sexta-feira, 31 de março de 2017

exposição "Cristos" esculturas

exposição “Cristos”
esculturas em madeira e em ferro, por Carlos Monteiro
exposição: 1 a 30 Abril de 2017
inauguração: dia 7 de Abril de 2017 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real, Portugal


Próximos eventos:
- dia 5 de Abril de 2017, quarta-feira, pelas 21h00: tertúlia de poesia com Maria Antonieta (Espanha) & amigos, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Abril de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: inauguração de “Cristos” exposição de esculturas em madeira e ferro, por Carlos Monteiro, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dias 27, 28, 29 e 30 de Abril de 2017: participação com uma banca de livros no encontro literário Ponte Escrita, em Chaves, Portugal;
- dias 3, 4. 5 e 6 de Maio de 2017: participação com uma banca de livros no III Encontradouro – Literatura e Territórios, no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa, Portugal;
- dias 13, 14, 15, 16 e 17 de Junho de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no congresso “Santuários”, de Peso da Régua a Meda, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...


quarta-feira, 29 de março de 2017

Bolsa aromática – lavanda


Bolsa aromática – lavanda

Esta bolsinha aromática, pensada e idealizada com muito miminho, encontra-se cheia de pétalas secas de lavanda silvestre. As flores de lavanda foram colhidas à mão em terras transmontanas.
Esta bolsinha pode ser utilizada como um anti-traças natural, ou simplesmente para aromatizar gavetas e armários.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

terça-feira, 28 de março de 2017

Olhares e Ofícios de Antropólogos em Espanha e Portugal


“Olhares e Ofícios de Antropólogos em Espanha e Portugal” organização de Humberto Martins e Jean-Yves Durand

Este livro é resultado dos VI Encontros Ibéricos de Antropologia, realizados em 2012 em Miranda do Douro - um evento que tem como objectivos a partilha de trabalhos e o diálogo entre antropólogos a trabalhar em Portugal e Espanha.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também da colecção os seguintes títulos: “Etnografia e Intervenção Social – por uma praxis reflexiva” coordenação Pedro Gabriel Silva, Octávio Sacramento, José Portela, “Experiências Etnográficas em Ciências Sociais” Telmo H. Caria (Org.)]

segunda-feira, 27 de março de 2017

Viajar com... José Régio



“Viajar com... José Régio” de Laura Castro

A colecção “Viajar com…” pretende dar a conhecer alguns dos mais relevantes escritores da literatura portuguesa. Com eles visitaremos os lugares destes escritores e das suas obras, trilharemos os mesmos caminhos e admirar-nos-emos perante as mesmas paisagens, sejam elas os campos verdejantes do Minho, as águas do Atlântico, a sobriedade granítica do Porto ou a tenaz humanidade das terras transmontanas e durienses.

Neste terceiro volume, profusamente ilustrado com fotografais actuais e antigas, viajamos com José Régio, um dos nomes maiores da Literatura Portuguesa.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também da colecção os seguintes títulos: “Viajar com… Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Castro e José Manuel de Oliveira, “Viajar com… Miguel Torga” de Victor Lousada, “Viajar com… Eça de Queiroz” de Laura Castro, “Viajar com... Ramalho Ortigão” de José Valle de Figueiredo, “Viajar com… Luísa Dacosta” de Ramiro Teixeira



domingo, 26 de março de 2017

Novelas do Minho - edição crítica


“Novelas do Minho” de Camilo Castelo Branco

Entre 1875 e 1877 Camilo Castelo Branco deu à estampa os oito títulos de As Novelas do Minho: Gracejos Que Matam, O Comendador, O Cego de Landim, A Morgada de Romariz, O Filho Natural, Maria Moisés, O Degredado e A Viúva do Enforcado.
Mais do que um retrato minhoto é a descrição do Portugal contemporâneo de Camilo, num registo realista, satírico e crítico, onde o bucolismo idílico cede o lugar à dura realidade.
Com nota editorial e discreto aparato crítico, este volume da Edição Crítica de Camilo Castelo Branco, tem edição de Ivo Castro e Carlota Pimenta.
«A melhor arte da novela breve, recapitulação e reafirmação do mundo de Camilo: ou a mais acessível colectânea de comprovantes de que o romanesco camiliano não é propriamente minhoto.» Abel Barros Baptista

