- dia 30 de Agosto de 2024, sexta-feira, pelas 17h00 & 20h00: sessão de autógrafos de Isabel Mateus, escritora, autora da obra “As meninas de Vienna”, no stand n.º 105, nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, no âmbito da Feira do Livro do Porto 2024, organizado pela livraria Traga-Mundos;- dia 30 de Agosto de 2024, sexta-feira, pelas 19h00: sessão temática "Migrações: de quantas histórias somos feitos?" – sobre as obras “A Terra do Chiculate - Relatos da Emigração Portuguesa (para França)”, “A Terra da Rainha - Retratos Portugueses no Reino Unido”, “Anna, A Brasileirinha de São Paulo” e “As Meninas de Vienna” de Isabel Mateus – apresentação: António Alberto Alves, no Lago dos Cavalinhos, nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, no âmbito da Feira do Livro do Porto 2024, organizado pela livraria Traga-Mundos;
Uma livraria e espaço especializado em Trás-os-Montes e Alto Douro. «Queremos construir uma referência quando se pensa na região, seus autores e cultura, vinhos e tradições, produtos e artesanato...» Um espaço de galeria de arte e onde se realizam diversos eventos: apresentações de livros, tertúlias, workshops, oficinas - ponto de partida também para passeios, visitas.
sexta-feira, 30 de agosto de 2024
Isabel Mateus, portuguese novelist | Feira do Livro do Porto 2024
- dia 30 de Agosto de 2024, sexta-feira, pelas 17h00 & 20h00: sessão de autógrafos de Isabel Mateus, escritora, autora da obra “As meninas de Vienna”, no stand n.º 105, nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, no âmbito da Feira do Livro do Porto 2024, organizado pela livraria Traga-Mundos;- dia 30 de Agosto de 2024, sexta-feira, pelas 19h00: sessão temática "Migrações: de quantas histórias somos feitos?" – sobre as obras “A Terra do Chiculate - Relatos da Emigração Portuguesa (para França)”, “A Terra da Rainha - Retratos Portugueses no Reino Unido”, “Anna, A Brasileirinha de São Paulo” e “As Meninas de Vienna” de Isabel Mateus – apresentação: António Alberto Alves, no Lago dos Cavalinhos, nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, no âmbito da Feira do Livro do Porto 2024, organizado pela livraria Traga-Mundos;
quinta-feira, 22 de agosto de 2024
Emigração e diáspora - escritora Isabel Mateus
- dia 30 de Agosto
de 2024, sexta-feira, pelas 18h00 & 20h00: sessão de autógrafos de Isabel
Mateus, escritora, autora da obra “As meninas de Vienna”, no stand n.º 105, nos
Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, no âmbito da Feira do Livro do Porto
2024, organizado pela livraria Traga-Mundos;
- dia 30 de Agosto
de 2024, sexta-feira, pelas 19h00: sessão temática "Migrações: de quantas
histórias somos feitos?" – sobre as obras “A Terra do Chiculate - Relatos
da Emigração Portuguesa (para França)”, “A Terra da Rainha - Retratos
Portugueses no Reino Unido”, “Anna, A Brasileirinha de São Paulo” e “As Meninas
de Vienna” de Isabel Mateus – apresentadora: Nathalie de Oliveira (ex-Deputada
da Assembleia da República pelo Círculo da Europa), no Lago dos Cavalinhos, nos
Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, no âmbito da Feira do Livro do Porto
2024, organizado pela livraria Traga-Mundos;
sábado, 25 de março de 2023
Colecção dos Bichos – Literatura, Natureza e Biodiversidade (novelas), obras de Isabel Maria Fidalgo Mateus
da livraria traga_mundos [25.03.2023]
obras de Isabel
Maria Fidalgo Mateus:
Colecção dos Bichos
– Literatura, Natureza e Biodiversidade (novelas)
- “Farrusco, Um Cão
de Gado Transmontano”
- “Sultão, O
Burreco Que Veio de Miranda”
- “Signatus, O Lobo
do Fojo de Guende”
- “Santiago, O
Lince da Herdade das Romeiras”
- “Barbatus, Uma
Abutre Quebra-Ossos e os outros”
- “Mariana, O
Urso-Pardo Sábio dos Saltimbancos”
- “Madalena, A
