lisboa desde os anos 70) é um dos principais dramaturgos portugueses em actividade, com mais de 50 peças de teatro escritas nos últimos 30 anos. Os seus textos têm sido feitos um pouco por todo o país, em produções das mais variadas companhias, em especial a Comuna, a Escola da Noite e o Teatro do Montemuro, mas não só. As peças breves do conjunto Além as Estrelas São a Nossa Casa (2004) são montadas frequentemente, de Norte a Sul, em diferentes combinações, e o texto Nunca Estive em Badgad (2006), incluído nesta edição, foi já traduzido e encenado em sete línguas. Com Luísa Costa Gomes, Jaime Rocha, Jorge Silva Melo e Mário de Carvalho, todos maiores de idade em 1974, Abel Neves faz parte de uma geração de autores teatrais forjada entre o desencanto colectivo e a esperança pessoal (ou o inverso) nas mudanças sociais em Portugal.

A colectânea de textos ora editada pela Companhia das Ilhas — com apoio da Sociedade Portuguesa de Autores — na colecção de teatro dirigida pelos dramaturgos Rui Pina Coelho e Carlos Alberto Machado tem oito peças, todas já estreadas: a acima mencionada Nunca Estive em Bagdad (2006), Querido Che (2007), Este Oeste Éden (2009), Clube dos Pessimistas (2010), Flores para Mim (2011), Olhando o Céu Estou em Todos os Séculos (2012), Cruzeiro (2015) e Purgatório (2015). A leitura das peças aumenta a vontade de as ver em cena, mas o leitor terá satisfação em imaginá-las na sua cabeça. A selecção prova que a musa inspiradora de Abel Neves tem sido generosa. O volume contém pérolas que confirmam os seus poderes e a vitalidade da dramaturgia de expressão portuguesa.

Há temas e motivos recorrentes: a casa que não é bem uma casa, em Nunca Estive em Bagdad (um apartamento em mudanças), Flores para Mim (uma sala decorada como quarto de hotel) e Purgatório (uma antiga roullote de circo e de farturas); a mulher grávida de outro, em Este Oeste Éden (do agora cunhado) e em Cruzeiro (do agora sogro); a gaiola, em Querido Che, em Flores para Mim e em Purgatório, onde aparece também uma antiga jaula de circo; há flores oferecidas que são tratadas com descaso, há a ameaça de abandono do lar, há corações só aparentemente desencontrados.» Jorge Louraço Figueira, “Público”

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[disponível também do autor o seguinte título: “Úsnea”]


sábado, 4 de março de 2017

Singularidades de A.M. Pires Cabral


“Singularidades” de A.M. Pires Cabral

O novo livro do prosador e poeta A. M. Pires Cabral, Singularidades, reúne oito contos; oito histórias singulares de personagens com nomes tão curiosos como Hipólito Clemente ou Basileu Simões, onde se retratam encontros entre o moderno e o antigo, ou entre a ironia e a seriedade, com desfechos que não raras vezes surpreendem.

«Não te abracei, pronto. Fiquei a ver-te seguir, arrastando ligeiramente a perna esquerda (sequela de algum AVC?), em direcção ao teu novo ofício — e a pensar em como esse ofício era coisa tão contrária a tudo o que apetecêramos para nós quando tínhamos vinte e dois anos, for we were young and sure to have our way, e em como os sonhos são, tal como os corpos em que se alojam, matéria altamente biodegradável.»

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[também disponível do autor os seguintes títulos: “A Loba e o Rouxinol”, “O Cónego” (romance); “O Diabo Veio Ao Enterro”, “O Porco de Erimanto”, “Os Anjos Nús” e "A Navalha de Palaçoulo" (contos); “Como Se Boch Tivesse Enlouquecido”, O Livro dos Lugares e outros Poemas”, “Que Comboio É Este”, “Arado”, “Antes Que O Rio Seque”, “Cobra-D’Água”, “Gaveta do Fundo” e “A Noite Em Que A Noite Ardeu” (poesia); “Trocas e Baldrocas ou com a natureza não se brinca” com ilustrações de Paulo Araújo (infanto-juvenil); “Língua Charra – Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro” Volume I – A-E, 568 p. e Volume II – F-Z, 606 p.; “Páginas de Caça na Literatura de Trás-os-Montes” (selecção de textos e organização, antologia); “Aqui e Agora Assumir o Nordeste” (antologia) selecção e organização de Isabel Alves e Hercília Agarez; “As Águas do Douro” coordenação Gaspar Martins Pereira; “Telhados de Vidro” n.º 3, n.º 6, n.º 9, n.º 11, n.º 18, n.º 20, n.º 21; “Guerra Junqueiro: A Musa Dual” (antologia) introdução, selecção de textos e organização de A.M. Pires Cabral]

sexta-feira, 3 de março de 2017

Venha apurriar...


“Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale

«ouvir, ler e escrever. falar, contar e descrever. o prazer de viver. assim partilho minha visão do mundo.»

Colectânea de textos extraídos do blog do autor, ao longo de 10 anos de existência.

«Sou blogger, às vezes antropólogo, às vezes professor, outras vezes, ainda, escrevente. Tem dias em que consigo conciliar tudo e mais, outros há em que nada acontece. Leitor compulsivo e apreciador dos ermos possíveis da vida. Intersticial temporal com preponderância pretérita e ávido consumidor de caracteres indigentes e populares.»

