domingo, 17 de fevereiro de 2019

Narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976


dia 23 de Fevereiro de 2019, pelas 21h00
conversa à volta do livro “Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão” de Daniela Costa
[narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976]
na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

O livro "Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão" será o pretexto para uma conversa sobre o Padre Max e a estudante Maria de Lurdes e o que semearam em Vila Real. Iremos juntar a autora, pessoas que conheceram os protagonistas que deram origem às personagens do romance, interessados em conhecer mais a fundo esta história e todos os que queiram vir por bem! E trazer um amigo também!
"Não vos mataram, semearam-vos!"


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Próximos eventos:
- Fevereiro e Março de 2019: “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 22 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “José Gomes de Carvalho, o Sargento Fantasma do RI 13” pela autora Ana Paula Fortuna, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, das 9h30 às 13h30: oficina de tricot – meias, tricota_mundos, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, pelas 21h00: conversa à volta do livro “Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão” de Daniela Costa, [narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976], na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Março de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #14, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]
- dia 8 de Março de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: “mão na adília – venha dizer poemas no dia da mulher!” por Calhau – colectivo de poetas, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2019 haverá mais, sempre muito mais...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

O Sargento fantasma do RI 18


dia 22 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00
apresentação do livro “José Gomes de Carvalho, o Sargento Fantasma do RI 13”
pela autora Ana Paula Fortuna
na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

O livro “José Gomes de Carvalho, o Sargento Fantasma do RI 13” é uma homenagem da autora ao seu avô, um herói da Grande Guerra, esquecido por todos aqueles que tinham o dever de o recordar.
A família, que sempre o amou, manteve a memória dos seus feitos, agora transposta para estas singelas páginas que talvez lhe façam um pouco de justiça.
A história militar deste herói foi reconstituída por Ana Paula Fortuna, numa investigação que começou há dezoito anos e que deu corpo a este livro que mistura a memória privada com os acontecimentos históricos.
A autora pretende com este livro que nunca mais o nome do seu avô, nascido em Lordelo, Vila Real, seja apagado da história dos heróis da Grande Guerra.
Os mortos em combate merecem, indiscutivelmente, o respeito de todos. Os sobreviventes feitos prisioneiros, depois de uma luta heroica, desigual e injusta, não o merecem menos. O livro “José Gomes de Carvalho, o Sargento Fantasma do RI 13” é uma homenagem da autora ao seu avô, um herói da Grande Guerra, esquecido por todos aqueles que tinham o dever de o recordar.
A família, que sempre o amou, manteve a memória dos seus feitos, agora transposta para estas singelas páginas que talvez lhe façam um pouco de justiça.
A história militar deste herói foi reconstituída por Ana Paula Fortuna, numa investigação que começou há dezoito anos e que deu corpo a este livro que mistura a memória privada com os acontecimentos históricos.
A autora pretende com este livro que nunca mais o nome do seu avô, nascido em Lordelo, Vila Real, seja apagado da história dos heróis da Grande Guerra.
Os mortos em combate merecem, indiscutivelmente, o respeito de todos. Os sobreviventes feitos prisioneiros, depois de uma luta heróica, desigual e injusta, não o merecem menos.

Ana Paula Carvalho Tarroso Gomes Fortuna nasceu em Braga, em 27 de agosto de 1961.
Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas - variante Português-Francês, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Mestre em Ensino de Português no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário e de Espanhol nos Ensinos Básico e Secundário, pela UTAD
Professora de Português, Francês e Espanhol na Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco de Vila Real
Está representada com contos, crónicas, ensaios e poesia em vários livros, revistas e jornais.
Apresentou palestras e conferências, sobre temáticas artístico-literárias.
Prefaciou, fez a revisão e apresentou vários livros.