Observações: Edição de Ivo de Castro e Carlota Pimenta


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Amor de Perdição”, “O Regicida”, “O Demónio do Ouro”, “A Sereia”, “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”, “A Queda Dum Anjo”, “Novelas do Minho – Um Retrato de Portugal”, “Mistérios de Lisboa” Vol. I, II e III, “A Vingança”, “Maria Moisés”, “O Bem e o Mal” fixação do texto por Manuel Celestino Martins Neves, “A Viúva do Enforcado”; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “O Penitente (Camilo Castelo Branco)” de Teixeira de Pascoaes, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “As (Trans)Figurações do Eu nos Romances de Camilo Castelo Branco (1850-1870)” de David Frier, “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Viajar com... Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Castro e José Manuel de Oliveira, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890)”, “Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho; “A Freira No Subterrâneo” com o português de Camilo Castelo Branco]

sábado, 25 de março de 2017

comércio tradicional, na rádio

«Esta segunda-feira discutimos as novas dinâmicas que revitalizam o conceito de comércio tradicional. Recebemos no estúdio a Traga-Mundos e a Ludares & Lugares. A partir das 22.00, em 104.3 FM...»



sexta-feira, 24 de março de 2017

livraria traga_mundos no youtube

«Assista a entrevista entre Luiz Moura e Antonio Alberto Alves (Gestor da livraria "Traga-Mundos"), um local inspirador, pois alia simplicidade com a riqueza cultural da região do Douro. Livros, vinhos, mercearia fina, artesanato, informação e cordialidade.»

muito muito obrigado, Luiz Moura



quinta-feira, 23 de março de 2017

A sétima onda


“A Sétima Onda” de J. Rentes de Carvalho

Tudo começa quando o fotógrafo argentino Bob Márquez recebe um inesperado convite para o casamento da sua ex-mulher. Esse é o pretexto para uma viagem pela sua memória, recuando até ao dia em que tinha conhecido aquela rapariga misteriosa e cheia de segredos por quem se apaixonara há tanto tempo. Mas há também a recordação de László, o amigo húngaro, imprevisível e temperamental, um interlocutor cheio de intensidade, misto de conselheiro e sócio de tantas aventuras - fora ele que lhe apresentara a sua ex-mulher e o irmão desta, dois revolucionários improváveis, membros do Movimento de Libertação do Chaco, território inóspito e abandonado, no norte da Argentina. 


Para Bob Márquez, a evocação do Chaco era também uma viagem à infância - porque fora lá que nascera - e ao modo como naquele «prolongamento da pampa», encostado à fronteira do rio Paraná, começara a sonhar com a Holanda, o país de todos os sonhos e deleites onde iria viver a sua idade adulta. Com o seu vasto talento para assinalar contradições e sobressaltos do destino humano, J. Rentes de Carvalho constrói um romance notável sobre a memória e a identidade, a diferença e a atração dos abismos, o amor e a sua perda.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Ernestina”, “O Rebate”, “Mazagran”, “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “A Amante Holandesa”, “La Coca”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”, “Mentiras & Diamantes”, “Portugal – A Flor e a Foice”, “Montedor”, “Pó, Cinza e Recordações”, “O Meças”, “A Ira de Deus Sobre a Europa”]

quarta-feira, 22 de março de 2017

Circuito de Vila Real - o início, em dvd


“Circuito de Vila Real – O Início” realização Paulo Araújo e Vítor Nogueira
Documentário | 33 minutos | DVD | 16:9

As primeiras corridas de automóveis recordadas pelas crianças daquele tempo.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis da colecção Máquina do Tempo: “Lembranças da Casa do Padre Filipe” n.º 1, “Liceu Velho, Liceu Novo” n.º 2, “A Lagoa” n.º 3, “Vila Real nos 40 anos do 25 de Abril” n.º 4]


terça-feira, 21 de março de 2017

Dia Mundial de Poesia & e da Árvore


Velha oliveira, ó irmã do tempo e do silêncio,
algo de ti se me tornou hoje perceptível;
algo que eu não conhecia e me fez parar
na ténue sombra que teces no caminho;
algo que é uma doce corola de contacto.

