terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Contos bravios


“Contos Bravios” de Bento Acácio Pinheiro

Bento Acácio Pinheiro «nasceu em 24.11.1915, em Vila Pouca de Aguiar. Licenciou se em Ciências Jurídicas pela Universidade de Coimbra. Seguiu a magistratura, tendo sido magistrado do ministério público e judicial, em Angola e Moçambique, funções em cujo desempenho mereceu dois convites: um para Secretário Geral de Angola que recusou por discordância política e outro que aceitou, para consultor jurídico e advogado de algumas das maiores empresas de Angola, como a Diamang, Banco de Angola e Companhia Angolana de Agricultura (que era na altura a maior produtora mundial de cafés), para além de outras. Em 1973 regressou ao Continente, por motivos de saúde. Imediatamente a seguir ao 25 de Abril de 1974 foi nomeado Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, dado que ele residia em Soutelinho do Monte, perto de Pedras Salgadas, do concelho em que nasceu.» in i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coordenado por Barroso da Fonte

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor o título: “Histórias de Adão e de Eva”]

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Metafísica e teologia da origem em Teixeira de Pascoaes


“Princípio e Manifestação – Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes” de Paulo Borges, volume I e II

«A presente obra procura interpretar e pensar, na obra de Teixeira de Pascoaes, a metafísica mitopoética da Origem, enquanto a-racional metamorfose do absoluto no processo teo-onto-cosmo-antropogónico, pela sempiterna potência de diferenciação que há em si, originalmente pensada como Verbo-Ilusão-Saudade.
A Saudade, genesíaca dis-tenção do imanifestado entre a integridade absoluta e o devir outro, assume aqui um sentido inédito, não reconhecido pela hermenêutica existente.
Numa dupla heterodoxia, Pascoaes demanda um outro sentido da manifestação criadora, que vê como autotransgressão do absoluto na coincidência do exceder-se e degradar-se, do afirmar-se e negar-se, do permanecer o mesmo e devir outro, sendo a ilusão do que não é o absoluto e sobretudo a i-lusão, o jogo ou ficção (auto)criadora e (auto)renovadora do próprio absoluto.
Pensador planetário e universal, Pascoaes recria as mais fundas interrogações humanas, promove o diálogo entre Ocidente e Oriente e pontifica como momento axial da vertente metafisica do pensamento português comtemporâneo, que procede de Domingos Tarroso, Cunha Seixas, Antero de Quental, Sampaio Bruno, Guerra Junqueiro e prossegue em Leonardo Coimbra, Fernando Pessoa, Raul Leal, José Marinho, Eudoro de Sousa e Agostinho da Silva.». In Editorial

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[da obra completa disponível de Teixeira de Pascoaes, temos os seguintes títulos: "Arte de Ser Português", "Marânus", "São Jerónimo e a Trovoada", "O Bailado", "A Beira (num relâmpago) / Duplo Passeio”, "Belo / À Minha Alma / Sempre / Terra Proibida", "Ensaios de Exegese Literária e Vária Escrita", "Livro de Memórias", "Londres. Cantos Indecisos. Cânticos", "Napoleão", "Para A Luz / Vida Éterea / Elegias / O Doido e a Morte", "O Penitente (Camilo Castelo Branco)", "O Pobre Tolo – prosa e poesia", "São Paulo", "Senhora da Noite / Verbo Escuro", "As Sombras / À Ventura / Jesus e Pã", "D. Carlos – Drama em verso", "Anjos e Fantasmas (textos e imagens)", "Jesus Cristo em Lisboa" com Raul Brandão. Ainda o álbum "Desenhos" Teixeira de Pascoaes, "Cartas a Teixeira de Pascoaes" de Albert Vigoleis Thelen, "Fotobiografia Teixeira de Pascoaes" de António Mega Ferreira, “O essencial sobre Teixeira de Pascoaes” de Maria das Graças Moreira de Sá, "Teixeira de Pascoaes e Espanha / Epistolário Espanhol Teixeira Pascoaes" de Lurdes Cameirão, “Trinta Anos de Dispersos sobre Teixeira de Pascoaes” de António Cândido Franco; “Cartas para a Casa de Pascoaes” de Mário Cesariny]

domingo, 7 de fevereiro de 2016

"Carne e Flores" por Xi-Coração & Calhau - prova de vinho & poesia


“Carne e Flores”
por Xi-Coração & Calhau
[prova de vinho & poesia]
dia 11 de Fevereiro de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Para todas as espécies de fome e de azia! Prova do vinho XI-CORAÇÃO, branco e tinto a gosto. Tragos poéticos com sabor a pele, amizade e amor. Traga poemas. Seus ou d'outros. Sem lamentação e lamechice! Falta amar a humanidade. Nunca se viu coisa assim! Como sempre, na cave.