  
António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Próximos eventos:
- Fevereiro e Março de 2019: “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 22 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “José Gomes de Carvalho, o Sargento Fantasma do RI 13” pela autora Ana Paula Fortuna, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, das 9h30 às 13h30: oficina de tricot – meias, tricota_mundos, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, pelas 21h00: conversa à volta do livro “Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão” de Daniela Costa, [narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976], na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Março de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #14, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]
- dia 8 de Março de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: “mão na adília – venha dizer poemas no dia da mulher!” por Calhau – colectivo de poetas, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2019 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Palavras Ditas - homenagem a António Cabral


dia 16 de Fevereiro de 2019, sábado, pelas 21h00
tertúlia poética “Palavras Ditas – homenagem a poetas da terra”
por José António Castelo Branco
na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

Para quem me conhece, ao fazer esta Instalação Poética, na estrada da Alma Até á POESIA ,o objectivo é apresentar aos meus AMIGOS, presentes e de ocasião como de um cálice de porto, servido com palavras ditas e sentidas, num espaço que frequento com SIMPATIA como sopas de letras a Livraria TRAGA-Mundos, na pessoa de seu proprietário o A.A.A. (para os amigos Tobé). Faremos os presentes homenagem singela aos poetas da nossa Bila que já partiram para o reino do SONHO. Serão eles os nomeados Dr. António Cabral poeta e dramaturgo de que interpretei vários textos seus poéticos e Dramáticos, pessoa com que privei nestas coisas de cultura, sendo ele o meu mentor a ensinar-me a gostar de Poesia e dizê-la em espaços Públicos de espectáculos ao que se promoviam espontaneamente (neste mesmo local) em qualquer Escola ou espaço Cívico, direi alguns com o sentimento que me apraz senti-las como um rio de leito adormecido que é o Douro. Outro vulto contista e Poeta Dr. Vaz de Carvalho (que por cedência simpática da sua filha Manuela) veio-me parar um poema de que gosto muito Como Dizer! e assim ao longo desta caminhada, também homenagearei minha esposa e companheira Manuela (Nela para os amigos mais próximos) mulher de uma vida a olhar com ternura por mim POETA MARGINAL....

Dizia meu Trisavô (Camilo Castelo Branco) no seu auge da juventude rebelde e de Valdevinos no século passado passando por esta Bila pacata( com alguns dissabores) de que "um homem sem amor, sem amigos, sem poetas sem família, sem dinheiro e sem religião ou é ateu ou judeu, é um morto sem túmulo. Pois é eu tenho também a Minha sina de que para se ser desgraçado basta ser poeta Marginal e ter pão e ter quem nos ouça dizes POESIA como conforto para a Alma! E esta instalação é isso mesmo o Despertar da Leitura e da poesia e aqui deixo uma escrita de dedicada a seu filho JORGE, o doudo!

Soneto sobre a loucura do seu filho Jorge

Constantemente vejo o meu filho amado.
Na escuridão, onde fulgura
A estática pupila da loucura.
Sinistra luz dum cérebro cansado.
Nas rugas do seu rosto macerado,
transpira a cruciantissima tortura
que escureceu na pobre alma tão pura...
Talento, inspiração...
tudo até poesia, tudo ficou apagado!
Meu triste filho, passas vagabundo,
por sobre um grande
Mar, rio, calmo, profundo, sem bússola,
sem norte e sem farol!
Nem gozo nem paixão te altera a vida!
Eu choro sem remédio a luz perdida...
Bem mais feliz és tu, que vês o SOL todos os dias.

Camilo era assim e já se aproximava a sua cegueira acelerada. Neste texto que vos evoco sem pretensão é um simples fazedor de sonhos.... que é o Palco da VIDA: simples como sou vos agradeço, compartilhar estes momentos bons da escrita para vocês " mas os artistas e poetas das mais diversas áreas eu no Teatro (actor) libertam energias que dão ritmo ás coisas, aos sonhos ás comunidades e a força anímica das Palavras, ajudam um povo. Compete a nós, portanto, não deixar morrer a leitura e a POESIA com momentos como estes elegermos os nossos POETAS da nossa terra. Bem haja a Traga-Mundos a oportunidade que nos dá de fazer o espaço de Fabrica de PALAVRAS e Sonhos ...Um dito poeta marginal SIEMPRE ao dispor de Vossas Senhorias: JCB@

António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Próximos eventos:
- Fevereiro e Março de 2019: “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 22 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “José Gomes de Carvalho, o Sargento Fantasma do RI 13” pela autora Ana Paula Fortuna, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, das 9h30 às 13h30: oficina de tricot – meias, tricota_mundos, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, pelas 21h00: conversa à volta do livro “Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão” de Daniela Costa, [narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976], na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Março de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #14, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]
- dia 8 de Março de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: “mão na adília – venha dizer poemas no dia da mulher!” por Calhau – colectivo de poetas, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2019 haverá mais, sempre muito mais...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Á descoberta do Alto Douro Vinhateiro



“Um Trio à Descoberta no Alto Douro Vinhateiro” de Luísa Teixeira, ilustrações: Miguel Serra

Francisco, Marco e Maria, três crianças curiosas, originárias de uma pacata aldeia localizada na região do Alto Douro Vinhateiro, aldeia apelidada de Póvoa, reúnem-se em busca de aspetos culturais e históricos da sua região.