Elusiva Baleia-Azul da Ilha Montanha”
- “O Menino que
queria ver a Baleia-Azul a passar nos Açores” ilustrações de Filipe Gomes
- “Outros Contos da
Montanha”
- “A Terra do
Chiculate – relatos da emigração portuguesa”
- “O Trigo dos
Pardais” (contos)
- “A Terra da Rainha
– Retratos Portugueses do Reino Unido”
- “Contos do
Portugal Rural / Tales of Rural Portugal” (português / inglês)
- “Contos do Portugal Rural / 葡萄牙乡村的故事 (português / chinês)
Disponível na
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... |
Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
quinta-feira, 21 de abril de 2016
O lobo do Fojo de Guende
Se ainda durante o primeiro quartel do século XX o lobo habitava em quase todo o território de Portugal, inclusivamente em Lisboa e no Algarve, nos anos 60 a presença daquele já recuava, apesar de ainda ocupar muito do interior do país. Porém, nos anos 80 a situação viria a tornar-se dramática ̶ nomeadamente por causa do uso de estricnina por parte dos criadores de gado; da pressão da caça; da progressiva falta de presas silvestres para alimentar as alcateias; e, ainda, da destruição e fragmentação do seu habitat, sobretudo pela construção de barragens e de grandes estradas ̶ , levando esta subespécie do lobo-cinzento praticamente à extinção.
Neste momento, não temos mais de 300 exemplares em zonas protegidas no nosso território e tal deve-se aos esforços do Grupo Lobo – Associação para a Conservação do Lobo e do seu Ecossistema e de outras entidades que com ele colaboram."
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Sultão - o burro de Miranda
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Contos do Portugal rural em chinês
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Cão de gado transmontano
Sem ainda ter atingido a idade adulta e sem coleira, o Farrusco atirou-se ao lobo com a mesma coragem do seu pai, o Leão. Mais tarde, desarmou os ladrões de gado e devolveu sem demora o rebanho à corte; decifrou o mistério das galinhas feiticeiras; e, pacientemente, assistiu a Mocha durante o difícil parto dos cordeirinhos gemelgos no alto do monte. E sem ele o que teria sido feito do rebanho na Feira das Cerejas, à mercê de mãos gatunas? Mas os episódios da sua saga não se esgotam aqui. O que fará o Farrusco quando o seu amo - o pastor Augusto - tiver passado a fronteira à semelhança dos demais em anos anteriores?
quinta-feira, 10 de abril de 2014
À conversa com a escritora Isabel Mateus
Isabel Mateus nasceu em 1969 nas Quintas do Corisco, em Torre de Moncorvo. Obteve o grau de doutora em Literatura Portuguesa na Universidade de Birmingham, Reino Unido, onde reside desde 2001.
Sendo autora de sete livros, Isabel Mateus é mais conhecida por abordar na sua obra temáticas que incidem sobre a ruralidade portuguesa e a diáspora. Assim, em 2011, o seu livro "O Trigo dos Pardais" (contos da infância rural) foi incluído no Plano Nacional de Leitura. Depois, em 2012, deu início à coleção “Portuguese Insights – Bilingual Text Collection” com o volume "Contos do Portugal Rural/Tales of Rural Portugal", que compreende uma seleção de histórias de Outros Contos da Montanha. Em 2013, participou nas antologias "Bestiário Trasmontano e Alto-Duriense" e "A Terra de Duas Línguas II" e publicou a novela "Farrusco, Um Cão de Gado Transmontano".
O tema das migrações está bem presente nos livros "A Terra do Chiculate" (2011) e "A Terra da Rainha" (2013). No primeiro é abordada a emigração maioritariamente clandestina para França durante as décadas de 60/70 bem como as suas repercussões na actualidade enquanto que no segundo são retratados os velhos e os novos rostos da diáspora – aqueles que emigraram com pouca formação profissional e sem qualificações académicas e os diplomados.