To all kinds of hunger and heartburn! Tasting of the wine XI-CORAÇÃO, white and red as you please. Poetic gulps flavoured with skin, friendship and love. Bring poems. Yours or another's. No lamentation and soppiness! To love humanity is needed. Never seen before! As always, at the basement.


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- Janeiro e Fevereiro de 2016: “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 13 de Fevereiro de 2016 (sábado), das 15h00 às 00h00: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas na 9.ª edição do VRUM – Vila Real Urban Market, no Teatro Municipal de Vila Real;
- dia 20 de Fevereiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: apresentação do livro “Neste Cais, Para Sempre” de Ernesto Salgado Areias, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 21 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 12 de Março de 2016, pelas 12h30: entrega do Prémio Antón Risco, no restaurante Pingallo, Ourense, Galiza;
- dia 13 de Março de 2016, pelas 15h00: Encontro Livreiro da Galiza, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza;
- dia 23 de Abril de 2016 (sábado): comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...

sábado, 6 de fevereiro de 2016

vrum - especial namorados


A Traga-Mundos irá participar com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no 9.º VRUM – Urban Market de Vila Real, no dia 13 de Fevereiro de 2016, sábado, das 15h00 às 00h00, no Teatro Municipal de Vila Real.

«9ªedição do VRUM especial namorados
No próximo dia 13 de Fevereiro das 15h às 00h contamos com todos vocês no Teatro de Vila Real (entrada livre) para mais uma edição de Mercado Urbano, onde poderás encontrar artigos únicos e originais ou encontrar um presente diferente para oferecer a alguém especial
Contamos contigo!!!»

[recordamos que a Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real participa no VRUM desde a primeira edição. obrigado!]

 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

entrudo | entroido

 

car@s amig@s
informamos que a Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro estará aberta nos próximos dias 6 (sábado), 7 (domingo de entrudo), 8 (segunda-feira) e 9 (feriado de ENTRUDO), no seu horário habitual: das 10h00 às 20h00.
obrigado!

desejamos festejos foliões no Norte de Portugal: em Podence, Lazarim, Santulhão, Pitões das Júnias, e na Galiza: Verín, Laza, Xinzo de Limia, etc – por aqui, visitem também Atendinã da Merced em Verín, a A Arca da Noé em Vilar de Santos, a livraria Aira das Letras em Allariz...



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Morte no Estádio


“Morte No Estádio” de Francisco José Viegas

Um futebolista famoso, ponta-de-lança do F.C. Porto, é assassinado num bar irlandês em plena Foz. O detective Jaime Ramos, da Polícia Judiciária do Porto, é encarregado das investigações, e a ele se junta Filipe Castanheira, vindo de um exílio voluntário nos Açores, onde se dedicou aos pequenos crimes insulares. As averiguações envolvem Alexandra Soares, mulher do futebolista; Susana, mulher de um outro futebolista e amante do morto; Serafim de Morais e Silva, amante de Susana; e outros personagens que evocam as relações sombrias e obscuras do mundo do futebol. Todo o livro é ilustrado com a paixão de Jaime Ramos e de Filipe pela comida; a paixão de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda; e a complexa teia de paixões que envolve todos os personagens — na verdade, o futebol é um mundo restrito e simbólico que acaba por dar sentido à falta de sentida da vida: o estádio, as negociatas, os dirigentes, as ligações sentimentais e profissionais. No final, o crime é desvendado, mas aos investigadores, afinal, isso pouco importa — de tal modo se dão conta de si próprios cercados pela melancolia das suas vidas.



