sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Mariana Coelho - uma educadora feminista luso-brasileira


“Mariana Coelho – Uma Educadora Feminista Luso-Brasileira” de Aires Antunes Diniz

(…) sobre a feminista, escritora e educadora Mariana Teixeira Coelho, nascida em Sabrosa, distrito de Vila Real, emigrante no Brasil onde se destacou no envolvimento com os movimentos feministas e é considerada como uma das maiores figuras mundiais ligadas a afirmação do feminismo e da emancipação da mulher.

Mariana Coelho nasceu em 1857 em Sabrosa, falecendo em Curitiba no Brasil em 29 de Novembro de 1954. Deixou um largo espólio cultural em livros, muitos artigos escritos e palestras proferidas, cuja tónica foi sempre dedicada aos ideais feministas. Os seus trabalhos serviram para muitas teses universitárias ligadas a sociologia e á educação, nomeadamente no Brasil. O seu primeiro livro “ A evolução do feminismo: subsídios para a sua história” data de 1933 e na altura foi considerada a bíblia das liberdades e direitos da mulher.

(…) do escritor moçambicano [Aires Antunes Diniz], radicado em Portugal. É professor aposentado e economista, publicou já vários livros de cariz socioeconómico possuindo um trajeto relevante na área académica, sindical, cultural, social e na imprensa regional e nacional.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

(re)cantos d'amar morto - poesia


“(Re)cantos d’Amar Morto” de Pedro Castelhano

Carpe diem
quando não temos terra comum
e o piano é um regato húmido e sonoro
atravessando a noite à procura da madrugada.

Carpe diem
enquanto vou cortando as veias da alegria
nas últimas horas do dia
e alinho pedras à procura que naveguem.

Pedro Castelhano (pseudónimo de Rogério Rodrigues) é natural do concelho de Torre de Moncorvo, distrito de Bragança. Jornalista no Diário de Lisboa, O Jornal, Público, Sábado (1ª série), Lusa (Projectos Especiais),Visão. Fundador e director do semanário GrandAmadora, director-adjunto de A Capital. Foi colaborador do Rádio Clube Português. Publicou o Livro de Visitas (poesia), A outra face da morte (novela). Primeiro Prémio da Associação 25 de Abril com a reportagem 25 de Abril, dez anos depois. Autor dos textos de cinco biografias para a RTP: Salazar, Marcelo Caetano, Sá Carneiro, Mário Soares, Álvaro Cunhal. Autor do texto do documentário Gente do Norte (com vários prémios internacionais) do realizador Leonel Brito. Autor da reportagem para a RTP (programa Grande Reportagem), Macau, 40 anos depois. Autor do texto da Encomendação das Almas (RTP), Guerra Junqueiro (RTP).

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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

erva-peixeira


erva-peixeira – mentha cervina

peixes | molhos | saladas | queijos

das artes da cooperativa Rupestris

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[também disponível tomilho-limão, tomilho bela-luz, oregão-dourado, segurelha, tomilho, lúcia-lima]

terça-feira, 18 de outubro de 2016

O essencial sobre Teixeira de Pascoaes


“O essencial sobre Teixeira de Pascoaes” de Maria das Graças Moreira de Sá

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[da obra completa disponível de Teixeira de Pascoaes, temos os seguintes títulos: "Arte de Ser Português", "Marânus", "São Jerónimo e a Trovoada", "O Bailado", "A Beira (num relâmpago) / Duplo Passeio”, "Belo / À Minha Alma / Sempre / Terra Proibida", "Ensaios de Exegese Literária e Vária Escrita", "Livro de Memórias", "Londres. Cantos Indecisos. Cânticos", "Napoleão", "Para A Luz / Vida Éterea / Elegias / O Doido e a Morte", "O Penitente (Camilo Castelo Branco)", "O Pobre Tolo – prosa e poesia", "São Paulo", "Senhora da Noite / Verbo Escuro", “D. Carlos – drama em verso”, "As Sombras / À Ventura / Jesus e Pã", "Anjos e Fantasmas (textos e imagens)", "Jesus Cristo em Lisboa" com Raul Brandão. Ainda o álbum "Desenhos" Teixeira de Pascoaes, "Cartas a Teixeira de Pascoaes" de Albert Vigoleis Thelen, "Fotobiografia Teixeira de Pascoaes" de António Mega Ferreira, “Trinta Anos de Dispersos sobre Teixeira de Pascoaes” de António Cândido Franco; “Cartas para a Casa de Pascoaes” de Mário Cesariny; “Princípio e Manifestação – Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes” de Paulo Borges, volume I e II; “Teixeira de Pascoaes e Espanha” de Lurdes Cameirão e “Epistolário Espanhol de Teixeira de Pascoaes (Cartas de intelectuais espanhóis a Teixeira de Pascoaes” de Lurdes Cameirão, 2 volumes; “O Messianismo de Teixeira de Pascoaes e a Educação dos Portugueses” de Manuel Ferreira Patrício]