Na companhia do Sr. Chico Sabichão, Sr. Sapiente, vivem a maior aventura das suas vidas ao descobrirem dois objetos mágicos que lhes permitem regressar ao passado.
Mas nem tudo corre como eles planeavam… diversos obstáculos surgem ao longo desta aventura… Como é que eles irão regressar a casa?

Que segredos descobrem e que os pode privar da sua liberdade?

Luísa Teixeira nasceu em 1983, na vila de Alijó. Passou a sua infância e adolescência na aldeia vinhateira Póvoa do Douro. Após concluir o ensino secundário, ingressou na Força Aérea Portuguesa, onde prestou serviço durante 6 anos e meio. Foi louvada e condecorada com a medalha de Comportamento exemplar, Grau Cobre. Licenciada em Antropologia e Mestre em Arqueologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Pós-graduada em Criminologia, em Antropologia Biológica e Forense e em Ciências Forenses, Investigação Criminal e Comportamento Desviante. Participou em diversas escavações arqueológicas.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também da autora os seguintes títulos: “Abrigos Com Pinturas Rupestres de Trás-os-Montes e Alto Douro: Pala Pinta, Pena Róias e Cachão da Rapa”, "Um Trio à Descoberta no Alto Douro Vinhateiro - Lugares Com História", "Os Trilhos Ferroviários do Douro", "A Escola da Árvore Sagrada"]

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Inauguração de exposição de fotografia: vinho, azeite e música



dia 8 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00
inauguração de “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga
com uma degustação de vinho e azeite da Quinta da Fonte do Milho e momento musical com Margarida Ribeiro (fagote e canto), Eva Ribeiro (violino) e Helena Loureiro (piano)
na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;


Se é a luz que tem a primazia ou é a sombra…
discussões se alongariam sobre este dueto:
na cultura ocidental é venerada a primeira,
no oriente é sublimada a segunda.
O escuro representa a solidez e a segurança,
a luz é etérea e intangível, mas
a sombra, essa, é a assunção da volubilidade
da imagem que retemos dos corpos,
porque nos demonstra como os ângulos de luz
são implacáveis para com eles.

É nessa sensibilidade que dançam
as imagens iluminadas de Provesende.
Os volumes exclusivamente nascidos da criação humana
– não existe aqui a paisagem natural –
submetem-se à espera do fugaz momento
em que a caprichosa luz se derrame
num preciso ângulo, intensidade ou cadência.
 
Trata-se da luz perante a qual todos os valores resvalam:
o paradigmático pelourinho não é mais do que a própria sombra,
e o mesmo se diria do altivo fontanário.
Trata-se da luz transformadora, que atravessa a matéria,
recorta ou revela formas e esculpe texturas.
Desde o branco liso da cal que cega,
superfícies onde a luz fica aprisionada
em geometrias reinventadas e por ela esculpidas,
à vida imaginada em sombras teratomórficas.
 
No percurso,
temos um caminho onde a pedra granítica é entrecortada,
uma parede rugosa acariciada por um rendilhado
ou um painel de desordenado xisto visitado por linhas rigorosas.
Temos arabescos que sobem marmóreos degraus,
enriquecem esquadrias de latão ou cobrem paredes nuas.
Vemos objectos que dobram esquinas,
novos beirais revelados, fantasmas do passado,
a força do ferro em linhas quase anuladas por corpos em sombra.
E assistimos ainda à submissão da sombra,
que nasce nítida, se vai diluindo e morre lentamente.
E é disto, sobretudo, que se fala aqui:
da luz que rege, da luz que passa.

Lília Sobral

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Paulo Melo Veiga
Provesende, 1966
DESIGNER, Licenciatura em Design, pela E.S.A.D. Escola Superior de Artes e Design.