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Um Céu Demasiado Azul”, “Longe de Manaus”, “Dicionário de Coisas Práticas”, “Liberal à Moda Antiga”]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A Arte dos Frescos em Vila Real


“A Arte dos Frescos em Vila Real” de Eugénio Cavalheiro

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “Igreja de Santiago da Adeganha” de Eugénio Cavalheiro, “Os Frescos da S.ra da Teixeira” de Eugénio Cavalheiro, “A Igreja Matriz de Torre de Moncorvo” de Eugénio Cavalheiro e Nelson Rebanda; “Murça – Património Artístico” de Marcelino Augusto e Roger Teixeira Lopes; “Roteiro Arqueológico e Artístico do Concelho de Vila Real”, “Archeological and Artitic Guide to the Vila Real District”, “O Castro de S. Bento (Concelho de Vila Real) e o Seu Ambiente Arqueológico”, “O Cruzeiros da Diocese de Vila Real”; “As ‘Alminhas’ na Diocese de Vila Real” de João Parente]

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Xi-Coração, douro reserva tinto 2012


XI~CORAÇÃO 2012 is a blend of:
♥ 40% Touriga Franca
♥ 40% Tinta Barroca
♥ 20% Tinta Roriz
The 2012 Vintage
2012 was a comparatively dry year. Winter was cold and dry, with rainfall and temperatures falling well below averages from the previous 40 years. Luckily, the main March and April rains were able to restore the soil water reserves to allow the adequate development of the vineyard. A very dry summer ensued, up until September when rain allowed grapes to reach a maturity which had been delayed by the summer dryness. This resulted in a delayed harvest (ten days late) and complete phenolic maturity, with exceptional grape concentration. Average yield for this vintage was 34 hL/ha (4,5 t/ha).
Vinification
The best blocks were identified before the harvest through grape sampling and tasting, and this method was equally used to determine harvest dates. The harvest took place from the 6th to the 10th October 2012, with an initial screening for the finest grapes during hand-picking. A second manual selection occurred on the sorting table at the Mateus winery. After de-stemming and a light crushing, the must was fermented in stainless steel tanks under controlled temperature (24-26 °C). Some tanks underwent an initial 4-day cold maceration before the start of fermentation.The extraction of polyphenols (colour and tannin) by pumping over and delestage was carefully controlled by the winemaker. Maceration times varied according to the potential of each wine lot. We also had 11-20 days of maceration before pressing in a pneumatic press. Daily tastings helped determine the optimum balance of tannins, acidity and alcohol. The malolactic fermentation occurred in stainless steel tanks and, after racking, the wine was kept in vats for 10 months, ageing on lees. After a light fining and filtration, the wine was bottled in September 2013.
The XI~CORAÇÃO 2012 production was 16,000 bottles (75 cl), making it an exclusive wine.
Analysis
♥ Alcohol: 14.73% vol.
♥ Total acidity: 4.5 g/L (tartaric acid)
♥ pH: 3.81
♥ Residual sugar: 2.4 g/L
♥ Volatile acidity: 0.6 g/L (acetic acid)
♥ Free SO2: 30 mg/L (SO2)
♥ Total SO2: 85 mg/L (SO2)
Tasting Notes
Colour: XI~CORAÇÃO 2012 has a purple colour.
Nose: Aromas of berries like blueberries and blackcurrants, with notes of chocolate, spices and tobacco leaf.
Taste: The mouth is intense and well-rounded, giving way to firm and well-matured tannins, forecasting an excellent bottle ageing. The finish is long, with red berries and spices.
We decided to omit wood, to better reveal the complexity of flavours of our different grapes.
XI~CORAÇÃO 2012 was classified Reserva by the Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (the institution that regulates Douro demarcation).
Serving Suggestion
This young wine expresses its full character now. If cellared for 5 to 8 years, however, it will acquire its full potential of nobility.
A temperature of around 16 °C (a cooling period of 20-30 min. in the fridge) will tame the exuberance of this wine. Decanting 30 minutes before serving is also highly recommended. A light deposit may appear with time, but this in no way affects the quality of the wine.
Pairings
♥ Portuguese specialties such as feijoada and tripas.
♥ Beef cuts such as rump and sirloin.
♥ Game in stews such as wild boar or hare, or roasted such as pigeon or woodcock.
♥ Blue cheese such as Roquefort or Stilton.
♥ Charcuterie and tapas.
♥ Chocolate-based desserts.

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

traga_poesia: imagem fevereiro 16

desenho de Fernando Barros, fevereiro 2016

A partir de Novembro de 2015 até Outubro de 2016, irá estar exposta na livraria Traga-mundos uma imagem diferente cada mês.
Desafiamos os transmontanos a escrever um poema sobre essa imagem ao longo dos meses.

Este desafio foi criado pelo grupo Traga-Artes (secção artística da livraria Traga-Mundos) que é responsável pela criação das imagens (pintura, desenho, fotografia, etc) e que pretende fomentar o gosto pela escrita aliada à imagem.
Os vencedores são conhecidos em Novembro de 2016 e haverá muitas surpresas.
Regulamento:
•         Escrever um poema (no máximo 3) sobre a imagem exposta na livraria Traga-Mundos, que pode também ser vista na página https://www.facebook.com/Traga-Mundos-livros-e-vinhos-coisas-e-loisas-do-Douro-245452008819998 e em www.traga-mundos.blogspot.com.
•         O tema é livre, mas tem de se relacionar de alguma forma com a “imagem de inspiração”.
•         O desafio destina-se a pessoas naturais da zona de Trás-os-Montes ou que residam na mesma.
•         O poema deve ser impresso  em folha A4 devendo cingir-se apenas a uma página, e a sua formatação é livre.
· O participante deve entregar até ao último dia de cada mês o poema (juntamente com os dados necessários à sua inscrição) na livraria Traga-Mundos ou enviar para o endereço de email: traga.mundos1@gmail.com .
· Dados para a inscrição do participante: Nome, idade, telefone, e-mail, título do(s) seu(s) poema(s).


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- Janeiro e Fevereiro de 2016: “Tons de Vermelho” por Greeny, exposição de pintura, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 13 de Fevereiro de 2016 (sábado), das 15h00 às 00h00: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas na 9.ª edição do VRUM – Vila Real Urban Market, no Teatro Municipal de Vila Real;
- dia 20 de Fevereiro de 2016 (sábado), pelas 21h00: apresentação do livro “Neste Cais, Para Sempre” de Ernesto Salgado Areias, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 21 de Fevereiro de 2016 (domingo), pelas 15h00: V Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar;
- dia 13 de Março de 2016, pelas 15h00: Encontro Livreiro da Galiza, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza;
- dia 23 de Abril de 2016 (sábado): comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, muito mais...

domingo, 31 de janeiro de 2016

ervas aromáticas


ervas aromáticas
das artes da cooperativa Rupestris

ideal para: cheirar | comer | beber | ferver | temperar | cuidar | repelir | decorar

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sábado, 30 de janeiro de 2016

Passo a passo, tiro a tiro - médico e caçador


“Passo a Passo, Tiro a Tiro” de Ângelo Sequeira

«Trata-se da primeira obra editada pela mil@ editores (Prosas e Tradições, Lda.) e é da autoria do Dr. Ângelo Maria Cardoso Sequeira, ilustre médico ginecologista e exímio caçador.

Começou a caçar ainda adolescente, com o seu pai, irmãos e primos. As suas histórias de caça, os episódios pitorescos relatados numa linguagem acessível, divertida e fundamentalmente humana, fazem deste livro um autêntico "oásis" para os caçadores (e não só), permitindo-lhes até esquecer a escassez de caça, nos nossos dias.
Uma obra a não perder.» Gualter Furtado, blog Santo Huberto

«Trata-se de uma obra de leitura obrigatória pela forma genuína como um Médico e Caçador nascido em Trás-os-Montes descreve a sua paixão pela caça.

É importante que relatos como este sejam publicados, para que os mais novos e a nossa sociedade compreendem que a caça quando praticada com amizade, amor pelos nossos companheiros cães, respeito pelas espécies cinegéticas e meio ambiente, é uma arte nobre e que vale a pena viver.

O Dr. Ângelo Sequeira tem hoje uma das maiores Bibliotecas de Cinegética do País e atrevo-me a dizer do Mundo, o que diz bem da forma como viveu e vive a Caça.

Obrigado pois, por mais este contributo para a defesa da Caça.» Gualter Furtado, blog Santo Huberto

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[também disponível do autor o título: “Toneco”]

