sábado, 7 de dezembro de 2013

boneca de folha de milho




boneca de folha de milho | corn husk doll | muñeca de hoja de maíz
tornadouro



Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A minha garrafeira / my wine cellar



“A Minha Garrafeira / My Wine Cellar”

Organizar uma garrafeira. Personalizar uma garrafeira, implica o prazer da descoberta, método e ainda a determinação do coleccionador na composição da garrafeira. É como uma biblioteca de sabores.
Não basta a curiosidade e a perseverança é necessário o conhecimento. Conhecimento esse evolutivo e sujeito à experiência e às oportunidades. Saber apreciar um vinho é um processo de autoconhecimento enriquecido pela interacção social. Para caracterizar os nossos vinhos, os vinhos portugueses, é interessante conhecer as regiões vinícolas e aprender a distinguir as castas.
Que prazer é descobrir um vinho, identificá-lo - a cor, o aroma, o sabor, o corpo e o final e se possível, situá-lo na região de origem, e por vezes reconhecer a assinatura do enólogo.
O contexto em que se processou a prova é determinante - na companhia de amigos, num jantar especial, numa oferta em atenção ao nosso gosto, numa Feira de Vinhos, floresta de surpresas.
A prova é determinante para a elaboração do nosso conceito e desafio dos nossos sentidos.
A Minha Garrafeira / My Wine Cellar é um livro de registo da construção da garrafeira, é a memória dos sabores inscrita na útil Nota de Prova.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Salada de flores



“Salada de Flores” de Fernanda Botelho, ilustrações de Sara Simões

'Salada de flores' é um livro infantil de iniciação à botânica e à ecologia, escrito por Fernanda Botelho, ilustrado por Sara Simões - recomendado pelo Plano Nacional de leitura.

Descrição
Uma horta ecológica onde não há lugar para adubos químicos, uma piscina em que a limpeza da água não depende do cloro, e uma casa de argila e de palha, com um jardim no telhado, são o cenário ideal para a aventura da Sara, da Maria, da Carolina e do Rodrigo, quatro amigos de palmo e meio que partem à descoberta da natureza. Por entre a delicadeza e o rigor científico das aguarelas de Sara Simões, os nossos protagonistas ficam a saber que as plantas - sejam elas legumes, flores, árvores ou frutos - têm nomes, apelidos e até famílias, tratando-se umas às outras em caso de doença. Os homens, conta-nos o texto de Fernanda Botelho, podem também usufruir das propriedades medicinais das plantas e preparar inclusive receitas deliciosas com elas. "Salada de Flores" inclui, afinal, um pequeno guia elucidativo feito à medida de pais e de professores, embora as suas páginas se dirijam sobretudo aos mais novos, revelando-lhes de forma sempre divertida um pouco do poder encantatório da natureza.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também da autora os títulos: “Sementes à Solta” e “Hortas Aromáticas”, ilustrações de Sara Simões, “As Plantas e a Saúde – Guia prático de remédios caseiros”]

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Cogumelo em Madeira - Difusores Ambientadores



Cogumelo em Madeira - Difusores Ambientadores

Este produto inovador é 100% natural e 100% artesanal: resulta do aproveitamento de ramos de árvores provenientes da poda anual, assim como de limpeza de matas para efeito de prevenção de fogos florestais. A madeira é depois seca e torneada para adoptar a forma de um cogumelo de madeira. Sendo um produto 100% artesanal, não há duas peças iguais: pelo que cada cogumelo é uma peça exclusiva! ... que pode ser apreciada como um objecto decorativo ou como difusor ambientador.


Utilização: Colocar sob a aba do cogumelo algumas gotas de óleo essencial no aroma preferido por entre os vários disponíveis na gama Tomelo. Deixar a madeira absorver e pousar o cogumelo na sua posição natural. Cerca de 5 a 10 minutos após a colocação, o óleo essencial começa a “abrir” o seu aroma e a libertar o seu agradável e natural aroma no compartimento onde este difusor estiver colocado.

A durabilidade do aroma pode variar com o óleo essencial utilizado. Há aromas que duram vários dias, outros convém renovar o óleo essencial assim que o aroma começar a ficar menos evidente. Um cogumelo é suficiente para ambientar e perfumar delicadamente um compartimento com cerca de 30 a 40 m2. Pode usar vários cogumelos obtendo um arranjo interessante. Especialmente apreciado por pessoas alérgicas a produtos aromáticos químicos.

