domingo, 13 de março de 2016

"Poesia que escalda!" tertúlia poética


“Poesia que escalda!” – tertúlia poética
por Calhau – colectivo de poetas
dia 18 de Março de 2016 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Ai, ui!
Se o meu amor sabe que lá fui!...
Ui... Ai.
Às armadilhas em que contentinho se cai.

começou como "coisa" séria e agora já não é mais que brincadeira inocente; poderá ser a revisitação de um famoso "cancioneiro" da Natália Correia, poderá ser menos do que isso. deverá ser quase tudo e quase nada, apesar de brincadeira e ainda para mais inocente... poesia para quem dela parece precisar, uma pedrada neste lago bem-aventurado; uma agitação, uma tórrida toada cantante...


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 1 a 31 de Março de 2016: exposição de fotografia “BADÍAS – mulleres da Ilha de Santiago de Cabo Verde” de Luzia Oca González, na Traga-Mundos, Vila Real;
- dia 17 de Março de 2016, quinta-feira, pelas 21h00: acolhemos a tertúlia literária “Caro Leitor!” , na Traga-Mundos, Vila Real;
- dias 13 e 14 Abril de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no XX eiri – Encontro Internacional de Reflexão e Investigação, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em Vila Real;
- dias 15, 16 e 17 de Abril de 2016: participação com uma banca de livros no encontro literário Ponte Escrita, em Chaves;
- dia 23 de Abril de 2016, sábado: comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dias 16 e 17 de Julho de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda, em Morille, Salamanca;
- dias 31 de Julho e 1 de Agosto de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no PAN - Encontro e Festival Transfronteiriço de Poesia, Património e Arte de Vanguarda, em Carviçais, Torre de Moncorvo;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 12 de março de 2016

Caro Leitor, na Traga-Mundos


Dia 17 de Março, quinta-feira, pelas 21h30, a livraria Traga-Mundos acolhe... para se falar de autores de e sobre Trás-os-Montes e Alto Douro, o Reino Maravilhoso.

«Caro Leitor é o espaço de divulgação e de registo de encontros de um grupo aberto de conversadores e ou de alguém que sabe ouvir.

Os livros são a base da conversa, mas esta corre solta, livre e vadia, transformando-se num acto de partilha cultural, onde os livros e a leitura surgem de mão dada às outras artes, ao humor e especialmente ao sítio onde nos encontramos.

Os sítios pretendem-se diversos e os conversadores também.

O amigo leva o amigo, quem vai faz falta, quem não vai, irá quando sentir vontade.»

sexta-feira, 11 de março de 2016

Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses


“Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses” de Barroso da Fonte
Volumes I, II e III

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Afonso Henriques: Um Rei Polémico” e “D. Afonso Henriques 900 Anos 1111 - 2011”, "Usos e Costumes de Barroso" com António Fontes]

quinta-feira, 10 de março de 2016

O Uso dos Venenos


"O Uso dos Venenos" de José Carlos Barros

É verdade que sinto

É verdade que sinto um imenso desprezo
pelos poetas. Por todos os poetas.
Esses seres ignóbeis que escrevem
a palavra «estrela» e uma estrela, de súbito,
nos queima os dedos distraídos. Uma
vez esteve aqui um poeta. Escreveu
a palavra «labareda». E ainda hoje as manchas
do fogo sujam as paredes e os
mosaicos vidrados da sala de reuniões
do Conselho de Administração.

«O meu livro de poesia "O Uso dos Venenos", edições Língua Morta, foi referenciado, nas habituais escolhas dos melhores livros publicados em Portugal durante o ano, por dois críticos literários do jornal Público (José Riço Direitinho e Luís Miguel Queirós) e por dois do Expresso (Pedro Mexia e José Mário Silva). O livro, que se vende ao preço de 13 euros e que saiu numa tiragem de duzentos exemplares, deve estar longe de se encontrar esgotado. Além dessas referências na imprensa, que valem o que valem, acrescente-se a opinião do meu tio Alberto e da minha prima Esmeralda, que consideram "O Uso dos Venenos", respectivamente, "um livro que tem ali umas coisas que dá que pensar" e "uma obra que, não fosse a gente não entender metade do que lá se diz, tinha que se lhe dissesse".» [blogue Casa de Cacela]

