quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Graça Morais, a história contada por crianças


“Graça Morais, a história contada por crianças” um projecto do Jardim de Infância da Cáritas de Bragança, Plast&Cine 2015

Este livro resulta do projeto cultural multidisciplinar Plast&Cine 2015, em Bragança, que prestou tributo à vida e à obra da pintora portuguesa Graça Morais. Uma história que narra a vida da Pintora Graça Morais, numa perspectiva infantil, com ilustrações realizadas pelas crianças do Jardim de Infância da Cáritas Diocesana de Bragança. Uma acção da Cáritas Diocesana de Bragança.

Graça Morais - Nasceu em 1948, em Vieiro, Trás-os-Montes.
Licenciada em Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto no ano de 1971.
De 1974 a 2015 realiza e participa em mais de uma centena de exposições individuais e coletivas em diversos países. 
Em 2008 foi inaugurado o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança. 
É membro da Academia Nacional de Belas-Artes e de diversas associações, confrarias e fundações culturais. 
Desde 1985 foram editadas várias monografias e documentários sobre a sua obra. 
Realizou em coautoria livros com José Saramago, Sophia de Mello Breyner, Agustina Bessa-Luís e Miguel Torga, entre outros. 
A partir de 1990 realiza grandes painéis de azulejos em edifícios e locais públicos. 
Foi agraciada com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio. 
Recebeu o Prémio de Artes- -Casino da Póvoa 2011 e o Prémio de Pintura da Academia Nacional de Belas-Artes, em 2013. Em 2015 foi homenageada pelo Plast&Cine, como artista do ano, na cidade de Bragança.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “Um Reino Maravilhoso” texto de Miguel, Torga pinturas de Graça Morais ; “As Metamorfoses” de Agustina Bessa-Luís e Graça Morais]

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Calçada Portuguesa no Mundo / The Portuguese Cobblestone in the World


“Calçada Portuguesa no Mundo / The Portuguese Cobblestone in the World” de Ernesto Matos

Este livro dá a volta ao mundo onde os portugueses deixaram a sua marca no chão, de Honolulu a Pequim, de Lisboa a Malaca, de todas as ilhas portuguesas e das grandes viagens sentimentais deixadas em pedra nas escritas de Camões ao passar por Macau, nas escritas dos apaixonados poetas, calceteiros, arquitetos, ferreiros e outros que deram o seu contributo escrito para que em português, inglês e chinês pudessem levar também ao mundo o valor da escrita na pedra, tal como os nossos antepassados o registaram em Foz Coa.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Pós-25 de Abril: quando Portugal ardeu!


“Quando Portugal Ardeu” de Miguel Carvalho

Histórias e segredos da violência política nos pós-25 de Abril.

Testemunhos e documentos inéditos.

«Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.»


Miguel Carvalho nasceu no Porto a 25 de Novembro de 1970.

Em miúdo, entretinha-se a roubar jornais e revistas dos quiosques quando o dinheiro da mesada já não dava para mais. Do ensino primário ao secundário, entre outras coisas, guarda memórias de jornais de parede e pequenos fanzines de banco de escola. Viveu o auge das rádios-pirata, de onde saiu viciado após muitos programas de variados formatos e humores. O bichinho, esse, nunca morreu.
Em finais de 1989, concluiu o Curso de Rádiojornalismo do Centro de Formação de Jornalistas do Porto. Meses depois, inicia-se no jornalismo profissional na delegação do "Diário de Notícias" na cidade Invicta, onde se manteve durante sete anos e ganhou vários prémios de reportagem.
De 1997 a 2000, foi jornalista do semanário "Independente". Desde Dezembro de 2000, pertence aos quadros da "Visão", onde é Grande Repórter e assina um espaço de opinião regular na edição on-line da revista intitulado palavrasdeparede.pt. Tem poemas seus editados pela editora Corpos e pela ASA. Veste o Porto por dentro. Cidade onde gostaria de viver até ser pó, cinza e nada.