Em 2002 e 2003 participa e diversos levantamentos fotográficos sobre o Património Português em Ormuz, Keshm e Larak no Irão, e em Marrocos na Catedral Gótica de origem Portuguesa em Safim.
Entre 2007 e 2010 fotografa em registo de Levantamento Arquitectónico para publicação editorial, as Portas e Poternas da Praça Forte de Almeida bem como os seus três Baluartes.
Na  Revista CEAMA Nº 5, 2010, publica uma reportagem fotográfica da recriação histórica das Invasões Francesas, nos combates de Freineda  e do assalto das Portas de Almeida pelo Exército Imperial Francês.
Em 2016, é seleccionado para Exposição “10 Vidas 10 Olhares – A Fotografia da Arquitectura “ - Museu de Lamego – Ciclo de Fotografia; com o tema: - À Volta de Provesende.
Começa em 2018 a captar as fotografias para o Projecto - Provesende: a luz que passa.

Como Designer tem trabalhos em Design de Mobiliário, de Interiores, Equipamento e Gráfico, onde usa frequentemente a fotografia como ferramenta de apoio na produção dos seus trabalhos.



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Próximos eventos:
- Fevereiro e Março de 2019: “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Fevereiro de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #13, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]
- dia 8 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: inauguração de “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, com uma degustação de vinho e azeite da Quinta da Fonte do Milho e momento musical com Margarida Ribeiro (fagote e canto), Eva Ribeiro (violino) e Helena Loureiro (piano), na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 14 de Fevereiro de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: tricota-mundos, noite #29, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 16 de Fevereiro de 2019, sábado, pelas 21h00: tertúlia poética “Palavras Ditas – homenagem a António Cabral” por José António Castelo Branco, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, das 9h30 às 13h30: oficina de tricot – meias, tricota_mundos, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, pelas 21h00: conversa à volta do livro “Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão” de Daniela Costa, [narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976], na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2019 haverá mais, sempre muito mais...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

TL - tertúlia de leituras #13

[cartaz pelas artes de Gil Machado]

        TL – Tertúlia de Leituras #13
dia 07 de Fevereiro de 2019, quinta-feira, pelas 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

tertúlia de leituras traga_mundos
evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês

[Auden afirmou que, se alguém lhe perguntava a profissão, dizia que era professor, sobretudo para não incomodar o interlocutor dizendo-lhe que era poeta. Não há nenhuma outra actividade que obrigue ao disfarce para evitar o incómodo de um desconhecido. Excepto, claro, o de dedicar-se à prostituição. Poetas e putas partilham, portanto, uma condição inicial: a sua maneira de ganhar a vida não é ainda aceite pela sociedade.
José Ángel Cilleruelo, “Cão Celeste” n.º 4]


pretende-se um encontro informal de partilha do que andamos a ler: um jornal, um romance, um livro de poesia, uma revista, um trabalho de ciências, um blogue, uma tese de mestrado, uma edição de autor, um álbum de fotografia, uma obra antiga, etc.

não há livros recomendados, só partilhados, e não têm de vir preparados (não é uma apresentação)

aparece – e trás um@ amig@ também...

antónio alberto alves
traga_mundos
na primeira quinta-feira de cada mês


António Alberto Alves
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Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Próximos eventos:
- Fevereiro e Março de 2019: “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Fevereiro de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #13, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]
- dia 8 de Fevereiro de 2019, sexta-feira, pelas 21h00: inauguração de “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, com uma degustação de vinho e azeite da Quinta da Fonte do Milho e momento musical com Margarida Ribeiro (fagote e canto), Eva Ribeiro (violino) e Helena Loureiro (piano), na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 14 de Fevereiro de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: tricota-mundos, noite #29, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 16 de Fevereiro de 2019, sábado, pelas 21h00: tertúlia poética “Palavras Ditas – homenagem a António Cabral” por José António Castelo Branco, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, das 9h30 às 13h30: oficina de tricot – meias, tricota_mundos, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 23 de Fevereiro de 2019, pelas 21h00: conversa à volta do livro “Uma Bomba a Iluminar a Noite do Marão” de Daniela Costa, [narrativa ficcional do assassinato do Padre Max e de Maria de Lourdes Correia, em Vila Real, em 1976], na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2019 haverá mais, sempre muito mais...

