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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O Segundo Aceno, poesia, Rui Tinoco


“O Segundo Aceno” de Rui Tinoco

Um primeiro livro, mas um livro de maturidade plena. De grande unidade formal, exprime uma visão muito fina das relações intersubjetivas e das eternas complexidades do amor, da linguagem e da literatura.

às vezes olhas para mim,
às vezes prendes-me com a alma.
nem dás conta.
e eu fico assim às voltas
com a tua ausência, escrevendo
a palavra nua com o teu nome.

Rui Tinoco nasceu em Vila Real, em 1971, viveu em Braga na infância e adolescência, atualmente no Porto. Licenciou-se na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, no Porto, onde se doutorou em 2005. Publicou diversos artigos e crónicas em vários jornais e revistas científicas. Paralelamente, vêm a lume diversos textos poéticos nas seguintes publicações: Artes & Artes, Suplemento Cultural do Diário do Minho, Boletim de Poesia, DiVersos, Oficina de Poesia, Bigode, no fanzine de poesia Debaixo do Bulcão, na revista Piolho, e com alguma regularidade no jornal Poetas & Trovadores.

No mundo virtual, participou no projeto de Elefantes Editores, no site Via Oceânica e nos blogues de poesia Casa dos Poetas, Inefável, Logros Consentidos, A Dispersa Palavra e Porosidade Etérea. Publicou dois minicontos no blogue do Clube do Conto da Paraíba e ainda um texto na antologia poética da Bubok denominada Poetas em desassossego (e-book). Participou no programa Histórias de Vida da Antena 1 com o texto «Pequenos Gestos», Abril de 2008. Mantém o blogue Ladrão de Torradas. O Segundo Aceno é o seu primeiro livro de poesia.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Como se Bosch tivesse enlouquecido


“Como Se Bosch Tivesse Enlouquecido” de A.M. Pires Cabral


PASARÉ LOS FUERTES Y FRONTERAS

Em fortes e fronteiras
me deterei, assim
as horas me corram de feição.

Como um turista
que dá préstimo, atenção venal
a tudo o que vê em terra estranha.

E tu, o cervo irado, passarás,
a galope como um golpe
de vento intemperado,
à minha ilharga
sem me reconhecer.

Extinto o tropel, sedimentada
a poeira dos cascos,
irei beber no primeiro bar da noite.


A. M. Pires Cabral
como se Bosch tivesse enlouquecido
João Azevedo Editor
Mirandela
2003

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[também disponível do autor os seguintes títulos: “A Loba e o Rouxinol”, “O Cónego” (romance); “O Diabo Veio Ao Enterro”, “O Porco de Erimanto”, “Os Anjos Nús” e "A Navalha de Palaçoulo" (contos); “Como Se Boch Tivesse Enlouquecido”, O Livro dos Lugares e outros Poemas”, “Que Comboio É Este”, “Arado”, “Antes Que O Rio Seque”, “Cobra-D’Água”, “Gaveta do Fundo” e “A Noite Em Que A Noite Ardeu” (poesia); “Trocas e Baldrocas ou com a natureza não se brinca” com ilustrações de Paulo Araújo (infanto-juvenil); “Língua Charra – Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro” Volume I – A-E, 568 p. e Volume II – F-Z, 606 p.; “Páginas de Caça na Literatura de Trás-os-Montes” (selecção de textos e organização, antologia); “Aqui e Agora Assumir o Nordeste” (antologia) selecção e organização de Isabel Alves e Hercília Agarez; “As Águas do Douro” coordenação Gaspar Martins Pereira; “Telhados de Vidro” n.º 3, n.º 6, n.º 9, n.º 11, n.º 18, n.º 20, n.º 21; “Guerra Junqueiro: A Musa Dual” (antologia) introdução, selecção de textos e organização de A.M. Pires Cabral]

sábado, 12 de novembro de 2016

estórias do azeite


“Estórias do Azeite” de António Manuel Monteiro

«António Manuel Monteiro nasceu em Torre de Moncorvo a 18 de Novembro de 1957. Engenheiro agrónomo pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa (ISA-UTL), especialista em Arboricultura Mediterrânica é, actualmente, técnico superior na Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, em Mirandela.