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[disponível também do autor os seguintes títulos: “Histórias de Escano e Soalheira”, “Senhora das Graças, a Santa e Padroeira de Carção”, “Bem Perto do Céu, A Novena-Retiro da Senhora da Serra”, “D. Manuel António Pires, história de vida de um missionário 1915 – 2015”]

quinta-feira, 2 de março de 2017

Novo atlas da Língua Portuguesa


“Novo Atlas da Língua Portuguesa | New Atlas of the Portuguese Language” de Luís Antero Reto, Fernando Luís Machado, José Paulo Esperança

O "Novo Atlas da Língua Portuguesa" constitui-se como um contributo de excelência para a afirmação do valor e potencial de um património único, numa abordagem multidisciplinar e integradora, espelho de uma realidade multiforme e dinâmica, recriada a todo o espaço e momento por todos os seus falantes. Este é um atlas que numa linguagem apelativa e magnificamente ilustrado apresenta a língua portuguesa sobre os mais diferentes prismas: - A História e o Futuro da Língua Portuguesa; - Geografia e Demografia da Língua Portuguesa; - O Ensino do Português no Mundo; - Posição Geoestratégica e Expressão Económica dos Países de Língua Portuguesa; - Português, Língua de Negócios; - A Língua Portuguesa e a Mobilidade Humana; - Língua como Património Comum. Unidade e Diversidade; - Cultura, Artes e Ciência; - Personalidades dos Países de Língua Portuguesa; - A Língua Portuguesa na Net. Edição bilingue (Português e Inglês).


«O Atlas, da autoria do reitor do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, Luís Antero Reto, e dos professores, também do ISCTE-IUL, Fernando Luís Machado e José Paulo Esperança, é apoiado pelo Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiro e tem uma edição bilingue (português/inglês).

O livro, com dez capítulos, apresenta informação atualizada sobre muitos aspetos da expressão global da língua portuguesa, nomeadamente o número de falantes atuais de português, 263 milhões em 2015, e a sua projeção de cerca de 490 milhões até 2100, sendo que, já em 2050, deverão ser quase 390 milhões. Uma língua global, a única sem fronteiras terrestres.
É descrito um panorama muito amplo sobre o ensino do português no mundo, onde, para além do trabalho feito pelo Camões, I.P., com 68 226 alunos no Básico e Secundário e 89 145 no Superior, e pela Rede Brasil Cultural, se destacam os casos dos Estados Unidos e da China, pela importância estratégica dessas duas nações.

Por outro lado, para além de dados sobre as populações dos países de língua portuguesa, é também fornecida informação desagregada relativa às várias diásporas e aos múltiplos crioulos com base no português.

O Atlas contempla um vasto conjunto de indicadores geográficos, económicos, financeiros, comerciais, de mobilidade humana e de inserção geoestratégica nas várias organizações internacionais dos países membros da nossa comunidade linguística.
É também dado destaque a indicadores das áreas da cultura e das indústrias criativas e da ciência.

O livro inclui ainda textos de escritores dos oito países de língua portuguesa, em que é bem visível a diversidade de apropriações da mesma por cada uma das nações, mas, também, a sua grande unidade.» [Instituto Camões]

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quarta-feira, 1 de março de 2017

Cantigas medievais galego-portuguesas - corpus integral profano


“Cantigas Medievais Galego-Portuguesas – corpus integral profano” 2 volumes, Graça Videira Lopes (ed. coord.)

«Esta obra reúne pela primeira vez em livro o corpus integral das cerca de 1680 cantigas medievais galego-portuguesas profanas, compostas e cantadas por trovadores e jograis nas cortes reais e senhoriais ibéricas entre meados do século XII e meados do século XIV, e que chegaram até aos nossos dias, numa edição realizada a partir de uma nova leitura dos manuscritos que as preservaram.

À edição das cantigas, acompanhada de uma breve informação sobre cada uma delas, junta-se ainda a edição da chamada Arte de trovar, o pequeno tratado de poética trovadoresca que abre o Cancioneiro da Biblioteca Nacional, bem como um conjunto de anexos, entre os quais se destaca uma seleção da música trovadoresca sobrevivente, quer a original, de Martim Codax e de D. Dinis, quer a que toma de empréstimo melodias provençais e francesas da época, ou seja, os contrafacta.

Completa-se com esta obra uma importante vertente do projeto Littera, edição, atualização e preservação do património literário medieval português, sediado no IEM da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, do qual resultou a base de dados online Cantigas medievais galego-portuguesas. A que acresce, no que diz respeito aos contrafacta, o projeto Modelos e variações: a lírica medieval ibérica na Europa dos trovadores, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e desenvolvido por uma equipa conjunta do IEM e do CESEM.

À edição eletrónica das cantigas junta-se agora a sua edição impressa, um instrumento complementar que procura responder ao objetivo pragmático de facilitar a leitura, a consulta, o ensino ou a investigação em torno deste importante património cultural ibérico, e a um objetivo simbólico não menos importante: o de reunir em livro, em leitura crítica unificada, a totalidade das cantigas dos trovadores e jograis que nos foram transmitidas pelos cancioneiros.


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