terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Memórias dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua


“Memórias dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua” de José Alfredo Almeida

«O herói desta história, laboriosamente construída pelo Dr. José Alfredo Almeida, é colectivo, revelado no palco dos acontecimentos, ou  seja, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua. As personagens evocadas são sobretudo Bombeiros, com e sem farda, mas também ilustres reguenses.
Nas páginas deste livro estão reflectidos os valores dos Bombeiros Portugueses, através da evocação de algumas das figuras que marcaram decididamente a vida e a actividade dos Bombeiros do Peso da Régua.
O autor, com uma prosa simples e despretensiosa, fala de alguns dos seus conterrâneos mais carismáticos, com uma indisfarçável paixão. Relata episódios, recorda acontecimentos e descreve memórias.» Duarte Caldeira, Presidente do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses 


Dedico à memória dos fundadores e à 
dos bombeiros de todos os tempos, 
a razão da existência da AHBV do Peso da Régua

Ao editar este livro apenas pretendi reunir numa despretensiosa publicação os meus textos que escrevi sobre os Bombeiros da Régua, no jornal “O Arrais”, do Peso da Régua e, na internet, no blogue “Escritos do Douro”.

Não posso esconder o facto que eles se devem à minha vivência como Presidente da Direcção da Associação, desde 1998. Acreditando na crença e força dos valores do voluntariado e da mudança social estes escritos são parte da memória colectiva de uma instituição humanitária com 131 anos de existência. Melhor dito: de gerações de homens que colocaram os seus talentos de altruísmo, generosidade e coragem ao serviço da humanidade. A bem dizer foram esses heróis sem tempo e os seus exemplos de vida que escreveram muitas das páginas deste livro. Apenas servi de elo de ligação entre um presente angustiante e um passado labiríntico e quase obscuro.

Este livro é fruto do trabalho de pesquisa em bibliotecas, de consultas a álbuns de fotografias, de investigação de milhares documentos, de leitura dos livros de actas de reuniões e de muitas conversas com os bombeiros e os associados mais dedicados. Quando os testemunhos seguros rareavam salvou-me a imaginação e a paciência para reconstruir os traços descontínuos de factos mais remotos, já apagados na escuridão do tempo. Assim dito, até parece que tudo foi simples, o que não é verdade. Não isento de subjectividade pelo meu dever de zelar pelos valores do voluntariado e do associativismo e as actuais funções, este trabalho que considero incompleto, não priva o leitor de ter uma informação cativante, acessível e rigorosa.

Fica, assim, feita a vontade aos amigos que me convenceram a publicar este livro. Pensaram eles que tinha o húmus suficiente para servir novos desígnios.

Se mais objectivos ele não alcançar, espero que, pelo menos, contribua para despertar as gerações vindouras a conhecerem a "instituição tão civilizadora, humanitária e útil", como a distinguiram quando foi fundada em 1880, à qual me orgulho de fazer parte, e que sempre foi uma referência cultural e ética da sociedade reguense.

O livro é também o meu testemunho para a memória futura.»
José Alfredo Almeida,Peso da Régua, 01 de Setembro de 2011

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “Memória e Identidade – 79 Anos de História – Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé” de Rosa Maria da Silva Almeida, “Memórias dos Bombeiros Voluntários – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”, “Memórias dos Bombeiros de Salvação Pública – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca de Vila Real”]

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Oficina de mitenes (tricot)

[cartaz de Sofia Rocha e Silva]

As mitenes são definidas como "luvas que apenas cobrem o metacarpo, deixando os dedos livres ou luvas sem dedos". São ótimas para termos as mãos quentinhas continuando a fazer as atividades do dia a dia (conduzir, escrever, etc). Nesta oficina vamos aprender as diferentes técnicas de tricot para construirmos diferentes tipos de mitenes.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Aromaterapia Integrativa - o que é?