Olivicultor nos tempos livres, especialista em azeite, enófilo e gastrónomo, assume-se como curioso da história e das estórias da alimentação.» Epicur

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[também disponíveis os seguintes títulos do autor: “Crónicas Comestíveis”; “Palavras do Olival”; “Cozinha Transmontana” de Alfredo Saramago, fotografias Inês Gonçalves; “Comidas Conversadas – Memórias de Herança Transmontana”]

domingo, 20 de março de 2016

Macedo de Cavaleiros - monografia


“Macedo de Cavaleiros – Arte e Cultura dos seus Povos” de António Rodrigues Mourinho

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses


“Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses” de Barroso da Fonte
Volumes I, II e III

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[também disponível do autor os títulos: “Afonso Henriques: Um Rei Polémico” e “D. Afonso Henriques 900 Anos 1111 - 2011”, "Usos e Costumes de Barroso" com António Fontes]

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Messianismo em Teixeira de Pascoeas


“O Messianismo de Teixeira de Pascoaes e a Educação dos Portugueses” de Manuel Ferreira Patrício

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[da obra completa disponível de Teixeira de Pascoaes, temos os seguintes títulos: "Arte de Ser Português", "Marânus", "São Jerónimo e a Trovoada", "O Bailado", "A Beira (num relâmpago) / Duplo Passeio”, "Belo / À Minha Alma / Sempre / Terra Proibida", "Ensaios de Exegese Literária e Vária Escrita", "Livro de Memórias", "Londres. Cantos Indecisos. Cânticos", "Napoleão", "Para A Luz / Vida Éterea / Elegias / O Doido e a Morte", "O Penitente (Camilo Castelo Branco)", "O Pobre Tolo – prosa e poesia", "São Paulo", "Senhora da Noite / Verbo Escuro", "As Sombras / À Ventura / Jesus e Pã", "D. Carlos – Drama em verso", "Anjos e Fantasmas (textos e imagens)", "Jesus Cristo em Lisboa" com Raul Brandão.
Ainda o álbum "Desenhos" Teixeira de Pascoaes, "Cartas a Teixeira de Pascoaes" de Albert Vigoleis Thelen, "Fotobiografia Teixeira de Pascoaes" de António Mega Ferreira, “O essencial sobre Teixeira de Pascoaes” de Maria das Graças Moreira de Sá, "Teixeira de Pascoaes e Espanha / Epistolário Espanhol Teixeira Pascoaes" de Lurdes Cameirão, “Trinta Anos de Dispersos sobre Teixeira de Pascoaes” de António Cândido Franco; “Cartas para a Casa de Pascoaes” de Mário Cesariny; “Princípio e Manifestação – Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes” de Paulo Borges, volume I e II]

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Barbearias em fotografias


“Barbearias” exposição de fotografia e objectos de Duarte Carvalho

É o culminar de um trabalho de recolha efectuado ao longo de vários anos. Agora só existe a fotografia a relembrar esses espaços onde tantas gerações iam para dar um retoque no seu aspecto.

com textos inéditos de António Cabral e de A. M. Pires Cabral e fotos de Duarte Carvalho. 

«Aos dez anos começou a trabalhar na barbearia do pai, em Vila Real. Quarenta e cinco anos depois, Sebastião Ferreira continua de tesoura e navalha na mão e a sua imagem ilustra uma exposição de homenagem aos barbeiros transmontanos. Aprendeu a "arte" numa barbearia no centro da cidade de Vila Real, inaugurada há mais de 80 anos, onde ainda hoje trabalha, aperaltando clientes cada vez mais idosos.
Sebastião Ferreira, 55 anos, disse à Lusa que nunca pensou noutra profissão que não fosse cortar cabelo e barba e lamentou que já ninguém queira aprender este ofício. O serviço completo de "barba e cabelo" é agora mais raro, desde que os homens ganharam o hábito de tratar da cara em casa, mas os cortes de cabelo ainda dão que fazer a Serafim Ferreira. Os dias mais "complicados" são as terças e sextas-feiras, dias de fira em Vila Real e muitas pessoas das aldeias aproveitam para cortar o cabelo.
Considerada uma profissão quase em vias de extinção, com a proliferação dos cabeleireiros unissexo, o ofício de barbeiro ainda vai sobrevivendo no distrito. Foi para homenagear este ofício e mais particularmente os barbeiros transmontanos que o fotógrafo Duarte Carvalho organizou uma exposição, patente no Teatro de Vila Real até ao dia 30. A mostra inclui cerca de 60 fotografias de barbeiros e barbearias, tiradas entre 1982 e 2006 em Vila Real, Murça e Peso da Régua, bem como objectos alusivos a esta actividade.
Entre as tradicionais cadeiras de barbeiros, de madeira ou já de metal, está ainda em exposição material utilizado na arte do "corte", como tesouras, espanadores, pincéis, estanca-sangue, navalhas ou máquinas de rapar o cabelo. E, como se trata de barbearias, não podiam faltar os "míticos" calendários de mulheres nuas. Duarte Carvalho salientou a importância social das barbearias, "locais de encontro e de tertúlia", onde se podem discutir os mais variados assuntos, desde o futebol à agricultura. "Julgo mesmo que se trata de uma das mais velhas profissões do mundo", diz.» [Jornal de Notícias]