José Carlos Barros (Boticas, 1963) vive em Vila Nova de Cacela, no Algarve, e é licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora. Autor de mais de uma dezena de livros de poesia e ficção. Edições mais recentes: «O Prazer e o Tédio» (romance, edição Oficina do Livro, 2009; adaptado ao cinema por André Graça Gomes), «Um Amigo para o Inverno» (romance, edição Casa das Letras, 2013; finalista do Prémio Leya) e «O Uso dos Venenos» (poesia, edição Língua Morta, 2014). Venceu, entre outros, os seguintes prémios literários: Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, Prémio Guerra Junqueiro, Prémio Literário da Vila de Fânzeres, Prémio de Poesia Fernão de Magalhães Gonçalves.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “O Prazer e o Tédio” e “Um Amigo Para o Inverno”]

quarta-feira, 9 de março de 2016

máscara de Vale de Porto, Bragança


máscara de Vale de Porco (Mogadouro, distrito de Bragança)

fabrico artesanal, em cerâmica, pintado à mão
versão íman

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...


terça-feira, 8 de março de 2016

Bombeiros Voluntário de Alfândega da Fé


Memória e Identidade – 79 anos de História – Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé” de Rosa Maria da Silva Almeida

Esta obra percorre o tempo histórico da Associção Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé. Mas, porque nem tudo se escreve na história, nem tudo se pode armazenar na escrita, por vezes toca-se a orla escorregadia das emoções. Quase nunca as palavras cumprem a vontade.

Índice:
Agradecimentos 7
Introdução 9
A vila de Alfândega da Fé - o contexto 11
As primeiras medidas contra incêndios no país 21
Génese da associação humanitária dos bombeiros
Voluntários de Alfândega da Fé 23
Dias de união - a construção do quartel 39
O movimento democrático e a modernização da associação humanitária dos bombeiros voluntários de Alfândega da Fé 47
Da construção do novo quartel ao novo paradigma na actividade humanitária 57
A actividade do corpo activo 83
Histórias de combate aos incêndios 83
Histórias de dor - o serviço de saúde 86
A banda de música - origem e evolução 87
A associação humanitária dos bombeiros voluntários de Alfândega da Fé no tempo presente 95
Fontes e bibliografia 109
Anexos 113
Anexo a — constituição dos corpos gerentes ao longo da história 113
Anexo b — principais louvores e condecorações recebidos 134
Anexo c — mapas discriminativos dos serviços prestados pelo corpo de bombeiros em 2012 136


Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial..


segunda-feira, 7 de março de 2016

Etnografia e Intervenção Social - por uma praxis reflexiva


“Etnografia e Intervenção Social – por uma praxis reflexiva”
coordenação Pedro Gabriel Silva, Octávio Sacramento, José Portela

Esta é uma obra colectiva que flui entre dois pólos, etnografia e intervenção social, animada pelo propósito de mostrar a etnografia como um exercício que produz saber valioso e de elevada utilidade social. Valioso, porque faz emergir dimensões complexas e profundas dos factos e fenómenos sociais; ilumina a sua riqueza, filões, tonalidades e matizes; aclara as respectivas fronteiras, estratos e articulações. Pela fusão operada entre observação e reflexividade, os artigos mostram-nos a desconstrução de determinadas leituras da realidade e a edificação de outras. Ou falam-nos da desproblematização de algumas situações e da problematização de outras tantas. Queremos com esta colectânea de textos oferecer novidade, capacidade crítica acrescida e estimular o “olhar para aquilo que os estereótipos ignoram e para aquilo que os preconceitos não deixam ver”, tal como escreve A. Oliveira no seu artigo. Mas o que damos a ver e propomos à reflexão nesta obra? Cientistas sociais como persona non grata; extradições impostas a que se seguirão, decerto, novos regressos; cárceres permeáveis; mulheres vítimas incertas e pseudo-saber sobre elas; antropologia em imagens e suas aplicações no campo da intervenção social; sexualidades juvenis arriscadas; maternidades autónomas com referentes masculinos; família-providência e informalidades organiza¬tivas; empowerment dos que se prostituem; profissionais e académicos em dissidência.

