“Lendas e Mitos dos
Castelos de Portugal” de Alexandre Parafita
UMA VIAGEM AO MUNDO
MÁGICO DOS CASTELOS, GUARDIÕES DE TESOUROS E MEMÓRIAS
Outrora residência de reis e príncipes, palco de grandes batalhas, baluartes da independência nacional, os Castelos de Portugal, perdida a sua função militar, são hoje verdadeiras pérolas a decorar as nossas paisagens, continuando sobre eles a pairar uma auréola de prestígio histórico-lendário que importa valorizar.
Através das suas lendas, continua viva a ilusão dos tesouros, mas também das vozes amorosas e sofridas que as torres e masmorras testemunharam. Lutas entre cristãos e mouros, resistência a cercos castelhanos, apelos de mouras encantadas nas ruínas, monstros que amedrontam na escuridão... São estas e outras histórias que contam os nossos castelos e que enriquecem a sua e a nossa alma.
Outrora residência de reis e príncipes, palco de grandes batalhas, baluartes da independência nacional, os Castelos de Portugal, perdida a sua função militar, são hoje verdadeiras pérolas a decorar as nossas paisagens, continuando sobre eles a pairar uma auréola de prestígio histórico-lendário que importa valorizar.
Através das suas lendas, continua viva a ilusão dos tesouros, mas também das vozes amorosas e sofridas que as torres e masmorras testemunharam. Lutas entre cristãos e mouros, resistência a cercos castelhanos, apelos de mouras encantadas nas ruínas, monstros que amedrontam na escuridão... São estas e outras histórias que contam os nossos castelos e que enriquecem a sua e a nossa alma.
Ardínia, a moura
que morreu por amor
Diz a lenda que seu
pai preferiu lançá-la para a morte nas águas do Távora do que vê-la apaixonada
por um cavaleiro cristão.
E assim se tornou
Ardínia num dos mitos mais emblemáticos das terras do Douro. Usando como
trunfos a sedução, a beleza e a ousadia, transformou a sua história de amor
impossível numa mensagem intemporal de união, diálogo e tolerância. Uma
mensagem que ecoa nas paisagens durienses como um apelo mágico e um
verdadeiro guião de valores para os destinos do Douro, de Portugal e do
Mundo.
Afinal, muitas das
nossas lendas trazem do passado a luz que aclara o presente e abre centelhas
para o futuro.
Para ler no livro:
«Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal»
Alexandre Parafita,
doutor em Cultura Portuguesa (na área do Património Cultural Imaterial) e
mestre em Ciências da Comunicação (especialidade de Antropologia da
Comunicação), é docente do ensino superior, investigador no CEPESE
(Universidade do Porto) e CLEPUL (Universidade de Lisboa), etnógrafo, escritor
e jornalista.
Publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia obrigatória em cursos universitários.
Publicou mais de meia centena de livros, em domínios multi-disciplinares, desde os estudos do património cultural, antropologia e etnografia, à ficção, poesia e literatura infanto-juvenil. Grande parte da sua obra faz parte do Plano Nacional de Leitura (PNL), integra manuais escolares de vários níveis de ensino e é bibliografia obrigatória em cursos universitários.
Disponível na
Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro em Vila Real... |
Traga-Mundos – lhibros i binos, cousas i lhoisas de l Douro an Bila Rial...
[disponível também
do autor os seguintes títulos: "Histórias de Natal contadas em verso"
ilustrações Bruno Pereira, "Branca Flor, o príncipe e o demónio"
ilustrou Pedro Morais, "Vou Morar No Arco-Íris" ilustrações de Pedro
Pires, "Balada das Sete Fadas" ilustrações de Miguel Gabriel,
"As Três Touquinhas Brancas" ilustrações de Jorge Miguel, “A
princesinha dos bordados de ouro” ilustração José Saraiva, “Chovia ouro no
bosque” ilustração Onofre Varela, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”,
ilustração Fátima Buco, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” ilustração
Fátima Buco, “Lobos, Raposas, Leões e outros figurões” ilustrações de Alberto
Faria, “O Tesouro dos Maruxinhos – Mitos e lendas para os mais novos”
ilustrações Miguel Gabriel, "Contos de Animais com Manhas de Gente"
ilustrações de Eunice Rosado, “A Mala Vazia e algumas histórias de tradição
oral” ilustrações de Pedro Serapicos, “Ardínia, a moura que morreu por amor”,
ilustrações - Ana Lúcia Pinto, “Magalhães nos olhos
de um menino” de Alexandre Parafita e Simone de Fátima Gonçalves, ilustrações
de Rui Pedro Lourenço, “Meia dúzia de contos tão alegres como tontos”,
ilustrações Sofia Travassos Diogo; “Antropologia da Comunicação – ritos, mitos,
mitologias”, "Património Imaterial do Douro” - Vol. I e Vol. II",
"Os Provérbios e a Cultura Popular", "A Mitologia dos
Mouros", "Antologia de Contos Populares" Vol. II, "O
Maravilhoso Popular", "A Comunicação e Literatura Popular"; “A
Máscara do Demo”]
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