Já os passos da luz se afastam na colina
e um rumor de pérolas quebradas
desce, lentamente desce por toda a serrania.
Já as aves tuas amigas procuram na folhagem
a doçura acumulada nos favos da noite.
E também já são horas
de nós os homens, nós os que passamos,
suspendermos as cítaras do pensamento.

Entretanto, ó canção do crepúsculo, velha oliveira,
eu paro sob os longos cílios da tua ramagem.
Paro e, ao sentir nas mãos o teu enrugado tronco,
e, nos olhos, a serenidade das tuas folhas,
começo a entender uma bela mensagem:
a paz, ah a paz!, a rosa da paz.

É como se uma gota de azeite descesse,
brandamente descesse pelas coisas.

António Cabral


segunda-feira, 20 de março de 2017

Diário de um activista, Galiza


“Diários” de Carlos Calvo Varela

Os textos que Carlos Calvo nos entrega neste livro som como estouros de estalitroques, como a vaca-loura diante da escavadora, como as bandeiras que aparecem nos prados, como umha janela recém pintada de azul, como um quero-te na ponta da língua, como umha escola com crianças a falar a nossa língua, como pegadas de urso no Courel. Som palavras criadoras.

[Do prólogo de Séchu Sende]: O livro de Carlos Calvo deveria estar na mao de muita gente. Nas cafetarias dos liceus, nas bibliotecas públicas, nos albergues de montanha, nas salas públicas dos hospitais, nos salons de cabeleireiros, no revisteiro dos bares. É desses livros que facilitam a vida porque a explicam. Um desses livros onde as cousas se explicam bem, de forma singela, para facilitar as dificuldades. Este livro ajuda, assiste, colabora. Talvez haja quem pense que todos os livros ajudam. Mas o de Carlos Calvo tem a raiz na generosidade de quem participa ativamente com as suas palavras neste projeto que queremos transformar e chamamos Galiza, Mundo, Vida. Porque Carlos Calvo é um ativista. Apesar de que queiram desativá-lo entre as quatro paredes dumha prisom espanhola, Carlos Calvo dinamiza, ativa, participa e transforma.


Carlos Calvo Varela (1988, Loureda – Ordes): filósofo, antropólogo, ativista social e jornalista, colaborador de vários meios de comunicação como Praza Pública, Sermos Galiza, revista Luzes ou o jornal Mapa. Membro do Conselho de Redação do Novas da Galiza, numerosos portais web e publicações diversas têm recolhido os seus artigos nos últimos anos. A 15 de setembro de 2012 foi detido em Vigo acusado de «terrorismo» e desde então está preso, tendo passado por sete cárceres diferentes, todas situadas fora da Galiza. Porém, nunca deixou de enviar cartas cheias de vida, cores e letras. A Audiência Nacional espanhola pretende que passe 14 anos privado de liberdade.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

domingo, 19 de março de 2017

tricota_mundos: noite #6

cartaz de Sofia Rocha e Silva


Próximos eventos:
- dia 25 de Março de 2017, quinta-feira: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, na iniciativa “Hora do Planeta” organizada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Quinta dos Prados, Vila Real, Portugal;
- de 1 a 30 Abril de 2017: “Cristos” exposição de esculturas em madeira e ferro, por Carlos Monteiro, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 4 de Abril de 2017, terça-feira, pelas 21h00: tertúlia de poesia com Maria Antonieta (Espanha) & amigos, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Abril de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: inauguração de “Cristos” exposição de esculturas em madeira e ferro, por Carlos Monteiro, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dias 27, 28, 29 e 30 de Abril de 2017: participação com uma banca de livros no encontro literário Ponte Escrita, em Chaves, Portugal;
- dias 3, 4. 5 e 6 de Maio de 2017: participação com uma banca de livros no III Encontradouro – Literatura e Territórios, no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa, Portugal;
- dias 13, 14, 15, 16 e 17 de Junho de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no congresso “Santuários”, de Peso da Régua a Meda, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 18 de março de 2017

traga_mundos na Hora do Planeta, Vila Real


A Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real, foi convidada para participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, na iniciativa “Hora do Planeta” organizada pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no dia 25 de Março, quinta-feira, na Quinta dos Prados, Vila Real, Portugal.