Cogumelo de madeira + Óleo essencial de Lavanda hybrida super (15ml) + Óleo essencial de Pinus sylvetris (15ml) + Óleo essencial de Cedrus atlantica (15ml)

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também toda a linha cosmética Cleo com leite de burra: sabonetes, esfoliante natural e envolvido em lã natural, creme de mãos e creme de rosto antirrugas]

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

GEIA por João de Araújo Correia



“GEIA” n.º 3 – Revista da Tertúlia de João de Araújo Correia

Excerto da comunicação de José Braga-Amaral no III Fórum que pode ser lida, na íntegra, na revista GEIA 3.

“ Valerá a pena reflectirmos, então, e desde logo, sobre as razões que levaram João de Araújo Correia a optar pela sua condição de escritor eremita, parecendo querer estar longe do mundo dos homens. Por muitas conclusões que se possam tentar extrair da sua obra publicada, é na sua correspondência emitida, no seu pendor confessional, que o próprio escritor nos esclarece e dá a resposta.
Para além da sua ligação afectiva, diria embrionária, à sua terra, ao seu rio e à sua região, plasmada em toda a sua obra, bem como, o seu constante impulso de cidadania, do defensor do património e inquietação para com o desenvolvimento inexistente e a baixa condição cultural das gentes da sua terra, recorrente ao longo de toda a sua correspondência; para além de tudo isto, João de Araújo Correia explica-se em duas cartas.
Em carta enviada ao director do semanário “Ala Arriba” da Póvoa de Varzim, em 1969, escreve o nosso autor: «Sem prejuízo das minhas crenças políticas, sou hoje um eremita confinado à prática de apagadas letras. Depois de certos acontecimentos, que foram para mim grandes desilusões, morri para a política militante.

Por amor à República e à Liberdade, arrisquei a vida quando a tinha na mão para sacrificar. Hoje, só o amor à Pátria me obrigará a sair do meu eremitério. É-me tão útil este isolamento que me permite julgar, com absoluta isenção, os homens e as coisas.»
Em carta a Fernando Namora, em 1972, escreve: «Tomara eu que as minhas pobres letras se expandissem pelo mundo todo. Mas, com este meu feitio, próprio de selvagem, metido num buraco, sou incapaz de dar um passo fora do meu âmbito para me tornar conhecido fora do meu país. Quem quer que me descubra me encontrará para qualquer espécie de leal convívio sem eu abdicar da minha casmurrice.»
Mas, João de Araújo Correia nem por isso esteve longe dos homens, dos acontecimentos, do país e do mundo. Por isso se tornou num epistológrafo compulsivo, num leitor de notícias de Portugal e da Europa, num leitor selectivo, abrangente e enciclopédico, satisfazendo a sua sede de conhecimento e de actividade constante em cada tempo do seu tempo.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos –
lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também os títulos: “Palavras Fora da Boca”, “Caminho de Consortes”, “Nuvens Singulares”, “Lira Familiar”, “Pátria Pequena”, “Pontos Finais”, “Nova Freguesia”, “Contos e Novelas I (Contos Bárbaros, Contos Durienses, Terra Ingrata)”, “Contos e Novelas II (Cinza do Lar, Casa Paterna, Caminho de Consortes, Folhas de Xisto)”, “Sem Método – notas sertanejas” e “O Porto do meu tempo”. “O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia” de Altino Moreira Cardoso e “à conversa com João de Araújo Correia” de José Braga-Amaral. Letras Com Vida – literatura, cultura e arte, n.º 2, 2.º semestre de 2010 dossiê escritor “João de Araújo Correia” coordenação de António José Borges. Revista “Geia” n.º1 (Dezembro 2009) e n.º 2 (Dezembro 2011), edição da Tertúlia de João de Araújo Correia – recordamos que também disponibilizamos a ficha de adesão à Tertúlia de João de Araújo Correia]

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Apresentação de livro de memórias



Apresentação do livro “Ecos de Tempos Mortos” de Albertina Martins Larinato
por António Sá Gué, com a presença da autora
6 de Dezembro de 2013 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


“Ecos de Tempos Mortos” de Albertina Martins Larinato

«Também somos lugares. Somos a consciência do outro, do tempo e também dos lugares. Esta é a verdade que se descobre depois de lermos esta obra.
Este resgate da memória, que a autora brilhantemente nos oferece, revela-nos de forma sapiente e sensível que, lá atrás, na nascente deste rio, houve gente e um espaço que discretamente nos moldou e permanece em nós, simbolicamente, até que a chama se apague.
Quem não quer saber quem é e de onde veio? Todos. Renegar isto é desprezar a intelectualidade humana que nos leva a caminhar em direcção ao futuro.»
António Sá Gué

Albertina Martins Larinato nasceu a 24 de Novembro de 1947, em Vila Real.
É Bacharel em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Foi Professora de Português e Francês na antiga Escola Comercial e Industrial de Vila Real e agora designada: Escola Secundária de S. Pedro, da mesma cidade.
Durante um ano foi Assistente de Língua Portuguesa em Lyon, França.


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- 1 Dezembro de 2013 a 6 Janeiro de 2014: Bazar de Natal e Reis da Traga-Mundos;
- 31 de Dezembro de 2013 e 1 Janeiro de 2014: passagem-de-ano em espaço de turismo rural e passeio pedestre pelo Parque Natural do Alvão por Lagoa Trekking;
- 3 a 30 de Janeiro de 2014: exposição de fotografia e poesia “Alma Tua”;
- 18 de Janeiro de 2014 (sábado), pelas 21h00: Curso “Harmonizar vinho e gastronomia” [Prova dos Cinco (sentidos)];
- 25 de Janeiro de 2014 (sábado); pelas 20h00: jantar vínico no restaurante Terra de Montanha. [Prova dos Cinco (sentidos)].

domingo, 1 de dezembro de 2013

traga_mundos em entrevista


António Alberto Alves, sociólogo de formação, abraçou em 2011 um novo projeto. A Traga-Mundos nasceu em Vila Real e convidou os transmontanos a fazerem parte de uma nova senda cultural.
Há dois anos que a livraria, situada no coração da cidade, abre portas às questões culturais e procura chegar ao âmago de todos os que lá entram.
Fomos conhecer melhor duas histórias que se misturam, a do homem que a fez nascer e a da cousa nascida.

P.- Como surgiu o conceito da Traga-Mundos?

R.- No regresso a Vila Real, após alguns anos como voluntário na Guiné-Bissau – depois de alguns anos a trabalhar em Kiel (Alemanha), alguns anos em Messejana (Baixo Alentejo), alguns anos em Lisboa – regressei à cidade da minha adolescência. A ideia de abrir uma livraria era um sonho que acalentava há muito, marcado para a idade da reforma. Deparando com uma lacuna de se dar visibilidade aos autores e cultura transmontana e duriense na capital do distrito, e com uma conjuntura de recessão socioeconómica no país, resolvi avançar contracorrente com o espaço da Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro.

P.- Como olha para a evolução da ideia original até à Traga-Mundos de hoje?

R.- Em 2 anos de existência da Traga-Mundos, mudamos o verbo ao conceito inicial – de “queremos” para “estamos”... «queremos [estamos a] construir uma referência quando se pensa na região de Trás-os-Montes, nomeadamente do Alto Douro Vinhateiro, seus autores e cultura, vinhos e tradições, produtos e artesanato...».

P.- O que se passa na Traga-Mundos só se sente com uma visita?

R.- O ambiente do seu interior: o de uma loja do comércio tradicional, com sobrado, paredes brancas e teto de madeira, inserida no centro histórico da cidade. É também um espaço de galeria de exposições (pintura, fotografia, escultura, cerâmica, artesanato, etc). Um espaço de diversos eventos (apresentações de livros, tertúlias temáticas, workshops, ateliers, oficinas, etc). Cuja porta é local de encontro e partida para um passeio pedestre pela região – ao terceiro domingo de cada mês. Um espaço onde simplesmente se está bem – por exemplo, confortavelmente no sofá vermelho! De notar que não somos uma loja online, de comércio à distância: gostamos de receber as pessoas, de uma boa conversa, de que os visitantes saiam e regressem como amigos – embora, também enviemos produtos pelo correio para todos que nos solicitam.

P. - Quem sai da Traga-Mundos, o que traz consigo?

R.- Sobretudo, uma boa amostra da riqueza e diversidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Uma vontade – dizem-nos – para regressarem e/ou recomendarem a loja aos amigos.

P.- Costuma receber a visita de jovens?

R.- A frequência de jovens é um dos principais objectivos da Traga-Mundos como livraria e local de cultura: a promoção da leitura e do conhecimento da região onde se inserem. Contudo, tem sido uma missão que não se revela fácil – por exemplo, a UTAD – Universidade de Trás-os-Montes há muito tempo que funciona de costas voltadas para a cidade de Vila Real! Temos a crença que esta situação poderá ser invertida, ou pelo menos atenuada, com perseverança, sensibilização, paixão no que realizamos. Aconteceu recentemente um pormenor que nos recompensou: a presença de uma vintena de jovens dos Cronópios e Famas – Clube de Literatura do Colégio da Boavista a treinarem a declamação de poesia, para uma tertúlia literária que realizaram no espaço da Traga-Mundos.

P. - Como ocorre a seleção do que faz acontecer na livraria?

R.- Temos esta imensa sorte de as pessoas virem ter connosco com uma proposta para um evento, uma exposição, um workshop, um atelier, uma colaboração, uma parceria. O nosso público e amigos muitas vezes questiona como conseguimos manter um calendário de eventos – em média todas as semanas acontece algo, sobretudo aos sábados... – e a nossa resposta é simples: porque não estamos sozinhos, temos um conjunto de editores e produtores, escritores e artesões, clientes e visitantes, familiares e amigos, que nos apoiam e incentivam.
Poderei dar o exemplo do espaço de galeria, que começou a funcionar aproveitando o fundo da loja inicialmente vazio. Depois de uma ausência de tantos anos e sem conhecer o meio artístico da cidade, como nos aventurarmos nesta área! A verdade é que vão sempre aparecendo pessoas que nos procuram para expor o seu trabalho e ao longo do ano de 2013 temos mantido uma programação regular, mudando de exposição de três em três semanas, em diferentes suportes: pintura, fotografia, escultura, cerâmica, artesanato, etc. Com uma regularidade que em Vila Real outros espaços raramente conseguem manter! Complementarmente, lançamos um desafio para os diferentes espaços existentes se unirem, para partilharmos exposições e criarmos sinergias, a que se juntaram alguns artistas e deu origem ao coletivo TragArtes – que possui potencialidades para marcar de forma indelével a oferta artística desta cidade, nomeadamente com eventos de rua.

P.- Qual foi o momento que mais o marcou desde que está à frente deste projeto?

R.- Como poderão adivinhar, ao longo de mais de 2 anos de porta aberta, são inúmeros e diversos os momentos marcantes e irrepetíveis que a Traga-Mundos albergou e fez acontecer. Poderei destacar um dos que mais me surpreendeu positivamente: o carinho demonstrado pelos emigrantes portugueses em agosto. Portugueses durienses e transmontanos que mais do que contentes, ficaram orgulhosas por descobrirem em Vila Real um espaço como a Traga-Mundos; que ficaram clientes e amigos: conheceram-nos em agosto de 2012 e voltaram em agosto de 2013 – e certamente continuarão a regressar nos próximos anos.

P.- Olha para a Traga-Mundos como um espaço onde se reúne a cultura transmontana e alto-duriense?

R.- Temos seguido o conceito inicial: livros – como espaço principal – e vinhos, coisas e loisas.
LIVROS
Uma livraria especializada na temática do Douro, incluindo álbuns de edição cuidada e guias (turísticos, vinhos, vinhos do porto, quintas, castas).
Onde estão presentes os autores locais e regionais com projeção nacional e universal – Alexandre Parafita, A.M. Pires Cabral, Amadeu Ferreira, António Borges Coelho, António Cabral, António Fontes, António Modesto Navarro, Bento da Cruz, Camilo Castelo Branco, etc.
Obras em prosa ou poesia; romances, novelas e contos; livros técnicos e revistas temáticas; álbuns infanto-juvenis e de banda-desenhada; de edições de bolso a álbuns de fotografia; de guias turísticos a cd’s e dvd’s; de edições de autor a edições de associações e outras instituições; em português e an mirandés; num esforço para se reunir e apresentar num mesmo local a riqueza cultural e literária da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
VINHOS
Uma loja de vinhos do Douro, desde o vinho generoso – também denominado do Porto – ao vinho moscatel, com exemplares de aguardentes velhas. Iremos disponibilizar edições de 10, 20, 30 e mais de 40 anos, bem como LBV e Vintage.
Proporcionamos igualmente brancos e tintos, reservas e outras delicadezas, de produtores particulares da região – que não se encontram nos hipermercados.
COISAS
Uma loja de mercearia fina: de compotas a ervas aromáticas, de chás a licores, de mel a frutos secos, privilegiando produtos da agricultura local, familiar e tradicional.
LOISAS
Uma loja de artesanato, desde a olaria negra de Bisalhães a cutelaria, das máscaras a instrumentos de manufatura tradicional, da latoaria a outros artefactos.
Um local onde poderá igualmente encontrar informação turística, sobre eventos, romarias, restauração, alojamento, percursos, museus, igrejas e capelas, parques naturais.

P.- De que é feita essa cultura?

R. -De uma imensa riqueza e diversidade: desde a cultura barrosã ao planalto mirandês, das encostas da Região Demarcada do Douro às das diferentes serras nortenhas. De gentes e paisagens, agricultura e tradições, aldeias e arquiteturas.

P.- Considera que os vila-realenses mostram interesse pela cultura?

R.- Comparando com o meu tempo de adolescência, em Vila Real hoje existe muito mais oferta cultural, mais oportunidades – destacando-se o notável papel desempenhado pelo Teatro e Biblioteca Municipais. No entanto, os clientes e amigos da Traga-Mundos são maioritariamente de fora de Vila Real – mesmo nos eventos, tal como acontece nos passeios pedestres, vindo pessoas do Porto, Aveiro, Coimbra, etc. Costumo afirmar que se a Traga-Mundos estivesse por exemplo localizada no Porto... teria certamente mais clientes vila-realenses, do que estando localizado no centro histórico de Vila Real!

P.- Como olha para o futuro que há-de vir para a Traga-Mundos?

R.-Viemos para ficar, apesar do contexto de generalizada crise económica – continuando sem qualquer apoio das instituições responsáveis pela cultura e turismo nesta cidade nem da Região do Douro, nem da imprensa local e regional. Para novembro e dezembro de 2013, e janeiro e fevereiro de 2014, para além dos eventos já periódicos, temos alinhavado mais algumas iniciativas – que vamos anunciando. No(s) próximo(s) ano(s) iremos continuar.


[http://birdmagazine.blogspot.pt/2013/11/antonio-alberto-alves-viemos-para-ficar.html#more]

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Traga-Mundos em biodiversidade gastronómica



A livraria Traga-Mundos foi convidada para montar uma banca de livros temática no átrio do Teatro Municipal de Vila Real, das 9h00 às 20h00, para o primeiro encontro gastronómico intitulado “O Valor dos ‘Simples’ – A Natureza à Mesa”, organizada pelo programa da Bio-Diversidade da Câmara Municipal de Vila Real.

«Primeiro evento gastronómico da biodiversidade

Dando corpo a uma estratégia que pretende fomentar novos nichos de mercado e estimular diversos agentes económicos locais para as potencialidades da biodiversidade, a Câmara Municipal de Vila Real vai organizar, nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro, o primeiro encontro gastronómico intitulado por "O valor dos simples: a Natureza à mesa".
Este projeto insere-se num dos vetores estratégicos do programa, que pretende valorizar economicamente a biodiversidade, procurando gerar novos negócios e fomentar a economia do meio rural. Mas o projeto ambiciona ainda mais: a criação de uma rede local de agentes económicos de vários setores, que passam a trabalhar em conjunto e de forma organizada, procurando desenvolver novos conhecimentos e novas práticas.

Procurando conciliar o vasto conhecimento atual e muitos dos saberes ancestrais, pretende-se manter uma linha permanente de experimentação e inovação gastronómica, com a utilização de um vasto património vegetal presente no território, que permite uma diversificação de sabores à mesa. Neste domínio, estão a decorrer diversos workshops com os profissionais da restauração locais, que vão permitir a criação de novos pratos e a recriação de alguns dos símbolos da gastronomia duriense e transmontana. Associado a este objetivo, o projeto pretende também alertar para as inúmeras vantagens da diversificação e o seu valor nutricional. Assim, diversidade e biodiversidade são um novo conceito na alimentação humana que podem contribuir decisivamente para a melhoria da saúde pública. De destacar a preocupação na utilização de plantas silvestres que perderam espaço nas últimas décadas e que podem voltar a ter uma utilização corrente na nossa alimentação.

O evento que terá no lugar nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro servirá sobretudo para dar a conhecer ao público em geral a panóplia de recursos e o valor destas plantas. No primeiro dia do evento estarão reunidas diversas personalidades e especialistas das mais diversas áreas, desde a Biologia à Gastronomia, que vão facultar toda a informação essencial na abordagem desta temática. No segundo dia do evento, os protagonistas serão os restaurantes aderentes e será dedicado à criação dos chefes de cozinha dos restaurantes, com a utilização das plantas na criação de novas ofertas gastronómicas. Uma oportunidade única para partilhar novos sabores e novas sensações à mesa dos ex-líbris da restauração de Vila Real, o destino da biodiversidade.»

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Arquitectura Regional de Trás-os-Montes e Alto Douro



“Memórias de Trás-os-Montes e Alto Douro – nos 55 anos do Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa” de Carlos Carvalho Dias

Este livro de Memórias, por intermédio do qual podemos conhecer uma parcela importante da arquitectura popular portuguesa, refere-se à província de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Apresenta algumas das memórias pessoais da jornada que o seu Autor, o Arq. Carlos Carvalho Dias, efectuou juntamente com o seu colega de trabalho Arnaldo Araújo por terras transmontanas e alto-durienses.
O livro é ainda enriquecido com um prefácio do Arq. José Manuel Pedreirinho.

«Todo este material, do muito que foi recolhido e preservado pelo autor, saiu agora do “baú”, com a finalidade de o libertar de completo esquecimento.» [Miguel Pestana, blogue Silêncios Que Falam]

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também o título: “Mapa de Arquitectura de Vila Real”]

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Gastronomia em Camilo Castelo Branco



“Camilo Castelo Branco e o garfo” de José Viale Moutinho

José Viale Moutinho, conhecido investigador de Camilo Castelo Branco, debruça-se desta vez sobre a gastronomia na obra de Camilo. Percorrendo os inúmeros livros do escritor e textos dispersos, recolheu as invulgares citações relacionadas com alimentação e procurou descobrir o modo de confecção da época. Desde a truta de escabeche ao toucinho-do-céu, as dezenas de citações e receitas que compõe este livro certamente irão agradar tanto camilianistas como amantes da cozinha.

Disponível na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... | Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[também do autor os títulos: “Camilo Castelo Branco: Memórias Fotobiográficas (1825-1890)”, “O Livrinho dos Contos do Alto Douro” ilustrações de Fedra Santos]

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Atelier de escrita criativa



Atelier de Escrita Criativa
por Daniela Costa
30 de Novembro de 2013 (sábado), das 17h00 às 19h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real



No âmbito da comemoração do DIA DA LIVRARIA E DO LIVREIRO, a Traga-Mundos e Daniela Costa propõem um atelier de escrita criativa, para:

guardar memórias; escrever uma carta, postal ou e-mail a alguém importante, transferindo para as palavras sentidos, emoções e verdade; registar viagens, fazendo do texto fotografia; escrever um diário que ajude a reler-se a si e à sua história; criar, inventando histórias; dar-se, transmitindo-se pela poesia; fazer rir, expondo o lado divertido e caricato dos acontecimentos; trabalhar, usando a escrita como forma de expressão; organizar-se, listando e brincando; sonhar...
Tudo isto e muito mais na sessão de
Escrita Criativa
30Nov - 17h
Traga-Mundos
10€
--
Daniela Costa


António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- 1 a 27 de Novembro de 2013: exposição de gravura da artista plástica Loirí Vechio;
- 29 de Novembro de 2013 (sexta-feira), pelas 21h00: tertúlia “Adolfo Rocha / Miguel Torga: O Médico, o Escritor, o Poeta, o Homem do Doiro” pelo Prof. Dr. Alfredo Mota;
- 30 de Novembro de 2013 (sábado), das 10h00 às 20h00: Dia da Livraria e do Livreiro – uma iniciativa do Encontro Livreiro e da Fundação José Saramago;
- 1 Dezembro de 2013 a 6 Janeiro de 2014: Bazar de Natal e Reis da Traga-Mundos;
- 31 de Dezembro de 2013 e 1 Janeiro de 2014: passagem-de-ano em espaço de turismo rural e passeio pedestre pelo Parque Natural do Alvão por Lagoa Trekking;
- 3 a 30 de Janeiro de 2014: exposição de fotografia e poesia “Alma Tua”;
- 18 de Janeiro de 2014 (sábado), pelas 21h00: Curso “Harmonizar vinho e gastronomia” [Prova dos Cinco (sentidos)];
- 25 de Janeiro de 2014 (sábado); pelas 20h00: jantar vínico no restaurante Terra de Montanha. [Prova dos Cinco (sentidos)].

domingo, 24 de novembro de 2013

Tertúlia sobre Adolfo Rocha / Miguel Torga



Tertúlia “Adolfo Rocha / Miguel Torga: o Médico, o Escritor, o Poeta, o Homem do Doiro”
pelo Prof. Dr. Alfredo Mota
29 de Novembro de 2013 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real


Esta tertúlia tem como objectivo “recordar e dar a conhecer algo da sua obra publicada, da sua actividade como médico e alguns aspectos particulares que o convívio pessoal com o escritor me impressionaram”, afirma o autor.

Alfredo Mota é Médico Urologista, Director do Serviço de Urologia e Transplantação Renal dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, com raízes profundas em Vilar de Maçada, Alijó. Escreve regularmente crónicas em "A Voz de Trás-os-Montes" e em 2011 publicou o livro "Coisas da Medicina" – e neste momento tem mais dois em preparação.



António Alberto Alves
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro
Rua Miguel Bombarda, 24 – 26 – 28 em Vila Real
2.ª, 3.ª, 5.ª, 6.ª, Sáb. das 10h00 às 20h00 e 4.ª feira das 14h00 às 23h00
259 103 113 | 935 157 323 | traga.mundos1@gmail.com

Próximos eventos:
- 1 a 27 de Novembro de 2013: exposição de gravura da artista plástica Loirí Vechio;
- 30 de Novembro de 2013 (sábado), das 17h00 às 19h00: Atelier de Escrita Criativa por Daniela Costa;
- 30 de Novembro de 2013 (sábado), das 10h00 às 20h00: Dia da Livraria e do Livreiro – uma iniciativa do Encontro Livreiro e da Fundação José Saramago;
- 1 Dezembro de 2013 a 6 Janeiro de 2014: Bazar de Natal e Reis da Traga-Mundos;
- 31 de Dezembro de 2013 e 1 Janeiro de 2014: passagem-de-ano em espaço de turismo rural e passeio pedestre pelo Parque Natural do Alvão por Lagoa Trekking;
- 3 a 30 de Janeiro de 2014: exposição de fotografia e poesia “Alma Tua”;
- 18 de Janeiro de 2014 (sábado), pelas 21h00: Curso “Harmonizar vinho e gastronomia” [Prova dos Cinco (sentidos)];
- 25 de Janeiro de 2014 (sábado); pelas 20h00: jantar vínico no restaurante Terra de Montanha. [Prova dos Cinco (sentidos)].

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DIA DA LIVRARIA E DO LIVREIRO | 2013



No próximo dia 30 de Novembro vamos festejar o Dia da Livraria e do Livreiro.

Depois de, no ano passado, ter sido assinalada a primeira edição do Dia das Livrarias, inspirada por ventos vindos do país vizinho e assinalando o aniversário da morte de Fernando Pessoa e de Fernando Assis Pacheco (este último, precisamente numa livraria de Lisboa), a Fundação José Saramago e o movimento Encontro-Livreiro estabeleceram uma parceria que passará a assumir a organização e a dinamização do a partir de agora designado Dia da Livraria e do Livreiro, tornando-o mais abrangente e destacando sobretudo o lugar central que o livreiro ocupa no percurso do livro e na promoção da leitura.

O Dia da Livraria e do Livreiro é um dia de Festa! Festa da livraria! Festa do livreiro! Festa do leitor!

O leitor, que para nós não é apenas um cliente, é o convidado de honra deste e de todos os dias e quem verdadeiramente justifica a livraria e o livreiro e garante, não só o futuro do livro e das gentes do livro, mas também o progresso, esclarecido e em liberdade, do(s) país(es).

Apelamos a que todas as livrarias, que queiram fazer deste dia o seu dia de festa, comecem, desde já, a preparar uma iniciativa especial para assinalar a data.

Apelamos a todos os leitores que, nas suas agendas, assinalem o dia 30 de Novembro como um dia de visita a, pelo menos, uma livraria, associando-se à festa do(s) seu(s) livreiro(s).

https://www.facebook.com/events/606321422764688/ (ADIRA E DIVULGUE)

Boas leituras e até breve!

FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO | ENCONTRO-LIVREIRO
http://encontrolivreiro.blogspot.pt/2013/11/dia-da-livraria-e-do-livreiro-2013.html

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Livrarias, editoras e, sobretudo, leitores independentes UNI-VOS!



Livrarias independentes denunciam violação em grande escala da Lei do Preço Fixo

Estão a decorrer na Fnac e nas livrarias Bertrand, os dois maiores canais de venda de livros em Portugal, duas campanhas de Natal que violam a Lei do Preço Fixo do livro. Estas campanhas decorrem em plena época natalícia e abrangem as novidades editoriais. Trata-se de um ataque sem precedentes, denunciam os livreiros independentes à Inspecção-Geral das Actividades Culturais (entidade responsável pela fiscalização do cumprimento da Lei do Preço Fixo).