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Canhenho dum médico - dos pobres


“Canhenho Dum Médido” de Otílio Figueiredo

«Nasceu em Vila Real, na "casa da Laranjeira", na Rua da Misericórdia, em 19 de Agosto de 1909 e aí faleceu a 04 de Outubro de 1988. Era filho de Francisco Carvalho Figueiredo e de Maria de Jesus Ribeiro. O pai participou na 1.a Grande Guerra, como tenente do exército e no pronunciamento do Regimento de Infantaria n.° 13. de 3 de Fevereiro de 1927, que avançou sobre o Porto como primeira reacção ao 28 de Maio de 1926. As suas inclinações para as artes levam no aos 7 anos, a receber aulas de desenho e de música. Faz os estudos até ao 7.° ano (curso complementar dos liceus) em Vila Real e segue para Lisboa para fazer os preparatórios para ingressar na Armada. Regressa passado um ano e vai, por insistência da mãe, para a Faculdade de Medicina do Porto. Inscreve-se também no Conservatório. No ano seguinte é obrigado a ir para Coimbra, onde se licencia em Medicina em 1935, após intensa actividade social e política na Academia coimbrã, sendo eleito representante da Academia de Coimbra ao Senado Universitário. Enquanto estudava ganhava dinheiro como compositor e músico. É nomeado Adaíl do Grupo de Adueiros n° 24 de Vila Real, sendo louvado e condecorado pelo seu trabalho. Dirigiu o semanário "Paracelso Jornal de Letras, Artes e Ciências", de Coimbra.
Inicia a sua actividade clínica em Justes Vila Real, para se poder curar de uma tuberculose, onde conhece e casa com Maria Estela Palheiros Fontes (professora), de quem veio a ter dois filhos, Eurico José (médico psiquiatra) e Otílio (médico cirurgião director do Serviço de Cirurgia do Hospital Distrital de Vila Real). Em Justes consegue, para além da actividade clínica, muitos melhoramentos para a aldeia e uma grande actividade social. Os esbirros do Estado Novo olharam estas actividades com desconfiança. Assim, em 1949, é demitido das funções de médico municipal e regressa a Vila Real em 1950 e abre a Casa de Saúde de Vila Real, que em 1958 toma o nome de Clínica do Professor Doutor Bissaya Barreto. Homenageia assim o ilustre e filantropo professor e cirurgião que ali operou durante 15 anos, sendo lhe atribuído o título honorífico de Cidadão Honorário. Aqui desenvolve. durante 30 anos a sua actividade médica, curativa e profilática e uma intensa actividade social, sendo fundador do Rotary Club de Vil Real e Médico Chefe dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública de Vila Real. Era considerado o médico dos pobres, por chegar a pagar do seu bolso os serviços de saúde dos mais necessitados da Rua dos Ferreiros, Bairro da Estação e freguesia de Mateus. Chegava a levar o típico e popular Bertelo a Coimbra, que sentava à sua mesa no restaurante.
Dedica se ainda à actividade artística invulgarmente rica na música, na caricatura, na pintura, no desenho e sobretudo à literatura. (...) Usou os pseudónimos de D. Fuas e de Robespierre. Publicou música ligeira alguma dela pela casa Sasseti. Otilio de Figueiredo. republicano convicto e tolerante. era o rosto da oposição em Vila Real. fazendo parte das comissões distritais de candidatura do General Norton de Matos (1948). Humberto Delgado (1958) e candidata se a deputado em 1969 pela Comissão Democrática Eleitoral (oposição). Após o 25 de Abril cerca de 10 mil cidadãos do distrito de Vila Real pedem lhe que aceite ser Governador Civil, ele fez jurar aos seus apoiantes que nunca perseguiriam os seus adversários políticos. A sua tolerância e bondade levam no a nunca se referir às perseguições políticas de que foi alvo. Em 1984 inicia a actividade de livreiro e editor, editando obras suas e de outros autores transmontanos. Na livraria gostava de juntar amigos numa tertúlia ao fim da tarde. A Câmara Municipal de Vila Real homenageou o postumamente, atribuindo o seu nome a uma rua (1988) e atribuindo lhe a medalha de ouro de Mérito Municipal (1990).» Jorge Lage, In ii volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coordenado por Barroso da Fonte.