Aromaterapia Integrativa – o que é?
por Liliana Macedo
dia 3 de Fevereiro de 2017, sexta-feira, 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

«A aromaterapeuta Liliana Macedo vai estar na Traga-mundos para uma breve apresentação acerca da AROMATERAPIA INTEGRATIVA.
Vai falar acerca da escola francesa de aromaterapia que, numa abordagem mais científica, propõe a administração dos óleos essenciais de formas menos comuns, como a via oral ou através de formas galénicas que permitam lidar com quadros patológicos de forma mais eficaz.
Esta vertente da aromaterapia, usada isoladamente ou complementando outros tratamentos, adapta-se a todas as idades e condições. Pode ser usada por todos no seu dia-a-dia, ou por profissionais da área da saúde que pretendam adoptar práticas simultaneamente eficazes e naturais aos cuidados de saúde que prestam.»

sábado, 28 de janeiro de 2017

Apurriar


“Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale

«ouvir, ler e escrever. falar, contar e descrever. o prazer de viver. assim partilho minha visão do mundo.»

Colectânea de textos extraídos do blog do autor, ao longo de 10 anos de existência.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Histórias de Escano e Soalheira”, “Senhora das Graças, a Santa e Padroeira de Carção”, “Bem Perto do Céu, A Novena-Retiro da Senhora da Serra”, “D. Manuel António Pires, história de vida de um missionário 1915 – 2015”]

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Os soños na gaiola


“Os Soños na Gaiola” de Manuel María, ilustracións Noemí López

O medio cento de poemas que constitúen este volume percorren o mundo infantil galego con estructuras sinxelas e rítmicas. Abren o libro dous poemas dedicados a Galicia. Un deles, que leva o mesmo nome, é case unha declaración de principios sobre o noso país para os nenos e nenas. De seguido, e baixo o epígrafe de "O mundo", aparecen o sol, as etrelas, a lúa, o arco da vella, o mar, o río e o vento. No poema "As cousas" falan as campás, o barco, o chifre, o muíño, o ourizo, a fouce, o bolo, o foguete, o carro, o tractor, o arado. "Os homes, nenos e nenas", é o título xenérico onde entran o labrego, o soñador, o afiador, a festa do patrón, os xogos, o lume novo, o pastor, a boneca, a roda-roda. Por último, dous epígrafes dedicados ós animais: o año, a bolboreta, o caracol, a pita choca, a vaca, o burro, a lebre, o galo, o gato, o lobo, o grilo, o corvo, o merlo, o carrizo, o escribinte, as andoriñas, o pazpallar, o cuco, o pardal, as pegas. Este libro é un clásico da nosa literatura infantil.



Galiza

Galiza docemente
está ollando o mar:
ten vales e montanas
e terras pra labrar!

Ten portos, mariñeiros,
cidades e labregos
cargados de traballos,
cargados de trafegos!

Galiza é unha nai
velliña, soñadora:
na voz da gaita rise,
na voz da gaita chora!

Galiza é o que vemos:
a terra, o mar, o vento…
Mais hai outra Galiza
que vai no sentimento!

Galiza somos nós:
a xente e mais a fala.
Se buscas a Galiza
en ti tes que atopala!


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Sonetos á Casa de Hortas”, “Cecais Hai Unha Luz”, “A Esencia Máis Nosa – Poemas sobre a Lingua Galega”, “Terra Chá”, “Poemas Escollidos”; “Cando o Mar Foi Polo Río”; “Galiza”; “Memoria da Terra – Prosa Xornalísitca Escollida”; “Fotobiografia Sonora”; “O Tempo Vital de Manuel María” de Camilo Gómez Torres]

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ir à bola contigo - gerador #8


Revista Gerador #8
 “Ir à bola contigo”
Revista sobre a cultura portuguesa.
Edição nº 8 – Abril 2016


Ir à bola contigo
Quando vamos à bola com alguém vamos mesmo à bola com alguém? Teremos assim tanto medo de misturar a bola com a cultura? Nós não. Por isso vamos à bola com a cultura, levando a cultura a marcar golos e a bola a experimentar a sua própria cultura. Por isso, nesta edição, vamos à bola com o Teatro, o Cinema, os Livros e até a Moda. Com destaque para uma BD inédita sobre uma velha glória do futebol, uma saída romântica com uma mesa de matraquilhos e uma partida de snooker entre o Rui Pité dos Buraka e o Manuel João Vieira dos Ena Pá 2000. Continuamos também a ir à bola com os Juízos Gerador, em que a equipa de colaboradores ajuíza as coisas da cultura portuguesa, e ainda cinco Autoridades Locais que nos ajudam a mostrar autores de todas as regiões do país, incluíndo as ilhas.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... 
[também disponível os números #7, #9 e #10]