Segue o texto de denúncia enviado ao IGAC:

Assunto: Denúncia sobre Violação da Lei do Preço Fixo

Para: Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC)

De:
Livraria 100ª Página - (Braga)
Livraria A das Artes - (Sines)
Livraria Apolo 70 - (Lisboa)
Livraria Arquivo - (Leiria)
Livraria Boa Leitura - (Leiria)
Livraria Contra Capa - (Castro-Verde)
Livraria Culsete - (Setúbal)
Livraria e Papelaria Espaço - (Algés)
Livraria Esperança - (Funchal)
Livraria Ferin - (Lisboa)
Livraria Fonte de Letras - (Évora)
Livraria Fundamentos - (Braga)
Livraria Galileu - (Cascais)
Livraria Lello - (Porto)
Livraria Ler Devagar - (Lisboa)
Livraria Letra Livre - (Lisboa)
Livraria Letraria - (Miraflores)
Livraria Livro do Dia - (Torres-Vedras)
Livraria A Nazareth - (Évora)
Livraria Palavra de Viajante - (Lisboa)
Livraria Pinto dos Santos  - (Guimarães)
Livraria Poetria - (Porto)
Livraria Pó dos Livros - (Lisboa)
Livraria Solmar - (São Miguel Açores)
Livraria Traga-Mundos - (Vila-Real)
Livraria Unicepe - (Porto)


Preâmbulo:

O livro tem sido o instrumento privilegiado de natureza cultural e educativa propiciador da formação das pessoas. Esta função eminente permitiu sempre que ao livro não se aplicassem, de um modo redutor e simplista, as regras normais vigentes e adequadas ao comum produto económico. A nossa civilização tem considerado como prioridade cultural a possibilidade de o livro ser objecto de fruição pelos indivíduos, de um modo geral, o que, entre outras coisas, implica a necessidade de colocar o referido bem à livre e fácil disposição do público, em qualquer parte do território nacional. A manutenção deste objectivo determina a existência de uma rede, densa e diversificada, de livrarias, considerados os espaços aptos para satisfazer as reais necessidades culturais da população portuguesa neste domínio. Nos últimos anos, em consequência de vicissitudes várias da economia da organização do mercado do livro, muitas livrarias encerraram a sua actividade, num movimento que se tem verificado também nalguns países europeus. Esta situação, negativa e preocupante, impõe a criação de medidas disciplinadoras e de incentivo, de modo a corrigir-se as detectadas disfuncionalidades do mercado do livro e a garantir aos seus agentes condições de actuação mais equitativas e proveitosas para o interesse geral.
Neste sentido, na esteira da melhor experiência europeia, designadamente de países como a Espanha, a França, a Alemanha, a Áustria, a Irlanda e a Dinamarca, e acolhendo a recomendação adoptada pelo Parlamento Europeu, em Janeiro de 1994, constante do programa comunitário Gutemberg, Portugal, mediante o presente diploma, instaura o sistema do preço fixo do livro. Trata-se de uma das medidas fundamentais de correcção das anomalias verificadas no mercado do livro, susceptível de, a prazo, criar condições para a revitalização do sector, um dos aspectos marcantes da prossecução de uma política cultural visando o desenvolvimento nos domínios do livro e da leitura.

Assim e de acordo com as campanhas em realização pelas redes de Livrarias Bertrand e lojas FNAC, exercidas nos seguintes moldes:


Livrarias Bertrand
De 14 de Novembro a 31 de Dezembro, as Livrarias Bertrand realizam uma forte campanha de Natal, com o objectivo assumido de colocar o livro como primeira referência nas compras deste fim de ano. Assim, vão oferecer 25% de desconto em 10000 livros em cartão Leitor Bertrand em todas as compras, incluindo novidades.

FNAC
A Campanha de Natal Fnac 2013, a decorrer de 14 Novembro a 24 Dezembro, com uma mecânica de  multicompra (multifornecedor) de Leve 4 livros e Pague 3, incluindo as novidades.
Esta promoção abrangerá, nas  lojas, todos os livros de literatura adulto e todas as temáticas de infantil, em língua portuguesa. Na loja online, abrangerá todo o catálogo disponível de cada editor participante. Nas lojas, poderá ainda ser considerada a inclusão de títulos pontuais, fora das temáticas trabalhadas.

A exposição desta campanha de multicompra será feita nas entradas de loja e nas salas de literatura e kids que estarão devidamente decoradas para o efeito.
Esta acção terá um forte plano de divulgação nos meios de comunicação social e será contracapa da  Publicação de Natal.


Consideramos uma violação à Lei do Preço Fixo, nomeadamente, nos seus Artigos n.ºs 4, 11 e 14.

Desta forma gostaríamos de solicitar à vossa entidade a fiscalização imediata das campanhas referidas para o bem da diversidade cultural e da concorrência saudável entre os diversos agentes económicos do livro.

Sem outro assunto os nossos melhores cumprimentos,

Livrarias Independentes

Contactos:


Jaime Bulhosa

(Pó dos Livros)

José Pinho

(Ler Devagar)