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O cónego - o nordeste transmontano


“O Cónego” de A. M. Pires Cabral

«NESSA NOITE, ANTES DE DORMIR, e como o sono me fizesse negaças, reflecti um pouco sobre o ponto em que me encontrava. A impressão que tinha era a de que estava como um cego abandonado sem cão e sem bengala num lugar desconhecido.
Na verdade, sentia-me cada vez mais incapaz de atingir a verdade. As contradições entre testemunhos eram tão numerosas e em pontos tão decisivos, as interpretações dos mesmos factos pelos diferentes informadores tão díspares, que parecia que estavam a contar histórias diferentes sobre personagens diferentes. A verdade tornava-se assim um desiderato remoto, cada vez mais difícil de alcançar.
Para piorar as coisas, às vezes sentia que se instalava em mim uma progressiva aversão pela história do Cónego. Que ele tinha marcado a vida de muita gente, isso tinha, incluindo a de todos aqueles com quem eu conversara já e certamente a de muitos mais. De que maneira a marcara, conseguia eu ir descortinando nos testemunhos que me iam dando dele, nas próprias inflexões da voz — amistosa ou subtilmente hostil — com que falavam. Mas valeria a pena ir além disso? Que me importava a mim, afinal, que o Cónego tivesse sido um santo ou um pecador, um sonhador ou um oportunista, um liberal ou um unhas-de-fome? Que tivesse sido generoso ou egoísta, sincero ou hipócrita, um homem notável pelas virtudes ou um canalha da pior espécie? Um sábio ou um ignorante? Um cínico ou um ingénuo? Claro que sentia o apelo da classe a influenciar-me os juízos: o Cónego era um dos meus. E o padre Agostinho, cuja versão exaltava as virtudes do Cónego e silenciava (ou relativizava) os defeitos, também era um dos meus. Mas sentia igualmente que não podia nem devia permitir que um preconceito corporativo me obstruísse com pedregulhos inamovíveis o caminho para a verdade.
Mas o que de facto me apetecia era pôr uma pedra definitiva sobre o assunto. Simplesmente era tarde. Envolvera-me de tal maneira que as próprias pessoas continuariam a carrear para mim, fragmento a fragmento, as suas versões da história, mesmo sem eu lho pedir. Achava-me condenado, como um grilheta, a continuar a fossar naquele húmus malsão. Ou, como um Sísifo esgrouviado, a rolar incessantemente monte acima um calhau que cada novo testemunho fazia recuar até ao sopé.»

Um jovem padre começa a sua vida a paroquiar uma pequena aldeia no nordeste trasmontano, onde está ainda muito viva a memória de um certo Cónego - espécie de figura tutelar e personagem controversa, que logo atrai a sua curiosidade: anjo ou demónio? Apostado em reconstituir a figura do Cónego, recolhe, na sua busca da verdade, os testemunhos mais desencontrados, entre os quais procura penosamente abrir caminho. A obra O Cónego é um romance compósito, por vezes com laivos de policial, outras vezes de picaresco, ora comovente, ora divertido. 
A. M. Pires Cabral - não enjeitando embora a herança de Camilo Castelo Branco, Aquilino Ribeiro e Agustina Bessa-Luís - pretende sobretudo nesta obra contar uma história de forma desenvolta, à sua maneira muito pessoal, e ao mesmo tempo recriar o ambiente rural nordestino nas primeiras décadas do século passado.

