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domingo, 2 de outubro de 2016

Actas das XVIII Jornadas Culturais de Balsamão


“Actas das XVIII Jornadas Culturais de Balsamão – 2015 – Do Global ao Local: A Cultura Mirandesa” coordenadores Basileu Pires e Carlos d’Abreu

As XVIII Jornadas Culturais de Balsamão, que decorreram de 1 a 4 de Outubro de 2015, abordaram o tema “a língua e a cultura mirandesas”.

“Do Global ao Local (no âmbito de um colóquio sobre Cultura Mirandesa)”, por José Maria Silva Rosa.
“A origem da língua mirandesa: mil anos de história, cem anos de dialecto e vinte de língua”, por António Bárbolo Alves.
“O Levante do Nordeste Transmontano – a Terra de Miranda como território de transição e fronteira”, por Carlos Ferreira
“A língua mirandesa no contexto das línguas ibéricas”, por Rosa Sánchez.
“Apontamentos sobre a Origem dos Mitos (Sobretudo no mun­do ocidental)”, por Carlos Revez Inácio, Fernando Afonso Andrade Lemos e José António Silva.
“O que é a raia? Existe uma Cultura Raiana?”, por Carlos d’Abreu.
“A dança dos paus em Terras de Miranda”, por António Pinelo Tiza.
“Galandum Galundaina na divulgação da língua e cultura musical mirandesas”, por Paulo Preto.
“Fabricante de instrumentos musicais mirandeses”, por Célio José Pires.
“Duas faces pouco conhecidas de Miranda do Douro: a opção mirandesa de D. João III e a herança do período islâmico (Séc. X/XI)”, por Ernesto Albino Vaz.
“Contributo da Diáspora Genisiense em Lisboa na Divulgação da Língua e Cultura Mirandesas (Associação Nial de la Boubielha)”, por Francisco Bernardino Domingues.
“O cristão na cultura mirandesa (de ontem)”, por Basileu Pires
“Teatro popular mirandês”, por Valdemar Gonçalves.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sábado, 30 de julho de 2016

Epistolário do Abade Tavares para o Mestre Leite de Vasconcelos


“O Epistolário do Abade Tavares para o Mestre Leite de Vasconcelos (1895-1932) – Contributo para a História da Etno-Arqueologia Portuguesa” de Carlos d’Abreu

Trata-se da correspondência do Abade Tavares, com o Mestre Leite de Vasconcelos entre 1895 e 1932.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “A Linha do Vale do Sabor – Um Caminho-de-Ferro Raiano do Pocinho a Zamora” (coordenação) e “Retratos da Gente e Poética do Instante” (coordenação), fotografias de Paulo Patoleia (legendadas por 50 Autores)]

sexta-feira, 18 de março de 2016

Retratos de gente e poética do instante


“Retratos da Gente e Poética do Instante”
coordenação de Carlos d’Abreu
fotografias de Paulo Patoleia (legendadas por 50 autores)

Trata-se um livro de retratos, selecionadas pelo autor e legendados pelos autores a seguir indicados: Agostinho Marafão, Aires Antunes Diniz, Alberto Areosa, Alberto Trabulo, Alexandra Cerveira Lima, Álvaro Diz de Mazores, Ana Ester Dias, Ana Lázaro, Andreia Polido de Almeida, António Amaral Tavares, António Sá Gué, António Salvado, Arnaldo Duarte da Silva, Bruno J. Navarro, Carlos Carvalheira, Carlos Pedro, Carlos Sambade, Cristina Lobão, Emilio Rivas Calvo, Euclides Griné, Fernando Fitas, Gustavo de Sousa Duarte, Hortênsia Malta, Isabel Matos, João Mendes Rosa, João Muralha, João Rasteiro, Jorge A. Maximino, Jorge Abreu Vale, Jorge Cordeiro, Jorge Davide Sampaio, José Joaquim Saraiva, José Mário Leite, José Paulo Francisco, José Pedro Branquinho, José Ribeiro, Lois Ladra, Lúcia Morais, Luís Branquinho, Luís Carvalho, Manuel Daniel, María Jesús Sánchez Villasante, Maria Santa Saraiva, Nazaré de Sant’Ana, Odete Comenda, Patrícia Lindner Costa, Paula Machado, Pedro Daniel, Román H. Rodríguez, Tomasa Borja