VILA REAL
PROGRAMA DO DIA 25 DE MARÇO – HORA DO PLANETA

9:00 – 12:30 Horas no Centro de Ciência de Vila Real
- Biodiversidade à Sua Porta: 1ª Oficina temática sobre a monitorização de aves.

10:00 – 12:30 Horas no Campus da UTAD
- Limpeza do Campus com grupo de voluntários. Local de Encontro: junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 10.00h.
- Percursos guiados: conhecer as árvores e as plantas do Jardim Botânico, com João Paulo Carvalho, António Crespi e Isabel Cabral. Local de Encontro: junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 11.00h.
- Jogos tradicionais: vamos jogar e divertir-nos sem eletricidade, pilhas e semelhantes. Jogo da macaca, jogo do moinho, elástico, jogo dos saquinhos, corridas, Inferno e Paraíso. Largo dos Blocos Laboratoriais, a partir das 11.00h.
- Mercado da Primavera: produtos agrícolas locais, artesanato, arte, plantas ornamentais e condimentares. Participação livre mas com inscrição prévia. No Largo das Pedrinhas, a partir das 10.00h.
- Feira de livros novos e em segunda mão. Participação livre mas com inscrição prévia. No Largo das Pedrinhas, a partir das 10.00h.
- Oficinas de artes para todos (origami, reciclagem). No Largo das Pedrinhas, a partir das 11.00h.
- Ateliers: Vamos fotografar o Jardim Botânico da UTAD?, com José Sousa e António Matos. Encontro junto ao Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 11.30h.
- Demonstração de voo com drone, com Joaquim Beteriano. Encontro no Largo das Pedrinhas, às 12.00h.
13:00 Horas
Almoço comunitário – Comida “verde”. Traz algo para comer, beber e partilhar! Venda de comida “verde”. Espaços do campus.
15:00 Horas no Campus da UTAD
- Exibição de filmes, palestras e mesas redondas. Auditórios dos Blocos Laboratoriais.
De onde vem a água que bebemos em Vila Real? Com Rosário Melo Costa, Departamento de Geologia
Arqueologia do lixo da UTAD, com Mila S. Abreu, Unidade de Arqueologia
O nosso ar, com Margarida Correia Marques, Unidade de Ambiente
A diretiva dos solos, com a Quercus
Geoparques do Mundo, com a Cátedra UNESCO da UTAD
Apresentação do Refood – Vila Real
Documentário “Uma maré de Plástico” (Skynews), seguido de mesa redonda “o plástico é um problema de todos nós”, às 16.00h
17:00 Horas
“Chá das cinco” – Vamos beber chá e apresentar as plantas que podem ser usadas para isso, com a Rupestris. Centro de Interpretação do Jardim Botânico.
Leitura de textos e poemas alusivos aos Ambiente e defesa do Planeta, com Anabela Oliveira, Isabel Alves e quem mais desejar. Centro de Interpretação do Jardim Botânico, às 17.00h.
18:00 Horas
Momento musical, com a participação do Coro de Câmara da UTAD. Capela da UTAD.
18:30 Horas
Observação de pássaros, com o Laboratório de Ecologia da UTAD. Trás os binóculos! Encontro junto à Capela da UTAD.
Performance: “Como nascem as árvores e se escrevem os poemas ...”, com a participação de estudantes dos cursos de Teatro e Artes Performativas, Línguas, Literaturas e Culturas e Línguas e Relações Empresariais
 Capela da UTAD.
19:30 Horas
Lanche ajantarado. Traz alguma coisa para comer e partilhar. Venda Comida “verde”. Junto ao Bar dos SAUTAD nos Blocos Laboratoriais.
Entre as 20:30h e as 21:30h
Vigília à luz das velas. Momento de poesia e música com Ana Maria Pinto. Junto aos Blocos Laboratoriais.
21:30 Horas
Observação astronómica, com o Grupo de Astronomia da UTAD. Encontro junto aos Blocos Laboratoriais.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Receitas de bacalhau | bacalao | cad | morue