«Como com os bons livros ocorre várias são as portas de acesso a "O Cónego", o mais recente romance de A. M. Pires Cabral. [...] Nunca conheceremos o cónego, pela mesma razão por que nunca ninguém nos conhecerá a nós, pois nunca ninguém conhece ninguém.» Osvaldo Silvestre, Público

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[também disponível do autor os seguintes títulos: “A Loba e o Rouxinol” (romance); “O Diabo Veio Ao Enterro”, “O Porco de Erimanto”, “Os Anjos Nús” e "A Navalha de Palaçoulo" (contos); “Como Se Boch Tivesse Enlouquecido”, O Livro dos Lugares e outros Poemas”, “Que Comboio É Este”, “Arado”, “Antes Que O Rio Seque”, “Cobra-D’Água”, “Gaveta do Fundo” e “A Noite Em Que A Noite Ardeu” (poesia); “Trocas e Baldrocas ou com a natureza não se brinca” com ilustrações de Paulo Araújo (infanto-juvenil); “Língua Charra – Regionalismos de Trás-os-Montes e Alto Douro” Volume I – A-E, 568 p. e Volume II – F-Z, 606 p.; “Páginas de Caça na Literatura de Trás-os-Montes” (selecção de textos e organização, antologia); “Aqui e Agora Assumir o Nordeste” (antologia) selecção e organização de Isabel Alves e Hercília Agarez; “As Águas do Douro” coordenação Gaspar Martins Pereira; “Telhados de Vidro” n.º 3, n.º 6, n.º 9, n.º 11, n.º 18, n.º 20, n.º 21; “Guerra Junqueiro: A Musa Dual” (antologia) introdução, selecção de textos e organização de A.M. Pires Cabral]

sábado, 15 de outubro de 2016

Uma década - retrato da semana, 1991 - 1999


“Uma Década – retrato da semana, 1991 – 1999” de António Barreto

«À primeira vista, a década terá exibido mudanças políticas importantes. É uma ilusão. As mudanças de pessoal político foram totais, sem incidentes, o que bem mostra o clima de estabilidade. Mas as mudanças de política foram mínimas, o que eventualmente revela o mesmo clima. Ou então demonstra outra coisa, bem mais importante: a política já não governa as sociedades.» Do Prefácio

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[também disponível do autor os seguintes títulos: “Anos Difíceis”, "Novos Retratos do Meu País", "Tempo de Mudança", “Sem Emenda”, "Tempo de Incerteza"; "Fotografias", "Douro - Rio, Gente e Vinho"]

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Memórias da Foto Brasil, Vila Real


“Memórias da Foto Brasil”
(com 69 fotografias)
Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 22)

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[também disponível da colecção os seguintes títulos: “Nos 50 anos da televisão em Portugal – quando tudo começou” de António Barreto, “A Avenida da Marius”, “Ciclismo em Vila Real – memória fotográfica”, “Cargaleiro – obra gravada”, “Vila Real vista do céu – oito décadas de fotografia aérea”, “Memórias do Bairro de Santa Margarida”, “Memórias dos Bombeiros Voluntários – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”, “António Narciso Alves Correia – a fotografia em Vila Real na década de 1870” de Elísio Amaral Neves, “Vila Real pela objectiva de Filipe Borges Júnior”, “Construtores de Instrumentos Musicais de Trás-os-Montes e Alto Douro” e “Fez-se Mais Curto o Caminho entre o Marão e Espinho” de Elísio Amaral Neves, “Liceu Velho, Liceu Novo”, “Biodiversidade de Vila Real – Uma abordagem fotográfica”, “Vila Real pela objectiva de Filinto Monteiro”, “Vila Real – Nos 40 Anos do 25 de Abril”, “Circuito de Vila Real – o início”, "Biodiversidade de Vila Real – Nova abordagem fotográfica", “Desenho de Natureza e Desenho Científico”, "Rua Central – Memória Fotográfica", "Querida Maria – Postais da Primeira Grande Guerra" de Aires Torres, “Vila Real pela objectiva de José Aguilar”]

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Espelda, vinho tino seco, douro