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[também disponível do autor o seguinte título: “A Última Criada de Salazar”]


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Máscara de Careto de Bemposta


Máscara de Careto de Bemposta
Mogadouro, Bragança

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão
tamanho 30 x 20 cm (tamanho de um rosto adulto)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos –lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial... [também disponível em versão miniatura íman e boneco]


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Nadir Afonso – anos 70 – exposição


“Nadir Afonso – anos 70 – exposição”

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível: “Nadir Afonso conversa com Agostinho Santos”, “Nadir Afonso: O Futuro Renascimento” concepção e coordenação Sara Cristina Silva, “Era uma vez um menino chamado Nadir” texto de Agostinho Santos, desenhos de Nadir Afonso]

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Plantas Que Curam – 55 espécies espontâneas em Portugal


“Uma Mão Cheia de Plantas Que Curam – 55 espécies espontâneas em Portugal” de Fernanda Botelho

Este livro não é apenas um guia prático e transpõe também as fronteiras que limitam os manuais técnicos. É verdade que identifica os constituintes químicos, bem como as propriedades e aplicações medicinais de 55 plantas, mas vai mais além, porque as quer retratar a partir de todas as perspetivas e em todos os contextos. Assim, a par de conselhos de cultivo e curiosidades botânicas, são-nos revelados os usos possíveis das várias espécies ao nível da culinária, da cosmética ou da tinturaria. Ao mesmo tempo, descobrimos o seu impacto cultural: as marcas que imprimiram na história dos homens, os mitos e as lendas de que são protagonistas.
As imagens a cores, por sua vez, despertam-nos o olhar para as subtilezas presentes numa folha de milefólio em contraluz ou para os pormenores de um botão que esteva prestes a desabrochar. E, página a página, de uma forma quase íntima, aproximamo-nos de 55 plantas aqui unidas por um atributo comum: o facto de crescerem espontaneamente em Portugal.

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[também disponível da autora os títulos: “Sementes à Solta”, “Hortas Aromáticas”, “Salada de Flores” e “Nettles and roses”, ilustrações de Sara Simões; “As Plantas e a Saúde – Guia prático de remédios caseiros”]

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Revista Património número um


“RP – Revista Património” número um nov. 2013
Direcção-Geral do Património Cultural

Inserida numa estratégia de comunicação mais alargada do Património Cultural, a RP – Revista Património, retoma as edições periódicas editadas anteriormente pelo IPPAR/IGESPAR e IMC. Um renovado projeto gráfico aliado a uma informação técnico-científica rigorosa e atual, apela a uma maior diversidade de públicos que através de cinco rúbricas - «Caderno» – no presente número dedicado ao Património urbano e reabilitação, «Pensamento», «Projetos», «Opinião» e «Sociedade» poderão ter acesso aos múltiplos domínios disciplinares e ampliados âmbitos de atuação que revelam a crescente importância do Património Cultural para as sociedades contemporâneas. Edição resultante de uma parceria estabelecida entre a Direção-Geral do Património Cultural e a Imprensa Nacional Casa da Moeda, a RP- Revista Património encontra-se já disponível em todas as lojas da DGPC e em outros pontos de venda nacional.


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[também disponível: "RP - Revista Património" número dois nov. 2014, "RP - Revista Património" número três dez. 2015, "RP - Revista Património" número quatro dez. 2016]

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

azeitoneira sardinha galo de barcelos


azeitoneira sardinha – motivo: galo de barcelos

Azeitoneiras Sardinhas - Porque é que os pratos de aperitivos têm de ser sempre sérios? Originais e elegantes, estas azeitoneiras irão sobressair em qualquer mesa e surpreender as suas visitas. São inspiradas na lenda do Galo de Barcelos. Feitas em cerâmica e decoradas com decalque de alta temperatura resistente à máquina de lavar loiça, estas peças estão embaladas individualmente numa bonita caixa ecológica em papel kraft.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Desmaterilização


“Parking” de Jorge Palinhos | “Desmaterialização” de Tiago Patrício | esquissos de F. Ribeiro

Estes dois textos da nova dramaturgia portuguesa foram criados no âmbito do Laboratório de Dramaturgia, projecto concebido pelo Teatro Meridional em colaboração com o Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
A 1ª Edição deste Laboratório (Setembro de 2013-Julho de 2014), propôs, como ponto de partida para a escrita, um espaço cénico desenvolvido pelo cenógrafo Fernando Ribeiro. A partir do cenário proposto, os autores elaboraram textos cenicamente muito fortes; o primeiro, de Jorge Palinhos, Parking, apresenta uma família socialmente desajustada em busca da sua viatura num parque de estacionamento subterrâneo de um centro comercial. Tiago Patrício, em Desmaterialização, cria uma fábula sobre o capitalismo contemporâneo, num cenário de uma fábrica em falência.


ADJUNTA Tomei a vacina este ano.
DIRECTORA Não devias ter feito isso sem me consultares. Como é que fazemos se for preciso ficares doente?
ADJUNTA Há outras doenças.
DIRECTORA Mas nenhuma é tão boa como uma gripe.
ADJUNTA Posso fingir-me engripada, quer experimentar?
DIRECTORA Não suporto mentiras. Vai-te embora, preciso de pensar numa solução e depois num problema que combine melhor com ela.
ADJUNTA Se precisar telefone-me.
DIRECTORA Qual é o teu número?
ADJUNTA É o 57 885 161.
DIRECTORA É muito comprido para eu conseguir decorar. Não podias arranjar um mais curto?
ADJUNTA Qual deles é que prefere.
DIRECTORA Não sei, escolhe tu, estou indecisa entre o cinco e o um.
ADJUNTA Pode ficar com os dois.
DIRECTORA Posso? És tão amável. Não, obrigado, não preciso dos teus favores. Fico com o zero.
ADJUNTA O zero é o da telefonista.
DIRECTORA Então peço à telefonista que te passe a chamada.
ADJUNTA Combinado.
DIRECTORA E se ela não te encontrar?
ADJUNTA Despeça-a.
DIRECTORA Boa ideia.
ADJUNTA Mas sem ela dar por isso.
DIRECTORA Que subtileza.
ADJUNTA Mande-a à minha procura.
DIRECTORA Isso mesmo, com um cutelo! E depois?
ADJUNTA Mova-lhe um processo por ausência do posto de trabalho.
(Tiago Patrício, de Desmaterialização)


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível de Tiago Patrício: “Trás-os-Montes”, “Mil Novecentos e Setenta e Cinco”, “O Princípio da Noite”]

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Memórias dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua


“Memórias dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua” de José Alfredo Almeida

«O herói desta história, laboriosamente construída pelo Dr. José Alfredo Almeida, é colectivo, revelado no palco dos acontecimentos, ou  seja, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua. As personagens evocadas são sobretudo Bombeiros, com e sem farda, mas também ilustres reguenses.
Nas páginas deste livro estão reflectidos os valores dos Bombeiros Portugueses, através da evocação de algumas das figuras que marcaram decididamente a vida e a actividade dos Bombeiros do Peso da Régua.
O autor, com uma prosa simples e despretensiosa, fala de alguns dos seus conterrâneos mais carismáticos, com uma indisfarçável paixão. Relata episódios, recorda acontecimentos e descreve memórias.» Duarte Caldeira, Presidente do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses 


Dedico à memória dos fundadores e à 
dos bombeiros de todos os tempos, 
a razão da existência da AHBV do Peso da Régua

Ao editar este livro apenas pretendi reunir numa despretensiosa publicação os meus textos que escrevi sobre os Bombeiros da Régua, no jornal “O Arrais”, do Peso da Régua e, na internet, no blogue “Escritos do Douro”.

Não posso esconder o facto que eles se devem à minha vivência como Presidente da Direcção da Associação, desde 1998. Acreditando na crença e força dos valores do voluntariado e da mudança social estes escritos são parte da memória colectiva de uma instituição humanitária com 131 anos de existência. Melhor dito: de gerações de homens que colocaram os seus talentos de altruísmo, generosidade e coragem ao serviço da humanidade. A bem dizer foram esses heróis sem tempo e os seus exemplos de vida que escreveram muitas das páginas deste livro. Apenas servi de elo de ligação entre um presente angustiante e um passado labiríntico e quase obscuro.

Este livro é fruto do trabalho de pesquisa em bibliotecas, de consultas a álbuns de fotografias, de investigação de milhares documentos, de leitura dos livros de actas de reuniões e de muitas conversas com os bombeiros e os associados mais dedicados. Quando os testemunhos seguros rareavam salvou-me a imaginação e a paciência para reconstruir os traços descontínuos de factos mais remotos, já apagados na escuridão do tempo. Assim dito, até parece que tudo foi simples, o que não é verdade. Não isento de subjectividade pelo meu dever de zelar pelos valores do voluntariado e do associativismo e as actuais funções, este trabalho que considero incompleto, não priva o leitor de ter uma informação cativante, acessível e rigorosa.

Fica, assim, feita a vontade aos amigos que me convenceram a publicar este livro. Pensaram eles que tinha o húmus suficiente para servir novos desígnios.

Se mais objectivos ele não alcançar, espero que, pelo menos, contribua para despertar as gerações vindouras a conhecerem a "instituição tão civilizadora, humanitária e útil", como a distinguiram quando foi fundada em 1880, à qual me orgulho de fazer parte, e que sempre foi uma referência cultural e ética da sociedade reguense.

O livro é também o meu testemunho para a memória futura.»
José Alfredo Almeida,Peso da Régua, 01 de Setembro de 2011

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “Memória e Identidade – 79 Anos de História – Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé” de Rosa Maria da Silva Almeida, “Memórias dos Bombeiros Voluntários – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde”, “Memórias dos Bombeiros de Salvação Pública – Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Cruz Branca de Vila Real”]

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Oficina de mitenes (tricot)

[cartaz de Sofia Rocha e Silva]

As mitenes são definidas como "luvas que apenas cobrem o metacarpo, deixando os dedos livres ou luvas sem dedos". São ótimas para termos as mãos quentinhas continuando a fazer as atividades do dia a dia (conduzir, escrever, etc). Nesta oficina vamos aprender as diferentes técnicas de tricot para construirmos diferentes tipos de mitenes.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Aromaterapia Integrativa - o que é?


Aromaterapia Integrativa – o que é?
por Liliana Macedo
dia 3 de Fevereiro de 2017, sexta-feira, 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

«A aromaterapeuta Liliana Macedo vai estar na Traga-mundos para uma breve apresentação acerca da AROMATERAPIA INTEGRATIVA.
Vai falar acerca da escola francesa de aromaterapia que, numa abordagem mais científica, propõe a administração dos óleos essenciais de formas menos comuns, como a via oral ou através de formas galénicas que permitam lidar com quadros patológicos de forma mais eficaz.
Esta vertente da aromaterapia, usada isoladamente ou complementando outros tratamentos, adapta-se a todas as idades e condições. Pode ser usada por todos no seu dia-a-dia, ou por profissionais da área da saúde que pretendam adoptar práticas simultaneamente eficazes e naturais aos cuidados de saúde que prestam.»

sábado, 28 de janeiro de 2017

Apurriar


“Apurriar [2017 – 2017]” de Luís Vale

«ouvir, ler e escrever. falar, contar e descrever. o prazer de viver. assim partilho minha visão do mundo.»

Colectânea de textos extraídos do blog do autor, ao longo de 10 anos de existência.

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[disponível também do autor os seguintes títulos: “Histórias de Escano e Soalheira”, “Senhora das Graças, a Santa e Padroeira de Carção”, “Bem Perto do Céu, A Novena-Retiro da Senhora da Serra”, “D. Manuel António Pires, história de vida de um missionário 1915 – 2015”]

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Os soños na gaiola


“Os Soños na Gaiola” de Manuel María, ilustracións Noemí López

O medio cento de poemas que constitúen este volume percorren o mundo infantil galego con estructuras sinxelas e rítmicas. Abren o libro dous poemas dedicados a Galicia. Un deles, que leva o mesmo nome, é case unha declaración de principios sobre o noso país para os nenos e nenas. De seguido, e baixo o epígrafe de "O mundo", aparecen o sol, as etrelas, a lúa, o arco da vella, o mar, o río e o vento. No poema "As cousas" falan as campás, o barco, o chifre, o muíño, o ourizo, a fouce, o bolo, o foguete, o carro, o tractor, o arado. "Os homes, nenos e nenas", é o título xenérico onde entran o labrego, o soñador, o afiador, a festa do patrón, os xogos, o lume novo, o pastor, a boneca, a roda-roda. Por último, dous epígrafes dedicados ós animais: o año, a bolboreta, o caracol, a pita choca, a vaca, o burro, a lebre, o galo, o gato, o lobo, o grilo, o corvo, o merlo, o carrizo, o escribinte, as andoriñas, o pazpallar, o cuco, o pardal, as pegas. Este libro é un clásico da nosa literatura infantil.



Galiza

Galiza docemente
está ollando o mar:
ten vales e montanas
e terras pra labrar!

Ten portos, mariñeiros,
cidades e labregos
cargados de traballos,
cargados de trafegos!

Galiza é unha nai
velliña, soñadora:
na voz da gaita rise,
na voz da gaita chora!

Galiza é o que vemos:
a terra, o mar, o vento…
Mais hai outra Galiza
que vai no sentimento!

Galiza somos nós:
a xente e mais a fala.
Se buscas a Galiza
en ti tes que atopala!


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[também disponíveis as seguintes obras do autor: “Sonetos á Casa de Hortas”, “Cecais Hai Unha Luz”, “A Esencia Máis Nosa – Poemas sobre a Lingua Galega”, “Terra Chá”, “Poemas Escollidos”; “Cando o Mar Foi Polo Río”; “Galiza”; “Memoria da Terra – Prosa Xornalísitca Escollida”; “Fotobiografia Sonora”; “O Tempo Vital de Manuel María” de Camilo Gómez Torres]

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ir à bola contigo - gerador #8


Revista Gerador #8
 “Ir à bola contigo”
Revista sobre a cultura portuguesa.
Edição nº 8 – Abril 2016


Ir à bola contigo
Quando vamos à bola com alguém vamos mesmo à bola com alguém? Teremos assim tanto medo de misturar a bola com a cultura? Nós não. Por isso vamos à bola com a cultura, levando a cultura a marcar golos e a bola a experimentar a sua própria cultura. Por isso, nesta edição, vamos à bola com o Teatro, o Cinema, os Livros e até a Moda. Com destaque para uma BD inédita sobre uma velha glória do futebol, uma saída romântica com uma mesa de matraquilhos e uma partida de snooker entre o Rui Pité dos Buraka e o Manuel João Vieira dos Ena Pá 2000. Continuamos também a ir à bola com os Juízos Gerador, em que a equipa de colaboradores ajuíza as coisas da cultura portuguesa, e ainda cinco Autoridades Locais que nos ajudam a mostrar autores de todas as regiões do país, incluíndo as ilhas.

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[também disponível os números #7, #9 e #10]


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

L lhibrico de ls ditos dezideiros


“L Lhibrico de ls Ditos Dezideiros” outor Duarte M. M. Martins, eilustraçones Miguel Schreck

É um livro infantil e juvenil de contos em Mirandês, com base em recolhas orais efetuadas na Terra de Miranda.

Duarte M.M. Martins, licenciado em Português - Latim pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, é professor de Mirandês no agrupamento de escolas de Miranda do Douro.

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[também disponível os seguintes títulos an mirandés - alguns bilingues: "Antre Monas i Sbolácios" Adelaide Monteiro, "Camino de la Cándena" Alcides Meirinhos, "Ua Antologie - Poeta Mirandés" Fernando de Castro Branco, “Tiempo de Las Cereijas” de SãoSendin, “La Paixarina Azul i Outras Cuontas” de Bina Cangueiro, "L Ancuontro" Valter Deusdado, "L Bózio de Las Raízes" Rosa Maria Fernandes Martins, "L Mais Alto Cantar de Salomon" bersion de Fracisco Niebro, "L Pastor Que Se Metiu de Marineiro" Faustino Antão, "L Purmeiro Libro de Bersos" Fonso Roixo, "L Segundo Libro de Bersos" Fonso Roixo, “Nuobas Fábulas Mirandesas i Cuontas Sacadas de la Bida” de Faustino Antão, "Ls Bersos de Jantonho" José António Esteves, "Lucrécia Cunta-mos Como Era" Alcina Pires, "Nuobas Fábulas Mirandesas i Cuontas Sacadas de la Bida" Faustino Antão, "Tortulhas - Cuontas Deste Mundo i de l Outro" Alfredo Cameirão; “Mensaige” de Fernando Pessoa, puosta na mirandés por Fracisco Niebro; “Ls Lusíadas” de Luís Vaz de Camões; “Mirandés – Stória dua lhéngua i dun pobo” e “Ls Lusíadas” banda zenhada José Ruy; “Calantriç de Nineç” de Rapç de la Rue, “La Mona L Maio” José Francisco João Fernandes; “Tra-los-Montes” de Nuno Neves; “Bózios, Retombos i Siléncios / Gritos, Ecos e Silêncios” de Adelaide Monteiro;  “L Segredo de Peinha Campana” texto Fracisco Niebro dezeinhos Sara Cangueiro, “La Bouba de La Tenerie” e “Ars Vivendim Ars Mortendi” de Fracisco Niebro; “La Mona l Maio – Cuontas de la Raia i de l Praino | A Mona de Maio – Contos da Raia e do Planalto” de José Francisco João Fernandes, traduçon / tradução Alcides Meirinhos, eilhustraçones / ilustrações Ana Afonso;  “O Medronho Ponto por Ponto – L Madronho Punto por Punto – El Madroño Punto por Punto”, texto – testo – texto Manuela Barros Ferreira, ilustração – eilhustraçon – ilustración Nádia Torres, edição trilingue: português, mirandês e castelhano; “O Lodo e as Estrelas / L Lhodo i Las Streilhas” de Telmo Ferraz, traduçion pa l mirandês Fracisco Niebro; “A Terra de Duas Línguas – II – Antologia de Autores Transmontanos” coordenação: Ernesto Rodrigues e Amadeu Ferreira]

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

O mar em Casablanca


“O Mar Em Casablanca” de Francisco José Viegas

O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também do autor os seguintes títulos: “Morte No Estádio”, “Um Crime Capital”, “O Coleccionador de Erva”, “Um Céu Demasiado Azul”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Crime Na Exposição”, “Longe de Manaus”, “A Poeira Que Cai Sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos”; “Lourenço Marques”; “Liberal à Moda Antiga”, “Dicionário de Coisas Práticas”; “Se Me Comovesse o Amor”, “Metade da Vida”; “A Dieta Ideal – receitas familiares e saborosas”]

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Úsnea

Abel Neves, Úsnea, 132 pp.
(Tiragem Única de 250 exemplares)
Capa de José Francisco Azevedo.
Paginação e arranjo gráfico de Inês Mateus.

"[...]
olha     traz-me um ramo de qualquer coisa
qualquer coisa que venha amaciar o seco das palavras
deitadas a este relento entre ninhos de raposa
e um sonho de groselhas 
é que deixam secura e mais nada     não deixam mais nada
os sabugueiros ao menos deitam flores e bagas
tudo pérolas     traz-me um ramo de azul tuaregue
e nem é preciso que vás ao deserto
entra por esta noite     pode ser apenas esta
não dês alerta aos bichos dos varandins
às gatas e aos gatos com cio     aos homens com sabre
sossega as gazelas     vai à fonte e traz o azul 
eu estarei à tua espera sem o falcão
sem o rei na barriga nem a gataria à espreita
[...]

O autor nasceu em Montalegre, em Abril de 1956.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


domingo, 22 de janeiro de 2017

Careto de Valverde, Bragança


Careto de Valverde
Mirandela, Bragança

fabrico artesanal, em cerâmica,
pintado à mão
versão íman e boneco

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sábado, 21 de janeiro de 2017

Galiza, um povo sentimental?


“Galiza, Um Povo Sentimental? – Género, Política e Cultura no Imaginário Nacional Galego” de Helena Miguélez-Carballeira
Prémio AELG 2015 na categoria de ensaio

Ao longo deste livro, fruto do rigoroso trabalho de Helena Miguélez-Carballeira, encontraremos respostas a muitas perguntas que era preciso fazer-se: é a Galiza um povo sentimental? É possível construir uma história a partir da subalternidade? Pode uma língua ser “indecente”? Que origens reivindicar? Fica a crítica reintegracionista livre de toda culpa na “sentimentalização” da imagem da Galiza?
Originalmente editado em inglês, a versom galego-portuguesa é um trabalho de Fernando Vasquez Corredoira. O resultado é a tradução e adaptação de umha obra fundamental, que nos oferece umha necessária incursão no passado ainda presente da Galiza e nos seus mitos como também umha aposta valente para entender o complexo discursivo colonial a partir de umha perspetiva de género.

A viguesa Helena Miguélez-Carballeira é professora titular de Estudos Hispânicos na Universidade de Bangor, no País de Gales. Filóloga de formação e doutora pela Universidade de Edimburgo, as suas pesquisas abordam a história cultural galega e espanhola numa perspetiva pós-colonial e feminista.
Para além de traduzir para o inglês Maria do Cebreiro (I Am Not from Here; Shearsman, 2010) e editar o livro A Companion to Galician Culture (Tamesis, 2014), tem publicado em revistas como o Bulletin of Hispanic Studies ou The Translator, sendo ademais diretora do Centro de Estudos Galegos do País de Gales e editora de Galicia21: Journal of Contemporary Galician Studies.


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível os seguintes títulos: “A Imagem da Galiza em Portugal” de Carlos Pazos-Justo, “A Imagem de Portugal na Galiza” de Carlos Quiroga, “Breve História do Reintegracionismo” de Tiago Peres Gonçalves, “As Terras e as Gentes da Galiza e Portugal na Nova Geografia Universal” de Élisée Reclus, “Galiza” de Manuel María, “História da Língua em Banda Desenhada” de coletivo Pestinho]

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O eco da vida


“O Eco da Vida” de Maria Esteves

“O Eco da Vida” é um romance comovente que fala dos vários tipos de amor que as pessoas podem sentir. Uma relação perfeita e a traição; um desejo oculto e uma atracção incontrolável; um amor proibido e as escolhas por um futuro; uma amizade pura que salva uma vida; a religião em combate com as vontades; as grandes perdas e as melhores lições. Uma história baseada em provas de amor. Uma reflexão profunda e tocante sobre o perdão, a amizade e o amor, na reconstrução da vida.

Maria Vieira Esteves, nascida em Chaves, a 24 de Setembro de 1992, é estudante da área de Ciências Sociais e Humanas na Escola Secundária Henrique Medina, em Esposende. Com 16 anos editou o seu primeiro romance, pretendendo seguir uma carreira literária, a par do jornalismo e da representação. Ganhou já vários prémios em concursos literários das escolas que frequentou, tanto na categoria de prosa como em poesia.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Apresentação de "Maria Castanha - outras memórias"


Apresentação do livro “Maria Castanha – Outras Memórias” de Jorge Lage
pelo Prof. Dr. José Alves Ribeiro (UTAD), com a presença do autor
dia 28 de Janeiro de 2017, sábado, pelas 21h00
na livraria Traga-Mundos, Vila Real, Portugal

O meu terceiro livro «Memórias da Maria Castanha», apesar dos milhares de quilómetros percorridos no continente e ilhas, apenas incidiu a pesquisa sobre 50 concelhos castanhícolas. Sentindo que era um estudo incompleto, deixou-me desassossegado pelo que fui «obrigado» a avançar para o quarto livro sobre o tema.
Assim, mercê de um intenso trabalho de 3 anos, principalmente nos últimos 5 meses, saiu a público no final de Outubro 2016 o meu último livro, «Maria Castanha – outras Memórias», sobre a memória imaterial da Castanha/Castanheiro. O livro contêm importantes memórias castanhícolas de vários municípios do país, sendo fácil a consulta pelo índice remissivo por concelho.
O Prefácio é assinado pelo Prof. Doutor, Fernández Ana-Magán um amigo da Galiza e o Posfácio pelo ilustre Escritor/Jornalista, Doutor Barroso da Fonte, barrosão e transmontano.
São mais cerca de 310 páginas (1 caderno a cores), capa (17 X 24 cm) com badanas e em quadricromia plasticizada a mate. É ilustrado com cerca de 20 fotos e 3 mapas e mais de 500 notas de pé de página.
Além do índice geral com 80 (oitenta) capítulos e subcapítulos, tem um índice remissivo por cada concelho.
A tiragem é de 300 exemplares e cerca de 150 já foram vendidos.
Com a publicação de «Maria Castanha – Outras Memórias», fecho um ciclo de mais de 16 anos de pesquisa e recolha da memória imaterial castanhícola, com quatro livros publicados.
Com a publicação de «Maria Castanha – Outras Memórias», fecho um ciclo de mais de 16 anos de pesquisa e recolha da memória imaterial castanhícola, com quatro livros publicados.
O formato estrutural parece-me conseguido melhor que o anterior.
As melhores saudações associativas.
Braga, 07 de Novembro de 2016
Jorge Lage



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- dia 25 de Janeiro de 2016, quarta-feira, pelas 21h00: participação com uma banca de livros de Luísa Dacosta, no evento de 5.º aniversário da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal de Vila Real, “Leituras cruzadas em torno da obra de Luísa Dacosta”, em sessão aberta ao público, na Biblioteca Municipal Júlio Teixeira, em Vila Real, Portugal;
- de 27 a 29 de Janeiro de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no evento de promoção da Cultura Transmontana, organizado por Terras de Torga, , na Loja Interactiva de Turismo do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, Portugal;
- dia 3 de Fevereiro de 2017, sexta-feira, pelas 21h00: “Aromaterapia Integrativa – o que é?” por Liliana Macedo, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 4 de Fevereiro de 2017, sábado, das 9h00 às 13h00: oficina de mitenes (tricot), tricota_mundos, na Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 11 de Fevereiro de 2017: reunião do júri do Prémio Antón Risco, em Allariz, Ourense, Galiza;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...