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Miguel Torga - poeta pintor


“Miguel Torga – O Poeta Pintor” de Maria Fernanda do Amaral Soares

" [...] Neste seu ensaio, Maria Fernanda Soares quis pontuar a sua reflexão em 6 etapas a partir de 12 poemas de Miguel Torga, privilegiando a dimensão telúrica da obra como um grito (mas também um suspiro, uma exclamação ou uma prece) saídos das entranhas mais fundas do ser poético de Miguel Torga,
Por aqui perpassa ao mundo, as estações do ano, as etapas com que a natureza vai vestindo ou despindo a paisagem. Perpassam pintores – Falcão Trigoso, Frederico, Aires, Silva Porto, Emílio de Paula Campos, José Malhoa, Raimundo Machado da Luz, António Melo – recantos da nossa terra em gestos e afectos de quem trabalha a (nossa) terra - a vindima, o gesto do semeador, a terra lavrada, a seara, o quadro outonal, a planura do Alentejo, a serra transmontana, o bosque, o ninho –, momentos únicos de cor e de luz, de uma alvorada em que o contorno do vida começa a despontar ou de um entardecer que a embala e adormece.
Não caiu a autora na tentação de apenas aproximar a superfície (estilística) dos poemas da mera textura plástica de telas famosas, de tão-só procurar similitudes que se exprimem na superfície de um desenho, de uma forma, de uma matéria ou de uma cor. O seu desejo foi tocar a sintonia de sensibilidades e de emoções que a natureza acorda em almas destinadas a olhar e a ver o mundo por dentro. Na imagem captada pelo pintor como na expressão sensível com que o poeta a diz se ultrapassa pois a coisa vista, o mero e aparente espectáculo do mundo que se oferece a um olhar que vê ou a uma mão que escreve: aqui, é o próprio mundo que, no tangível ou no intangível da vida, na exuberância ou na tristeza, na sensualidade ou na nostalgia, está fenomenologicamente perante nós, tão pudico e frágil quanto palpitante de desejo.
E é neste diálogo das musas, neste cruzamento de duas formas de escrever o mundo, de o fixar em representação que o tornam tão perene e tão único na essência do que foi quanto mutável e múltiplo na substância do que é – que cada um de nós se atreve a inscrever-se (como se sujeito dele fosse), emprestando-lhe o nosso próprio engenho e emoção, a nossa própria história carregada de todas as (nossas próprias) palavras e imagens em busca de sentidos. Palavras e imagens livres, talvez se calhar até resistentes ao sentido, não por ausência mas por excesso. Hieróglifos espirituais que não se oferecem a uma qualquer (insensível ou mecânica) explicação ou decifração.

Miguel Torga, o poeta pintor é um ensaio feito com a inteligência do coração. Cuidadosamente escrito e composto, nele a autora encontra não um Torga solitário e ensimesmado, mas um Torga aberto ao mundo e sensível à beleza e à força de uma natureza de que se sente irmão. Um Torga que se encanta e se emociona, que vibra e respira ao ritmo da vibração e da respiração do mundo.[...]» Cristina Robalo Cordeiro, em apresentação

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recordamos que temos o compromisso de sempre disponibilizar a obra completa de Miguel Torga: poesias, diários, teatro, contos, romance, ensaios e discursos; também os títulos “Dar Mundos Ao Coração – Estudos sobre Miguel Torga” organização de Carlos Mendes de Sousa, “Miguel Torga – o simbolismo do espaço telúrico e humanista nos Contos” de Vítor José Gomes Lousada, “A Obrigação, a Devoção e a Maceração (O Diário de Miguel Torga)” e “O essencial sobre Miguel Torga”de Isabel Vaz Ponce de Leão; “Miguel Torga – A Força das Raízes (Um itinerário transmontano)” e “Dois Homens num só Rosto – Temas Torguianos” de M. Hercília Agarez, “Uma longa viagem com Miguel Torga” de João Céu e Silva, “Miguel Torga: O Lavrador das Letras – Um Percurso Partilhado” de Cristovão de Aguiar, “A Viagem de Miguel Torga” de Isabel Maria Fidalgo Mateus, “Miguel Torga – o drama de existir” de Armindo Augusto, “Ser e Ler Miguel Torga” de Fernão de Magalhães Gonçalves; também os álbuns de Graça Morais (“Um Reino Maravilhoso”) e de José Manuel Rodrigues (“Portugal”); “O meu primeiro Miguel Torga” escreveu João Pedro Mésseder, Inês Oliveira ilustrou; “Entre Quem É! – Tradições de Trás-os-Montes e Alto Douro no Diário de Miguel Torga” e “Negrilho – Homenagem a Miguel Torga” de Maria da Assunção Anes Morais; “Miguel Torga – O Simbolismo do Espaço Telúrico e Humanista nos Contos” e “Viajar com... Miguel Torga” de Vítor José Gomes Lousada; “Miguel Torga e a Pide – A Repressão e os Escritores no Estado Novo” de Renato Nunes; “Casticismo em Unamuno e Torga” de Carlos Carranca]

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

revista Colégio Campos Monteiro


Revista “Colégio Campos Monteiro – Espaço de Cultura e Memória”

«A revista é dedicada a temas culturais, histórico-patrimoniais e sociais de Torre de Moncorvo e da Região, nela participando as pessoas que entenderem dever contribuir para a disseminação do que, meritoriamente, deve ser do conhecimento público. Com esta componente, pretende-se divulgar textos de nível técnico-científico com reconhecido interesse geral, sendo exigíveis critérios de
publicação de nível académico reconhecido.
Outra área de intervenção pretende versar, por imperativo relacionado com a história dos muitos jovens que passaram pelo Colégio Campos Monteiro, ou que mantiveram ou ainda se envolvem no espaço social da Vila e da Região, vivências pessoais e colectivas, no sentido de rememorar momentos de fraternidade, e divulgar aspectos lúdicos e noticiosos que, manifestamente,
despertem curiosidade.» In: Editorial

Autores que participam: Adelaide Moreira, Alberto Areosa, Álvaro Leonardo Teixeira, Ana Amália Horta, António César Mota, António Júlio Andrade, António Manuel Monteiro, António Sá Gué, Arnaldo Silva, Aurélio Ferreira, Branca Neto Parra, Carlos d’Abreu, Carlos Carvalheira, Carlos Prada de Oliveira, Carlos Sambade, Celeste Castro, César Rodrigues, Conceição Salgado, Cristina Den Ouden Salgado, Emilio Rivas Calvo, Júlia Barros Guarda Ribeiro, Júlio Filipe Seixas da Rocha, Manuel Serapicos, Maria Barroca Gil Lopes, Maria Otília Pereira Lage, Paulo Patoleia, Ramiro Manuel Salgado, Virgílio Monteiro, Zelda Simões.

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[também disponível o título: Revista Colégio Campos Monteiro – “Ensino e República”, Outubro 2010]


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

(Trans)Figurações do Eu em Camilo Castelo Branco


“As (Trans)Figurações do Eu nos Romances de Camilo Castelo Branco (1850-1870)” de David Frier

«Centrando a sua interpretação da obra camiliana em nove romances publicados entre 1850 e 1870 — Anátema, Onde Está a Felicidade?, Um Homem de Brios, Carlota Ângela, Amor de Perdição, O Romance de um Homem Rico, Amor de Salvação, A Queda de um Anjo e O Retrato de Ricardina —, o autor do presente estudo procura demonstrar que Camilo, sendo um sentimental, que partilha com muitas das maiores figuras da literatura moderna uma preocupação profunda pelas questões de desempenho e identidade pessoais, no entanto, não a exterioriza de um modo que os leitores modernos possam reconhecer facilmente, nos seus romances, a sua própria experiência de vida, preferindo sacrificar essa perspectiva ao desenvolvimento da intriga. Não obstante, o ensaio pretende também mostrar, intencional e claramente, que os reptos com que as criações ficcionais camilianas se defrontam prefiguram, de certo modo, o processo de projecção externa que viria a ser mais explicitamente desenvolvido por Fernando Pessoa.
David Frier é professor na Universidade de Leeds, no Reino Unido.». In Editorial


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os títulos: “Amor de Perdição”, “O Regicida”, “O Demónio do Ouro”, “Livro Negro de Padre Dinis”, “Livro de Consolação”, “Memórias do Cárcere”, “O Regicida”, “Theatro (Patologia do Casamento, O Morgado de Fafe em Lisboa, O Condenado)”, “O Vinho do Porto – Processo de uma Bestialidade Inglesa”, “A Queda Dum Anjo”, “Novelas do Minho – Um Retrato de Portugal”, “Mistérios de Lisboa” Vol. I, II e III, “A Vingança”, “Maria Moisés”, “O Bem e o Mal” fixação do texto por Manuel Celestino Martins Neves; “Eu, Camilo” de António Trabulo, “O Penitente (Camilo Castelo Branco)” de Teixeira de Pascoaes, “A Guerrilha Literária: Eça de Queiroz / Camilo Castelo Branco” de A. Campos Matos, “Ana, a Lúcida (1831-1895) – Biografia de Ana Plácido – a mulher fatal de Camilo” de Maria Amélia Campos, “Camilo – Génio e Figura” de Agustina Bessa-Luís, “Camilo – Quando Jovem Escritor” de Francisco Martins; “Camilo Castelo Branco por Terras de Barroso e Outros Lugares” de Bento da Cruz, “O essencial sobre Camilo” de João Bigotte Chorão, “Viajar com... Camilo Castelo Branco” de Aníbal Pinto de Cstro e José Manuel de Oliveira, “Chamo-me... Camilo Castelo Branco” de Sara Figueiredo Costa, ilustração de Alexandra Agostinho, “Memórias Fotobiográficas (1825-1890)” e “Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho; “A Freira No Subterrâneo” com o português de Camilo Castelo Branco]


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

testemunho: de uma visita...

«Um pedaço ENORME de Trás-os-Montes

Tragamundos - Livros e Vinhos, Coisas e Loisas do Douro

UM REINO MARAVILHOSO

Ali em Vila Real, se descermos da igreja de São Pedro para a rua Miguel Bombarda, guiados e, com certeza, aconselhados, bem aconselhados, pelo santo pescador, descobrimos a TRAGAMUNDOS - LIVROS E VINHOS, COISAS E LOISAS DO DOURO, espreitando para o Corgo e alongando o olhar sobre a Universidade. 

Logo num primeiro reparo adivinhamos tratar-se dum espaço muito especial. A carta de visita no exterior chama-nos a atenção e aguça-nos a curiosidade. Uma loja de artesanato!? Uma livraria!? A montra apresentasse-nos replecta de livros, salpicada de artesanato e produtos regionais. Uma livraria, fundamentalmente, deduz-se. Deduz-se e acerta-se. A grande missão do espaço são os livros. São os livros sim, mas não quaisquer livros, percebe-se num olhar mais atento. Livros especiais, muito especiais, livros sobre Trás-os-Montes e Alto Douro ou autores da região. Mas as amostras de artesanato e productos regionais fazem também nascer água na boca. 

O impulso é irresistível! É, de facto. Passem, olhem e depois digam alguma coisa. Pois é, entraram, eu sei que sim! Entraram e, irresistivelmente, como que atraídos por um íman, pousaram os olhos numa mesa redonda logo à entrada. E lá estava o Padre Fontes na capa de um livro com os seus conjuros.

Não, os livros não estão arrumadinhos numa estante, onde mal se veem, nem tão pouco apilhados em lotes certinhos, nada apelativos, numa mesa sisuda. Estão ali naquela mesinha, misturados, enganadoramente desarrumados, uns debaixo dos outros, mas todos eles espreitando pelo canto do olho, aguçando-nos o apetite. E, de repente, descobrimos um Bento da Cruz. Pegamos-lhe, damos uma vista d´olhos e já a vista embateu num A. M. Pires Cabral. E, sem dar por ela, tropeçou até mesmo no “Vidas ilegais sem pecado”, vejam só.

Claro, folhearam o “Língua-Charra” com algumas dezenas de milhar de regionalismos e deliciaram-se. Já estou a imaginar: - Olha, “arrebunhar”! Na minha terra “tamém” se diz assim! Pois é, tudo ali nos faz mergulhar neste saboroso saudosismo transmontano-duriense!
Desconfio que, com um livrinho na mão para comprar, estenderam o olhar pela livraria e…, ops…, ali estava o tal REINO MARAVILHOSO que Torga tão bem descreveu! Sim, é verdade, olha-se e sente-se no ar o cheiro desse “nunca acabar de terra grossa, fragosa, bravia”. E lá estão as fragas e os penedos que por aquelas bandas falam. E ali falam com a rudez e sem a rudez, mas sempre com beleza, a beleza ímpar da terra grossa, fragosa e bravia, em forma de livros. Em forma de livros de e sobre transmontanos e Trás-os-Montes, durienses e o Douro.
Pois, eu sei, estavam ainda entalados entre os penedios falantes que vos absorviam a atenção e já o olhar arrebatado se escapulia, espalhando-se pelo artesanato…, e pelo azeite…, e pelos licores…, e pelo mel…, e pelas compotas…, e pelos vinhos…! Enfim, rios dessa saborosa rudeza que fariam ougar e encher de inveja o próprio Douro, e o Tua, e o Corgo, e o Tâmega!
Mas os vinhos! Oh (!), os vinhos…! Alguns, velhos como a Pedra Bolideira! As garrafas aparecem-nos ilusoriamente forradas a teias de aranha e envelhecidas de cento e tal anos. Sim, não me recordo exactamente, mas pode-se encontrar ali néctar dos Deuses com mais de cem anos, sim, cem, não é lapso. O preço!? Bom, o preço tem a ver com o ano da producção! Imaginem, mil oitocentos e qualquer coisinha! Eu, bem…, eu fiquei-me pela vontade.

E a desvendar-nos todo este nunca acabar de pedaços das terras de aquém Douro, o António Alberto Alves, anfitrião empenhado na arte de bem receber que um dia resolveu regressar às origens e dedicar-se à promoção desta terra e das suas gentes, criando a TRAGA – MUNDOS, VINHOS E LIVROS, COISAS E LOISAS DO DOURO. O gosto pelo que faz percebe-se à medida que vai falando de cada livro enquanto dissemina o saboroso néctar dos vinhos e dos licores no nosso imaginário ougante ou nos conta uma deliciosa estória acerca da produção de uma compota ou de uma peça de artesanato! Com a Traga-Mundos, organiza tertúlias, apresentação de livros, encontros de poesia, exposições e percorre as feiras literárias, levando o tal Reino Maravilhoso por aí fora, mesmo até à Galiza.

Pois é, estamos a sair e, olhando de soslaio por cima do ombro, já nos dá vontade de reentrar, tentados por mais um vinho que nos ficou atravancado, e pelo “Vidas ilegais sem pecado” que, afinal, nos apetece descobrir!

Bem haja, António! Bem haja, TRAGA-MUNDOS, LIVROS E VINHOS, COISAS E LOISAS DO DOURO, um nunca mais acabar do Reino Maravilhoso!»

Venâncio Gonçalves

domingo, 24 de janeiro de 2016

O Menino Invisível


“O Menino Invisível” texto Paulo Pontes, ilustração Joana de Rosa

Esta é a história de um menino invisível, muito feliz, até ao dia em que a sua amiga lhe quis ver o rosto.
Mas afinal...
Se queres saber o que aconteceu terás que ler toda a história.

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[também disponível o título: “A Pedra Mágica” ilustração de Joana de Rosa]


sábado, 23 de janeiro de 2016

Abade de Baçal - vida e obra


“Abade de Baçal – Vida e Obra” de Adérito Branco

«Reitor de Baçal, Antigo Vereador da Câmara Municipal de Bragança, Antigo Vogal à Junta Geral do Distrito do mesmo nome, Sócio da Associação dos Arqueólogos Portugueses, da Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos, do Instituto de Coimbra, da Academia das Ciências de Lisboa, do Instituto Etnológico da Beira, do Instituto Histórico do Minho, Presidente Honorário do Instituto Científico-Literário de Trás os Montes, Comendador da Antiga, Nobilíssima e Esclarecida Ordem de S. Tiago do Mérito Científico, Literário e Artístico, em atenção às suas qualidades de escritor reveladas na obra "Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança", distinguido pelo Clero Bragançano com a oferta dum cálix de valor artístico, com uma pena de ouro e um tinteiro no mesmo metal de alto valor artístico por oferta do Distrito de Bragança em reconhecimento dos seus trabalhos de investigação histórica em prol do mesmo, pedaço de asno se acredita que estas honrarias douram a sua muita ignorância, e ainda, ultimamente, Director-Conservador do Museu Regional de Bragança.» “Memórias arqueológicas-históricas do distrito de Bragança” (1909-1947), volume 5
 

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[também disponível o título: “A vida e a obra do Abade de Baçal em banda desenhada” textos e desenhos de José Rodrigues (Da Fonte)]

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Homenagem a António Cabral


A Traga-Mundos foi convidada a participar com uma banca de livros do autor, na sessão de homenagem a António Cabral, organizada pela Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal de Vila Real, pelo seu 4.º aniversário, incluindo a leitura de poemas pelo actor Fernando Soares, dia 27 de Janeiro de 2016, quinta-feira, pelas 21h00, no Centro Cultural de Vila Real.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O Douro Português, de Paradela a S. João da Foz


“O Douro Português – De Paradela a S. João da Foz, com passagem pela nascente” de Inácio Nuno Pignatelli, fotografias Fernando Ventura de Sousa

«Assiste-se nos livros de Inácio Pignatelli sobre o Douro a um constante diálogo entre dois seres que se amam, se respeitam e se completam. Porque, como diz Mestre Júlio Resende, em entrevista neste livro, o «Douro é um ser que respira. Que reflecte uma espécie de sentimento humano em tal dinâmica, que transmite o alegre e o trágico, a inocência e o presságio. Espelho do céu e do inferno. O seu trajecto iria impor uma enorme determinação vencendo obstáculos sem fim aos quais, afinal, o homem, respondeu num esforço hercúleo, para a sua sobrevivência». E são cerca de novecentos quilómetros desde o mistério do nascer entre meia dúzia de pedrinhas, no meio de uma pocinha de areia húmida, entre tufos de musgo, como uma pequena e tosca cruz de ferro a assinalar o lugar.» Júlio Couto, prefácio

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