“Cozinha Portuguesa – Bacalhau” – texto em português
“Cocina Portuguesa – Bacalao” – texto en español
“Portuguese Cuisine – Cad” – english text
“Cuisine Portugaise – La Morue” – texte en français

Livro com 10 Receitas de Bacalhau

«Em Portugal, utiliza-se maioritariamente o bacalhau salgado. Os Portugueses terão sido os primeiros a secar e salgar o bacalhau para o preservar durante as longas viagens na época dos Descobrimentos. O bacalhau foi sendo introduzido nos hábitos alimentares e é hoje uma das principais tradições gastronómicas.»

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também os seguintes títulos, da série Cozinha Portuguesa:  “Sardinhas” – texto em português, espanhol, francês e inglês, “Cozinha Portuguesa – Receitas com Vinho do Porto” – texto em português, espanhol, inglês e francês, "Cozinha Portuguesa - 10 Receitas de Conservas" – texto em português, espanhol, inglês e francês, Cozinha Portuguesa – Doces de Portugal – texto em português, espanhol, inglês e francês]


quinta-feira, 16 de março de 2017

A Epistolografia em Portugal


“A Epistolografia em Portugal” de Andrée Rocha

«Rocha, Andrée Crabbé, ou Rocha, Andrée Jeanne Françoise Crabbé (N. Nantes, França, 1917; ob. Coimbra, 2003). Ensaísta e professora universitária belga, nascida em França e naturalizada portuguesa.

Licenciou-se em Filologia Românica (PE) (1939) pela Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Bruxelas, apresentando uma dissertação sobre Fialho de Almeida. Terminou o curso com grande distinction. Frequentou o Curso de Férias (1938) da Universidade de Coimbra.

Casou-se em 27 de Julho de 1940 com Adolfo Correia da Rocha (Miguel Torga), adquirindo a nacionalidade portuguesa através do casamento.

Doutorou-se em 1944 na Universidade de Lisboa com uma tese intitulada O Teatro de Garrett. Em 1945 iniciou as funções de Primeiro-Assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, trabalhando com Vitorino Nemésio. Residente em Coimbra, deslocava-se semanalmente à capital.

Em 18 de junho de 1947 foi atingida pela vaga de demissões do ensino público, mas prosseguiu a investigação no domínio da Literatura Portuguesa, ao mesmo tempo que dava explicações privadas e aulas na Alliance Française de Coimbra. Só foi readmitida à docência universitária em Abril de 1970, fazendo concurso para Professora Extraordinária da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, de que tomou posse a 9 de maio desse ano. Em 1976 pediu transferência para a Universidade de Coimbra, onde lecionou até 1986.

Deixou vasta obra, com destaque para A Epistolografia em Portugal (1965, reed. em 1985).» [memoria.ul]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos –lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

quarta-feira, 15 de março de 2017

Máscara de Careto de Valverde


Máscara de Careto de Valverde
Mogadouro, Bragança

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão
tamanho 30 x 20 cm (tamanho de um rosto adulto)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos –lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... [também disponível em versão miniatura íman e boneco]


terça-feira, 14 de março de 2017

Cartas de Praga | Letters from Prague


“Cartas de Praga | Letters from Prague” de Tiago Patrício
edição bilingue | bilingual edition: português e inglês | portuguese and english

A ABOLIÇÃO DAS FRONTEIRAS

As fronteiras eram belas
cheias de mulheres fardadas
de cores fortes e madeixas imperativas
que ansiavam por ser atravessadas
Fronteiras solenes quando cobertas de frio
no aperto da multidão
como trincheiras forradas a papel em triplicado
e semeadas de vida em trânsito