Espelda, vinho tinto seco, Douro doc 2012

Espelda, um vinho que se afirma pela sua robustez Duriense, tem como berço as vinhas da Família Nogueira, que se estendem do Douro Superior ao Baixo Corgo. Repleto de castas exuberantes, como a Touriga Nacional, Touriga Franca, Aragonês e a Tinta Barroca, encontra no Xisto o segredo para a sua criação como néctar sublime, que se sublinha ser ambientalmente sustentável dado o Programa de Produção Integrada implementado.
Espelda, colhido à mão, vinifica em temperatura controlada, de forma a evidenciar aromas florais e frutados provenientes das castas.
Com maceração pós fermentativa, Espelda mostra a sua complexidade e elegância, com toque a frutos maduros e quentes, de cor carregada, macio, persistente, num conjunto balanceado por uma boa acidez.
Evoca, ardentemente, todo o esplendor do vigoroso Douro, que o viu nascer.

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[também disponível: Espelda reserva tinto 2011]


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Ruas e gentes de Lisboa quinhentista


“Ruas e Gentes na Lisboa Quinhentista” de António Borges Coelho

Lisboa respirava por tortuosos vão de ruelas, becos e travessas que nos adros se humanizavam e abriam. A matriz mediterrânica-mourisca descia do morro velho, radicava-se no plaino da Baixa, subia para São Francisco, a Trindade, São Roque, Santa Catarina.
Havia becos sem nome e ruas com nomes vários como várias as bocas e as horas. Nos nomes ficaram registadas a flora - Rua da Amendoeira, da Oliveira, da Figueira, das Parreiras; os ofícios - Caldeiraria, Ferrarias Velhas e Novas, Correiaria, Tinturaria; o morador rico ou poderoso - Rua dos Martinis, de Dom Gil Eanes, do Conde da Vidigueira, do Barão; e até a América e a África se inculcavam na Rua do Peru ou do Mocambo.
A cada passo nos confrontamos com o muro da cerca, o arco, a cruz, a porta, a torre velha ou nova, os moinhos de vento, os fornos, as atafonas, o outeiro, a laje, os canos, a ponte, a regueira, as varandas, os corredouros ou passadiços.
Pronunciamos nomes antigos, não só para deleite das orelhas, mas para «tocar» com o som uma velha humanidade portuguesa que prolongamos com os nossos gestos e as nossas vozes.

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[também disponível do autor os títulos: “Raízes da Expansão Portuguesa”, “O Tempo e os Homens – Questionar a História – III”, "História de Portugal I - Donde Viemos", "História de Portugal II - Portugal Medievo", "História de Portugal III - Largada das Naus", "Clérigos, Mercadores, «Judeus» e Fidalgos", "Cristãos-Novos Judeus e os Novos Argonautas", "Política, Dinheiro e Fé", “A Revolução de 1383”, "A Morte do Inquisidor-Geral", "O Vice-Rei D. João de Castro"; “Tempo de Lacraus”]


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Nuobas fábulas mirandesas


“Nuobas Fábulas Mirandesas i Cuontas Sacadas de la Bida” de Faustino Antão

«Faustino Anton ye talbeç l mais perdutibo de ls nuobos scritores mirandeses. Spertando pa la scrita cumo aluno de ls cursos de la Associaçon de Lhéngua Mirandesa, an Lisboua, Faustino Anton trai arriba la sue lhéngua, yá muitá amarfanhada, cula fuorça daqueilhes manadeiros an que l’auga sal a gargalhon, a eilha benindo agarradas cantigas de las antranhas de la tierra, neste causo de las funduras de l tiempo an que fui pastor por tierras de Miranda, ne ls anhos 50 i 60 de l seclo XX. Faustino Anton ye un de ls repersentantes dua amportante tendéncia de la lhiteratura mirandesa atual: la necidade de ajustar cuontas cul tiempo de silenço que anhos madraços le amponírun, la necidade de cuntar, na purmeira pessona i nó pula boca de outros, sue stória i la de ls sous, de resgatar ua bida, un tiempo i ua giente que fúrun zupiados cumo l puolo de ls caminos. Esta lhiteratura ben agora a dezir: essa ye ua giente nobre i nós somos sous filhos, giente que comiu l pan que l diabro amassou, mas que mos deixou ua lhéngua i uns balores de que tenemos proua i que stamos a cuntinar.» Amadeu Ferreira Director da Colecção An Mirandés