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[também disponível do autor os seguintes títulos: “Ressuscitemos os Cravos Vermelhos!”, “O Cabo Mingas”, “A Praga dos Gafanhotos”, “Era Uma Vez... Contos Para Crianças” ilustrações de Manuela Bacelar, “Miscelânea” das Publicações Setentrião; “ABC das Mães”, “Interlúdio – Odes”]

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Liuro dos Foraes Nouos da Comarqua de Trallos Montes


“Liuro dos Foraes Nouos da Comarqua de Trallos Montes” 
introdução, edição diplomática e notas de Maria Olinda Rodrigues Santana

Maria Olinda Rodrigues Santana é Professora Associada com Agregação no Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Fez o Doutoramento Europeu, em regime de co-tutela, na UTAD e na Université de Toulouse-Le-Mirail II, em Linguística Portuguesa, em 1998. Fez a Agregação em Cultura Portuguesa em 2009. É coordenadora científica do Centro de Estudos António Maria Mourinho, bem como fundadora do mesmo Centro. É investigadora do Centro de Estudos em Letras da UTAD. Foi colaboradora convidada no projeto “Corpus Diacrónico do Português” da Universidade Georgetown (USA). É autora de inúmeras obras...


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[também da autora disponível os títulos: “Inquirições Manuelinas de Trás-os-Montes – edição interpretativa”, “Documentação Dionisina do Concelho de Vila Pouca de Aguiar” com Mário José da Silva Mineiro, “Documentação Foraleira Dionisina de Trás-os-Montes”, “Registo do Foral Manuelino de Miranda do Douro”, “Forais Novos de Mondim de Basto: um passado a conhecer”, “Páginas de Rosto dos Forais Novos de Trás-os-Montes”, “Liuro dos Foraes Nouos da Comarqua de Trallos Montes: abordagem histórica, cultural, discursiva e edição interpretativa”; "Cartas inéditas do Abade de Baçal para o Padre António Mourinho 1941-1947", “Guia do Arquivo António Maria Mourinho” com Ana Lúcia Pereira Costa, “Diálogo de dois intelectuais em torno da História e da Cultura do Nordeste Transmontano – Joaquim R. Santos Júnior e António Maria Mourinho”, “Catálogo da Correspondência de Joaquim Rodrigues dos Santos Júnior para António Maria Moutinho (1944-1990)”, “Catálogo da Correspondência de António Maria Mourinho para Joaquim Rodrigues dos Santos Júnior (1951-1990)”, “Correspondência de António Maria Mourinho e Joaquim Rodrigues dos Santos Júnior (1944-1990) – organização, edição, notas e estudo”, “Riscos de Tinta, Pontos de Luz: Papéis e Imagens de António Maria Mourinho”]

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Contos bravios


“Contos Bravios” de Bento Acácio Pinheiro

Bento Acácio Pinheiro «nasceu em 24.11.1915, em Vila Pouca de Aguiar. Licenciou se em Ciências Jurídicas pela Universidade de Coimbra. Seguiu a magistratura, tendo sido magistrado do ministério público e judicial, em Angola e Moçambique, funções em cujo desempenho mereceu dois convites: um para Secretário Geral de Angola que recusou por discordância política e outro que aceitou, para consultor jurídico e advogado de algumas das maiores empresas de Angola, como a Diamang, Banco de Angola e Companhia Angolana de Agricultura (que era na altura a maior produtora mundial de cafés), para além de outras. Em 1973 regressou ao Continente, por motivos de saúde. Imediatamente a seguir ao 25 de Abril de 1974 foi nomeado Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, dado que ele residia em Soutelinho do Monte, perto de Pedras Salgadas, do concelho em que nasceu.» in i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coordenado por Barroso da Fonte