Eram fábricas de nacionalidades
com carimbos espalhados pela periferia
em linhas acidentais entre as montanhas
Eram a máxima descentralização de um estado
a exterioridade até às costuras
para conter a implosão do território
Essas mulheres a desfiar um sorriso de vidro
e a ordenar um amor impuro aos expatriados

[in Cartas de Praga, Clube Português de Artes e Ideias, 2012]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: "O Direito à Revolta", "A Memória das Aves", "Turismo de Guerra", "Cantina Velha", "O Livro das Aves", "Retratinhos" vol. 1, "Pavilhão K Terminal C", "As Portas da Cidade", "Checoslováquia", "Moby-Dick", “Trás-os-Montes”, “O Estado de Nova Iorque”, “Mil Novecentos e Setenta e Cinco”, “O Princípio da Noite”, "O Poeta Na Cidade"]


segunda-feira, 13 de março de 2017

Vida moldada pelos socalcos do Douro


“Chuva, Choro, Douro, Amor” de Ana Isabel Freitas

"Chuva, Choro, Douro, Amor" é o relato de uma vida de trabalho, de dores e de muito amor.
Percorremos com João e Teresa (os meus avós), as estórias e os momentos marcantes de um casamento, de uma vida moldada pelos socalcos do Douro - belo e duro -, pela emigração, pela fé e pelo destino.
Um reflexo do que foram as vidas de muita gente, da gente desta região.



Ana Isabel Freitas nasceu em Vila Real em 14 de Abril de 1991. Licenciada em Artes-Plásticas, curso de Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, está atualmente no último ano do Mestrado em Desenvolvimento de Projeto Cinematográfico, da Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa.
Tem participado regularmente e produzido projetos dedicados às artes plásticas, ao teatro e à música com outros artistas e individualmente.
Na produção do seu trabalho recorre a diversos meios, com especial interesse em pintura, ilustração, vídeo, performance e fotografia.
O seu trabalho foca-se em espaços que se transformam em lugares, pelas suas memórias, tradições, pelas pessoas que os habitam e os vestígios e marcas que neles se vão acumulando. Este é um trabalho sensorial, que se foca nas texturas, na luz, nas características de cada lugar.



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

domingo, 12 de março de 2017

azulejo - base de mesa


azulejo – base de mesa

Estas bases de mesa são feitas em "azulejo de século" com decalque de alta temperatura. Foram inspiradas em azulejos tradicionais portugueses. Estas bases são resistentes à temperatura e podem ser lavadas à máquina. A base em cortiça portuguesa proteje a mesa.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


sábado, 11 de março de 2017

Cidade e Democracia | Ciudad y Democracia


“Cidade e Democracia – 30 Anos de Transformação Urbana em Portugal | Ciudad y Democracia – 30 Años de Transformación Urbana en Portugal” coordenação | coordenación Álvaro Domingues

As cidades portuguesas, e nomeadamente as de dimensão média, sofreram profundas alterações no período que sucedeu à instauração do regime democrático, pós Abril de 1974.
Tendo como referente a radicalidade das mudanças nas formas e nos processos de urbanização, esta edição reúne uma síntese dos dados mais importantes, fruto da investigação que decorreu entre 2000 e 2006.
As cidades de Amadora, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Chaves, Coimbra, Covilhã, Évora, Figueira da Foz, Guarda, Guimarães, Horta, Leiria, Penafiel, Póvoa de Varzim, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Vila Real e Viseu ilustram bem uma visão global da problemática das cidades médias portuguesas.
Ao longo das 400 páginas deste livro sucedem-se suportes documentais, desde a reflexão teórica a gráficos estatísticos, à cartografia e fotografia aérea inéditas, das 24 cidades, expressamente preparados para esta edição.
Completa a obra um conjunto de perspectivas temáticas multidisciplinares, permitindo a arquitectos, urbanistas, engenheiros, geógrafos, sociólogos, economistas, autarcas, e a todos os que pretendem estudar este tema, uma ajuda útil e indispensável para a interpretação do processo de transformação urbana das cidades médias em Portugal.