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

O mar em Casablanca


“O Mar Em Casablanca” de Francisco José Viegas

O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “Um Céu Demasiado Azul”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Se Me Comovesse o Amor”, “Metade da Vida”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Úsnea

Abel Neves, Úsnea, 132 pp.
(Tiragem Única de 250 exemplares)
Capa de José Francisco Azevedo.
Paginação e arranjo gráfico de Inês Mateus.

"[...]
olha     traz-me um ramo de qualquer coisa
qualquer coisa que venha amaciar o seco das palavras
deitadas a este relento entre ninhos de raposa
e um sonho de groselhas 
é que deixam secura e mais nada     não deixam mais nada
os sabugueiros ao menos deitam flores e bagas
tudo pérolas     traz-me um ramo de azul tuaregue
e nem é preciso que vás ao deserto
entra por esta noite     pode ser apenas esta
não dês alerta aos bichos dos varandins
às gatas e aos gatos com cio     aos homens com sabre
sossega as gazelas     vai à fonte e traz o azul 
eu estarei à tua espera sem o falcão
sem o rei na barriga nem a gataria à espreita
[...]

O autor nasceu em Montalegre, em Abril de 1956.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


sábado, 21 de janeiro de 2017

Galiza, um povo sentimental?


“Galiza, Um Povo Sentimental? – Género, Política e Cultura no Imaginário Nacional Galego” de Helena Miguélez-Carballeira
Prémio AELG 2015 na categoria de ensaio

Ao longo deste livro, fruto do rigoroso trabalho de Helena Miguélez-Carballeira, encontraremos respostas a muitas perguntas que era preciso fazer-se: é a Galiza um povo sentimental? É possível construir uma história a partir da subalternidade? Pode uma língua ser “indecente”? Que origens reivindicar? Fica a crítica reintegracionista livre de toda culpa na “sentimentalização” da imagem da Galiza?
Originalmente editado em inglês, a versom galego-portuguesa é um trabalho de Fernando Vasquez Corredoira. O resultado é a tradução e adaptação de umha obra fundamental, que nos oferece umha necessária incursão no passado ainda presente da Galiza e nos seus mitos como também umha aposta valente para entender o complexo discursivo colonial a partir de umha perspetiva de género.

A viguesa Helena Miguélez-Carballeira é professora titular de Estudos Hispânicos na Universidade de Bangor, no País de Gales. Filóloga de formação e doutora pela Universidade de Edimburgo, as suas pesquisas abordam a história cultural galega e espanhola numa perspetiva pós-colonial e feminista.
Para além de traduzir para o inglês Maria do Cebreiro (I Am Not from Here; Shearsman, 2010) e editar o livro A Companion to Galician Culture (Tamesis, 2014), tem publicado em revistas como o Bulletin of Hispanic Studies ou The Translator, sendo ademais diretora do Centro de Estudos Galegos do País de Gales e editora de Galicia21: Journal of Contemporary Galician Studies.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “A Imagem da Galiza em Portugal” de Carlos Pazos-Justo, “A Imagem de Portugal na Galiza” de Carlos Quiroga, “Breve História do Reintegracionismo” de Tiago Peres Gonçalves, “As Terras e as Gentes da Galiza e Portugal na Nova Geografia Universal” de Élisée Reclus, “Galiza” de Manuel María, “História da Língua em Banda Desenhada” de coletivo Pestinho]

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O eco da vida


“O Eco da Vida” de Maria Esteves

“O Eco da Vida” é um romance comovente que fala dos vários tipos de amor que as pessoas podem sentir. Uma relação perfeita e a traição; um desejo oculto e uma atracção incontrolável; um amor proibido e as escolhas por um futuro; uma amizade pura que salva uma vida; a religião em combate com as vontades; as grandes perdas e as melhores lições. Uma história baseada em provas de amor. Uma reflexão profunda e tocante sobre o perdão, a amizade e o amor, na reconstrução da vida.