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[também disponível do autor o título: “Histórias de Adão e de Eva”]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A Arte dos Frescos em Vila Real


“A Arte dos Frescos em Vila Real” de Eugénio Cavalheiro

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[também disponível os seguintes títulos: “Igreja de Santiago da Adeganha” de Eugénio Cavalheiro, “Os Frescos da S.ra da Teixeira” de Eugénio Cavalheiro, “A Igreja Matriz de Torre de Moncorvo” de Eugénio Cavalheiro e Nelson Rebanda; “Murça – Património Artístico” de Marcelino Augusto e Roger Teixeira Lopes; “Roteiro Arqueológico e Artístico do Concelho de Vila Real”, “Archeological and Artitic Guide to the Vila Real District”, “O Castro de S. Bento (Concelho de Vila Real) e o Seu Ambiente Arqueológico”, “O Cruzeiros da Diocese de Vila Real”; “As ‘Alminhas’ na Diocese de Vila Real” de João Parente]

sábado, 30 de janeiro de 2016

Passo a passo, tiro a tiro - médico e caçador


“Passo a Passo, Tiro a Tiro” de Ângelo Sequeira

«Trata-se da primeira obra editada pela mil@ editores (Prosas e Tradições, Lda.) e é da autoria do Dr. Ângelo Maria Cardoso Sequeira, ilustre médico ginecologista e exímio caçador.

Começou a caçar ainda adolescente, com o seu pai, irmãos e primos. As suas histórias de caça, os episódios pitorescos relatados numa linguagem acessível, divertida e fundamentalmente humana, fazem deste livro um autêntico "oásis" para os caçadores (e não só), permitindo-lhes até esquecer a escassez de caça, nos nossos dias.
Uma obra a não perder.» Gualter Furtado, blog Santo Huberto

«Trata-se de uma obra de leitura obrigatória pela forma genuína como um Médico e Caçador nascido em Trás-os-Montes descreve a sua paixão pela caça.

É importante que relatos como este sejam publicados, para que os mais novos e a nossa sociedade compreendem que a caça quando praticada com amizade, amor pelos nossos companheiros cães, respeito pelas espécies cinegéticas e meio ambiente, é uma arte nobre e que vale a pena viver.

O Dr. Ângelo Sequeira tem hoje uma das maiores Bibliotecas de Cinegética do País e atrevo-me a dizer do Mundo, o que diz bem da forma como viveu e vive a Caça.

Obrigado pois, por mais este contributo para a defesa da Caça.» Gualter Furtado, blog Santo Huberto

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[também disponível do autor o título: “Toneco”]

sábado, 23 de janeiro de 2016

Abade de Baçal - vida e obra


“Abade de Baçal – Vida e Obra” de Adérito Branco

«Reitor de Baçal, Antigo Vereador da Câmara Municipal de Bragança, Antigo Vogal à Junta Geral do Distrito do mesmo nome, Sócio da Associação dos Arqueólogos Portugueses, da Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos, do Instituto de Coimbra, da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto Etnológico da Beira, do Instituto Histórico do Minho, Presidente Honorário do Instituto Científico-Literário de Trás os Montes, Comendador da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem de S. Tiago do Mérito Científico, Literário e Artístico, em atenção às suas qualidades de escritor reveladas na obra "Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança", distinguido pelo Clero Bragançano com a oferta dum cálix de valor artístico, com uma pena de ouro e um tinteiro no mesmo metal de alto valor artístico por oferta do Distrito de Bragança em reconhecimento dos seus trabalhos de investigação histórica em prol do mesmo, pedaço de asno se acredita que estas honrarias douram a sua muita ignorância, e ainda, ultimamente, Director-Conservador do Museu Regional de Bragança.» “Memórias arqueológicas-históricas do distrito de Bragança” (1909-1947), volume 5
 

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[também disponível o título: “A vida e a obra do Abade de Baçal em banda desenhada” textos e desenhos de José Rodrigues (Da Fonte)]

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O Córgo - vida e obras dum rio


“O Córgo – Vida e Obras Dum Rio” de Sousa Costa

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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A Indústria das Sedas em Trás-os-Montes (1835-1870)