Las ciudades portuguesas sufrieron profundas alteraciones durante el periodo que sucedió a la instauración del régimen democrático, tras el 25 de Abril de 1974.
Todando como referencia la radicalidad de los cambios en las formas y procesos de la urbanización, en este libro se rúne una síntesis de los datos más importantes, fruto de un trabajo de investigación que tuvo lugar entre los años 2000 y 2006, producido y coordinado por la Fundação da juventude y la Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos.
Las ciudades de Amadora, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Chaves, Coimbra, Covilhã, Évora, Figueira da Foz, Guarda, Guimarães, Horta, Leiria, Penafiel, Póvoa de Varzim, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Vila Real y Viseu ilustran así una visión global de la problemática de estas ciudades medias portuguesas.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 


sexta-feira, 10 de março de 2017

o regresso ao campo...


“Os Filhos do (In)Fortúnio” de Lídia Machado dos Santos e Pedro Bessa

No final dos anos 80, Francisca Montenegro incentiva o irmão a abandonarem definitivamente os verões na serra da Coroa, porém, um dia a opção será outra.
Sem ninguém a quem recorrer, sem casa, dinheiro nem os habituais luxos, apresentar-se-á a Francisca e Rodrigo uma única opção: o regresso ao campo e às raízes tão bem guardadas pelo avô e pela tia.
Os (des)encantos de Montouto instar-se-ão gradualmente no seu coração. Devagar, mas firmemente, como a flor do castanheiro, na primavera, se instala nos ramos ainda queimados pela geada de março…


Lídia Machado dos Santos é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, Ensino de Português e Inglês e Português, História e Ciências Sociais. Atualmente é docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança e doutoranda da Universidade de Vigo.
Pedro Bessa é licenciado em Línguas para Relações Internacionais e mestrando em Tradução na Escola Superior de Educação de Bragança.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da autora os seguintes títulos: “A Terra d’Encontros” com Carla Espírito Santo Guerreiro; “Maggy, a Fada!...” ilustrações de Anabela Vila Nova e “Maggy, a Fada! – A Amora Saltitona” ilustrações José Manuel Gouveia Amaro]

quinta-feira, 9 de março de 2017

Revista Património número dois


“RP – Revista Património” número dois nov. 2014

O segundo número da Revista Património (RP) foi lançado em Dezembro. Trata-se de uma revista anual e impressa da Direção-Geral do Património Cultural, editada em parceria com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Tem como director o arquitecto Manuel Lacerda (chefe de divisão de Documentação, Comunicação e Informática), e conta com a coordenação da historiadora Deolinda Folgado (chefe de divisão do património móvel, imóvel e imaterial).

A nova revista é o resultado de dois projectos editoriais anteriores, a revista Estudos / Património (ed. Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico – IPPAR, e depois Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico – IGESPAR; 2001-2011) e a Museologia (ed. Instituto dos Museus e da Conservação – IMC; 2007-2011). A reestruturação e fusão de organismos públicos traduziu-se na necessidade de editar uma única revista multidisciplinar que pretende agrupar todas as áreas que a nova organização – Direção-Geral do Património Cultural – aglutinou (Arquitectura, Arqueologia, Património Cultural – material e imaterial -, Conservação e Restauro, etc.).

Este novo projecto editorial reveste-se de grande importância para o fortalecimento e coesão da comunidade profissional, e imagem pública da DGPC, após dois a três anos de indefinição e instabilidade por via das restruturações sofridas nos organismos oficiais para a preservação do património e desenvolvimento dos museus.

Prevalece central no perfil destas publicações a importância de dar conta da obra feita, das suas actividades, da divulgação da política oficial para o património. É uma revista que reproduz, até certo ponto, o peso dos diferentes sectores dentro do próprio organismo público. E embora os museus façam parte do alinhamento de temas, a necessidade de abranger todas as áreas na revista resulta naturalmente num espaço menor de expressividade para cada uma delas.
A incorporação de outros contributos para além da massa crítica existente no seio da DGPC é um aspecto que beneficia a publicação. Também se incluem contributos de colegas espanhóis, o que parece sugerir o compromisso com o trabalho em rede. Por outro lado, destes dois números ressalta um olhar diversificado sobre património que remete para uma noção mais complexa e plural (p. ex. “patrimónios desamparados”, “património urbano”, “atmosfera líquida do património industrial”, “património e intimidade”).

A revista dirige-se, em primeira linha, aos profissionais do património e dos museus, mas pode  cativar um grupo mais vasto de públicos com interesse pelas políticas culturais.

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[também disponível: "RP - Revista Património" número um nov. 2013, "RP - Revista Património" número três dez. 2015, "RP - Revista Património" número quatro dez. 2016]

quarta-feira, 8 de março de 2017

Maria Luísa, um caso verídico


“A Escuridão de Maria Luísa” de Manuel António Araújo

A Escuridão de Maria Luísa parte de um caso verídico que depois foi ficcionado pelo autor. Trata-se duma mulher médica oncológica a quem foi diagnosticada uma leucemia. Refugia-se na net, nos chats, e lá encontra um homem. Um homem que a salva de muitas coisas, um homem por quem se apaixona, e ele por ela. Os diálogos on line, as fotos, a intimidade sexual, tudo vai acontecendo.

Há ainda um homem devastado pela vida e uma jovem borderline, e loucos e doentes em lares de idosos, e Romualdo, o gato, e uma madrinha. A beleza desconcertante de Maria Luísa, a sua alma cheia de golpes, o seu marido que a troca por uma mulher 15 anos mais nova, os filhos, o médico seu colega que se apaixona também por ela, enfim todo um friso social tão actual e tão dramático.

E há Madalena, a menina para quem o conceito da brevidade da vida consistia nisto: Morrer em breve é não poder assistir ao nascimento dos cãezinhos que a minha cadela traz no ventre.


Manuel António Teixeira Araújo é licenciado em Filologia Românica pela Universidade de Coimbra e mestre em Língua e Literatura Portuguesas pela Universidade do Minho. É professor efectivo da Escola Secundária Fernão de Magalhães em Chaves. 

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terça-feira, 7 de março de 2017

João de Araújo Correia no Ler + - Plano Nacional de Leitura


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Pátria Pequena”, “Palavras Fora da Boca”, “Pontos Finais”, “Nova Freguesia”, “Depoimento de João Semana Sobre a Vida Clínica de Aldeia”; “Contos e Novelas I (Contos Bárbaros, Contos Durienses, Terra Ingrata)”, “Contos e Novelas II (Cinza do Lar, Casa Paterna, Caminho de Consortes, Folhas de Xisto)”, “Sem Método – notas sertanejas”, “Contos Bárbaros”, “O Porto do meu tempo”, “Manta de Farrapos”, “Contos Durienses”. “Perfil Literário de João de Araújo Correia” de Cruz Malpique; “O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia” e “Manuel do Mundo – Drama Duriense” de Altino Moreira Cardoso; “João de Araújo Correia – Cronista das Gentes do Douro” de Manuel Joaquim Martins de Freitas (vencedor do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira / CMF); “Ao Lume Brando da Urze – Estudos sobre João de Araújo Correia” de Ana Ribeiro. “à conversa com João de Araújo Correia” de José Braga-Amaral. “Papagaios de Papel – Leitura de um conto de João de Araújo Correia” de Maria da Assunção Anes Morais. “Galegos no Douro na Obra de João de Araújo Carreia” organização, introdução e notas: M. Hercília Agarez; “O Meu Moledo – Crónicas de João de Araújo Correia” organização e introdução de Helena Gil. “Letras Com Vida – literatura, cultura e arte”, n.º 2, 2.º semestre de 2010 dossiê escritor “João de Araújo Correia” coordenação de António José Borges. Revista “Geia” n.º 1 (Dezembro 2009), n.º 2 (Dezembro 2011), n.º 3 (Setembro 2013), n.º 4 (Outubro 2015) edição da Tertúlia de João de Araújo Correia – recordamos que também disponibilizamos a ficha de adesão à Tertúlia de João de Araújo Correia]

segunda-feira, 6 de março de 2017

Careto de Vale da Porca


Careto de Vale da Porca
Macedo de Cavaleiros, Bragança

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão
versão íman e boneco

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