Paulo Augusto Patoleia nasceu em 1959, na Açoreira, estudou em Torre de Moncorvo, onde fez o curso geral de Administração e Comércio. Rumou ao estrangeiro em 1982. Viveu em França, Suiça e Alemanha onde esteve ligado à pintura e escultura. Voltou a Portugal em 1987 e criou no Felgar, aldeia do Concelho de Torre de Moncorvo, um atelier para artistas plásticos, promovendo com regularidade intercâmbios culturais, com artistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente com a cidade de Mainz, Alemanha, e onde passaram nomes como: Betina Dosch, Inca Stole, António Ferro.
Dedicou-se à fotografia a partir de 2004, na categoria retratos, dedicação essa que culminou  em Fevereiro de 2009 com uma exposição intitulada «Rostos Transmontanos», em Torre de Moncorvo. Em setembro do mesmo ano a exposição rumou a Lisboa, estando patente no museu da Republica e Resistência. No ano seguinte esteve no festival de Arte de Vanguarda e Morille-Salamanca, seguindo-se uma tournée pelas Beiras e Trás-os-Montes, mais concretamente nos municípios de Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Guarda, Mêda e Foz Côa.

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[também disponível do autor o título: “Rostos Transmontanos”]

segunda-feira, 14 de março de 2016

Leandro Vale em movimento (2.º acto: amigos nos camarins


“Leandro Vale em movimento (2.º acto: amigos nos camarins)”
coordenação de Carlos d’Abreu
colaboração de Fernando Fitas e 60 outros amigos

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terça-feira, 28 de julho de 2015

A Linha do Vale do Sabor


“A Linha do Vale do Sabor – Um Caminho-de-Ferro Raiano do Pocinho a Zamora”
coordenação Carlos d’Abreu

«Este livro surge da decisão de trazermos ao “lado republicano” da Península Ibérica, o “PAN – Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda”, que este ano terá a sua 13.ª edição consecutiva em Morille (Salamanca) e a 1.ª em Carviçais (Torre de Moncorvo). Facto só possível, graças de à sua organização se haver agregado o nosso conterrâneo e antigo condiscípulo do Liceu de Moncorvo, António Manuel Lopes, Oficial Superior do Exército Português na reserva e agora Editor, para além de Escritor com o pseudónimo de António Sá Gué. Sem ele, não teria sido possível abalançarmo-nos nesta aventura. Juntos congregámos esforços e vontades, reunimos amigos, conterrâneos e também três autarcas – o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, o Alcalde do Ayuntamiento de Morille e o Presidente da Junta de Freguesia de Carviçais.
Será talvez despeciendo referir o programa do mencionado festival, porque este livro será durante a sua realização publicamente apresentado, tanto em Morille como em Carviçais. Contudo sempre diremos que, paralelamente, teremos várias exposições e outras colaborações, nomeadamente: uma exposição que pretende contar o passado, o presente e o futuro, que para ela queremos; duas exposições de fotografia, uma sobre a ferrovia em geral e outra relativa à sua obra-de-arte mais famosa, a ponte do Pocinho; um vídeo relativo à última viagem sobre carris; uma exposição de pintura a aguarela de temática ferroviária; um diaporama de fotografias antigas; um recital poético-ferroviário e animação musical.


Sendo Carviçais atravessada por um caminho-de-ferro – a Linha do Vale do Sabor –, fácil foi achar o mote para a secção do Património do PAN de 2015. Além do mais as questões ferroviárias, mormente raianas, são tema de nosso especial agrado e às quais vimos dedicando parte da nossa investigação, a maioria dela em parceria com o nosso velho amigo Emilio Rivas Calvo.
Bastar-nos-iam (talvez) os nossos trabalhos publicados em actas de congressos ou revistas de ciência e cultura, para agenciar material suficiente que desse corpo a um livro. Não obstante, preferimos fazer dele um trabalho colectivo, que incluísse colegas de outras áreas científicas. Mas não ficámos por aí, abrimo-lo também aos ficcionistas, aos poetas e aos artistas, pois o Caminho-de-Ferro, desde que começou a ser inaugurado, passou a ser tema transversal à sociedade, por ser símbolo de Progresso, em Portugal e no resto do Mundo.
Consequentemente, trouxemos para este livro, não só os éditos que nos pareceram mais elucidativos e andavam dispersos, como a participação original de vários Amigos, em todas essas áreas.
Quando se começou a aproximar a passagem do centenário da inauguração ao público da sua primeira secção – do Pocinho a Carviçais (1911-2011) –, o assunto foi tema para algumas das nossas intervenções na Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo, lembrando nelas a necessidade de prepararmos condignamente essa efeméride, até para chamar a atenção do seu estado de completo abandono e necessidade da sua recuperação e reactivação, pois ele continua hoje, assim como no século XIX, a ser imprescindível ao desenvolvimento desta Região. Desgraçadamente, os mercenários do Poder Autárquico de então, nada queriam com o que pudesse beliscar os interesses dos amos e, a efeméride passou em branco.
Mas chegou agora o momento, não já a tempo de lembrarmos o centenário, mas de comemorarmos o 104.º aniversário (da primeira inauguração) e o 34.º do seu abandono (enquanto transportadora de passageiros).


É este livro dedicado, como atrás tiveram oportunidade de verificar, a muita gente, pois o Caminho-de-Ferro, este e todos os outros, é e será, Obra de muitos e de sucessivas gerações.
Dedicámo-lo em jeito de homenagem póstuma, a todos aqueles que sonharam um Caminho-de-Ferro para a Região, os que o idealizaram, os que o projectaram e os que o construíram (sob condições tão difíceis nesta áspera orografia). Mas nessa homenagem tivemos de incluir dois conterrâneos e Amigos, para tristeza nossa: Amadeu Ferreira, o grande obreiro da Língua Mirandesa – que a morte já não permitiu que nele participasse apesar de ainda convidado – e Leandro Vale, o director do Teatro em Movimento, que levou esse género artístico, durante 40 anos, aos locais mais recônditos do NE português. Mas este, ainda teve oportunidade de connosco rever uma sua peça, na qual chama a atenção para o declínio da ferrovia na nossa Região.
Nesta homenagem, não esquecemos os que ainda hoje acreditam na viabilidade da sua reconstrução, reabertura, conclusão até Miranda do Douro e sua continuação até Zamora – por ter sido essa a ideia inicial de quem foi incumbido de o projectar – para se conectar ao AVE (Comboio de Alta Velocidade), que dentro em breve passará por essa cidade do Baixo Douro.


Será correcto lembrar que, estando a freguesia de Carviçais indelevelmente ligada à Linha do Vale do Sabor, quando os inimigos da Região venderam a um sucateiro correlegionário (todos eles hoje a contas com a Justiça), os carris e demais material ferrífero, os carviçaleiros juntaram-se e compraram o depósito metálico elevado de abastecimento de àgua às locomotivas, junto da estação – a anunciá-la aos passageiros com CARVIÇAIS em grandes letras – hoje o único vestígio deste caminho-de-ferro, para além dos imóveis degradados.
É este um livro completamente integrado na cultura da região onde se insere esta Freguesia, porquanto contém textos nas três Línguas: a Portuguesa, a Castelhana e a Mirandesa, que o mesmo será dizer, na Leonesa Ocidental.
Resta-nos agradecer a todos que nele colaboraram, incluindo os colegas da organização do PAN, não olvidando uma referência, à freixenista Odete Comenda e à loiseira Paula Machado, representantes da associação CARAVA Ibérica de Cooperação, por todo o apoio moral e material a este projecto, bem como, na fase final, ao jovem quinteiro-quebradense Carlos Manuel Ferreira.» Carlos d’Abreu, Prefácio

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