Maria Vieira Esteves, nascida em Chaves, a 24 de Setembro de 1992, é estudante da área de Ciências Sociais e Humanas na Escola Secundária Henrique Medina, em Esposende. Com 16 anos editou o seu primeiro romance, pretendendo seguir uma carreira literária, a par do jornalismo e da representação. Ganhou já vários prémios em concursos literários das escolas que frequentou, tanto na categoria de prosa como em poesia.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Apresentação de "Maria Castanha - outras memórias"


Apresentação do livro “Maria Castanha – Outras Memórias” de Jorge Lage
pelo Prof. Dr. José Alves Ribeiro (UTAD), com a presença do autor
dia 28 de Janeiro de 2017, sábado, pelas 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

O meu terceiro livro «Memórias da Maria Castanha», apesar dos milhares de quilómetros percorridos no continente e ilhas, apenas incidiu a pesquisa sobre 50 concelhos castanhícolas. Sentindo que era um estudo incompleto, deixou-me desassossegado pelo que fui «obrigado» a avançar para o quarto livro sobre o tema.
Assim, mercê de um intenso trabalho de 3 anos, principalmente nos últimos 5 meses, saiu a público no final de Outubro 2016 o meu último livro, «Maria Castanha – outras Memórias», sobre a memória imaterial da Castanha/Castanheiro. O livro contêm importantes memórias castanhícolas de vários municípios do país, sendo fácil a consulta pelo índice remissivo por concelho.
O Prefácio é assinado pelo Prof. Doutor, Fernández Ana-Magán um amigo da Galiza e o Posfácio pelo ilustre Escritor/Jornalista, Doutor Barroso da Fonte, barrosão e transmontano.
São mais cerca de 310 páginas (1 caderno a cores), capa (17 X 24 cm) com badanas e em quadricromia plasticizada a mate. É ilustrado com cerca de 20 fotos e 3 mapas e mais de 500 notas de pé de página.
Além do índice geral com 80 (oitenta) capítulos e subcapítulos, tem um índice remissivo por cada concelho.
A tiragem é de 300 exemplares e cerca de 150 já foram vendidos.
Com a publicação de «Maria Castanha – Outras Memórias», fecho um ciclo de mais de 16 anos de pesquisa e recolha da memória imaterial castanhícola, com quatro livros publicados.
Com a publicação de «Maria Castanha – Outras Memórias», fecho um ciclo de mais de 16 anos de pesquisa e recolha da memória imaterial castanhícola, com quatro livros publicados.
O formato estrutural parece-me conseguido melhor que o anterior.
As melhores saudações associativas.
Braga, 07 de Novembro de 2016
Jorge Lage



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 25 de Janeiro de 2016, quarta-feira, pelas 21h00: participação com uma banca de livros de Luísa Dacosta, no evento de 5.º aniversário da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal de Vila Real, “Leituras cruzadas em torno da obra de Luísa Dacosta”, em sessão aberta ao público, na Biblioteca Municipal Júlio Teixeira, em Vila Real, Portugal;
- de 27 a 29 de Janeiro de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento de promoção da Cultura Transmontana, organizado por Terras de Torga, , na Loja Interactiva de Turismo do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, Portugal;
- dia 3 de Fevereiro de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: “Aromaterapia Integrativa – o que é?” por Liliana Macedo, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 4 de Fevereiro de 2017, sábado, das 9h00 às 13h00: oficina de mitenes (tricot), tricota_mundos, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 11 de Fevereiro de 2017: reunião do júri do Prémio Antón Risco, em Allariz, Ourense, Galiza;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

traga_mundos e a promoção da Cultura Transmontana



A Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real, foi convidada para participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento de promoção da Cultura Transmontana, organizado por Terras de Torga, de 27 a 29 de Janeiro de 2017, na Loja Interactiva de Turismo do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, Portugal.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Comunidade de leitores com Luísa Dacosta


A livraria Traga-Mundos  foi convidada para participar com uma banca de livros de Luísa Dacosta, no evento de 5.º aniversário da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal de Vila Real, “Leituras cruzadas em torno da obra de Luísa Dacosta”, em sessão aberta ao público, dia 25 de Janeiro de 2016, quarta-feira, pelas 21h00, na Biblioteca Municipal Júlio Teixeira, em Vila Real, Portugal.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A ira de Deus sobre a Europa


“A Ira de Deus Sobre a Europa” de J. Rentes de Carvalho

Ao longo de um livro profundamente pessoal e intimista, J. Rentes de Carvalho recorda a Europa de há cinquenta anos, quando chegou aos Países Baixos, e confronta-se com a Europa de hoje - o hedonismo absoluto, a ausência de ideais, a mansidão de um «comportamento bonzinho» diante dos seus inimigos declarados (como o Islão), o «politicamente correto» que amordaça o debate e corrói a vida real, a decadência da educação de hoje (que dá prioridade aos jogos de computador, às amizades e aos likes do Facebook), a existência de uma União Europeia dominada por uma burocracia não eleita, uma universidade entregue à banalidades. Um testemunho vibrante, polémico, inesperado do autor de Com os Holandeses.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Ernestina”, “O Rebate”, “Mazagran”, “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, “A Amante Holandesa”, “La Coca”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”, “Mentiras & Diamantes”, “Portugal – A Flor e a Foice”, “Montedor”, “Pó, Cinza e Recordações”, “O Meças”]


domingo, 15 de janeiro de 2017

Pretérito perfeito da vida


“Pretérito Perfeito” de Raquel Serejo Martins

Pudesse toda uma vida caber num livro? Nestas páginas, assombradas pela inevitabilidade da morte, as memórias são o pretérito perfeito do verbo viver. Eu vivi, diz-nos a personagem principal desta autora, hábil na construção da narrativa, na forma como nos leva pela mão até ao fim, a um fim anunciado que reforça apenas essa capacidade ímpar de agarrar o leitor. É o que Raquel Serejo Martins faz neste livro que deve ser lido, como todos os livros que sabem a gente, a vísceras, a medos e alegrias, a histórias contadas e passadas. Um livro com alma, portanto.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras da autora: “A Solidão dos Inocentes” e “Aves de Incêndio”]


sábado, 14 de janeiro de 2017

A viúva do enforcado - camiliana


“A Viúva do Enforcado” de Camilo Castelo Branco

— Olha, se eu dava a minha filha a esse Herodes!
Credo! Que vá casar com o diabo que o leve,
Deus me perdoe!

«Teresa amava-o ardentemente. Aquele rapaz era, com efeito, o que devera ter sido o artista de Guimarães para que as duas almas se identificassem. António Maria era arrojado nas aspirações e invejava a morte duns heróis revolucionários, cuja história contava à viúva entusiasta.
Dramatizava coisas insignificantes com atitudes trágicas. Declamava com o timbre metálico de pulmões que se ensaiavam para o fôlego comprido das pugnas parlamentares. Sabia o gesto e a palavra atroadora de Desmoulins e Mirabeau. Era um homem antípoda do defunto Guilherme. Não tinha cismas, arroubos, nem enlevos pelo azul dos céus além. O seu amor manifestava-se em convulsões assustadoras, e às vezes ajoelhava-se aos pés de Teresa com a humildade de uma criança, e não ousava beijar-lhe a barra do vestido. Se lhe apertava, porém, a mão, os seus dedos fincavam-se como garra do açor, e o sangue latejava-lhe nas falanges. Dizia que tinha vontade de afogá-la nas suas lágrimas, e morrer. Chamava-lhe a sua redentora, porque já não pensava em estrangular os tiranos da pátria, desde que todo o seu futuro estava no amor ou no des prezo da única dominadora do seu orgulho. Se Teresa um dia lhe desse o seu destino, queria ir com ela para a América inglesa, para o coração do mundo onde pulsa a liberdade humana. Se lá a não encontrassem, iriam procurá-la no deserto; à sombra de uma palmeira fariam uma cabana, e no seio de um areal cavariam a sepultura de ambos. Este homem tinha lido as melhores asneiras de 1829: a “Adriana de Brianville” e “Amélia ou os efeitos da sensibilidade”; e conhecia “Atalá”, traduzido em 1820, e as “Aventuras do último abencerragem”, em 1828. Possuía literatura bastante para levar a peçonha dos romances ao serralho de Mahmoud II.» [Camilo Castelo Branco]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Amor de Perdição”, “O Regicida”, “O Demónio do Ouro”, “A Sereia”, “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”, “A Queda Dum Anjo”, “Novelas do Minho – Um Retrato de Portugal”, “Mistérios de Lisboa” Vol. I, II e III, “A Vingança”, “Maria Moisés”, “O Bem e o Mal” fixação do texto por Manuel Celestino Martins Neves; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “O Penitente (Camilo Castelo Branco)” de Teixeira de Pascoaes, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “As (Trans)Figurações do Eu nos Romances de Camilo Castelo Branco (1850-1870)” de David Frier, “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Viajar com... Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Castro e José Manuel de Oliveira, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890)”, “Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho; “A Freira No Subterrâneo” com o português de Camilo Castelo Branco]

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

um Calhau simples com mantinha


um Calhau simples com mantinha – para hoje à noite, na livraria traga_mundos

oiçam oiçam, e partilhem. por esse imenso Poeta da rádio, Fernando Alves

um grande, enorme, penedos e calhaus, de obrigados transmontanos. bem-haja!


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Moledo - crónicas de João de Araújo Correia


“O Meu Moledo – crónicas” de João de Araújo Correia
organização e introdução de Helena Gil

«O livro que agora se apresenta é o con­cretizar desse sonho e uma demonstração de que a sua luta não foi em vão. No momento em que as Caldas do Moledo conhece­rão um novo rumo ao serem entregues ao cuidado da Câmara Municipal de Peso de Régua, faz todo o sentido que os seus esfor­ços sejam do conhecimento público e exem­plo de que aquele espaço merece um destino que valorize todo o potencial que encerra, seja do ponto de vista turístico, social, da saúde e do ponto de vista económico e do desenvolvimento regional.» Helena Gil, in Prefácio

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Pátria Pequena”, “Palavras Fora da Boca”, “Pontos Finais”, “Nova Freguesia”, “Depoimento de João Semana Sobre a Vida Clínica de Aldeia”; “Contos e Novelas I (Contos Bárbaros, Contos Durienses, Terra Ingrata)”, “Contos e Novelas II (Cinza do Lar, Casa Paterna, Caminho de Consortes, Folhas de Xisto)”, “Sem Método – notas sertanejas”, “Contos Bárbaros”, “O Porto do meu tempo”, “Manta de Farrapos”, “Contos Durienses”. “Perfil Literário de João de Araújo Correia” de Cruz Malpique; “O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia” e “Manuel do Mundo – Drama Duriense” de Altino Moreira Cardoso; “João de Araújo Correia – Cronista das Gentes do Douro” de Manuel Joaquim Martins de Freitas (vencedor do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira / CMF). “à conversa com João de Araújo Correia” de José Braga-Amaral. “Papagaios de Papel – Leitura de um conto de João de Araújo Correia” de Maria da Assunção Anes Morais. “Galegos no Douro na Obra de João de Araújo Carreia” organização, introdução e notas: M. Hercília Agarez. “Letras Com Vida – literatura, cultura e arte”, n.º 2, 2.º semestre de 2010 dossiê escritor “João de Araújo Correia” coordenação de António José Borges. Revista “Geia” n.º 1 (Dezembro 2009), n.º 2 (Dezembro 2011), n.º 3 (Setembro 2013), n.º 4 (Outubro 2015) edição da Tertúlia de João de Araújo Correia – recordamos que também disponibilizamos a ficha de adesão à Tertúlia de João de Araújo Correia]


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

The Cistercian Monasteries in Portugal – a brief guidebook


“The Cistercian Monasteries in Portugal – a brief guidebook” de Walter Osswald

To those who want to access the particularly unique treasures of the Cistercian tradition while visiting Portugal. To help discovering these magnificent monasteries and their remarkably rich contribution to Portuguese culture, tradition and way of life. This guide presents a brief overview of every Cistercian monastery in Portugal -- almost thirty -- using a com- parison scale with a set number of arches (from 5 to 1) to provide an approximate indication of their respective importance. It also indicates its precise location and offers practical advice on how each of them might be reached and visited.

Walter Osswald é Professor catedrático aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, dedica-se à Bioética e aos estudos cistercienses. Autor de mais de 500 títulos, é doutor honoris causa pela Universidade de Coimbra e foi agraciado com várias ordens honoríficas. É detentor da Cátedra Unesco de Bioética. [Retired Professor of the Porto University Faculty of Medicine. Author of over 500 titles, he is Doctor Honoris Causa of Coimbra University and has also been awarded with several honorary orders. It hold the Unesco Chair in Bioethics.]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o título: “Douro Religioso” – guia + mapa]


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Estojo de malha | Knitting case


Fui eu que fiz! | I did it myself!

Estojo de malha | Knitting case.

Esta caixa contém | This box contains.

1 par de agulhas em madeira feitas à mão, 100 gr de fio 100% lã indicado para malha fiado à mão em roca e fuso de suspensão no Planalto Mirandês | A par of handmake wooden needles, 100 gr hand-spun wool yarn in suspended spindle at the Mirandese upland suitable for knitting.

ilustração | illustration Miguel Schreck.

O Projecto Lhana surge com o propósito de dar utilidade à lã de raça de ovelhas autóctones Portuguesas, pagando um preço justo pela lã de rebanhos locais e impulsionando ofícios em desuso como a fiação manual, a malha e a tecelagem | The Lhana Project emerged with the purpose of giving utility to the wool of native Portuguese sheep breeds, paying a fair price for the local herds’ wool and giving a new boost to crafts in disuse such as manuel spinning, knitting and weaving.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível a caixa: Fias é fácil! | Spinning is easy!]


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A Capela de S. Brás em Vila Real


“A Capela de S. Brás em Vila Real” de Gonçalo Xavier Silvano

O objectivo deste estudo é dar a conhecer alguns aspectos mais específicos da família Teixeira Coelho em Vila Real relacionados com as capelas e casas que lhes pertenceram na região do Douro e Minho e Porto e que ainda se encontram suficientemente preservadas, com o propósito de manter viva, o mais possível, a sua memória. Distinguem-se, em primeiro lugar, a capela de S. Brás, que dá título a este trabalho, não só porque tem riquíssimos detalhes de arte mas também porque foi considerada Monumento Nacional em 1910. Aproveita-se ainda para desenvolver alguns esclarecimentos e rectificações na parte da genealogia dos Teixeira Coelho que se esboçaram em anterior estudo do autor e são realçados os momentos de ligação dos Teixeira aos Coelho a importantes famílias de Vila Real e outras, para que outros interessados possam também encetar suas investigações.

Gonçalo Xavier Silvano nasceu em Abaças, no dia 5 de Maio de 1949. Frequentou durante oito anos o Curso Geral de Humanidades do Seminário de Vila Real, de onde transitou para o Seminário Maior do Porto, onde concluiu o 2º ano do Curso Superior como aluno da Diocese de Vila Real. Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 17 de Outubro de 1975. Ingressou na Magistratura, em 1977 como Delegado Procurador da República, tendo exercido funções nas comarcas de Viseu e Porto. Após frequência (em 1980) do 2º Curso Especial para Delegados do Procurador da República no Centro de Estudos Judiciários, exerceu funções como Juiz de Direito no Tribunal Judicial de Monção, Tribunal do Trabalho de Setúbal, 4º Juízo do Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia, 5º Juízo Correccional do Porto, 2ºJuízo do Tribunal de Família do Porto, 2º Juízo Cível do Porto, 7º Juízo Cível do Porto, tendo no período de 1995-1998 exercido funções de Vogal do Conselho Superior da Magistratura. Desde 1997 exercia as funções de Juiz Desembargador no Tribunal da Relação do Porto. Presidente do Tribunal da Relação do Porto, empossado em 18 de Junho de 2007 após ter vencido o acto eleitoral realizado no início do mês de Maio. Por deliberação do plenário do Conselho Superior da Magistratura de 20 de Abril de 2010 foi nomeado juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o título: “A Arte dos Frescos em Vila Real” de Eugénio Cavalheiro]


domingo, 8 de janeiro de 2017

Fotografias de António Barreto


“Fotografias” de António Barreto

António Barreto dedicou à imagem fotográfica uma parte da sua vida e dos seus interesses. Com raras interrupções, fotografou durante mais de cinquenta anos. Este livro, organizado por Ângela Camila Castelo-Branco, reúne cerca de quarenta provas a preto e branco das fotografias feitas.

«(…) O sociólogo e analista do tempo que passa é também um fotógrafo compulsivo, mas discreto e sempre distante. Como quem está “de passagem”.
As mulheres da Nazaré surpreendidas no seu mundo negro de pranto sempre iminente; dois homens a conversar na berma da estrada, sobranceiros à cidade de Montreux e ao lago Léman, na Suíça; uma rapariga a posar displicentemente na esquina de um passeio, em Londres; três jovens na Praça do Povo em Roma, seguidos à distância por alguém de quem apenas se entrevê um braço?...

Mas estes instantâneos poderiam mesmo, no limite, multiplicar-se por 12.442 vezes, o número de negativos que o autor e principalmente a historiadora da fotografia Ângela Camila Castelo- Branco respigaram da colecção de Barreto para a realização deste seu primeiro livro e da consequente exposição (que poderá ser visitada até 30 de Dezembro).
Nela (e no livro, editado pela Relógio d’Água) encontraremos mais de quarenta anos de actividade fotográfica de António Barreto, o ex-ministro, sociólogo e observador atento da sociedade portuguesa (e do mundo) que nos habituámos principalmente a ler (é cronista do PÚBLICO desde o lançamento do jornal) e a ouvir nas televisões. E poderemos continuar a viajar, “de passagem”, pelo mundo inteiro: uma cena de Inverno em Champigny, em França; as pirâmides e a esfinge em Gizé, no Egipto; um vulto furtivo numa praça de Berlim, ainda no tempo da RDA; um homem solitário à espera de um comboio, em Londres; reformados a jogar às cartas junto ao mar, no Porto; e, claro, a sempre presente paisagem do Douro, a terra onde António Barreto (n. Porto, 1942) “viveu a sua infância entre escarpas e vinhedos”, e onde “ganhou corpo num ambiente familiar de província antiga, sob uma disciplina e uma austeridade que lhe forjaram o carácter”, como recorda Ângela Camila Castelo- Branco no texto Ler fotografia, a apresentar o livro e a exposição.» Público

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os seguintes títulos: “Anos Difíceis”, "Novos Retratos do Meu País", "Tempo de Mudança", “Uma Década – retrato da semana, 1991 – 1999”, “Sem Emenda”, "Tempo de Incerteza"; "Fotografias", "Douro - Rio, Gente e Vinho"]


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Bombeiros Voluntários da Cruz Branca, Vila Real


“Memórias dos Bombeiros de Salvação Pública – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca de Vila Real”
(com 50 imagens)
Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 23)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível da colecção os seguintes títulos: “Nos 50 anos da televisão em Portugal – quando tudo começou” de António Barreto, “A Avenida da Marius”, “Ciclismo em Vila Real – memória fotográfica”, “Cargaleiro – obra gravada”, “Vila Real vista do céu – oito décadas de fotografia aérea”, “Memórias do Bairro de Santa Margarida”, “Memórias dos Bombeiros Voluntários – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”, “António Narciso Alves Correia – a fotografia em Vila Real na década de 1870” de Elísio Amaral Neves, “Vila Real pela objectiva de Filipe Borges Júnior”, “Construtores de Instrumentos Musicais de Trás-os-Montes e Alto Douro” e “Fez-se Mais Curto o Caminho entre o Marão e Espinho” de Elísio Amaral Neves, “Liceu Velho, Liceu Novo”, “Biodiversidade de Vila Real – Uma abordagem fotográfica”, “Vila Real pela objectiva de Filinto Monteiro”, “Vila Real – Nos 40 Anos do 25 de Abril”, “Circuito de Vila Real – o início”, "Biodiversidade de Vila Real – Nova abordagem fotográfica", “Desenho de Natureza e Desenho Científico”, "Rua Central – Memória Fotográfica", "Querida Maria – Postais da Primeira Grande Guerra" de Aires Torres, “Vila Real pela objectiva de José Aguilar”, “Memórias da Foto Brasil”]