Índice:

PREFÁCIO 
Isabel Guerra

OLHAR APROXIMADO, PRAXIS REFLEXIVA
José Portela, Octávio Sacramento e Pedro Gabriel Silva

PARTE I
INVESTIGADORES ET AL.:
ENTRE A ETNOGRAFIA E OS PROBLEMAS SOCIAIS

Agendas públicas, agendas de investigação e a prisão como objecto etnográfico
Manuela Ivone Cunha

Tráfico de mulheres em Portugal: a construção de um problema social
Lorenzo Bordonaro e Filipa Alvim

Etnografias visuais: (im)possibilidades de uma antropologia visual aplicada
Humberto Martins

PARTE II
TRABALHADORES E IMIGRANTES: PRECARIZAÇÃO PARA UNS, EXTRADIÇÃO PARA OUTROS

“Tive crise da Lisnave, mas sempre melhor que a do meu irmão”: precarização da população trabalhadora e redes de solidariedade na Baixa da Banheira
Inês Fonseca

Vidas embargadas: a institucionalização temporária de estrangeiros ilegais em Portugal no contexto das actuais políticas de imigração
Octávio Sacramento e Manuela Ribeiro


PARTE III
JOVENS E MÃES: ENTRE A SEXUALIDADE (DE RISCO) E A MONOPARENTALIDADE

Ecologia social e comportamentos sexuais de risco de jovens da região de Île-de-France
Marta Maia

¿Es la ausencia del padre un problema?: la disociación de los roles paternos entre las Madres Solteras por Elección
María Isabel Jociles Rubio e Ana María Rivas Rivas

PARTE IV
O SABER DOS INVESTIGADORES ET AL.: DA PESQUISA AO DEBATE PÚBLICO E À INTERVENÇÃO SOCIAL

Ciências sociais, autor e participação no espaço público: retomando a proposta de Bourdieu por um saber comprometido
Fernando Bessa Ribeiro


Uma pesquisa etnográfica sobre prostituição de rua: do saber ao fazer
Alexandra Oliveira

Perspectivar a intervenção social: reflexões e dados empíricos sobre o trabalho profissional e o uso do método etnográfico no terceiro sector
Telmo Caria

POSFÁCIO – ENDNOTE: ETHNOGRAPHIC REFLECTIONS FROM THE UNITED STATES
Stanley Brandes

SOBRE OS AUTORES

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

domingo, 6 de março de 2016

Encontro Livreiro Galego-Português


Encontro Livreiro Galego-Português
dia 13 de Março de 2016 (domingo), pelas 16h00
organização da associação Cultura Que Une
com Fundación Vicente Risco, Aira das Letras, Traga-Mundos
na Fundación Vicente Risco, em Allariz, Galiza


«A escrita, o livro, a leitura: um mundo! Vasto e complexo mundo! Quem encontrarei disponível para me acompanhar num breve olhar sobre ele?
Mundo habitado. O olhar encontra imediatamente os escritores e os leitores. Depois, entre a escrita e o livro, está o editor com o seu trabalho emérito. Entre o livro e a leitura estou eu, o livreiro. O escritor publica a escrita, o editor publica o livro, o livreiro “publica” a leitura
Manuel Medeiros, o Livreiro Velho (da livraria Culsete, Setúbal)

Car@ livreir@ da Galiza

A associação Cultura Que Une, com Fundación Vicente Risco (Allariz), a librería Aira das Letras (Allariz) e livraria Traga-Mundos de Vila Real (Norte de Portugal), convida (convoca) para um Encontro Livreiro Galego-Português, com o objectivo de debatermos estratégias para uma maior presença do livro galego (autores e editores) em Portugal, nomeadamente no Norte de Portugal, e do livro português na Galiza, a realizar-se no dia 13 de Março de 2016, domingo, pelas 16h00 (15h00 em Portugal), na Fundación Vicente Risco, em Allariz, Galiza.


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O I Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro realizou-se no dia 24 de Março de 2013, no espaço da livraria Traga-Mundos em Vila Real. Nesta primeira realização, procuramos privilegiar o encontro de livreiros que possuam uma livraria nesta região, para nos conhecermos melhor, partilharmos experiências e expectativas, procurarmos colaborações e parcerias.
Se nem todas puderam marcar presença, algumas livrarias «responderam afirmativamente ao convite para se sentarem à mesma mesa e debaterem preocupações comuns e sinergias possíveis para uma melhor estratégia de afirmação das livrarias ditas “tradicionais”.
Os livreiros deixaram o seu testemunho e algumas preocupações derivadas da própria conjuntura actual, mas do encontro saíram já algumas intenções de conciliação de esforços, nomeadamente ao nível da partilha de novidades editoriais de cada concelho, da cooperação na apresentação de livros de autores na região e da permuta de informação sobre eventos que cada uma realiza na sua região.»


O II Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro aconteceu no dia 2 de Junho de 2013 na Poética - livros, arte e eventos, em Macedo de Cavaleiros.
«No centro do encontro esteve o debate em torno do tema "O futuro das livrarias tradicionais: Que estratégias?", e a continuação do trabalho de reforço das sinergias entre as livrarias com o propósito de dar mais voz mas também de repensar formas alternativas e concertadas de viabilização económica deste sector numa dimensão regional.»

O III Encontro Livreiro de Trás-os-Montes e Alto Douro aconteceu no dia 23 de Fevereiro de 2014 na Livraria Rosa d’Ouro, em Bragança. O IV Encontro Livreiro e Leitor, dia 22 de Março de 2015, pelas 15h00, na Livraria Papelaria Dinis, em Valpaços. O V Encontro Livreiro e Leitor, dia 21 de Fevereiro de 2016, na Livraria Papelaria Aguiarense, em Vila Pouca de Aguiar.
«Livreiros, editores, escritores, professores, bibliotecários, jornalistas e, sobretudo, todos LEITORES, partilharam momentos de conversas e afectos, ideias e louvores, poesias e leituras, inquietações e sonhos, em torno da leitura, da escrita, da edição, dos livros, das livrarias, dos livreiros.»

Nota: Recordamos que esta iniciativa surge na sequência do Encontro-Livreiro nacional, que acontece uma vez por ano (sempre no último domingo de Março) em Setúbal, na Livraria Culsete [e cujo o debate e a troca de ideias continuam no Isto Não Fica Assim!]

«Gentes do Livro é uma designação adequada para abrir o Encontro Livreiro à participação de todos quantos se reconhecem, de um ou outro modo, no culto do livro.
O Encontro Livreiro é simplesmente um movimento de aproximação entre quem, vivendo e trabalhando no meio dos livros, já percebeu que não faz sentido, hoje mais do que nunca, andarmos a esforçar-nos cada um por si, numa guerra que só pode ser vencida em comum, lado a lado. Se é que se pretende merecer que o livro continue a ser uma das mais ricas potencialidades criadas pelo homem civilizado para progredir em direcção a todas as suas utopias e ambições e conseguir que, trabalhando com ele e para ele, se vão colhendo bons proveitos e justos proventos.» [ver www.istonaoficaassim.blogspot.com]

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Na expectativa de um acolhimento positivo e de uma participação empenhada, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Luís Martínez-Risco Daviña (Fundación Vicente Risco)
Carlos Airas Cota (librería Aira das Letras)
António Alberto Alves (livraria Traga-Mundos)



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 1 a 31 de Março de 2016: exposição de fotografia “Caboverdianas” por Luzia Oca González, na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 10 de Março de 2016, pelas 21h00: apresentação do livro “Caboverdianas en Burela (1978-2008) migración, relacións de xénero e intervención social” de Luzia Oca González, por Prof. Dr. Xerardo Pereiro (UTAD), na Traga-Mundos, em Vila Real;
- dia 12 de Março de 2016, pelas 12h30: entrega do Prémio Antón Risco, no restaurante Pingallo, Ourense, Galiza;
- dia 13 de Março de 2016, pelas 15h00: Encontro Livreiro da Galiza, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza;
- dia 23 de Abril de 2016 (sábado): comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, sempre muito mais...

sábado, 5 de março de 2016

I Premio Antón Risco de Literatura Fantástica


O sábado 12 ás 12:00 horas tera lugar na Fundación Vicente Risco a entrega do I Premio Antón Risco de Literatura Fantástica, patrocinado pola Fundación Vicente Risco, editorial Urco, Gráficas Sacauntos, Libraria Aira das Letras de Allariz, Livraria Traga Mundos de Vila Real Reposteiros Artesáns, Finai Rei e Restaurante O Pingallo.

O premiado desta peimeira edición é o escritor Antonio Manuel Fraga Allegue coa obra Querido H.P. Lovecraft:

«Cando lea estas liñas eu non estarei xa no mundo dos vivos...

Con estas palabras comeza a carta que Robert E. Howard lle envía ao seu amigo e mentor. Nun delirante escrito, o fantasista texano narra o seu progresivo descenso cara ao inferno da loucura e a desesperación, iniciado coa visita a unha antiga tumba india no interior dunha cova.


A partir dese fatídico día, Howard comeza a sentirse acosado polas sombras, propias e alleas, nunha desacougante mestura de soño e realidade. A escrita, os amigos, a relación coa súa moza, a saúde da nai... cada aresta da súa vida semella afectada polo miasma malsán no que devagar se vai mergullando.

Sen saída, totalmente acurralado polo celme dos seus medos, Howard debe procurar unha solución, unha fuxida, un sacrificio."»




sexta-feira, 4 de março de 2016

Sport Clube de Vila Real, 1940 - 1950


“Sport Clube de Vila Real – Engenho e Arte – 2.º volume: Épocas 1940 – 1950” de Joaquim C. Barreira Gonçalves

Depois de em 2008 ter vindo a lume o primeiro volume da história do Sport Clube de Vila Real, fundado em 20 de Maio de 1920, “Amor à Camisola, 1920 – 1940”, surge agora o segundo volume, relativo às épocas entre 1940 – 1950.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor o título: “Sport Clube de Vila Real – Amor à Camisola – 1.º volume: Épocas 1920 – 1940”]

quinta-feira, 3 de março de 2016

Lisboa e a poesia de Vítor Nogueira


“Mar Largo” de Vítor Nogueira

«Depois de ter escrito, em “Comércio Tradicional”  (Averno, 2008), sobre o declínio de certos modos de vida e relacionamento humano nas cidades do interior, vítimas do progresso económico, Vítor Nogueira regressa a Lisboa – cidade que já fora o tema inspirador do seu penúltimo livro de poesia: Bagagem de Mão (& Etc, 2007). Com uma diferença significativa. Enquanto naquele exercício de deambulação baudelairiana o sujeito poético circulava por todo o lado (da Baixa a Alfama, de Monsanto ao Bairro Alto, não esquecendo o Centro Comercial Colombo), em Mar Largo o flâneur instala-se de armas e bagagens num único sítio: o Rossio, cujo padrão da calçada portuguesa dá título à obra.

É justamente este «ziguezague de pedra» branco e negro que estrutura o livro. Na primeira parte, Nogueira toma como motivo a história da pavimentação original (iniciada em Agosto de 1848, a mando de Eusébio Furtado), assumindo as vozes e os sofrimentos dos calceteiros à força, um vasto grupo de condenados que saíam com as suas grilhetas da prisão, no Castelo de São Jorge, para simularem, a golpes de martelo e muita pedra assentada, o movimento das ondas no chão de uma das mais belas praças da capital. É esse esforço, essa «energia fornecida à tempestade», que o poeta resgata do esquecimento: «Ninguém quer saber quem somos, / só do que somos capazes».

Na segunda parte, saltamos sete gerações para verificar que ainda há «destroços / do naufrágio» e que o Rossio continua a ser uma «encruzilhada», com outras misérias (os sem-abrigo aconchegados à fachada do Teatro Nacional, por exemplo) e outros desencantos. Num dos poemas, o «sujeito poético» está sentado na esplanada da pastelaria Suíça, subjugado pelo movimento de «homens e viaturas» e pela «cegueira branca de pálpebras e sol». A nordeste da praça, «grande harmónio crioulo que se contrai / e dilata», fica o «coração de Babel», o centro geométrico da desordem linguística e social. O ruído do mundo é ensurdecedor e o poeta integra-o na sua melancólica tentativa de fixar o inapreensível: «De súbito, um improvável grupo de zés-pereiras. / Não há, convenhamos, elegia que consiga resistir / a tantos bombos. Albo lapillo diem notare. / Marcar de novo certos dias com uma pedra / branca, os mais nefastos com uma pedra negra. / Calçada tristalegre de Lisbuna.» E só podia ser assim. Como fica insinuado umas páginas antes, a poesia, «isso de que às vezes nos acusam», nasce das suas próprias limitações e ignora as questões de escala: «Tanto pode ser um murmúrio / como o desabar de uma montanha.»

Avaliação: 8,5/10
[Texto publicado no número 87 da revista Ler]» [blogue Bibliotecário de Babel, por José Mário Silva]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também disponível do autor os títulos: “Bagagem de Mão”, “Mar Largo”, “Modo Fácil de Copiar uma Cidade”pela &etc.; “Que Diremos Nós Que Viva”, “Comércio Tradicional”, “Senhor Gouveia”, “Segunda Voz” pela Averno; “Coração” livrinhos artesanais pelas artes d'O Homem do Saco, um poema único, com uma ilustração; “Amanhã Logo Se Vê” (romance); dvd’s “Lembranças da Casa do Padre Filipe”, “Liceu Velho, Liceu Novo” e “A Lagoa”, do Museu do Som e da Imagem; participação em “Labrador”, “Telhados de Vidro” n.º 18 e “Em Lisboa, Sobre o Mar – Poesia 201-2010”]

quarta-feira, 2 de março de 2016

Apresentação do livro "Caboverdianas en Burela"


Apresentação do livro “Caboverdianas en Burela (1978-2008) – migración, relacións de xénero e intervención social”
de Luzia Oca González, por Prof. Dr. Xosé Xerardo Pereiro
dia 10 de Março de 2016 (quinta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


“Caboverdianas en Burela (1978-2008) – migración, relacións de xénero e intervención social” de Luzia Oca González
Premio Vicente Risco de Ciencias Sociais - 2014

O marco teórico principal que guía este traballo sitúase na confluencia das teorías articulacionistas e feministas, partindo da consideración de que os procesos migratorios son procesos xenerizados, mediatizados por relacións de poder, nos que os traballos femininos adoitan ser desvalorizados socialmente, ocultando a calidade de suxeitos activos das mulleres migrantes. Preténdese non só seguir a tradición dos estudos sobre xénero e migracións que colocan a énfase nas discriminacións sufridas polas mulleres inmigrantes, senón tamén na que as mostra como actoras sociais, con capacidade de axencia e de despregar estratexias que poñen en conxunción orixe e destino, construíndo redes no espazo transnacional.

O traballo de campo no que se basea esta investigación foi realizado en Burela dende 1998, con algúns períodos de ausencia, mais cunha continuidade determinada por ser lugar de residencia da autora. A súa primeira viaxe a Cabo Verde en 2000 foi seguida de moitas outras, tendo viaxado ao arquipélago todos os anos agás dous até 2013, ano de conclusión da tese de doutoramento que serviu de base para o presente volume.

Luzia Oca González é Doutora en Antropoloxía Social pola USC, coa tese: “Caboverdianas en Burela (1978/2008). Migración, relación de xénero e intervención social”. Docente da Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro (UTAD) desde 2004, o seu traxecto profesional tense repartido entre a docencia, a investigación e diversos proxectos de intervención social baseados en metodoloxías participativas com perspectiva de xénero, en Galiza e Cabo Verde.



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 1 a 31 de Março de 2016: exposição de fotografia “BADÍAS – mulleres da Ilha de Santiago de Cabo Verde” de Luzia Oca González, na Traga-Mundos, Vila Real;
- dia 8 de Março de 2016, terça-feira, pelas 21h30: As Terças São de Cinema, documentário “Tales On Blindess” realização de Cláudia Alves, na Zona Livre, Vila Real;
- dia 12 de Março de 2016, sábado, pelas 12h30: entrega do Prémio Antón Risco, no restaurante Pingallo, Ourense, Galiza;
- dia 13 de Março de 2016, domingo, pelas 15h00: Encontro Livreiro da Galiza, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza;
- dia 23 de Abril de 2016, sábado: comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, sempre muito mais... 

terça-feira, 1 de março de 2016

traga_poesia: março de 2016

fotografia de Leonor Vaz de Carvalho, março 2016

A partir de Novembro de 2015 até Outubro de 2016, irá estar exposta na livraria Traga-mundos uma imagem diferente cada mês.
Desafiamos os transmontanos a escrever um poema sobre essa imagem ao longo dos meses.

Este desafio foi criado pelo grupo Traga-Artes (secção artística da livraria Traga-Mundos) que é responsável pela criação das imagens (pintura, desenho, fotografia, etc) e que pretende fomentar o gosto pela escrita aliada à imagem.
Os vencedores são conhecidos em Novembro de 2016 e haverá muitas surpresas.
Regulamento:
•         Escrever um poema (no máximo 3) sobre a imagem exposta na livraria Traga-Mundos, que pode também ser vista na página https://www.facebook.com/Traga-Mundos-livros-e-vinhos-coisas-e-loisas-do-Douro-245452008819998 e em www.traga-mundos.blogspot.com.
•         O tema é livre, mas tem de se relacionar de alguma forma com a “imagem de inspiração”.
•         O desafio destina-se a pessoas naturais da zona de Trás-os-Montes ou que residam na mesma.
•         O poema deve ser impresso  em folha A4 devendo cingir-se apenas a uma página, e a sua formatação é livre.
· O participante deve entregar até ao último dia de cada mês o poema (juntamente com os dados necessários à sua inscrição) na livraria Traga-Mundos ou enviar para o endereço de email: traga.mundos1@gmail.com .
· Dados para a inscrição do participante: Nome, idade, telefone, e-mail, título do(s) seu(s) poema(s).