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

revista Manifesto - temas sociais e políticos


revista “Manifesto – Temas Sociais e Políticos” n.º 2

“Começar de novo era uma expressão frequentemente utilizada por Miguel Portas, quando se tratava de dar impulso a um processo político ou um projeto editorial, demonstrando dessa forma o seu entusiasmo e a vontade de o semear em seu redor. Talvez por isso seja também apropriado encarar a série que agora se inicia como um certo recomeço.

Curiosamente, apesar das diferentes conjunturas em que a revista Manifesto existiu – nos anos 90 dirigida por Ivan Nunes, em formato jornal; nos anos 2000, pelo Miguel Portas – os propósitos de fundo mantêm-se, porventura, pouco alterados. Com novos problemas e outros desafios, certamente, continuamos interessados nos debates plurais à esquerda, nas discussões sobre o
seu futuro e o seu papel no contexto português, e nos possíveis processos de convergência entre as diferentes sensibilidades que a constituem, incluindo pessoas e movimentos que não integram nenhuma formação partidária.

Como no passado, os números da Manifesto serão essencialmente temáticos – com cada tema tratado por ensaios, entrevistas e outro tipo de registos, numa coexistência de abordagens e linguagens que pode oscilar entre o académico e o político, a expressão artística ou literária, a lógica de ensaio ou jornalística.

Esta nova série não deixa, contudo, de incorporar algumas mudanças. A revista passa agora a integrar uma secção de atualidade. Será ainda criado um espaço da revista em www.manifesto.com.pt onde se disponibilizarão alguns dos textos publicados. Por último, a revista poderá ser objeto de assinatura (por quatro números), o que constitui também uma forma de a apoiar.” (in Editorial)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também o n.º 1]


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Estágio em Ciências da Comunicação


Olá,

Chamo-me Eloísa Marieta Lopes Marante, tenho 21 anos e estudo na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro no Curso de Ciências da Comunicação.

Propus-me a estagiar na Livraria Traga-Mundos porque para além de estar familiarizada com o espaço, por já lá ter realizado uma reportagem no âmbito da unidade curricular de Jornalismo, também sinto que irei conhecer melhor a minha região, os seus costumes, gastronomia, poemas e ditados, ter conhecimento de histórias que são partilhadas nas horas do tricô e, retirar lições e uma grande aprendizagem de tudo isto. Além de estar a ter uma experiência profissional e a contactar com a minha área de estudo, estarei certamente a enriquecer-me a nível pessoal.

Quero também dizer que irei sempre dar o meu melhor e tudo farei para não desapontar quem me está a dar esta oportunidade! Será com certeza uma boa experiência para ambas as partes.

Resta-me agradecer e dizer que espero começar o mais breve possível.

Atentamente,
Eloísa Marante

Vila Real, 21 de Janeiro de 2019-01-22

[Nota: este estágio curricular realizar-se-á no âmbito de protocolo assinado a 3 de Abril de 2014 entre a Livraria Traga-Mundos e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que já proporcionou outros estágios e diversas iniciativas em colaboração.]

domingo, 20 de janeiro de 2019

“Mapa” – jornal de informação crítica n.º 22


“Mapa” – jornal de informação crítica
n.º 22 – Janeiro / Março 2019 | 1,00 euro

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível o seguintes números: 19 e 21]

«Crescimento económico: Para quem? Para onde? O Jornal MAPA questiona o atual modelo de desenvolvimento, num mundo de desigualdades e a atingir os seus limites físicos. A escala local é global: relatos da oposição popular às dragagens do Sado em Setúbal, da história do porto espacial de lançamento de foguetões imposto à população dividida da ilha de Santa Maria e do questionamento que se impõe ao novo aeroporto do Montijo. Lutas que se cruzam nos testemunhos de uma Rede de Decrescimento que emerge na Galiza e em Portugal.

Uma dinâmica que se prolonga noutras alternativas narradas neste número do Jornal MAPA, da rede de grupos de consumo agroecológico ao cooperativismo aberto da criptomoeda faircoin ou à vivência no Moinho, ali algures entre o campo e a cidade. E porque os tempos trazem ventos sinistros, olhamos para o Brasil, essa crónica de um desastre anunciado, e para a continuada militarização das favelas e ameaça aos povos indígenas.