Os livros estão disponíveis na livraria Traga-Mundos - livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
terra do chiculate: emigração portuguesa
A obra divide-se em
três partes e dá voz, através dos seus relatos, na primeira pessoa, aos seus
“reais protagonistas”.Na primeira parte, intitulada “Naufrágio”, a narração da criança, entregue aos cuidados da avó materna, com apenas 12 meses, centra-se nas suas memórias indeléveis da infância e da juventude, exprimindo, sobretudo, o modo como a ausência dos seus pais se reflecte, de forma nefasta, na sua vida. Aliás, a sua experiência individual remete a temática para um panorama mais vasto, pois a sua situação vai ao encontro da mesma realidade familiar e social de tantas outras crianças e jovens do Portugal rural, principalmente do Norte e Interior do país, durante a época da Ditadura.
A segunda parte, “Viagem(ns)”, trata dos percursos de vida daqueles que deram “o salto”, isto é, dos seus sucessos e infortúnios provenientes desta epopeia da era moderna. Entre outras, aqui perpassam as histórias do passador, da criança e dos jovens arrancados à terra de origem, bem como as referentes aos homens e às mulheres e aos seus muitos trabalhos que passaram para se adaptarem ao novo país, à língua e à cultura. No presente, “os protagonistas” mais idosos desta efeméride deparam-se com outro tipo de problemas: surge o dilema do regresso para Portugal ou da sua permanência em França ou, então, a opção pelo contínuo vaivém entre os dois países, até que as suas forças físicas e psicológicas o permitam.
A última parte da obra resulta das impressões de viagem do narrador adulto em peregrinação pelos espaços da diáspora dos primeiros emigrantes portugueses, onde se incluem os seus próprios pais, os seus familiares e os seus amigos. A partir daqui, pretende-se que as suas reflexões e considerações elucidem o leitor acerca deste período da emigração ainda mal conhecida por muitos e, até então, com aspectos por desmistificar.
Ao mostrar o difícil passado recente da emigração portuguesa, A Terra do Chiculate alerta, igualmente, para a vigência e a actualidade do tema da emigração clandestina neste início de século.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
A viagem de Miguel Torga
Este livro
argumenta a inserção do autor Miguel Torga como escritor de viagens português
do século XX, através da análise dos textos chave o romance de artista A
Criação do Mundo – Os Seis Primeiros Dias, o romance de formação A Criação
do Mundo – Os Dois Primeiros Dias, o roteiro literário Portugal,
o Diário, Traço de União e a novela com características
picarescas O Senhor Ventura.Para tal, tomámos em consideração as influências que ele recebeu dos primeiros textos da Literatura de Viagens portuguesa e os contributos da contemporaneidade do Modernismo e do Pós-Modernismo deste género de literatura a nível europeu, bem como da escola Neo-Realista.
Após um estudo comparativo entre a Literatura de Viagens portuguesa e anglo-saxónica, demonstramos que pelo seu contraste é possível posicionar Torga a nível internacional, mas sobretudo no contexto literário inglês, ao lado de escritores que como ele enveredam por uma escrita de intervenção social, essencialmente no período compreendido entre as Duas Grandes Guerras. No âmbito nacional, a sua viagem de assumido carácter militante ganha eco nas obras Manhã Submersa e Vagão “J” de Vergílio Ferreira também abordadas nesta dissertação.
Por fim, podemos assegurar que a Literatura de Viagens em Portugal não termina em finais do século XIX. Pelo contrário, devemos acrescentar que a nova forma de representação escrita da viagem torguiana fez com que o género sobrevivesse no século XX, porque adquiriu novas formas estruturais e temáticas.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Contos da ruralidade transmontana
Estas histórias são indiscutivelmente interessantes sob uma perspetiva histórica e quase etnográfica ou podem ser meramente apreciadas como a saga de mulheres e de homens que, mesmo forçados a enfrentar constantemente o meio inóspito que os rodeia, levam a melhor face à adversidade.
Não obstante as referências esporádicas a acontecimentos históricos, todas estes seres carregam consigo a intemporalidade, que talvez se deva à constante ênfase posta na eternidade dos valores humanos, entre os quais poderemos destacar o dualismo amor e perda, nascimento e morte, ganância e generosidade, bem como o abraçar da responsabilização social e da entreajuda, a importância concedida à família – tanto chegada como afastada – a lealdade, a capacidade de confiar em si mesmo e a boa qualidade de permanecer fiel a si próprio.»
Actualmente dedica-se sobretudo à escrita e à investigação académica no âmbito da Literatura de Viagens.





