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- de 1 a 31 de Março de 2016: exposição de fotografia “BADÍAS – mulleres da Ilha de Santiago de Cabo Verde” de Luzia Oca González, na Traga-Mundos, Vila Real;
- dia 8 de Março de 2016, terça-feira, pelas 21h30: As Terças São de Cinema, documentário “Tales On Blindess” realização de Cláudia Alves, na Zona Livre, Vila Real;
- dia 12 de Março de 2016, sábado, pelas 12h30: entrega do Prémio Antón Risco, no restaurante Pingallo, Ourense, Galiza;
- dia 13 de Março de 2016, domingo, pelas 15h00: Encontro Livreiro da Galiza, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza;
- dia 23 de Abril de 2016, sábado: comemorações do 25 de Abril – almoço português, banca de livros portugueses, concertos (Terra Morena e outros), na A Arca da Noé, Vilar de Santos, Galiza;
- dia 24, 25 e 26 de Maio de 2016: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no III Seminário “Alimentos e Manifestações Culturais Tradicionais” e II Simpósio Internacional “Alimentação e Cultura: Tradição e Inovação na Produção e Consumo de Alimentos”, na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real;
- Maio de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Vila Real;
- Junho de 2016: “Actos da Cultura Galego-Portuguesa”, Cultura Que Une, Pontevedra, Galiza;
- dia 1 de Outubro de 2016: palestra “Guiné-Bissau, terra sabi!” por António Alberto Alves, na Fundación Vicente Risco, Allariz, Galiza.
- e ao longo de 2016 haverá mais, sempre muito mais...

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Cultura que une: Miguel Torga e Manuel Maria


TAMBÉM A PARTIR DA ESCOLA

Cultura que une é uma associação promovida por diferentes fundações, associações, empresas e particulares da Galiza e do Norte de Portugal que tem por como objectivo aprofundar o reencontro e a redescoberta do património comum, desenvolvendo, para o efeito, altividades em que a cultura e a empresa caminham juntas em direção ao mesmo fim: a revalorização da Gallaecia.
Uma atividade que promovemos em 2016 é um encontro de professores de secundária da Galiza e Norte de Portugal para incentivar o conhecimento e, além de uma troca de experiências, incitar um intercâmbio de escolares em 2017. O trabalho na aula de Bichos de Miguel Torga e Os soños na gaiola de Manuel Maria, são o ponto de arranque deste projeto. Consideramos que 10 docentes de cada um dos territórios é o idôneo para começar o projeto.
De consolidar a experiência, o nosso objectivo é trabalhar nas aulas do Norte de Portugal e da Galiza a obra de escritores que valorizarem o reencontro.

A inscrição é gratuita até o 1 de março.
Desde Ourense sairá um autocarro que pode ser partilhado com o professorado que queira participar. O custe aproximado por viagem (Sabrosa - Outeiro) do autocarro é 30 euros pessoa, e o almoço uns 15.

Mas precisamos saber antes do 1 de Março quem quer usar.


PROGRAMA

5 Março: Espaço Torga – Sabrosa

10:30 Chegada a S. Martinho d’Anta
11:00 Apresentação do Espaço Miguel Torga com visita guiada e visionamento de documentário.
12:00 A importância de Miguel Torga na Literatura Portuguesa e Universal – por Hercília Agarez.
12:30 Percurso pedestre por locais de referência da vida e obra de Miguel Torga (casa natal, Largo do Eirô, escola primária…) Leitura de alguns textos alusivos.
13:00 Almoço – Restaurante Constantino
15:00 "Bichos" e aplicação na aula. Proposta Didática
16:00 Visita a outros espaços de referência (Nossa Senhora da Azinheira, cemitério e São Leonardo de Galafura)
19:30.- Visita a uma quinta do Douro
20:30 Regresso.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

as terças são de cinema #2

As Terças São de Cinema! no Teatro Municipal ou na associação Zona Livre em Vila Real. na próxima terça-feira, dia 8 de Março de 2016, pelas 21h30, o documentário "Tales of Blindness" realização de Cláudia Alves. traga um@ amig@ também...


sábado, 27 de fevereiro de 2016

Messianismo em Teixeira de Pascoeas


“O Messianismo de Teixeira de Pascoaes e a Educação dos Portugueses” de Manuel Ferreira Patrício

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real...
[da obra completa disponível de Teixeira de Pascoaes, temos os seguintes títulos: "Arte de Ser Português", "Marânus", "São Jerónimo e a Trovoada", "O Bailado", "A Beira (num relâmpago) / Duplo Passeio”, "Belo / À Minha Alma / Sempre / Terra Proibida", "Ensaios de Exegese Literária e Vária Escrita", "Livro de Memórias", "Londres. Cantos Indecisos. Cânticos", "Napoleão", "Para A Luz / Vida Éterea / Elegias / O Doido e a Morte", "O Penitente (Camilo Castelo Branco)", "O Pobre Tolo – prosa e poesia", "São Paulo", "Senhora da Noite / Verbo Escuro", "As Sombras / À Ventura / Jesus e Pã", "D. Carlos – Drama em verso", "Anjos e Fantasmas (textos e imagens)", "Jesus Cristo em Lisboa" com Raul Brandão.
Ainda o álbum "Desenhos" Teixeira de Pascoaes, "Cartas a Teixeira de Pascoaes" de Albert Vigoleis Thelen, "Fotobiografia Teixeira de Pascoaes" de António Mega Ferreira, “O essencial sobre Teixeira de Pascoaes” de Maria das Graças Moreira de Sá, "Teixeira de Pascoaes e Espanha / Epistolário Espanhol Teixeira Pascoaes" de Lurdes Cameirão, “Trinta Anos de Dispersos sobre Teixeira de Pascoaes” de António Cândido Franco; “Cartas para a Casa de Pascoaes” de Mário Cesariny; “Princípio e Manifestação – Metafísica e Teologia da Origem em Teixeira de Pascoaes” de Paulo Borges, volume I e II]

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Barbearias em fotografias


“Barbearias” exposição de fotografia e objectos de Duarte Carvalho

É o culminar de um trabalho de recolha efectuado ao longo de vários anos. Agora só existe a fotografia a relembrar esses espaços onde tantas gerações iam para dar um retoque no seu aspecto.

com textos inéditos de António Cabral e de A. M. Pires Cabral e fotos de Duarte Carvalho. 

«Aos dez anos começou a trabalhar na barbearia do pai, em Vila Real. Quarenta e cinco anos depois, Sebastião Ferreira continua de tesoura e navalha na mão e a sua imagem ilustra uma exposição de homenagem aos barbeiros transmontanos. Aprendeu a "arte" numa barbearia no centro da cidade de Vila Real, inaugurada há mais de 80 anos, onde ainda hoje trabalha, aperaltando clientes cada vez mais idosos.
Sebastião Ferreira, 55 anos, disse à Lusa que nunca pensou noutra profissão que não fosse cortar cabelo e barba e lamentou que já ninguém queira aprender este ofício. O serviço completo de "barba e cabelo" é agora mais raro, desde que os homens ganharam o hábito de tratar da cara em casa, mas os cortes de cabelo ainda dão que fazer a Serafim Ferreira. Os dias mais "complicados" são as terças e sextas-feiras, dias de fira em Vila Real e muitas pessoas das aldeias aproveitam para cortar o cabelo.
Considerada uma profissão quase em vias de extinção, com a proliferação dos cabeleireiros unissexo, o ofício de barbeiro ainda vai sobrevivendo no distrito. Foi para homenagear este ofício e mais particularmente os barbeiros transmontanos que o fotógrafo Duarte Carvalho organizou uma exposição, patente no Teatro de Vila Real até ao dia 30. A mostra inclui cerca de 60 fotografias de barbeiros e barbearias, tiradas entre 1982 e 2006 em Vila Real, Murça e Peso da Régua, bem como objectos alusivos a esta actividade.
Entre as tradicionais cadeiras de barbeiros, de madeira ou já de metal, está ainda em exposição material utilizado na arte do "corte", como tesouras, espanadores, pincéis, estanca-sangue, navalhas ou máquinas de rapar o cabelo. E, como se trata de barbearias, não podiam faltar os "míticos" calendários de mulheres nuas. Duarte Carvalho salientou a importância social das barbearias, "locais de encontro e de tertúlia", onde se podem discutir os mais variados assuntos, desde o futebol à agricultura. "Julgo mesmo que se trata de uma das mais velhas profissões do mundo", diz.» [Jornal de Notícias]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Nouveau Dictionaire de Français en 56 mots


“Nouveau Dictionaire de Français en 56 mots” de Nuno Neves

O Novo Dicionário de Francês está finalmente disponível!

Foi concebido por uma equipa experiente de profissionais empenhados, que durante longos meses desenvolveram um novo método que aqui se passa a explicar: Pegaram num velho dicionário, recortaram cuidadosamente todo o livro separando o texto das ilustrações, misturaram e chocalharam energicamente os pedaços de papel daí resultantes e no final voltaram a juntar criteriosamente os pares, deitando para o lixo as partes que não encaixavam em lado nenhum.

Conseguiram desta maneira sintetizar em apenas 56 entradas um calhamaço pretensioso e enfadonho.

O resultado é o Nouveau Dictionnaire de Français, a melhor e mais rápida maneira de aprender o francês tal qual se fala nas ruas de Paris.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...