Faustino Ramos Anton naciu l 25 de Júlio de 1949, an Zenízio, cunceilho de Miranda de l Douro. Eiqui fizo la scuola purmária i bibiu até als 16 anhos, de todo fazendo na lhida de l campo, zde buieiro a pastor i lhabrador. Cun 16 anhos eimigrou, a salto, para Oubiedo, Stúrias, Spanha, adonde fizo de pinche nua presa i de lhagareiro nun lhagar de sidra. Als 17 anhos fui de beluntairo pa la marina. A trabalhar, fizo l curso cumplementar de ls liceus i hoije ye funcionairo público na Scuola Secundaira de Corroios, Seixal. Habendo deixado de poder falar la sue lhéngua, a eilha tornou i daprendiu a screbi-la hai pouco tiempo, nunca mais parando. Hoije ten testos spalhados por bárias publicaçones i blogues, an special ne l Jornal Nordeste (Bragança) i an http://frolesmirandesas.blogspot.com

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[também disponível os seguintes títulos an mirandés - alguns bilingues: "Antre Monas i Sbolácios" Adelaide Monteiro, "Camino de la Cándena" Alcides Meirinhos, "Ua Antologie - Poeta Mirandés" Fernando de Castro Branco, “Tiempo de Las Cereijas” de SãoSendin, "L Ancuontro" Valter Deusdado, "L Bózio de Las Raízes" Rosa Maria Fernandes Martins, "L Mais Alto Cantar de Salomon" bersion de Fracisco Niebro, "L Pastor Que Se Metiu de Marineiro" Faustino Antão, "L Purmeiro Libro de Bersos" Fonso Roixo, "L Segundo Libro de Bersos" Fonso Roixo, "La Paixarina Azul i Outras Cuontas" Bina Cangueiro, "Ls Bersos de Jantonho" José António Esteves, "Lucrécia Cunta-mos Como Era" Alcina Pires, "Nuobas Fábulas Mirandesas i Cuontas Sacadas de la Bida" Faustino Antão, "Tortulhas - Cuontas Deste Mundo i de l Outro" Alfredo Cameirão; “Mensaige” de Fernando Pessoa, puosta na mirandés por Fracisco Niebro; “Ls Lusíadas” de Luís Vaz de Camões; “Mirandés – Stória dua lhéngua i dun pobo” e “Ls Lusíadas” banda zenhada José Ruy; “Calantriç de Nineç” de Rapç de la Rue, “La Mona L Maio” José Francisco João Fernandes; “Tra-los-Montes” de Nuno Neves; “Bózios, Retombos i Siléncios / Gritos, Ecos e Silêncios” de Adelaide Monteiro;  “L Segredo de Peinha Campana” texto Fracisco Niebro dezeinhos Sara Cangueiro, “La Bouba de La Tenerie” e “Ars Vivendim Ars Mortendi” de Fracisco Niebro; “La Mona l Maio – Cuontas de la Raia i de l Praino | A Mona de Maio – Contos da Raia e do Planalto” de José Francisco João Fernandes, traduçon / tradução Alcides Meirinhos, eilhustraçones / ilustrações Ana Afonso;  “O Medronho Ponto por Ponto – L Madronho Punto por Punto – El Madroño Punto por Punto”, texto – testo – texto Manuela Barros Ferreira, ilustração – eilhustraçon – ilustración Nádia Torres, edição trilingue: português, mirandês e castelhano; “O Lodo e as Estrelas / L Lhodo i Las Streilhas” de Telmo Ferraz, traduçion pa l mirandês Fracisco Niebro; “A Terra de Duas Línguas – II – Antologia de Autores Transmontanos” coordenação: Ernesto Rodrigues e Amadeu Ferreira]

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Derek Gripper, pássaro


PÁSSARO

ciclo de música


PÁSSARO – denomina-se assim o ciclo de música que arrancou em 2015 e que leva à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, em local singular e com lotação reduzida a 100 pessoas.

Pelo Pássaro passaram já nomes como Weyes Blood, Sean Nicholas Savage, JP Simões, Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips, emmy Curl, Jennifer Castle, Peixe, Josephine Foster, Filho da Mãe e Kimi Djabaté. 
Em locais, o Pássaro posou já no Conservatório de Música de Vila Real, Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, Biblioteca Municipal de Vila Real, Parque Corgo, Centro Cultural Regional de Vila Real, Museu da Vila Velha, Arquivo Distrital de Vila Real e Museu de Numismática e Arqueologia de Vila Real. 

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O desafio parecia intangível, mas o sul-africano Derek Gripper conseguiu transformar para sempre a abordagem à guitarra clássica.
Guitarrista clássico, de mestria técnica invejável, espírito aventureiro e apostas certeiras, Gripper adaptou as seis cordas da clássica ao vasto e rico repertório africano, de virtuosos instrumentistas como Toumani Diabaté, Ballaké Sissoko e Ali Farka Touré.
O feito colocou Gripper no cenário da música ocidental dita erudita. Conquistou público e crítica mundiais. Mais importante ainda, conquistou os próprios músicos malianos, cujas composições adaptou, tendo iniciado 2016 de forma soberda: uma residência artística e alguns concertos no Mali, a convite daquele que é talvez o nome mais respeitado da música maliana, Toumani Diabaté.

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Derek Gripper
Capela de Arroios
18h
abertura de portas 17h

Lotação limitada a 50 pessoas 

bilhetes
5€ estudantes / 7€ normal
à venda na
Traga-Mundos - livros e vinhos, coisas e loisas do Douro

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promotor 
covilhete na mão e Teatro de Vila Real

programador
covilhete na mão

coprodução
covilhete na mão e Teatro de Vila Real

parceiro deste espetáculo
Junta de Freguesia de Arroios

apoio
Câmara Municipal de Vila Real
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Greengrape
Altodouro.com
O Revelador
Transa - Cooperativa Cultural
Traga Mundos 
Universidade FM




domingo, 9 de outubro de 2016

Mercado de Artesania e Produto Local, Galiza



A livraria Traga-Mundos foi convidada para participar com uma banca de livros, e mais algumas coisas e loisas, no Mercado de Artesania e Produto Local, no dia 16 de Outubro de 2016, domingo, em Vilar de Santos, Ourense, Galiza.

«No próximo domingo, 16 de outubro vem ao Mercado de Artesania e Produto local de Vilar de Santos. Estaremos desde as 11h. Aqui está o programa:

11h00 Saida Micológica com a SGHN – Sociedade Galega de História Natural
12h00 Postos de produto local e artesania
14h00 Foliada
16h00 Jogos Tradicionais e populares
18h00 Concerto de Katya Teixeira (Brasil)

Organizam: Faragullas – forno tradicional e A Arca da Noe
Colabora: Concello de Vilar de Santos»



sábado, 8 de outubro de 2016

diálogo entre culturas, Galiza | Guiné-Bissau

Diálogo entre culturas: Galiza | Guiné-Bissau
palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves
seguido de concerto de Mamadú Baio (Guiné-Bissau)
dia 15 de Outubro de 2016, sábado, pelas 21h30
na taberna cultural A Arca da Noé, Vilar de Santos, Ourense, Galiza
  

António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 1 Setembro a 31 de Outubro de 2016: exposição “Terra” – fotografia e poesia”, uma iniciativa de Cultura Que Une [também no âmbito de “Vila Real – Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016”], na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 16 de Outubro de 2016, domingo: participação com uma banca de livros, e mais algumas coisas e loisas, no Mercado de Artesania e Produto Local,  em Vilar de Santos, Ourense, Galiza;
- dia 25 de Outubro de 2016, terça-feira, pelas 21h00: tricota_mundos, all night knitting, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 5 de Novembro de 2016, sábado: 5.º aniversário da Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real;
- de 2 a 4 de Dezembro de 2016: participação com uma banca de livros na Culturgal – Feira das Industrias Culturais da Galiza, em parceria com Cultura Que Une, no Pazo da Cultura de Pontevedra, Galiza;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Colóquio Ibérico de Estudos Rurais

A livraria Traga-Mundos foi convidada para participar com uma banca de livros, e mais algumas coisas e loisas, no XI CIER – Colóquio Ibérico de Estudos Rurais, sob o tema Desenvolvimento Inteligente e Inclusivo nos Territórios Rurais, que decorre de 13 a 15 de Outubro de 2016, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Dr. Domingos Campos, Vila Real


“Dr. Domingos Campos 1902 – 1974 História de Vida” de Maria Emília Campos

«CAMPOS, Domingos
Nasceu em Borbela, concelho de Vila Real, em 20.6.1902. Em 1927 formou- se em Medicina na Universidade de Coimbra. Instalou-se em Vila Real e aí desenvolveu um verdadeiro sacerdócio profissional. Cuidou dos pobres, dos aflitos, numa verdadeira cruzada de bem fazer e de entrega ao semelhante, como a Voz de Trás-os-Montes, de 19.6.1997 escreveu, a título póstumo a Câmara de Vila Real já reconheceu os seus méritos atribuindo lhe a medalha de ouro de Mérito Municipal e o seu nome a uma rua citadina. Deixou dois filhos, igualmente ilustres Vilarealenses: o Dr. José Campos e a Dr.a Maria Emília Campos que escreveu a biografia do Pai, em livro que foi apresentado pelo Eng.° Tomaz Rebelo do Espírito Santo, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em 20 de Junho de 1997.» In i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Os lindos braços da Júlia da farmácia


“Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia” de J. Rentes de Carvalho

Uma paixão tórrida em Sevilha; a crueldade de um filantropo inglês; o crime passional de Bebé Almeida; uma fria manhã de Paris de 1955; o afamado bordel de Madame Blanche enquadram algumas das extraordinárias histórias que compõem “Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia”, o mais recente livro de ficção de José Rentes de Carvalho.

«O que aqui interessa, porém, é o dia de Primavera de 1937 em que chega a Sevilha sob nome falso, tendo por ordem hospedar-se em determinado hotel e aguardar que lhe entreguem aí informações sobre as tropas de Franco. (…) da mulher que uma tarde entrou no bar e se sentou junto dele - Visivelmente rapariga da vida. Simpática." - nunca saberemos mais: nem a idade, o porte, nada do seu rosto. Talvez devido às circunstâncias, ou ao perigo que os rodeava - a cidade não tardaria a revoltar-se a favor dos nacionalistas e vivia-se um ambiente de catástrofe - estalou entre aquele rapaz de vinte e seis anos e a mulher incógnita uma paixão única, tão devoradora que, dentro de dias, a ele pouco sobrava do sentido da realidade. Todos os desejos da carne se lhe realizavam, mesmo os nunca sonhados; nenhuma loucura parecia impossível; abria-se-lhe, repentina, uma vastidão insuspeita de felicidade e prazer. E o passado: amigos, família, trabalho, as horas de tertúlia, o pudor da esposa, tudo isso parecia extremamente monótono e desagradável, um planeta longínquo. A guerra? Que lhe interessava a guerra?»

«Uma das melhores coisas que aconteceram à língua portuguesa. Um excecional contador de histórias.» Blitz

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Ernestina”, “O Rebate”, “Mazagran”, “La Coca”, “A Amante Holandesa”, “Com os Holandeses”, “Tempo Contado”, “Mentiras & Diamantes”, “Portugal – A Flor e a Foice”, “Montedor”, “Pó, Cinza e Recordações”, “O Meças”]

terça-feira, 4 de outubro de 2016

lã cacharela - de raça churra galega mirandesa


Lhana Cacharela

«Lhana é um projecto sediado no planalto mirandês com o intuito de proceder ao aproveitamento da lã das raças autóctones locais através da criação de diversos produtos. As meadas de lã Cacharela, são fiadas por mulheres (e um homem) locais recorrendo apenas a técnicas artesanais de processamento, sem adição de quaisquer produtos químicos (os autores de cada meada são indicados na respectiva etiqueta). Os fios são fiados com roca e fuso de tipo 2 e torcidos também no fuso ou em alternativa no torno (engenho idêntico ao uma grande roda de fiar usado na região). A lã usada nestas meadas é maioritariamente procedente de animais de raça Churra Galega Mirandesa.
Para além das cores naturais, o fio Cacharela está também disponível em alguns tons tingidos. O tipo de pigmento é indicado individualmente em cada meada.