“A Indústria das Sedas em Trás-os-Montes (1835-1870)” de Fernando de Sousa

«Sabiam que durante séculos o Nordeste Transmontano foi o mais importante centro industrial sericícola de Portugal? Pensa-se que a criação do bicho-da-seda, nesta região, já existia no século XIII; foi, todavia, no século XV, que a sericultura e a decorrente produção têxtil começou a assumir maior importância; atingiu o seu apogeu no século XVIII, em consequência das medidas desenvolvimentistas do Período Pombalino, perdurando até finais do século XIX. Bragança foi o núcleo principal, mas outras localidades -- como Freixo de Espada à Cinta, Vinhais, Chacim, etc. -- benificiaram desta lucrativa indústria. Hoje em dia, persiste ainda alguma actividade sericícola artesanal, em Freixo de Espada à Cinta. Para mais informação sobre este assunto, desconhecido pela maior parte das pessoas, consultar a obra do Professor Fernando de Sousa (Universidade do Porto) intitulada "A Indústria da Seda em Trás-os-Montes Durante o Regime Antigo", bem como a obra do padre Francisco Manuel Alves (o famoso transmontano mais conhecido por ABADE DE BAÇAL) intitulada "Memórias Arqueológicas-Históricas do Distrito de Bragança").» [Manuel de Barroso]


"A família italiana dos Arnauds, perita na indústria das sedas, vinda para Portugal em 1786-1788, acaba por se instalar em Trás-os-Montes, na localidade de Chacim, onde, sob a sua orientação, é construída uma Fábrica de Fiação e Tecelagem das Sedas, que se encontra concluída em 1790. A partir de então, os Arnauds promovem a criação de escolas de fiação pelo método piemontês nalgumas localidades de Trás-os-Montes e passam a fornecer seda torcida pelo referido método, de qualidade, às fábricas de Bragança. E esta cidade, por seu lado, irá atravessar uma das épocas de maior prosperidade da sua história. (...) Em 1790-1791, Freixo de Espada à Cinta, em obediência a uma longa tradição vinda seguramente do século XVI, se não mais cedo, continua a fabricar os panos de peneiras, tafetás, fumos e gravatas, trabalho este executado por mulheres, 38, que, em igual número de teares, pertencentes a 4 empresários, registam uma produção global de 975 peças de panos de peneiras, 38 gravatas e 6 280 côvados de tafetás e fumos" (Fernando de Sousa, A Indústria das Sedas em Trás-os-Montes (1790-1820), p. 66) (1 côvado era igual a 52,4cm)

"Mas era em Bragança, então a maior e mais rica cidade transmontana, desde sempre o mais importante centro desta indústria no Portugal do interior, que se registava uma animação invejável, de tal modo que a vida económica da cidade assentava fundamentalmente em tal actividade. As suas fábricas, com 232 teares e 9 tornos, em 1794, empregavam 915 pessoas – 407 fabricantes de seda e 508 mulheres –, além de 11 torcedores de seda, e 24 tintureiros, isto é, mais de 18% da sua população total. Nos seus tornos, eram preparados 4 500 arráteis de seda ao ano. E as suas cinco tinturarias, com excepção de uma modesta tinturaria em Chacim, as únicas existentes em toda a província de Trás-os-Montes, encontravam-se reputadas a nível nacional." Fernando de Sousa, op.cit.p.72

"A escassez de capitais, quer em Chacim, quer em Bragança, onde – apesar de malograda tentativa efectuada pela Real Companhia das Sedas –, nunca surgiu um projecto endógeno, aglutinador, que congregasse efectivamente os Arnauds e os negociantes e fabricantes de sedas da região, revelou-se dramática para a indústria das sedas em Trás-os-Montes. Para continuar, as sedas trasmontanas necessitavam de mercados garantidos e de aperfeiçoamentos contínuos. Só que as invasões francesas e a extinção do regime de monopólio do mercado brasileiro destruíram aqueles e impediram estes. Após 1813-1814, os esforços dos Arnauds para arrumarem e disciplinarem a casa trasmontana quanto à criação do bicho da seda, produção de casulo e fiação, revelam-se infrutíferos, os fabricantes de Bragança debatem-se com dificuldades crescentes quanto à venda dos seus tecidos, e o Estado mostra-se cada vez mais renitente em intervir, abandonando a indústria das sedas daquela região à sua sorte." Fernando de Sousa, op.cit.p.97

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[também disponível do autor o título: “História da Indústria das Sedas em Trás-os-Montes” Vol. I e II]



quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O gato-bravo no Nordeste Transmontano


“O Gato-Bravo no Nordeste Transmontano” de Margarida Lopes Fernandes
fotografias de Jürgen Borris
direcção de arte de Fernando Correia e Nuno Farinha

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[também disponível da colecção Património Natural Transmontano os seguintes títulos: “Cogumelos” de Francisco Xavier Martins; “Flora da Região Demarcada do Douro” de António Luís Crespi, Adriano Sampaio, Sónia Fernandes; "Parque Natural de Montesinho"; “A Amendoeira” de António Manuel Monteiro, Vítor Pinto Cordeiro, José Gomes-Laranjo; “A Avelã” Projecto AGRO 162; “O Picanço-de-dorso-ruivo” de Luís Reino; “Tordos de Portugal e do Paleártico Ocidental” de Nuno Farinha; “A Perdiz” de Agostinho Beça; “A Lontra” de Nuno Farinha; “O Javali” de Carlos Fonseca e Fernando Correia]

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Falo-vos da montanha - poeticamente


“Falo-vos da Montanha – poemas” de António Cabral
edição de autor
17 de Outubro de 1958


APOSTO AO “HOMEM MENSURA”

As palavras húmidas
Do suor nascido
E corrido das
Paredes do cérebro;

As palavras idas
No corpo do vento,
Vindas no comboio
Noturno dum sonho;

As palavras dadas
Na respiração
Dos poros, nas mãos
Marcadas de terra;

Essas é que dão
Lugar à ternura
E gritam o homem
Dos pés à cabeça.


Ao reler os magníficos poemas de A. C., ocorrem-me as conhecidas palavras de Walt Whitman: “Aquele que tocar este livro toca um homem”. Efectivamente, “Falo-vos da Montanha” – o último livro de poemas de A. C. – significa algo mais que um belo livro de poesia. Prescinde, o autor, daquilo que Hernâni Cidade chamou “poesia-jogo” e do verbalismo exagerado de alguns poetas de vulto, entre os quais poderiamos citar F. Pessoa, para nos introduzir no reino da poesia autêntica. Não receia as palavras nuas e sangrentas, que dizem “a verdade das suas horas de homem”. Mais ainda: Ele procura essas “palavras talhadas à feição dos ossos”, porque aquele poeta que o habita,
…Tem os pensamentos/Amontoados/À espera da palavra/E,/Luta por ela esfarrapando o tempo.
[CHAVES, Dinis – António Cabral o humaníssimo poeta de “Falo-vos da Montanha”. A Voz de Chaves. Chaves (01-01-1959)]


Poeta da paisagem, a que se liga pelos laços da sua paisagem interior, religiosamente calmo perante os sucessivos partos da natureza (as espáduas da montanha por onde escorrem tranças de lua; o bailar das sombras na festa do pôr do sol…), António Cabral é, no entanto, um poeta do homem, dessa gente humilde com palavras torcidas em raivas humaníssimas… (…) A crença nas palavras, como quando as canta se prova, grava no poema uma claridade fina, às vezes quente, outras suavemente frágil: Palavras que sejam / O ritmo do sangue / E tenham a altura / Toda duma alma.
[BRITO, Casimiro de – Título do artigo. Cadernos do meio-dia: antologia de poesia, crítica e ensaio. Faro. N.º 4 (fevereiro, 1959)]

Escreve algures Dâmaso Alonso que a poesia é um nexo entre dois mistérios: o do poeta e o do leitor… Esta afirmação tem inteira aplicação ao caso de António Cabral.
O leitor não pode superficialmente permanecer numa atitude passiva perante a sua poética. É que ela prende-o, absorve-o, e arrasta-o. Impregnada dum poder mágico – que outras não se ufanam de desfrutar – esta poesia possui algo que a especifica, que lhe confere uma tonalidade própria.
Além disso, deste livro que é o segundo (sic) do Autor, desprende-se uma densidade que não se afigura vulgar. E parece-me que é essa densidade – com raízes em Torga e Teixeira de Pascoais – mas possuidora simultaneamente dum cunho pessoal inegável, que poderá classificar-se como a principal característica do jovem poeta.
[GERALDES, J. Almeida – “Falo-vos da montanha” por António Cabral. Novidades. Lisboa (08-11-1959)]

Jean Cossou afirmou: “Il n’est de problème que de l’homme, et il ne peut être de poesie que de l’homme”.
A poesia é, pois, o homem com as suas frustrações, os seus problemas e a sua posição perante a vida e perante Deus.
“Falo-vos da Montanha” é a síntese desse fenómeno exclusivamente humano e profusamente ilustrado por poemas recheados de pureza e propriedade de estilo, de apurado sentido rítmico, de todas as características, enfim, que assinalam ao autor uma personalidade de autêntico poeta.
[MIRANDA, Alberto – Falo-vos da montanha (poemas de António Cabral. Amigos de Bragança. Bragança (1967)]

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[também os seguintes títulos do autor: “Falo-vos da Montanha”, “Entre o Azul e a Circunstância”, “Ouve-se Um Rumor” Poemas de António Cabral + “Entre Quem É” - «Este caderno é um anexo de “Ouve-se Um Rumor” e não pode ser vendido separadamente.», “Antologia dos Poemas Durienses”, “Bodas Selvagens”, “O Rio Que Perdeu As Margens”, “A Tentação de Santo Antão”; “Viajar Com... António Cabral” de A.M. Pires Cabral]

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Miguel Torga - telúrico e humanista


“Miguel Torga – O Simbolismo do Espaço Telúrico e Humanista nos Contos” de Vítor José Gomes Lousada

O autor «nasceu em Adoufe, concelho de Vila Real, em 30.10.1961. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras do Porto (1989). Obteve o Certificado de Estudos na Componente Ciências da Educação, no CIFOI', UTAD (1992), com 17 valores. E obteve também na UTAD (1993) o C.I'.F.A.P, com a mesma classificação. Em 1993 foi certificado pela Universidade de Salamanca, com a classificação de "sobresaliente", com o Curso de Doutorado de 3° Ciclo, "Suficiência Investigadora", no Departamento de Filologia Moderna (Área Galego & Português). 
Fez doutoramento em Filologia Moderna (2000), com a tese subordinada ao tema "O simbolismo do Espaço Telúrico e Humanista no conto de Miguel Torga", com a classificação de "sobresaliente cum laude", por unanimidade. Foi professor do ensino secundário nas escolas de S. Pedro (Vila Real), C+S, dos Aregos (Chaves), Camilo Castelo Branco (Vila Real) e na UTAD, desde 1990, leccionando: Linguística e Ensino do Português, Língua Portuguesa III, Literatura Infantil e Juvenil e Didáctica do Ensino do Português. Foi director de turma, coordenador de múltiplas tarefas na área do ensino, corrector de exames nacionais. 
É sócio da APP (Associação de Professores de Português), da Associação Portuguesa de Linguística e Secretário da Assembleia Geral do Círculo Cultural Miguel Torga. No campo da investigação tem uma actividade assinalável, com largas dezenas de Trabalhos apresentados em congressos, seminários, debates, muitos dos quais publicados em revistas e livros da especialidade. Ministrou dezenas de acções de formação.» In iii volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,

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[também do autor disponível o título: “Viajar com... Miguel Torga]



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Cogumelos, etnomicologia transmontana


“Cogumelos” de Francisco Xavier Martins

O surpreendente mundo da micologia está mais rico com o lançamento do livro «Cogumelos», da autoria do micólogo Francisco Xavier Martins.

A obra contempla uma introdução ao ciclo biológico e ecológico dos fungos, a sua identificação, o aproveitamento dos recursos micológicos, bem como usos na cozinha e conservação. As intoxicações e tratamento, o uso medicinal e uma contribuição para a etnomicologia trasmontana, são outras das componentes, já que é feita uma descrição de algumas das espécies de Trás-os-Montes, sem esquecer as espécies tóxicas e venenosas. O autor e especialista em Micologia dá, igualmente, a conhecer as potencialidades do aproveitamento dos cogumelos como recurso florestal, natural e renovável, susceptíveis de gerar rendimentos acrescidos aos homens da terra.

Segundo Francisco Xavier Martins, o livro “é um fruto amadurecido ao longo dos anos, que ser uma janela aberta para o mundo da Micologia”.
Além disso, constitui o primeiro registo da etnomicologia da região trasmontana na área dos usos e costumes, em que os cogumelos são citados com adágios populares, canções e receitas culinárias.


Na óptica do micólogo, “o livro não pretende ser um guia de cogumelos, mas sim uma primeira aproximação à micologia, para que o leitor se aperceba que os cogumelos são bons, não só no prato, mas também no campo medicinal”.» [Diário de Trás-os-Montes]

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