Do lado de cá do Atlântico, a crónica que não poderia faltar para, a partir da França, olhar para os coletes e para os bons e os maus vírus da febre amarela. Numa Europa que ergue cada vez mais muros contra migrantes, em centros de detenção na Bélgica ou na repressão paga às portas do continente, em Marrocos.

E mais podes ler nestas 48 páginas: a memória dos vagabundos do Maio de 68, o subúrbio sem paisagem idealizada ao som de Estraca, os bravos Sentinelenses, o poema solar, a condição dos trabalhadores da ciência, o transhumanismo, o imperdível Mapa Borrado. E uma entrevista a Carlos Taibo, autor, entre outros livros, de Colapso, uma lúcida análise das possíveis consequências do esgotamento dos combustíveis fósseis e dos caminhos que a atual sociedade tomará, cuja tradução e edição para português está a ver a luz do dia, numa colaboração entre o Jornal MAPA e a editora Letra Livre.

Jornal Mapa, um jornal de informação crítica por 1 euro...»



domingo, 13 de janeiro de 2019

Identidades que se comem


“Identidades Que Se Comem – Da rusticidade alheireira à intimista Lhéngua Mirandesa” de António Manuel Monteiro

“O que pretendem estas Identidades?, que se comem...
aqui, em Honras a um pequeno compromisso difícil de cumprir, senão impossível, comentar memórias e acercar saudades, levar aos amantes da diferença o corpo do [nosso] Território, estas identidades gastronómicas são tão-só o conjunto de atributos e subtilezas individuais, referências e influências que convertem produtos e simplicidades da Natureza em comeres especiais e diferenciados.”

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponíveis os seguintes títulos do autor: “Crónicas Comestíveis”, “Estórias do Azeite”, “Palavras do Olival”; “Cozinha Transmontana” de Alfredo Saramago, fotografias Inês Gonçalves; “Comidas Conversadas – Memórias de Herança Transmontana”]


sábado, 12 de janeiro de 2019

tertúlia petiscos literários "Interioridades"

[cartaz pelas artes de Officina Noctua]

8.ª tertúlia petiscos literários “Interioridades”
co-organizada por A Estante do Porteiro e Officina Noctua de Amarante
dia 19 de Janeiro de 2019, sábado, pelas 21h00
na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal


«O universal é o local sem muros» (Miguel Torga)

Nesta edição itinerante na Livraria Traga-Mundo em Vila Real petiscaremos as tradições, livros, referências gastronómicas, sociológicas e antropológicas do cosmos transmontano. A influência cultural das mais insignes figuras locais e os marcos culturais que este reino maravilhoso teve nas interioridades cosmopolitas e não só.
           
António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00

Próximos eventos:
- Dezembro de 2018 e Janeiro de 2019: “Black shadow that overshades me” exposição de fotografia por Wladimir Vaz (Brasil / Galiza / Portugal), na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- dia 7 de Fevereiro de 2019, quinta-feira, pelas 21h00: TL – tertúlia de leituras #13, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal; [evento periódico, a repetir-se em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês]
- Fevereiro e Março de 2019: “Provesende: a luz que passa” exposição de fotografia por Paulo Melo Veiga, na Traga-Mundos, Vila Real, Portugal;
- e ao longo de 2019 haverá mais, sempre muito mais...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Resistir é preciso: Alípio de Freitas, Brasil


“Resistir é Preciso – Memória do Tempo da Morte Civil do Brasil” de Alípio de Freitas

É o testemunho de um militante político que sobreviveu à tortura e à prisão, é a denúncia de um tempo em que os falsos pressupostos de uma doutrina, chamada de segurança nacional, se cravaram como garras no corpo social da nação, dilacerando-a bárbara e impunemente.

É a afirmação de que se alguém está disposto a morrer por aquilo em que acredita, pode ser triturado pela máquina do terror, que a sua condição de homem sobrevive, pois todo homem pode manter-se VIVO enquanto resistir.

É um libelo contra a opressão como forma de vida política, contra o silêncio das mordaças, contra todos os processos de aviltamento do homem, contra a corrupção ideológica erigida em serviço da comunidade.

É a constatação de como o arbítrio avilta os homens e as instituições, corrompendo-os pelo abuso do poder, pela falsa certeza da impunidade, pela imposição imoral de uma vontade sem limites, pelo silêncio indigno, pela conivência criminosa, pela omissão filha do medo.