Apresentação: meada de ±100g.
Torcida: dois fios.
Composição: 100% lã.
Agulhas: 5-6mm.

100% portuguese wool yarn by project Lhana. Hand spun and hand plied in Trás-os-Montes (Portugal) from the wool of Churra Galega Mirandesa sheep.
Weight: chunky
Unit weight: ±100g
Needle size: 5-6mm / US 10
Fibers: 100% wool
Texture: 2 ply» [Retrosaria Rosa Pomar]

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Jaime Ramos, o detective português


“Um Céu Demasiado Azul” de Francisco José Viegas

«Em Um Céu Demasiado Azul, Jaime Ramos, o protagonista dos livros de Francisco José Viegas, investiga a morte de João Alves Lopes, ex-militante de um partido de esquerda em Portugal que envereda por uma carreira bem-sucedida no mundo da publicidade, e cujo corpo é encontrado no seu próprio carro. A investigação, realizada com a colaboração de Filipe Castanheira, aponta para Amélia Lobo Correia, uma stripper que vai de cidade em cidade, uma estudante de filosofia que não conseguiu concluir o curso.
A investigação (que arrasta Jaime Ramos até Cuba e ao México) mergulha no passado e reconstitui uma história de amores não correspondidos, traições, solidão, vontades interrompidas e sonhos desfeitos. Porém, por detrás deste crime e desta mulher, cruzam-se os destinos que arrastam consigo a memória de paixões nunca resolvidas nem consumadas, num Portugal medíocre, novo-rico e hipócrita. É uma história de coincidências e de azar, que leva Ramos e Castanheira a procurar não o autor de um homicídio, mas os sinais do desaparecimento, do abandono, da mentira, da vingança e da solidão.»

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[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “O Mar Em Casablanca”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Metade da Vida”, “Se Me Comovesse o Amor”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

domingo, 2 de outubro de 2016

Actas das XVIII Jornadas Culturais de Balsamão


“Actas das XVIII Jornadas Culturais de Balsamão – 2015 – Do Global ao Local: A Cultura Mirandesa” coordenadores Basileu Pires e Carlos d’Abreu

As XVIII Jornadas Culturais de Balsamão, que decorreram de 1 a 4 de Outubro de 2015, abordaram o tema “a língua e a cultura mirandesas”.

“Do Global ao Local (no âmbito de um colóquio sobre Cultura Mirandesa)”, por José Maria Silva Rosa.
“A origem da língua mirandesa: mil anos de história, cem anos de dialecto e vinte de língua”, por António Bárbolo Alves.
“O Levante do Nordeste Transmontano – a Terra de Miranda como território de transição e fronteira”, por Carlos Ferreira
“A língua mirandesa no contexto das línguas ibéricas”, por Rosa Sánchez.
“Apontamentos sobre a Origem dos Mitos (Sobretudo no mun­do ocidental)”, por Carlos Revez Inácio, Fernando Afonso Andrade Lemos e José António Silva.
“O que é a raia? Existe uma Cultura Raiana?”, por Carlos d’Abreu.
“A dança dos paus em Terras de Miranda”, por António Pinelo Tiza.
“Galandum Galundaina na divulgação da língua e cultura musical mirandesas”, por Paulo Preto.
“Fabricante de instrumentos musicais mirandeses”, por Célio José Pires.
“Duas faces pouco conhecidas de Miranda do Douro: a opção mirandesa de D. João III e a herança do período islâmico (Séc. X/XI)”, por Ernesto Albino Vaz.
“Contributo da Diáspora Genisiense em Lisboa na Divulgação da Língua e Cultura Mirandesas (Associação Nial de la Boubielha)”, por Francisco Bernardino Domingues.
“O cristão na cultura mirandesa (de ontem)”, por Basileu Pires
“Teatro popular mirandês”, por Valdemar Gonçalves.

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