É a memória de um tempo de guerra em que a sociedade civil foi “pacificada” pelo aço das baionetas, em que o silêncio do terror teve de ser aceitado como paz social.

É um depoimento tecido de todos os sentimentos que fazem a urdidura da alma humana. Por isso nele se misturam o ódio, o medo, o desespero, a amargura, a tenacidade, o aviltamento, a fraqueza, o amor, a esperança.

Apesar de narrar uma experiência pessoal, pode ser lido como um pedaço da história de cada um, ou de todos aqueles que, direta ou indiretamente, foram atingidos pela repressão política que se abateu sobre a nação a partir de 1964.



Alípio de Freitas nasceu a 17 de fevereiro de 1929, em Bragança, onde frequentou o seminário. Ordenou-se padre e, na década de 50, foi pároco de Guadramil e Rio de Onor e diretor de uma Escola de Artes e Ofícios.

Parte para o nordeste do Brasil, em 1957, onde leciona História Antiga e Medieval na Universidade de São Luís do Maranhão e é vigário de uma paróquia de subúrbio. Em 1958 ajuda a fundar a Associação dos Trabalhadores Agrícolas do Maranhão e em 1960 junta-se às Ligas Camponesas, de que foi secretário-geral.

Em 1962 participa num comício pelas reformas de base, no Rio de Janeiro, e aceita um convite para estar presente no Congresso Mundial da Paz, na URSS, rompendo, no ano seguinte, com a Igreja. Nesse ano, durante a campanha eleitoral de Miguel Arraes, é sequestrado pelo exército e preso durante 50 dias. Em risco de ser deportado para Portugal, onde também seria preso por participar na receção a Humberto Delgado e em outras atividades políticas contra Salazar, adquire a cidadania brasileira.

Em 1963 é novamente preso, em João Pessoa, no 1.º aniversário da morte do líder camponês João Pedro Teixeira, por causa de um discurso proferido na Universidade da Paraíba. No Rio de Janeiro torna-se secretário-geral da recém-fundada Frente de Mobilização Popular, que congregava grupos de esquerda.

Refugia-se na embaixada do México, aquando do golpe militar em 1964, e exila-se nesse país, seguindo para Cuba, onde recebe treinamento político-militar de guerrilha. 

Em 1966 participa na organização de movimentos guerrilheiros em diversos países da América latina e regressa clandestino ao Brasil, onde integra o movimento armado do partido dos trabalhadores, por ele formado.

Volta a ser preso, em Maio de 1970, onde é sujeito a todas as torturas que denuncia no seu livro Resistir é preciso, publicado em 1981. É libertado em 1979, no dia do seu 50.º aniversário. Sai da prisão apátrida. Em Portugal, Zeca Afonso conta a sua história na canção “Alípio de Freitas” (1976). 

Em 1981 vai para Moçambique trabalhar num projeto agrícola. Regressa a Portugal, em 1984, e torna-se jornalista na RTP. Funda a Casa do Brasil de Lisboa, em 1990. Em 1994 trabalha na Associação Terras Dentro. 

Foi presidente da Associação José Afonso e é membro dos corpos sociais das Associações: Abril; Mares Navegados; e Casa Grande. Participou no “Forum Social Mundial”, em diversos países. Pertence ao Movimento dos Sem Terra (MST) e às Ligas dos Camponeses Pobres (LCP), das quais foi eleito Presidente de Honra.

A Frente Internacionalista do Movimento dos Sem Teto deu o nome “Padre Alípio de Freitas” a uma ocupação urbana, situada em frente às instalações da DOPS, onde esteve preso e foi torturado. 

Foi paraninfo de Gilberto Gil, quando lhe foi atribuído o grau de doutor honoris causae, pela Universidade Lusófona, onde lecionou. Em 1996, o Presidente Jorge Sampaio atribui-lhe a condecoração de Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Portuguesa.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Caminho Português Interior de Santiago de Compostela



- dia 10 de Janeiro de 2019, quinta-feira, das 9h00 às 18h00: participação com uma banca de livros no “Encontro Científico e Apresentação de Resultados: O Caminho Português Interior de Santiago de Compostela (CPIS)”, no Auditório 1.10 da ECHS (Escola de Ciências Humanas e Sociais), Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal;